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Laboratório Ohm, Notas de estudo de Automação

Laboratório de Lei de Ohm do Curso de Física do Curso de Engenharia da Faculdade Anhanguera

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 06/12/2010

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Universidade anhanguera de ribeirão preto
Práticas de laboratório de física
Lei de Ohm
Anderson Rodrigo da Fonseca RA: 9291644755
João Carlos Bento Dias RA: 9291644818
Marcelo Rodrigo Legore RA: 9291647926
Marcos Santos Lima RA:9291644766
Ribeirão Preto, 20 de outubro de 2010
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Universidade anhanguera de ribeirão preto

Práticas de laboratório de física

Lei de Ohm

Anderson Rodrigo da Fonseca RA: 9291644755 João Carlos Bento Dias RA: 9291644818 Marcelo Rodrigo Legore RA: 9291647926 Marcos Santos Lima RA:

Ribeirão Preto, 20 de outubro de 2010

1.Resumo

Nesse experimento vamos entender o comportamento da corrente elétrica em função da diferença de potencial, como essa corrente elétrica percorre um caminho denominado circuito elétrico e enunciar brevemente a diferença entre tensão alternada e tensão continua. Também vamos descrever a Lei de Ohm, entender o comportamento de um material que possua uma resistência ôhmica e resistência não ôhmica; através de aparelhos, obtermos dados suficientes para elaboração de gráficos, onde ficará explícita a veracidade da Lei de Ohms, a corrente elétrica é diretamente proporcional à tensão elétrica.

2.Objetivos

Identificar a Lei de Ohm; Mostrar o gráfico de tensão pela corrente; Determinar a resistência no ponto do gráfico; Comparar o valor encontrado com o valor nominal do resistor; Analisar a voltagem e corrente elétrica em uma lâmpada.

3.Introdução

Para que exista uma corrente elétrica são necessárias algumas condições. Se enunciamos que corrente elétrica é o movimento ordenado dos elétrons através de um condutor , então obrigatoriamente devemos criar um caminho, também chamado de circuito que permite que a corrente elétrica caminhe. Outra condição inevitável para que exista uma corrente elétrica é a tensão elétrica, que grosseiramente descrita, seria a força capaz de impulsionar os elétrons através de um condutor, também conhecida como DDP (Diferença de Potencial). Essa tensão pode ser contínua, que é quando a corrente que percorre o circuito não varia em função do tempo, a fonte de corrente continua mantém uma polaridade constante e com isso a corrente percorre por convenção o mesmo sentido do terminal de

maior potencial elétrico (+), para o de menor potencial (-). Já em um circuito de corrente alternada

(CA) a corrente que percorre o circuito varia senoidalmente em função do tempo. A tensão

muda de polaridade em períodos bem definidos.

Para concluir o circuito elétrico, será necessário algo que transforme a corrente

elétrica em trabalho. Este componente geralmente apresenta uma resistência elétrica.

Podemos afirmar que a resistência elétrica é a dificuldade que os elétrons encontram para

transpassarem um determinado material, ou seja, quanto maior for a dificuldade, maior será a

resistência; o fato de um material apresentar ou não uma resistência ôhmica esta no

comportamento da corrente elétrica.

Se tivermos um circuito em que a corrente elétrica percorre uma resistência constante

e existe uma proporcionalidade entre tensão e corrente, então podemos afirmar que essa

resistência é ôhmica, porém se não houver essa relação direta e proporcional entre corrente

elétrica e tensão, a resistência é não-ôhmica. Esta relação é dada pela Lei de Ohm:

U=R x I

U =tensão elétrica (voltagem); R = resistência elétrica; I = corrente elétrica

Através de equipamentos, como uma fonte geradora de tensão contínua, uma placa de

montagem, um multímetro, um resistor e uma lâmpada, conseguimos levantar dados

suficientes para afirmar a teoria de Georg Simon Ohm, cientista alemão que viveu entre 1789

e 1854.

4.Parte Experimental

 - Tabela - U (V) 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 5,00 5,50 6, 
  • I (mA) 14,30 28,80 42,90 56,60 72,60 87,70 103,10 118,50 133,20 149,80 166,00 182,
    • R (Ω) 34,97 34,72 34,97 35,34 34,44 34,21 33,95 33,76 33,78 33,38 33,13 32, - Gráfico - Tabela
      • U (V) 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 5,00 5,50 6,

I (A) 0,13 0,17 0,22 0,25 0,29 0,32 0,35 0,37 0,40 0,42 0,44 0,

R (Ω) 3,85^ 5,88^ 6,82^ 8,00^ 8,62^ 9,38^ 10,00^ 10,81^ 11,25^ 11,90^ 12,50^ 13,

Sendo assim, para um dado circuito na qual a resistência é constante, a corrente será duas

vezes maior para uma DDP também duas vezes maior, e assim por diante. Classificamos

todos os resistores que obedecem a essa relação como resistores ôhmicos. Caso os resistores

não tenham esse comportamento, classificamos como não-ôhmicos.

6.Conclusões

O experimento realizado em laboratório evidencia através de números e gráficos a

veracidade da lei de Ohm, a relação que as grandezas elétricas de tensão, resistência e

corrente elétrica apresentam e a construção de um circuito elétrico. De acordo com os dados

levantados podemos afirmar que o resistor é classificado como uma resistência ôhmica e a

lâmpada como uma resistência não ôhmica.

7.Referências Bibliográficas

[1] Altenhofen, O.J; Maia, D.;Alves, R.M e Emeterio, D.;Práticas de Laboratório para

Engenharias, Ed. Átomo;Campinas,Brasil,2009.

[2] Halliday; Resnik; Walker; Fundamentals of Physics, Vol. 2, Seventh Edition, 2005.

[3] http://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_ohm