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Julgamento de Albert Einstein, Manuais, Projetos, Pesquisas de História

Julgamento de Albert Einstein

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2019

Compartilhado em 27/12/2019

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ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE FÍSICA
JULGAMENTO DE EINSTEIN
FORTALEZA CE
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ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DE FÍSICA

JULGAMENTO DE EINSTEIN

FORTALEZA – CE

RESUMO

Nosso trabalho procura desenvolver o julgamento de Albert Einstein tendo como acusações principais a hipótese de plágio - relativo ao trabalho de Henri Poincaré sobre a Realtividade Restrita - , e as consequências desastrosas que sua carta ao Presidente Roosevelt causou ao país nipônico, o Japão.

PETIÇÃO INICIAL

EXCELENTISSIMO SENHOR JUIZ DE DIREITO DA VARA CRIMINAL DE

FORTALEZA

Processo nº √

A ASSOCIAÇÃO DOS CIENTISTAS DO BRASIL , nos autos do processo-crime que move contra ALBERT AINSTEIN , vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, com fundamento no artigo 5º, inciso XXVII, da Constituição Federal de 1988 , e no art.5 121, §2º, incisos I e IV, do Código Penal, apresentar suas ALEGAÇÕES FINAIS nos seguintes termos: Os fatos imputados ao réu na denúncia foram integralmente comprovados ao longo da instrução e há provas mais que suficientes para condenação. Henri Poincaré apresentou o “princípio da relatividade” no congresso científico mundial de Saint-Louis, no Missouri, em setembro de 1904. Em 5 de junho de 1905, reapresentou- o à Académie des Sciences de Paris, e o trabalho foi publicado em 9 de junho do mesmo ano. No livro de Leveugle se lê que, no ano de 1905, Einstein escreveu 21 resenhas para o suplemento Beiblätter zu den Annalen der Physik (entre eles artigos publicados nos Comptes Rendus de L’Académie de Sciences) e teve, com quase absoluta certeza, a oportunidade de ler a nota de Poincaré apresentada à Academia de Ciências da França em 05 de Junho de 1905; a qual foi impressa em 08 de Junho de 1905 e enviada aos assinantes da revista em 09 de Junho do mesmo ano. É bem verdade que Einstein ao tomar conhecimento da nota de Poincaré trabalhou arduamente para escrever sua versão da teoria, e o fato de não ter citado Poincaré é de todo imperdoável, razão pela qual Whittaker deu o título “The Relativity Theory of Poincaré and Lorentz” ao capítulo 2 do volume II de seu memorável livro. Constatamos, também, através da reportagem que César Lattes – um dos maiores físicos brasileiros do século XX, que por duas vezes, esteve a um passo de ganhar o Prêmio Nobel (na primeira vez, em 1947, pela descoberta de uma partícula que integra o núcleo do átomo: o méson pi; na segunda vez, em 1948, por haver produzido artificialmente o

Ante o exposto, requer-se da Vossa Excelência a CONDENAÇÃO do réu, nos termos da denúncia, acrescidos dos argumentos expostos nesta peça, pois assim fazendo, estará Vossa Excelência realizando JUSTIÇA Fortaleza, 20 de junho de 2009

Rogério Fonteles Castro

AUTOS

I – BREVE HISTÓRICO: EINSTEIN, DO ANONIMATO A PLAGIADOR DE

HENRI POINCARÉ

É ressabido pelos profissionais e operadores da Ciência Física, que o plágio se constitui em procedimento especialíssimo, de natureza executiva, feita de modo individual, na qual concorrem os verdadeiros autores buscando a satisfação de seus créditos mediante o reconhecimento da autoria de seus trabalhos. Na verdade, pela completa desmoralização do seu nome como profissional de ciência, o plagiador, premido pelas circunstâncias e impossibilitado de continuar sua profissão, se vê obrigado a suportar todo tipo de humilhação perante a comunidade científica internacional. Com Albert Einstein esse fenômeno, infelizmente, não será diferente. Albert Einstein nasceu 11h30 da manhã, no dia 14 de março de 1879, na cidade de Ülm, no estado de Württemberg, no sul da Alemanha, no endereço Bahnhofstrasse B 135, casa de seus pais: Pauline (Koch) Einstein e Hermann Einstein – este um pequeno comerciante que nunca obteve muito sucesso em seus empreendimentos. Albert era o primeiro filho de Hermann e Pauline, que se casaram em 1876, em Cannstatt. A casa onde Einstein nasceu foi destruída por bombardeios em 1944. Por Volta de 1886 Albert Einstein começou a sua carreira escolar em Munich. Como também as lições de violino que teve dos 6 anos até aos 13 e também teve educação religiosa em casa onde foi ensinado o Judaísmo. Dois anos depois ele entrou no Ginásio de Luitpold e depois deste a educação religiosa dele estava determinada na escola. Ele estudou matemática, em particular o cálculo, começando por volta de 1891. Em 1894 a família de Einstein mudou-se para Milão mas Einstein permaneceu em Munich. Em 1895, Einstein teve mau êxito num exame que lhe teria permitido estudar para uma carreira de engenharia eléctrica no Eidgenössische Technische Hochschule em Zurique. Einstein rejeitou a cidadania alemã em 1896 e ficou sem pátria durante vários anos. Nem ele mesmo solicitou a cidadania suíça até 1899, cidadania que é concedida em 1901. Depois da reprovação no exame de entrada ao ETH, Einstein frequentou a escola secundária em Aarau pleinteando usar este caminho para entrar no ETH em Zurique. Enquanto esteve em Aarau escreveu: "Se eu tiver boa sorte para passar nos meus exames, eu irei para Zurique. Eu ficarei lá durante quatro anos para estudar matemática e física. Eu me imagino tornado

um professor (...) de ciências naturais e escolho a parte teórica. Aqui se mostra as razões que me conduzem para este plano. Acima de tudo, é minha disposição pelo abstrato e pelo pensamento matemático, e minha falta de imaginação e habilidade prática". Realmente Einstein teve sucesso com tal plano e formou-se em 1900 como professor de matemática e física. Um dos amigos dele em ETH era Marcel Grossmann que estava na mesma turma com Einstein. Einstein tentou obter um cargo e escreve a Hurwitz, este lhe deixou com um pouco de esperança, mas nada veio disto. Foram designados três dos estudantes da mesma categoria de Einstein, inclusive Grossmann e alguns assistentes da ETH em Zurique, mas claramente Einstein não tinha impressionado o bastante e, em 1901, estava ainda a escrever para as universidades próximas na esperança de obter um trabalho, mas sem sucesso. Ele conseguiu evitar o serviço militar suíço porque ele tinha pés planos e veias varicosas. Pelo meio do ano de 1901 , ele conseguiu um trabalho temporário como professor - matemática pedagógica na escola secundária Técnica em Winterthur. Neste tempo ele escreveu: "Eu deixei a ambição de chegar à uma universidade…". Conseguiu outro emprego temporária de ensino numa escola privada em Schaffhausen. Então o pai de Grossmann tentou ajudar Einstein a adquirir um trabalho recomendando-o para diretor do escritório de patente em Berna. Einstein foi designado como especialista técnico. Einstein trabalhou neste escritório de patente de 1902 a 1909, sendo promovido em 1906 ao posto de perito técnico. Mas, visitando Henri Poincaré, temos que, em 1902, este publica A Ciência e a Hipótese. Embora este livro seja mais um trabalho de epistemologia que de Física, nele são tratados conceitos relacionados a fatos reais da Física de seu tempo: o tempo absoluto, o espaço absoluto, a importância do éter. Einstein foi particularmente focado neste livro e as ideias do livro é um precursor da relatividade. Existe, em particular, a passagem: "Assim o espaço absoluto, o tempo absoluto, e mesmo a geometria não são condições que, a priori , se impõem à Mecânica; todas estas coisas não preexistem à Mecânica do mesmo modo que o idioma francês não preexiste logicamente às verdades expressas em francês." Em 1905 Poincaré expõe as equações das transformações de Lorentz e as apresentam na Academia das Ciências de Paris em 5 de junho de 1905. Estas transformações verificando a Invariância de Lorentz, define o trabalho de Hendrik Antoon Lorentz (Lorentz era um correspondente de Poincaré). Estas transformações são aplicadas em relatividade restrita, e as pessoas usam ainda hoje as mesmas equações que Poincaré escreveu.

O “ano miraculoso” é reflexo do fato de Poincaré não ter tido a possibilidade de publicar em uma grande revista de física, como os Annalen der Physik de Einstein; caso o tivesse, ele teria tido uma grande audiência. Mas só encontrou a Rendiconti del Circolo Matematico di Palermo para publicar seu trabalho maior de 1905, uma pequena revista de matemática que não era conhecida pelos físicos. II – BREVE RELATÓRIO: DO INQUÉRITO JUDICIAL À AÇÃO PENAL PLAGIOMENTAR Conforme previamente apurado em inquérito judicial, após ser constatado a verdadeira autoria da RELATIVIDADE RESTRITA, em 09 de junho de 1905, por Henri Poincaré, foi declarada o plágio de Albert Eisntein: Einstein é uma fraude! Segundo o engenheiro e pesquisador Christian Marchal , Henri Poincaré apresentou o princípio da relatividade no congresso científico mundial de Saint-Louis, no Missouri, em setembro de 1904. Em 5 de junho de 1905, reapresentou-o à Académie des Sciences de Paris, e o trabalho foi publicado em 9 de junho do mesmo ano. Segundo Marchal, o trabalho de Einstein sobre a relatividade em 1905 contém os mesmos resultados que o de Poincaré. “Einstein evidentemente não pôde utilizar o trabalho de Poincaré publicado em julho de 1905 para escrever seu próprio texto, mas a Note à l'académie, do 5 de junho chegou a Berna, em tempo, no dia 12 ou 13 de junho, e lê-la fazia parte do trabalho ordinário de Einstein. Pois a ele cabia resumir para os Annalen der Physik os trabalhos de física mais interessantes, entre estes os resumos da Académie des Sciences de Paris”. Para Marchal, a morte precoce de Poincaré por câncer em 1912 e a ausência no trabalho de Einstein sobre a relatividade em 1905, não seriam as únicas razões pelas quais o matemático francês é tão ignorado e Einstein tão célebre. Se Poincaré tivesse tido a possibilidade de publicar numa grande revista de física, como os Annalen der Physik de Einstein, ele teria alcançado uma grande audiência. Mas ele só encontrou a Rendiconti del Circolo Matematico di Palermo para publicar seu trabalho maior de 1905, uma pequena revista de matemática que não era conhecida pelos físicos. A glória de Poincaré acabou sendo salva por seu amigo holandês Hendrik Antoon Lorentz , prêmio Nobel de Física (1902). Em 1921, após o triunfo do eclipse do sol de 1919, o comitê Nobel se reuniu com um primeiro pensamento: “Nós devemos dar o prêmio Nobel a Einstein, pela relatividade". Lorentz protestou: “Não é justo!”. E publicou um ensaio sobre a vida de Poincaré que ele havia escrito em 1914. “Poincaré obteve uma invariante perfeita das equações da eletrodinâmica e formulou o “postulado da relatividade”, termos que ele foi o primeiro a empregar”. Abaixo, listamos algumas provas documentais e testemunhais que confirmam o relato de Marchal e que, consequentemente, incriminam

Einstein. Tais provas estão respaldadas por um personagem de renome internacional e respeitado na comunidade científica mundial: estamos falando do grande físico brasileiro César Lattes. Declarações acusatórias de Lattes: “Einstein é uma fraude, uma besta! Ele não sabia a diferença entre uma grandeza física e uma medida de grandeza, uma falha elementar (...) quando ele plagiou a Teoria da Relatividade do físico e matemático francês Henri Poincaré, em 1905. A Teoria da Relatividade não é invenção dele. Já existe há séculos. Vem da Renascença, de Leonardo Da Vinci, Galileu e Giordano Bruno. Ele não inventou a relatividade. Quem realizou os cálculos corretos para a relatividade foi Poincaré. A fama de Einstein é mais fruto do lobby dele na física do que de seus méritos como cientista. Ele plagiou a Teoria da Relatividade. Se você pegar o livro de história da física de Whittaker, você verá que a Teoria da Relatividade é atribuída a Henri Poincaré e Hawdrik Lawrence. Na primeira edição da Teoria da Relatividade de Einstein, que ele chamou de Teoria da Relatividade Restrita, Ele confundiu medida com grandeza. Na segunda edição, a Teoria da Relatividade Geral, ele confundiu o número com a medida. Uma grande bobagem. Einstein sempre foi uma pessoa dúbia. Ele foi o pacifista que influenciou Roosevelt a fazer a bomba atômica. Além disso, ele não gostava de tomar banho.” Corroborando as palavras de Lattes, no que diz respeito agora à Relatividade Geral, temos o livro de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, cujo título é Explicando a Teoria da Relatividade (Ediouro, 1997). Nele está dito: ‘A medida do desvio da luz das estrelas ao passar próximo ao Sol. O primeiro valor do desvio da luz, previsto por Einstein, em 1911, era de 0,875 segundo de arco. (p. 14) Neste intervalo, Einstein, ao rever sua teoria, duplicou a previsão: a deflexão deveria ser de 1,75 segundo de arco, e não de 0.875. A razão desta alteração deve-se ao fato de não ter sido considerada a curvatura de espaço no cálculo anterior, o que só foi possível com a conclusão da teoria da relatividade geral, em 1915. Analisando a origem das ideias de Einstein, Feuer faz um paralelo com o matemático francês H. Poincaré (1854-1912), que tinha tudo para ser o criador da teoria da relatividade, como se pode deduzir da leitura de seus livros. Todavia, do ponto de vista pessoal, possuía o condicionamento do francês sempre prudente, comprometido com o establishment e os colegiados de professores. A grande diferença entre Poincaré e Einstein seria, segundo Feuer, o não-comprometimento, que o colocava numa posição de observador privilegiado. (p. 22).’ Mas, César Lattes , exercendo a função de guardião da ciência, repassou duas fontes nas quais se encontram a confirmação do delito: 1ª) Cópia de uma ata de 1906 onde Poincaré expôs a teoria, num congresso de cientistas, mais precisamente, Sur la dynamique de l’électron, publicado pelo Circolo Matematico

Como vimos, Poincaré havia sugerido esta equação mas não havia praticamente dado prova, enquanto Einstein, que também a sugerira, havia feito prova (a qual, no entanto, foi divulgada somente como aproximada) para um caso particular: Lewis encarou-a como uma equação exata, mas sua prova não era de caráter geral. Lewis, no entanto, apontou que se este resultado for estabelecido como princípio, então, confirma a equação de Planck em 1906.’ Mas Marcelo Gleiser tenta, descaradamente, tapar o sol com uma peneira: "Caros Srs., a discussão sobre a autoria da teoria da relatividade passa por altos e baixos. Não existe a menor dúvida que foi Einstein o autor da teoria. O que sabemos é que Lorenz e Poincaré estavam já pensando no assunto e obtiveram algumas das fórmulas que Einstein re-obteve. (Ele não sabia delas). Mas o que faltou a Poincaré e Lorenz foi a interpretação apropriada da teoria. Poincaré estava próximo, mas não existe um trabalho seu que se compare à clareza do de Einstein. Mais ainda, lembrem-se que a teoria da relatividade tem 2 partes. O Srs. estão citando apenas a especial. A teoria geral, que levou à redefinição da gravidade como a curvatura do espaço, é completamente de autoria única do Einstein. abraço, Marcelo Gleiser." Analisando as palavras de Gleiser: ** Se não existe a menor dúvida de que foi Einstein o autor da teoria, por que a discussão sobre a autoria passa por altos e baixos? ** Se a famosa fórmula (E= mc2) data de 1900, por que ela é atribuída a Einstein em 1911? ** Re-obteve não significa obter algo já obtido? ** Por fim, segundo Lattes, inexiste diferença entre as chamadas Teoria da Relatividade geral e especial, e que Einstein chegou a confundir: medida com grandeza. e confrontando com os raciocínios de Marchal, tudo leva a crer que as afirmações de Gleiser são totalmente destituídas de valor. Enfim, é consenso de grande parte dos cientistas e intelectuais que Einstein tomou um corpo existente de conhecimentos, escolheu as ideias que ele gostava e, em seguida, teceu-lhes em um conto sobre o seu contributo para a relatividade especial. E isto foi feito com o pleno conhecimento e consentimento de muitos de seus pares, como os editores em Annalen der Physik. Mas, agora, apresentamos uma peça fundamental, a qual compõe os autos de nosso inquérito, o livro A CIÊNCIA E A HIPÓTESE, de Henri Poincaré, publicado em 1902. Este livro, no qual o réu gastou muito do seu tempo estudando, sugere de forma cabal a ação criminosa de plágio praticada pelo acusado. Ou seja, após ter Einstein alcançado grande familiaridade com o conhecimento contido no livro A Ciência e a Hipótese, um belo dia deparou-se casualmente com trabalho de Poincaré. É evidente e totalmente previsível que, do fato de que a publicação de seus

artigos continha informações bastante parecidas com os conteúdos do trabalho de Poincaré, tal tenha se aproveitado da ocasião para copiar a pesquisa de Poincaré e publicar como sendo de sua autoria. Abaixo, citamos apenas uma passagem que comprova o conhecimento original de Poincaré, anterior a Einstein: Capítulo IV O ESPAÇO E A GEOMETRIA Se o espaço geométrico fosse um quadro imposto a cada uma de nossas representações, consideradas individualmente, seria impossível que nós representássemos uma imagem fora desse quadro, e não poderíamos modificar em nada a nossa geometria... Nessa passagem vemos a geometria não-euclidiana (com mais de três dimensões) sendo invocada como existente independentemente de nossa imaginação. É fato, Kant pensava que a geometria do Universo é a geometria que nos é dada a priori, i.e., a geometria Euclidiana. Mas, Einstein, utilizou justamente a geometria não-euclidiana de Riemann par poder matematizar a Teoria da Relatividade Geral. Mas há ainda outro crime - este ainda mais grave, pois causou a morte de milhares de pessoas inocentes - , de que é acusado o réu: Em agosto o mundo relembra com muito pesar os 61 anos do maior crime de guerra já desferido contra a humanidade. O holocausto nuclear contra as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki. Crime do qual jamais seus culpados foram sequer acusados, muito pelo contrário, foram saudados como heróis em todo o mundo simplesmente por terem vencido a guerra e movido uma propaganda capaz de fazer o mundo inteiro se esquecer do horror nuclear. Mas muitos ainda não se esqueceram do verdadeiro culpado dessa verdadeira história de horror, a maior nação terrorista de todo o planeta, os Estados Unidos da América, incitada por carta de Albert Einstein, determina a exterminação de duas cidades japonesas. Enfim, o acusado, ALBERT EINSTEIN, tendo incorrido nos delitos narrados na peça acusatória, deve responder a incidência da regra do artigo 5º, inciso XXVII, da Constituição Federal de 1988 e a acusação de crime contra a humanidade. Deste modo, estando presentes os requisitos de materialidade e autoria delitivas, a denúncia foi recebida por criteriosa decisão, extremamente bem fundamentada, a qual, dentre outros pontos relevantes, determinou o recolhimento provisório ao cárcere do acusado ALBERT EINSTEIN, porquanto as condutas criminosas a eles atribuídas revestiam-se de considerável gravidade.

IV – PROVAS PENAIS

Finalmente, apresentamos aqui as provas deste processo penal condenatório, as quais são precipuamente o conjunto de vestígios materiais e imateriais deixados pelo fato objeto da imputação, ao acontecer, desde suas origens até suas últimas consequências, documentados estes que, não raro, nos permitem reconstruir os fatos ideacionalmente tal como realmente aconteceu. Abaixo, então, transcrevemos textos de Einstein, Poincarè, Marchal e Roosevelt, para os esclarecimentos devidos quanto à condenação de Einstein, acusado de plágio - no caso da publicação de seu artigo sobre a Relatividade Especial - , e de crime no assassinato em massa de seres humanos:

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