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INTERFERÊNCIA DE MICRO-ONDAS, Trabalhos de Física

Relatório de FIS D39 – Física Experimental IV-E

Tipologia: Trabalhos

2021

Compartilhado em 03/09/2022

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chris-walker-1 🇧🇷

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Universidade Federal da Bahia
Instituto de Física
FIS D39 Física Experimental IV-E
Turma: T01 P02
Docente: Fritz Gutmann
Discentes: Cristiane da Silva Santos; Gabriela Carvalho.
INTERFERÊNCIA DE MICRO-ONDAS
1) Determine, a partir das medidas dos itens I a IV tabelados abaixo, o
comprimento de onda médio da micro-onda para cada método de medida
observando que, no espelho de Lloyd, os centros eficazes de transmissão e
recepção da micro-onda se encontram deslocados de 5 cm no interior da corneta,
medidos a partir da boca, ou seja, a distância de centro a centro vale 75 cm.
2) Calcule o desvio absoluto dos comprimentos de onda para cada método de
medida (I a IV) e expresse o comprimento de onda e seu desvio corretamente
(apenas um algarismo significativo no desvio). Para todas as medidas foi usada
uma régua milimetrada.
3) Utilizando o comprimento de onda mais preciso, dentre os obtidos no item
(1.b), determine a separação entre as duas fendas, no experimento da dupla fenda
de Young (item V). Calcule o desvio e expresse a separação corretamente.
I - Ondas Estacionárias
Pts
Minimo
1
2
3
4
5
6
7
8
9
X(cm)
4,4
6,2
7,6
9,0
10,5
12,1
13,6
15,4
16,9
Valor médio= 7,7
Desvio padrão = 4,9
X = (7,7 ± 4,9)
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Universidade Federal da Bahia Instituto de Física FIS D39 – Física Experimental IV-E Turma: T01 P 02 Docente: Fritz Gutmann Discentes: Cristiane da Silva Santos; Gabriela Carvalho.

INTERFERÊNCIA DE MICRO-ONDAS

  1. Determine, a partir das medidas dos itens I a IV tabelados abaixo, o comprimento de onda médio da micro-onda para cada método de medida observando que, no espelho de Lloyd, os centros eficazes de transmissão e recepção da micro-onda se encontram deslocados de 5 cm no interior da corneta, medidos a partir da boca, ou seja, a distância de centro a centro vale 75 cm.
  2. Calcule o desvio absoluto dos comprimentos de onda para cada método de medida (I a IV) e expresse o comprimento de onda e seu desvio corretamente (apenas um algarismo significativo no desvio). Para todas as medidas foi usada uma régua milimetrada.
  3. Utilizando o comprimento de onda mais preciso, dentre os obtidos no item (1.b), determine a separação entre as duas fendas, no experimento da dupla fenda de Young(item V). Calcule o desvio e expresse a separação corretamente.

I - Ondas Estacionárias

Pts Minimo

X(cm) 4,4 6,2 7,6 9,0 10,5 12,1 13,6 15,4 16,9 18,

Valor médio= 7, Desvio padrão = 4, X = (7,7 ± 4,9)

II - Espelho de Lloyd

min= (^ )

2x (^) n - 75 = n.

2x (^) n - 1 - 75 = (n+ 1).  2x (^) n - 1 - 75 – (2Xn–75) = (n+1).  2x (^) n - 1 – 2xn =

Média = 88, Desvio padrão = 309, = (88,3309,7)cm

III - Filme Fino

refletor metálico

Pts Minimo 1 2 3 4 X(cm) 12,3 16,4 19,5 22, 2 X(cm) (^) 24,6 32,8 39,0 44, (cm) - 50 ,4 132,8 - 226,6 497,

refletor metálico 75 cm micro amperímetro x 37, cm (^75) cm

placa semi - refletora 40 cm

d microamperímetro

Média= 24,7 cm Desvio padrão= 2, = 2.(24,72,5) = (49,45,0)cm

V - Dupla fenda de Young

=d.sen = n

d.senn = n

d.senn+1 = (n+1)

d.senn+1 - d.senn = (n+1) - n

d.senn+1 - d.senn =

Considerando = 7,7cm, calculamos:

d(0,6266-0,3338) = 7,7  d = 26,3 cm

 

Pts Máximos^1 Ângulo (graus)

sen  0,3338 0,

POLARIZAÇÃO COM LUZ E MICRO ONDAS

  1. A partir dos dados da tabela 1, podemos concluir que à medida que o ângulo entre o eixo do polarizador e do analisador vai se aproximando de 90°, a intensidade da luz medida pelo luxímetro vai reduzindo. O contrário é observado quando o ângulo se aproxima de 0° ou 180°, para esses ângulos a intensidade da luz é máxima. Isso é observado pois, ao incidir no polarizador, a luz admite uma trajetória linear vertical, então a máxima intensidade de luz acontece quando as direções do polarizador e do analisador forem paralelas.

Tabela 1 - Dados obtidos experimentalmente θ I2 Cos²(θ) 0 1392 1 10 1385 0, 20 1320 0, 30 1200 0, 40 1050 0, 45 954 0, 50 877 0, 60 698 0, 70 552 0, 80 448 0, 85 409 0, 90 390 0 95 383 0, 100 392 0, 110 450 0, 120 563 0, 130 706 0, 140 877 0, 150 1040 0, 160 1196 0, 170 1320 0, 180 1386 1

somente a componente paralela do campo será detectada. O valor zero não indica ausência de campo, e sim ausência de componente naquela direção. Quando a direção da grade for a mesma da onda emitida, esta será refletida de volta, fazendo com que não haja leitura no amperímetro. Em direções diferentes, podem-se observar os valores variando. Pode-se concluir que parte do campo é refletida pela placa sendo detectada pelo receptor. Para o experimento de polarização Elíptica e Circular, para uma distância de 0,7 cm, equivalente a λ/4, a variação da corrente, ao girar a corneta, é mínima, desta forma, a defasagem entre a onda refletida na grade e a refletida na placa é de λ/4 e equivale à diferença de fase de π/2. Obtendo- se uma queda na amperagem, pois a antena do transmissor estava à 45º com a normal decompondo o campo de fazendo com que apenas a metade dele seja refletida e detectada pelo amperímetro. Para chegar ao valor máximo de corrente, giramos o receptor até o campo ficasse paralelo à antena, isso aconteceu no ângulo de 90°. Se aumentar a distância entre placa e grade será observado uma variação nos valores. Isso acontece por causa da polarização elíptica, pois quando verificamos a máxima corrente, significa que a direção da antena receptora coincide com o maior eixo da elipse. Quando se aumenta a distância percebe-se uma menor variação, pois de acordo com a na teoria, tem-se uma polarização circular, a intensidade é constante independente do ângulo da corneta receptora.

Para o experimento de atividade óptica, Substâncias Opticamente Ativas são as substâncias que desviam o plano de vibração da luz polarizada. Com a caixa com bolas vermelhas teremos substâncias levógiras, e para a caixa com bolas pretas teremos substâncias dextrógiras.