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Introdução à gestão- resumos e conceitos básicos, Resumos de Gestão Financeira

Resumos: conceitos fundamentas, tomada de decisão e ciclo de gestão

Tipologia: Resumos

2020

Compartilhado em 13/01/2020

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Gestão: Processo de tomada de decisão de como afetar recursos limitados (naturais,
capital, trabalho) entre usos alternativos de modo a maximizar determinados objetivos, de
forma eficaz e eficientemente, ou seja, tentar alcança a melhor relação de qualidade de
inputs com outputs produzidos, assim como, a relação entre os resultados alcançados e os
objetivos fixados ou propostos, evolvendo portanto a supervisão e a coordenação da
atividade dos seus colaboradores.
Objetivos : Subsistência física, Maximizar o lucro, Estabilidade financeira, Conservação de
recursos naturais, Qualidade de vida, Responsabilidade social, Criação de riqueza e
património.
A identificação de um problema a resolver inclui a fase de preparação de respostas
alternativas e a escolhas da melhor dessas alternativas tendo em conta os objetivos a
alcançar.
Recursos: São meios utilizados para realizar as tarefas e alcançar os objetivos e traduzem-se
num fluxo de relações e de trocas com o ambiente externo (classificados de diferentes
formas tradicionalmente em natureza, capital e trabalho).
Planeamento: É o processo de determinar antecipadamente, de acordo com os objetivos
pretendidos, o que deve ser feito e como fazê-lo, avaliando e recolhendo informações,
soluções alternativas, definindo critérios. Podemos dizer que planos estabelecem a forma
como a empresa ira desenvolver a sua atividade.
Organização : Estabelecer relações formais entre pessoas e entres estas e os recursos, para
atingir os objetivos.
Direção : Influenciar o comportamento dos outros e procurar alcançar os resultados
desejados das suas atividades, envolvendo motivação, liderança e comunicação.
Controlo : Processo de comparação de desempenho da organização com standards
estabelecidos, apontando as eventuais ações corretivas. Determina por exemplo desvios e
correções.
Aptidões essenciais do gestor:
Conceptual: Capacidade de apreender ideias gerais e abstratas e de as aplicar em situações
concretas, ou seja, capacidade de ver a organização como um todo e como se relaciona
com o seu ambiente.
Técnica: Capacidade de usar conhecimento, técnica e métodos específicos da sua área de
trabalho.
Relações humanas: Capacidade de compreender, motivar e obter a adesão das pessoas.
Evolve características relacionadas com a capacidade de comunicar, de trabalho e de
entender atitudes e comportamentos de pessoas.
Organizações
Def: Conjunto de 2/+ pessoas que interagem entre si, através de relações reciprocas para
atingirem objetivos comuns, ou seja é um meio ou forma eficiente e eficaz de satisfazer um
determinado número de necessidades. Do ponto de vista jurídico é o termo de pessoa
coletiva que determina que uma organização tenha uma existência e uma identidade legal
própria.
Os 2 conceitos de organização e gestão estão associados, visto que a gestão é um dos
fatores fundamentais para o sucesso de uma organização. Sendo uma organização
um entidade constituída por um conjunto de pessoas que prosseguem atividades
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Gestão: Processo de tomada de decisão de como afetar recursos limitados (naturais, capital, trabalho) entre usos alternativos de modo a maximizar determinados objetivos, de forma eficaz e eficientemente, ou seja, tentar alcança a melhor relação de qualidade de inputs com outputs produzidos, assim como, a relação entre os resultados alcançados e os objetivos fixados ou propostos, evolvendo portanto a supervisão e a coordenação da atividade dos seus colaboradores. Objetivos: Subsistência física, Maximizar o lucro, Estabilidade financeira, Conservação de recursos naturais, Qualidade de vida, Responsabilidade social, Criação de riqueza e património. A identificação de um problema a resolver inclui a fase de preparação de respostas alternativas e a escolhas da melhor dessas alternativas tendo em conta os objetivos a alcançar. Recursos: São meios utilizados para realizar as tarefas e alcançar os objetivos e traduzem-se num fluxo de relações e de trocas com o ambiente externo (classificados de diferentes formas tradicionalmente em natureza, capital e trabalho). Planeamento: É o processo de determinar antecipadamente, de acordo com os objetivos pretendidos, o que deve ser feito e como fazê-lo, avaliando e recolhendo informações, soluções alternativas, definindo critérios. Podemos dizer que planos estabelecem a forma como a empresa ira desenvolver a sua atividade. Organização : Estabelecer relações formais entre pessoas e entres estas e os recursos, para atingir os objetivos. Direção : Influenciar o comportamento dos outros e procurar alcançar os resultados desejados das suas atividades, envolvendo motivação, liderança e comunicação. Controlo: Processo de comparação de desempenho da organização com standards estabelecidos, apontando as eventuais ações corretivas. Determina por exemplo desvios e correções. Aptidões essenciais do gestor: Conceptual: Capacidade de apreender ideias gerais e abstratas e de as aplicar em situações concretas, ou seja, capacidade de ver a organização como um todo e como se relaciona com o seu ambiente. Técnica: Capacidade de usar conhecimento, técnica e métodos específicos da sua área de trabalho. Relações humanas: Capacidade de compreender, motivar e obter a adesão das pessoas. Evolve características relacionadas com a capacidade de comunicar, de trabalho e de entender atitudes e comportamentos de pessoas. Organizações Def: Conjunto de 2/+ pessoas que interagem entre si, através de relações reciprocas para atingirem objetivos comuns, ou seja é um meio ou forma eficiente e eficaz de satisfazer um determinado número de necessidades. Do ponto de vista jurídico é o termo de pessoa coletiva que determina que uma organização tenha uma existência e uma identidade legal própria.  Os 2 conceitos de organização e gestão estão associados, visto que a gestão é um dos fatores fundamentais para o sucesso de uma organização. Sendo uma organização um entidade constituída por um conjunto de pessoas que prosseguem atividades

com objetivos comuns e sendo a gestão a coordenação e supervisão do trabalho para que as suas atividades sejam desempenhadas eficaz e eficientemente. As empresas como organizações As empresas enquanto organizações são desde logo o resultado de empresários que investiram em função de oportunidades de negócios que entenderam existirem e terem viabilidade em que procuram retorno para os seus investimentos ou ativos. As empresas são organizações com características específicas de atividades e de objetivos, visto que assumem riscos, as atividades são geridas como negócios e orientadas para fins lucrativos, ou seja são geridas com o objetivo de criarem riqueza. Em contrapartida do investimento público, as aplicações da riqueza criada que as empresas podem assumir como sua responsabilidade social representam também, uma contribuição para a sociedade que pode e deve constituir uma preocupação complementar e de certa forma justifica a necessidade de orientação para o lucro como forma de garantir a sua existência e, consequente, possibilidade de o poder distribuir. Cadeia de valor: Série de atividades relacionadas e desenvolvidas pela empresa para satisfazer as necessidades dos clientes, desde as relações com os fornecedores e ciclos de produção e venda, até à fase da distribuição para o consumidor, ou seja é a integração de objetivos com foco no consumidor. De forma resumida podemos dizer que o conjunto de bens e serviços que se produzem e prestam, criam valor aos consumidores. Organização como sistema aberto: Como as organizações são constituídas por pessoas (instituições sociais), vivas e sujeita a mudanças, cujos elementos se relacionam entre si e com terceiros, diz-se que são sistemas sociais abertos, ou seja, são conjuntos de elementos (órgãos/subsistemas) que estão inter-relacionadas desenvolvendo uma atividade ou função específica para atingir um objetivo geral. Estes têm relações com o exterior e essas relações estabelecem-se através de trocas entre o sistema e o seu ambiente que constituem fluxos de entradas (inputs) de saídas (outputs). Os sistemas abertos são também caracterizados por serem afetados por fatores externos e, consequentemente os afetarem, pois caracterizam-se por terem interações com o ambiente, como entradas ou inputs (matérias primas, recursos humanos, tecnológicos, financeiros), operações ou processamentos, Saídas ou outputs (bens e serviços), Resíduos (subprodutos e lixos) e Mecanismos de feedback para ajustamento e autocontrolo. Resumindo as organizações como sistemas abertos utilizam, transformam e devolvem recursos e resíduos ao ambiente. Subsistemas: Sub objetivos e valores: Uma organização deve realizar determinados objetivos que soa determinantes para o sistema externo. Sub técnico: Inclui conhecimento básico para a realização de tarefas. Inclui também as técnicas usadas na transformação dos inputs em outros outputs. É determinado pelas necessidades das tarefas e varia conforme a particularidade das atividades. Sub tecnológico: É formado pela utilização do conhecimento especializado, pelo equipamento envolvido e pelo layout das oportunidades.

produtos acabados e desde a rede de compras de bens e serviços à distribuição dos produtos; A padronização como forma estabelecer a produção numa linha de montagem; A agilização da forma de produção para utilizar o menor nível de fatores de produção ou de fornecimentos.

Fayol: Alargou a análise aos princípios e funções gerais da administração. Estes pensadores

clássicos da gestão adotaram uma abordagem mecanicista ou de organização pelo que, genericamente, os seus tempos ou a escola de seguidores que influenciaram são associados a uma visão estrutural da gestão. Baseia- se numa perspetiva global, sendo os seus princípios destinados à organização como um todo. Estabelece, assim, os princípios gerais e funções de administração e as atividades empresariais fundamentais (comércio, técnica, segurança, contabilidade, financiamento e administração). Não esquecendo que as funções da administração englobam as funções principais de um gestor: planeamento, organização, liderança, motivação, comunicação e controlo. Para além disso, Fayol sugere ainda 14 princípios gerais de gestão (Esses princípios são orientações fundamentais e constituem os pilares da administração geral de qualquer organização) como, a disciplina, a hierarquia e a enumeração. Em suma, este filósofo faz uma racionalização do trabalho de um gestor. O seu contributo foi o de alargar a especialização de funções da área da produção às diferentes áreas funcionais, propondo por exemplo as áreas administrativa, financeira, comercial, incluindo a preventiva, em que nesta última se incluíam os riscos, ao tempo frequentes em relação a acidentes trabalho, a incêndios, ou paragens por mau funcionamento de maquinaria, entre outros. Max Weber: Baseia-se no estudo de organizações europeias, como um sistema ordenado de supervisão e subordinação e uma unidade de comando. Utiliza interiormente os documentos escritos relativos a regras e os regulamentos escritos em manuais, com o objetivo de conduzir a um tratamento equitativo de todos os empregados, visto que, a cada um é atribuído uma função específica com base na sua competência e capacidade. Neo-clássicos/Comportamentais/Humanistas Mayo: Baseia-se no grau de satisfação do empregado no seu posto de trabalho. Afirma que é a chave para alcançar altas produtividades. Assim, os sentimentos e atitudes dos trabalhadores influenciam decisivamente a produtividade, as condições de trabalho e a forma como satisfazem os trabalhadores e os motivam para o desempenho profissional constituíram o objetivo de estudo destas abordagens.

Hezberg: Embora as condições de trabalho sejam cruciais para a satisfação, a motivação

dos trabalhadores também é crucial para a organização e desenvolvimento da prestação do trabalho. Herzberg defendeu que a satisfação dos trabalhadores depende de dois tipos de fatores. Os fatores que designou de higiénicos são os fatores que se referem às condições físicas e ambientais do trabalho e que dependem exclusivamente da empresa e da sua cultura, dos seus gestores e da forma como determinam essas condições. A designação de higiénicos significa que eles são básicos e que a insatisfação do trabalhador depende desse tipo de fatores. O outro tipo de fatores, os motivacionais dependem do trabalhador e referem-se

às tarefas, responsabilidades, reconhecimento e realização do seu posto de trabalho. Destes fatores depende a satisfação dos trabalhadores.

Maslow: Maslow ilustrou os grupos e tipos de necessidades com uma pirâmide, com a

base nas necessidades básicas (primárias), nomeadamente fisiológicas, de alimentação e vestuário adequados, de segurança física e profissional no trabalho, e com o movimento até ao topo da pirâmide associado às necessidades secundárias, nas quais estão incluídas as necessidades sociais de relacionamento pessoal, de estima e confiança nas capacidades desenvolvidas e seu reconhecimento e de auto-realização pessoal pelo desenvolvimento social e cultural.

Mc Gregor: Baseia-se em pesquisas sobre a gestão centrada na liderança. Identificou duas

teorias, a teoria X (pessimista) que defende que as pessoas encaram o trabalho como um sacrifício a evitar e como tal, preferem ser dirigidas e controladas e evita todo o tipo de responsabilidades, já a teoria Y (otimista) defende que os trabalhadores encaram o trabalho com maturidade, gostando de assumir responsabilidades e preferindo o autocontrolo, os trabalhadores têm iniciativa, criatividade e têm capacidades intelectuais e utilizam-nas. Lewin: Lewin identificou três tipos ou estilos de liderança, o autocrático, o democrático e o laissez faire. O líder autocrático é do tipo de autoridade que toma as decisões unilateralmente, que gere de forma centralizadora chamando a si a grande maioria das decisões. O líder democrático permite que os trabalhadores participem na decisão, sendo estas mais descentralizadas. Em ambos os casos anteriores o líder decide. Já o último tipo de líder, o líder laissez faire, é o líder que não decide e dá aos trabalhadores toda a liberdade para o fazer e para executar as decisões tomadas pois o líder não as toma e é necessário fazê-lo ou porque simplesmente está ausente para o fazer. Os quantitativos: Através de técnicas quantitativas, algoritmos, métodos e modelos constituem instrumentos cuja aplicação permite planear, equacionar e tomar decisões fundamentadas que constituem face aos pressupostos e objetivos de um problema as melhores decisões. Muitas das áreas da gestão e tipos de problemas de decisão beneficiaram com a aplicação desses métodos. Entre muitas podemos referir, por exemplo, a gestão de stocks, a gestão da produção, o controlo de qualidade, os transportes, as filas de espera, a calendarização e gestão de projetos, o marketing e a análise do comportamento do consumidor. Variáveis contingenciais: variáveis que temos mesmo que tender se não podemos ter problemas. Alternativas: A corrente sociotécnica e a perspetiva sistémica: Os aspetos de funcionamento em cooperação, ou seja, de forma articulada dos diferentes subsistemas foram o foco desta abordagem sistémica, propondo os seus seguidores que os objetivos individuais dos dirigentes e dos trabalhadores devem confundir-se com os próprios objetivos da organização. Se os objetivos coletivos de uma organização estiverem devidamente alinhados com os objetivos próprios e individuais dos seus colaboradores, trabalhar e atingir os objetivos pessoais traduz-se em atingir os objetivos de todos. Abordagem Contingencial ou Empírica: Fiedler foi percursor desta teoria e os seus estudos sobre liderança concluíram que numa determinada situação um tipo de liderança pode ter sucesso o ser um falhanço.

Trade-of: (quando os objetivos esta em conflito) relação de troca ou de substituição entre os objetivos, o que significa que para conseguir um melhor resultado num atributo obtém- se um pior noutro atributo (optimo de Paredo). Exp: maximização do lucro e minimização do impacto ambiental. Só aumentamos o lucro que temos como objetivo maximizar, aumentado as emissões, cujo objetivo era minimizar. Contexto de certeza: Chamado de modelo determinístico porque há disponibilidade de informação e conhecimento do resultado da decisão Contexto de risco: Chamado de modelo estocástico porque há disponibilidade de informação e conhecimento da distribuição de probabilidades de resultados de uma decisão. Contexto de incerteza: Chamado de modelo aleatório porque há falta de informação e conhecimento de resultados de uma decisão. Fatores que influenciam a tomada de decisão: Contexto temporal, contexto individual, tempo disponível para tomar uma decisão sobre determinada oportunidade ou ameaça, a quantidade e qualidade de informação, natureza da decisão, cultura organizacional, visto que, por exemplo, a criatividade e facilidade de decisão marcam organizações dinâmicas, jovens, com iniciativa e capacidade de empreender e inovar. Planeamento: Planear só faz sentido quando se pretende passar à ação que se planeia. Planeamento estratégico: processo de gestão de desenvolvimento e manutenção da adequação dos objetivos, capacidades e recursos de uma organização às oportunidades do mercado. Planeamento tático: consiste no estabelecimento e transformação das orientações do plano estratégico para objetivos e programas por áreas de negócio e funções de empresa. Planeamento operacional: converte os planos de médio prazo em necessidades para o futuro próximo, ou seja, de curto prazo.

Liderança

Conjunto de atividades de um indivíduo que ocupa uma posição hierarquicamente superior, dirigidas para a condução e orientação das atividades dos outros membros com o objetivos de atingir eficazmente o objetivo do grupo. No caso de um gestor é quem lidera uma empresa exercendo uma influência sobre os stakeholders para que as suas atividades levam a atingir os objetivos estabelecidos pelos acionistas. Um líder pode ser transacional ou transformacional, o primeiro é um líder que guia ou motiva os seus seguidores na direção das metas estabelecidas, clarificando o papel e as exigências das tarefas, o segundo é um líder que inspira cada um a superar os seus interesses a favor da organização e obtém esforços adicionas para o cumprimento dos objetivos.

Motivação

É um estado interno das pessoas que orienta o seu comportamento para um determinado fim, é também uma das componentes fundamentais para que a influência da liderança sobre os trabalhadores se converta em ações desejadas para atingir os objetivos da

organização. Podemos dizer ainda que a motivação está relacionada com a própria natureza humana, que por sua vez esta associada a características psicológicas, físicas, sociais e económicas dessa identidade e da personalidade que desenvolvemos. A motivação é influenciada pelas necessidades (reconhecimento, relacionamento, autorrealização etc.) que cada trabalhados necessita e por diversos fatores externos (vêm da própria organização) e internos como, família, amigos, assim como valores, crenças e princípios, respetivamente, ou seja se houver uma interação destes fatores o trabalhador irá se sentir motivado para desempenhar eficaz e eficientemente a sua função. Comunicação: É o modo de desenvolver o relacionamento entre as pessoas e grupos através de um intercâmbio de factos, opiniões, ideias, atitudes e emoções, ou seja é o processo de transferência de informação (análise de dados, valores ou estatísticas por exemplo). Controlo: É a orientação de um certo nº de variáveis como maquinas e pessoas, em direção a um objetivo ou uma finalidade, podendo ser visto como o conjunto de métodos, procedimentos ou dispositivos utilizados pela organização para garantir a prossecução dos seus objetivos e estratégias. E ao controlo da gestão podemos definir como um conjunto de instrumentos desenhados e montados para motivar os responsáveis descentralizados a atingirem os objetivos estratégicos da organização, privilegiando a ação e a tomada de decisões em tempo útil e favorecendo a delegação de autoridade e a responsabilização.