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Uma introdução à parasitologia, abordando conceitos como parasitismo, dependência metabólica, adaptações parasitárias, especificidade parasitária, ciclo biológico e determinantes e frequência de doenças parasitárias. São discutidos fatores como distribuição geográfica, mecanismos de transmissão, formas parasitárias infectantes, presença de reservatórios e veículos de transmissão. Também são apresentadas medidas de ocorrência de eventos em epidemiologia, como número absoluto, prevalência, incidência, taxa de mortalidade e taxa de letalidade.
Tipologia: Notas de estudo
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dois indivíduos de espécies diferentes, onde um é dependente do outro e essa dependente é uma dependência metabólica, ou seja, depende em algum grau daquele indivíduo daquele ser que está sendo parasitado, para a minha sobrevivência
ocorrer um dano no parasitado para ser considerado parasitismo, no entanto, na área médica, considera-se parasitismo o ser que tira algo do parasitado e isso vai causar um dano Dependência metabólica: geralmente de natureza nutritiva
Hipótese da rainha vermelha
Essas membranas mudam constantemente a fim de mudar a capa desse parasita para evitar que o sistema imune reconheça Falando principalmente de helmintos, eles dotam de um aparelho reprodutor muito desenvolvido produzindo milhares de ovos por dia
Parasitas obrigatório – é aquele que é incapaz de viver fora do hospedeiro. Ex: Schistosoma mansoni Parasitas facultativos – é aquele que pode viver ou não dentro de um hospedeiro e quando não estão parasitando são chamados de vida livre. Ex: Naegleria fowleri Parasitas protelianos – é aquele em que uma fase do seu ciclo é de vida livre e outra fase é parasitária Parasitas estenoxenos – é aquele que se restringe apenas a um tipo de hospedeiro (somente humanos) Parasitas eurixenos – é aquele que pode habitar vários tipos de hospedeiros (humanos e outros animais) Parasitas monóxeno – é aquele em que todo o seu ciclo de desenvolvimento é dentro do mesmo hospedeiro Parasitas heteróxeno – é aquele que exige ao menos dois hospedeiros para completar seu ciclo Especificidade fisiológica – o hospedeiro deve suprir fisiologicamente o parasita Especificidade ecológica – hospedeiro e parasita devem viver no mesmo biótopo (ao menos temporariamente)
Em parasitas heteróxenos vai haver um hospedeiro definitivo onde vai abrigar a fase adulta do parasita (sua forma sexualmente ativa) e também há um hospedeiro intermediário que é aquele que abriga os estágios larvários ou as formas juvenis (não ocorre a reprodução sexuada) OBS: na maioria das vezes o humano é o hospedeiro definitivo, no entanto há exceções
Esse poder é variável e depende de fatores:
Conjunto de fatores de importância no estudo dos
determinantes e da frequência de uma doença parasitária, a nível local, regional e mundial São fatores de importância neste campo: