






Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Neste documento, cristiano quadros karnas e bruno acosta apresentam um relatório de experimento virtual sobre o efeito fotoelétrico. Eles discutem a introdução do efeito fotoelétrico, como calcular o comprimento de onda máximo e potencial de corte para diferentes materiais, e apresentam gráficos para comprovar os cálculos. O experimento foi realizado virtualmente usando um site phet.
Tipologia: Notas de estudo
1 / 10
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!







Faculdade de Física
Cristiano Quadros Karnas e Bruno Acosta.
Porto Alegre
2021
O início do século XX é marcado por grandes avanços na Física, basicamente
tudo o que envolvia os átomos e suas possíveis interações (a radiação do corpo negro, o
efeito fotoelétrico e a radioatividade) foi descoberto nessa época. Uma das maiores
inovação foi a concepção do átomo com elétrons orbitando o núcleo. Foi descoberto
também que os elétrons praticavam saltos entre os níveis de energia, podendo ate, serem
trocados entre dois átomos diferentes.
O efeito fotoelétrico é a emissão de elétrons (fotoelétrons) de um material
quando exposto a uma radiação eletromagnética de frequência alta o bastante. O efeito
fotoelétrico pode ser mais fácil de compreender se a radiação eletromagnética for
considerada como um conjunto de partículas (fótons).
No experimento virtual a seguir temos duas placas metálicas e uma ddp entre
elas (∆V). Sem a radiação eletromagnética, não existe corrente elétrica induzida no
circuito. A corrente elétrica aparece a partir dos elétrons que são arrancados da
superfície da placa, ou então se ligarmos a fonte de energia (bateria).
A ddp apresentada quando se interrompe a corrente, é chamada de diferença de
potencial de corte (∆V 0
). Os elétrons arrancados têm energia cinética máxima e
aceleração negativa. Desse modo, o trabalho realizado pelo campo elétrico sobre cada
elétron, é igual ao produto da carga do elétron pela diferença de potencial entre as
placas, e sabendo que W = ∆K, vemos que: e∆V 0
máx
. Então, podemos dizer que ∆V 0
está relacionado à energia cinética máxima dos elétrons emitidos pelo efeito fotoelétrico.
As questões respondidas foram:
1- Calcule o comprimento de onda máximo para que haja emissão de fotoelétrons em um
alvo de: (a) Na e (b) Pt. (c) Confira esses valores no simulador e apresente gráficos que
comprovem seus cálculos. (d) Quais são, respectivamente, as faixas do espectro
eletromagnético dessas radiações?
2- Calcule o potencial de corte para fótons de comprimento de onda de 130 nm incidindo
em: (a) Na e (b) Pt. (c) Confira esses valores no simulador e apresente gráficos que
comprovem seus cálculos.
3- Com auxílio de gráficos gerados pelo aplicativo,responda: a) A tensão onde a corrente
satura em uma curva de i x V, muda de acordo com a intensidade do feixe incidente? ;
b) A tensão onde a corrente satura em uma curva de i x V, muda de acordo com o
material alvo?
1. Calcule o comprimento de onda máximo para que haja emissão de fotoelétrons em um
alvo de: (a) Na e (b) Pt. (c) Confira esses valores no simulador e apresente gráficos que
comprovem seus cálculos. (d) Quais são respectivamente, as faixas do espectro
eletromagnético dessas radiações?
O comprimento de onda máximo pode ser relacionado com a frequência mínima
da radiação, conhecida por “limiar vermelho do efeito fotoelétrico” e depende da
substância de que é feita a placa.
min
= h f =⏀=
h c
− 15
− 15
− 15
eVs 3. 10
8
m
s
2,28 eV
− 7
m
− 7
m≅ 543,8. n m = ⋋
Este comprimento de onda corresponde à cor verde, que vai do intervalo de 495nm a
570nm. Podemos verificar no gráfico ao lado do experimento que a frequência mínima
está um pouco abaixo de 0,
. 10
− 15
e esse valor bate com a frequência encontrada,
assim como o comprimento de onda.
− 15
− 15
− 15
eVs 3. 10
8
m
s
6,5 eV
− 7
m
− 7
m≅ 191 n m = ⋋
Este comprimento de onda corresponde ao UVC, região do espectro ultravioleta que se
propaga no vácuo, de 10nm a 200nm. Assim como no caso anterior, a frequência gerada
no gráfico é parecida com a calculada (não existe precisão), assim como o comprimento
de onda.
hf = W
liberar eletron
eletron
max
= hf −⏀= e ∆ V
0
e ∆ V
0
= h f −⏀
0
h f −⏀
e
h c
− 15
eVs 3. 10
8
m
s
− 9
m
=9,55 eV
f =
c
8 m
s
− 9
m
16
Hz
0
− 15
eVs. 0,23. 10
16
s
− 1
)−9,55 eV
− 19
− 19
17
A função trabalho depende da frequência, que por sua vez, depende do
comprimento de onda, ou seja, mesmo se alterarmos o material, o potencial de corte se
mantém o mesmo.
0
− 15
16
− 19
− 19
17
3. Com auxílio de gráficos gerados pelo aplicativo, responda:
a) A tensão onde a corrente satura em uma curva de i x V, muda de acordo com a
intensidade do feixe incidente?
Não, podemos aumentar a intensidade da luz o quanto quisermos que a tensão
será sempre a mesma, a não ser que se mude a corrente fornecida pela bateria, assim a
tensão também seria alterada, ou então, se alterarmos a frequência / comprimento de
onda, a corrente também se altera, ou seja, a tensão também.
radiação eletromagnética incidente.
radiação eletromagnética incidente.
superfície da placa e o instante em que aparecem os elétrons arrancados.
EISBERG, R., RESNICK, R. Física Quântica: átomos, moléculas, sólidos, núcleos e partículas. 4ª
ed. ou anteriores. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1986.