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Kisner - Ombro e Escápula - digitalizar0053, Exercícios de Fisioterapia

Exercício Terapêuticos - Ombro e Escápula

Tipologia: Exercícios

2014

Compartilhado em 23/03/2014

charles-miranda-11
charles-miranda-11 🇧🇷

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546 INTERVENÇÕES COM EXERCÍCIOS PARA CADA REGIÃO DO CORPO € O paciente pode retornar às atividades normais quando não houver desequilíbrio muscular, quando estiverem presentes habilidades bem coordeaadas e quando O leste de apreensão for negativo. A reabilitação completa leva de 2,5a4 mes Redução fechada de luxação posterior A abordagem de tratamento é a mesma da luxação an- lerior, com a exceção de evitar a posição de flexão com adu- ção c rotação interna durante as fases aguda e de cicatrização. NOTA: Durante a fase de proteção, uma tipóia poderá ser desconfortável em virtude da posição aduzica e rodaoa inter- namente, sobretudo se a tipúia elevar o úmero, de modo que a cabeça faça translação na direção superior e posterior. O paciente pode ficar mais confortável com o braço pendendo livremente na horizontal, cuidando para que seja mantido imóvel. Quando tor permitida a movimentação, inicie as técni cas de mobilização articular usando todos as deslizamentos apropriados, excetô o deslizamento posterior. O desliza mento posterior é conira-indicado. Caso se desenvolvam aderências impedindo a rotação interna, a mobilidade po derá ser recuperada com segurança colocando o ombro na posição de repouso (abduzido a 55º « aduzido horizontal- «mente à 30º), radando-o internamente até o limite de sua amplitude e aplicando uma força de tração grau TT, perpen- dicular ao plano de tratamento na cavidade glenoidal (o mesmo que na Fig. 17.2, porém corr o braço rodado inter- namente), À INSTABILIDADES DO OMBRO: CIRURGIA E TRATAMENTO PÓS-OPERATÓRIO Com frequência, são necessários procedimentos de cs- tabilização cirúrgica para reparar instabilidades crônicas re- cidivantes e lesões traumáticas agudas nas articulações gle- noumeral, acromioclavicular c esternoclavicular para restaurar as funções. As informações sobre o contexto das instabilidades e lesões da articulação GU que freguentemen- te ocorrem com as luxações dessa articulação estão descritas nas seções anteriores sobre Lralamento conservador. Procedimentos de estabilização da articulação glenoumeral e tratamento pós-operatório Se uma tentativa razoável de tratamento conservador não teve sucesso na prevenção de recidiva de instabilidade da articulação GU, a cslabilização cirúrgica pode ser consi- derada. A instabilidade recorrente de origem traumática res- ponde mais favoravelmente ao tratamento cirúrgico do que às instabilidades atraumálicas.!“Hº Pacientes ativos jovens que sofreram uma luxação anterior traumática aguda pela primeira vez podem escolher submeter-se à cirurgia sem um curso prévio de reabilitação, pois há uma taxa particular- mente alta de nova luxação nesse grupo após o tratamento conservador, 1912 EN ; Enfoque nas evidências. Fm um pequeno estudo randomizado prospectivo” de atletas jovens que sofreram luxação anterior de ombro trau mática aguda pela primeira vez, um grupo de pacientes (n — 4) participou de um programa de reabilitação conservador de imobilização e exercícios, e outro grupo (n = 10) foi sub metido à estabilização artroscópica (reparo de uma lesão de Bankart) e reabilitação pós-operatória (o mesmo programa seguido pelo grupo de tratamento conservador). No decor- ter de 36 meses em média, 9 (75%) dos 12 pacientes que re- ecberam tratamento conservador e estavam xlisponíveis para acompanhamento experimentaram instabilidade re- corrente, ao passo que dos 9 pacientes que receberam Lrata- mento operatório e estavam disponíveis para acompanha- mento, apenas | (11,1%) experimentou instabilidade recorrente, Seis dos nove pacientes tratados de modo con- servador que experimentaram instabilidade recorrente [ize- tam, subsequentemente, um reparo aberto de Bankart. Em outro estudo randomizado” de pacientes jovens (idade média de 22 anos) que sofreram luxações anteriores traumáticas, os pacientes participaram ou de uma tentaliva de tratamento conservador ou de estabilização artroscópica imediata. Ao longo de um período de 2 enos, 47% dos pa- cientes do grupo de Lralamento conservador, porém apenas 15% do grupo cirúrgico experimentaram recidiva da lux: ção. Os resultados desses estudos demonstram que, nessa população de pacientes, a estabilização cirúrgica inicial, guida por reabilitação pós-operatória, reduz significaliv: mente à incidência de instabilidade recorrente em compara- ção ao tratamento conservador. Indicações para cirurgia A seguir, as indicações comuns para estabilização cirúr- . e ç Pp: ç gica da articulação GU. tt 1sasens: € Fpisódios recorrentes de luxação ou subluxação da articu- lação GU que comprometem as atividades funcionais. € Instabilidade unidirecional ou multidirecional durante movimentos ativos do ombro, causando apreensão ao co locar o braço em posições de luxação potencial, levando ao uso comprometido do braço para atividades funcio * Impacto ligado à instabilidade do ombro (síndrome do impacto secundária). & Frouxidão articular inerente significativa, resultando em luxação involuntária recorrente. & Alta probabilidade de episódios subsegúentes de nova To- xação «pós uma luxação traumática aguda em pacientes jovens envolvidos em atividades de alto risco (com as mãos acima da cabeça), ocupacionais ou esportivas. £ Luxações associadas a lacerações significativas do manguito, tubérculo deslocado ou fraturas da margem glenoidal. € Luxação irredutível (crônica, fixada).