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Lançamento Horizontal, Notas de estudo de Química

Lançamento Horizontal

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 02/07/2010

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Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Instituto de Física
Departamento de Física Teórica
Mecânica Física I Experimental
Prática nº 7
Data da prática: 28/04/2010
Professor: Carlos Frederico
Alunas: Fernanda Elmas e Nicoli Shimene
- Determinação da Velocidade Inicial em um Lançamento Horizontal de um Projétil –
I) Objetivo da experiência:
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Universidade do Estado do Rio de Janeiro

Instituto de Física

Departamento de Física Teórica

Mecânica Física I Experimental

Prática nº 7

Data da prática: 28/04/

Professor: Carlos Frederico

Alunas: Fernanda Elmas e Nicoli Shimene

- Determinação da Velocidade Inicial em um Lançamento Horizontal de um Projétil –

I) Objetivo da experiência:

A experiência realizada tem o intuito de determinar a componente horizontal da velocidade e a aceleração da gravidade. Para tal, utilizou-se do lançamento horizontal, pois este é composto de dois movimentos: um na vertical (y) e outro na horizontal (x). A componente da velocidade de um corpo na horizontal é constante, enquanto que a componente da velocidade na vertical varia. Portanto, no eixo y (vertical), o corpo sofre ação da gravidade.

II) Material Utilizado:

  • Fio de prumo;
  • Sensor óptico;
  • Fita métrica;
  • (^) Esfera;
  • Rampa;
  • Papel carbono;
  • Folha branca.

III) Procedimento:

Primeiramente, montou-se um sistema de forma que a esfera fosse abandonada de uma determinada altura (y₀) – e essa tem de ser a mesma em todas as medições realizadas para minimizar os erros experimentais – compondo um lançamento horizontal. No chão, colocou-se papel carbono com uma folha branca em cima a fim de que se pudesse medir o alcance da esfera, pois ao tocar o chão, esta deixa uma marca, o que facilita a medição. A distância – que será medida pela fita métrica - entre a marca deixada pela esfera e a mesa - é o alcance. Esta medição teve auxílio do fio de prumo, que ficou posicionado de forma que a distância entre o local onde a esfera tocou é medido sempre em relação ao local onde ele estava posicionado (perto da mesa). O sensor óptico (preparado no modo GATE) ficou na posição inicial da esfera, de modo que pudesse medir o tempo que esta leva para realizar esse percurso. Quando este começa a medir o tempo, a esfera já possui velocidade em ambos os eixos. Após montado o sistema, mediu-se o tamanho efetivo da esfera, que é verificado a partir do momento em que o sensor acende com a presença dela. Ela, ao percorrer o equivalente ao seu comprimento, parou quando o sensor óptico apagou. Essa distância percorrida é o tamanho efetivo da esfera (∆d). Nesse experimento, o tamanho efetivo da esfera correspondeu a 0,0210 m. O experimento foi realizado cerca de quatro vezes. Os resultados obtidos foram dispostos numa tabela; como em cada experimento obteve-se um alcance diferente, o alcance considerado foi a média aritmética de todos os alcances (d x ); o mesmo ocorreu para o tempo. A partir de então, foram realizados cálculos a fim de cumprir o objetivo da experiência realizada.

IV) Fórmulas Utilizadas:

  • Eixo x → x = x₀ + v₀ x t
  • Eixo y → y = y₀ + v₀ y t – 0,5 gt²
  • Eixo x → v₀ x = ∆d / T

V) Dados e Cálculos:

Medição Alcance (m) Alcance Médio – d x (m) Tempo (s) Tempo Médio - T(s)

1ª 0,525^ 0,498^ 0,0110^ 0,

d.p. = 100% – 59,5% = 40,5%

Para que se possa determinar a aceleração da gravidade experimentalmente, utilizou-se a velocidade encontrada algebricamente, substituindo-a na equação encontrada anteriormente, que relacionava a velocidade com a altura (y₀).

v₀ x ₂ = 2,00 m/s 0,851 = 0,5g (0,498)² / v₀ x ² 3,404 = 0,124g

y₀ = 0,5 gd x ² / v₀ x ² 0,851 (2,00)² = 0,5g (0,498)²

3,404 = 0,5g (0,248)

VI) Conclusão:

No primeiro cálculo do valor da componente horizontal da velocidade (1,91 m/s), foi encontrado um valor maior do que o valor encontrado experimentalmente (1,19 m/s). Esta diferença é decorrente dos possíveis erros ocorridos em laboratório, uma vez que além dos erros de paralaxe, pode ter havido uma série de erros na determinação do alcance, problemas ao fixar o sensor, entre outros. O cálculo da aceleração da gravidade a partir dos valores obtidos no experimento foi um resultado diferente da aceleração normalmente utilizada (9,8 m/s²). Isso ocorreu devido aos erros advindos do operador e da própria medição, de modo que o valor encontrado fosse bem maior que o normal. Percebe- se a presença destes, no momento em que a diferença percentual foi calculada – na segunda parte dos cálculos, visto que a velocidade encontrada experimentalmente foi praticamente a metade da outra encontrada algebricamente.

VI) Bibliografia:

  • Ralliday, David; Resnick, Robert; Krane, kenneth S. F ísica 1. 4 °edição. Rio de Janeiro:

LTC - Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 1996.