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ATIVIDADES DE SALA DE AULA
Curso: Engenharia Civil Semestre Letivo: 1 ° Turno: Noturno Série: 4 NA
Disciplina: Materiais de Construção I Carga Horária: 60
Professor (a) responsável: Viviane Cardoso Teórica: Prática:
Aprovado por:
Data:
Revisão Data da revisão:
Membros do projeto:
Pedro César R. Cruz
AGREGADOS
ATIVIDADE:
Solicitação: Elaboração de um "LAUDO" sobre a Unidade 1 da disciplina de
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO, onde o aluno deveria listar pontos principais a ser
observados a respeito do assunto AGREGADOS (Unidade 1, - seções 1.1, 1.2 e 1.3).
FORMA DE APRESENTAÇÃO:
Para construção deste Laudo, seria utilizada a seguinte situação fictícia: O
engenheiro civil foi contratado para verificar a obra e apontar em "Laudo Técnico" as
principais questões que devem ser analisadas a respeito do assunto, um check list.
Sumário
- INTRODUÇÃO
- OBJETO
- DESENVOLVIMENTO
- 3.1. Definição dos agregados:
- 3.1.1. PODEM SER CLASSIFICADOS EM:
- 3.1.2. QUANTO À MASSA ESPECÍFICA:
- 3.1.3. QUANTO ÀS DIMENSÕES:
- 3.1.4. QUANTO A CLASSIFICAÇÃO DAS PEDRAS
- 3.1.5. QUANTO A DISTRIBUIÇÃO GRANULOMÉTRICA
- 3.1.6. QUANTO A SUA GRANULOMÉTIA
- 3.1.7. QUANTO AS SUAS CARACTERÍSTICAS:
- CONCRETO: 3.1.8. QUANTO AS CARACTERÍSTICAS QUE INFLUEM NAS PROPRIEDADES DO
- 3.1.9. QUANTO AS SUAS PRINCIPAIS UTILIZAÇÕES E SUBSTITUIÇÕES:
- CONCLUSÃO DO LAUDO
3.1.3. QUANTO ÀS DIMENSÕES:
a) Miúdos : agregados cujos grãos passam pela peneira 4,75 mm ressalvados os limites estabelecidos na ABNT NBR 7211:2009, em ensaio realizado de acordo com a NBR NM 248; No comércio a areia é classificada como:
- grossa (grãos com diâmetro entre 2 e 4,8 mm),
- média (grãos com diâmetro entre 0;42 e 2 mm) ou,
- fina (grãos com diâmetros entre 0,07 e 0,42 mm). a) A areia média é ideal para produção de concretos e a fina para fabricação de argamassas de revestimento. b) A areia média serve para argamassas de bases (mais grossas) e para compor com areia grossa ou fina para melhorar a distribuição de tamanho dos grãos. c) Areia de brita ou areia artificial: obtida dos finos resultantes da produção da brita dos quais se retira a fração inferior a 0,15mm. Sua graduação é 0,150 / 4,8 mm. d) Filler: é o material que passa na peneira nº 200, cuja abertura de malhas tem dimensão de 0,075 mm. Os grãos são da mesma ordem de grandeza do cimento. É chamado de pó de pedra. b) Graúdos : agregados cujos grãos passam pela peneira 75 mm e ficam retidos na peneira 4,75 mm, ressalvados os limites estabelecidos na ABNT NBR 7211:2009, em ensaio realizado de acordo com a NBR NM 248. a) Bica-corrida: material britado no estado em que se encontra à saída do britador. Chama-se primária quando deixa o britador primário (graduação na faixa de 0 a 300 mm) e secundária, quando deixa o britador secundário (graduação na faixa de 0 a 76 mm). c) Rachão : agregado constituído do material que passa no britador primário e é retido na peneira de 76mm. É a fração acima de 76 mm da bica corrida primária. É a fração acima de 76mm da bica-corrida primária. O rachão também é conhecido como “pedra de mão” e geralmente tem dimensões entre 76 e 250mm. a) Pedra de mão: são blocos de pedra britada ou cascalho com dimensões acima de 200 mm. b) Seixo rolado ou cascalho: É um sedimento fluvial de rocha, também chamado de pedregulho, possui grãos com diâmetro maior que 5 mm até cerca de 100 mm. 3.1.4. QUANTO A CLASSIFICAÇÃO DAS PEDRAS Esta é feita basicamente pelo seu diâmetro, sendo que esta classificação varia um pouco. Veja a seguir uma classificação corrente: Classificação mm Utilização Matacões 400 Muros de arrimo, fundações, concreto ciclópico Pedra de mão 100 a 300 Muros de arrimo, fundações, concreto ciclópico 5 75 a 100 Usada em base de pavimento 4 50 a 75 Usada em base de pavimento 3 25 a 50 Usada em base de pavimento 2 20 a 25 Usada em concreto 1 10 a 20 Cama de cascalho e usada em concreto Limite da pedra 5 a 10 Chamada de pedrisco Areia grossa <5 Usada em concreto com agregado miúda
3.1.5. QUANTO A DISTRIBUIÇÃO GRANULOMÉTRICA
Para a determinação da distribuição granulométrica dos agregados, são utilizadas duas séries de peneiras: normal e intermediária, conforme a tabela abaixo: Série normal (mm) Série intermediaria (mm) 75 -
- 63
- 50 37,5 -
- 31,
- 25 19 -
- 12, 9,5 - 4,75 6, 2,36 - 1,18 - 0,60 - 0,30 - 0,15 - 3.1.6. QUANTO A SUA GRANULOMÉTIA A distribuição granulométrica deve atender aos limites das Tabelas 2 e 3. Tabela 1: Peneira com abertura de malha (mm) Porcentagem de retirada acumulada (em massa) Limites inferiores Limites superiores Zona utilizável Zona ótima Zona utilizável Zona ótima 9,5 0 0 0 0 6,3 0 0 0 7 4,75 0 0 5 10 2,36 0 10 20 25 1,18 5 20 30 50 0,6 15 35 55 70 0,3 50 65 85 95 0,15 85 90 95 100 Nota: módulos de finura das faixas granulométricas variam: A – Entre 2,20 e 2,90 para zona ótima B – Entre 1,55 e 2,20 para zona utilizável inferior C – Entre 2,90 e 3,50 para zona utilizável superior 1, 5
Zona 0 utilizável Zona ótima Zona utilizável
consumidor final. Uma menor fração da produção é utilizada sem mistura aglomerante, em drenos, em filtros, em ferrovias (na forma de lastro), na fabricação de gabiões, de muros de contenção, em base e sub- base de pisos e estradas, e outras aplicações:
Areia Artificial e
Areia Natural
Assentamento de bloquetes, tubulações em geral, tanques, embolso,
podendo entrar na composição de concreto e asfalto.
Pedrisco
Confecção de pavimentação asfáltica, lajotas, bloquetes, intertravados,
lajes, jateamento de túneis e acabamentos em geral.
Brita 1
Intensivamente na fabricação de concreto, com inúmeras aplicações, como
na construção de pontes, edificações e grandes lajes
Brita 2
Fabricação de concreto que exija maior resistência, principalmente em
formas pesadas
Brita 3 Também denominada pedra de lastro utilizada nas ferrovias.
Brita 4 Produto destinado a obras de drenagem, como drenos sépticos e fossas
Rachão, pedra de mão
ou pedra marroada
Fabricação de gabiões, muros de contenção e bases.
Brita graduada Em base e sub-base, pisos, pátios, galpões e estradas.
Alguns produtos substitutos aos agregados minerais:
reciclados de entulho de demolição para a utilização no concreto e pavimentos as argilas expandidas para fechamentos e fundações de edifícios, recuperação estrutural e até projetos de pontes. os rejeitos de produtos siderúrgicos para a utilização no concreto e pavimentação os resíduos da indústria de plásticos para a fabricação de pré-fabricados leves os resíduos de pneus triturados para a utilização no concreto e pavimentos a areia de brita e a areia marinha para a utilização no concreto e pavimentos Destacam se, como os reciclados de entulho de demolição, as argilas expandidas (resultantes do cozimento do lodo oriundo do tratamento de esgotos, ou de material argiloso preparado especialmente para esse fim), os rejeitos de produtos siderúrgicos (escórias de alto-forno ou aciaria, contudo a sua quantidade disponível é bem limitada), os resíduos da indústria de plásticos para a fabricação de pré-fabricados leves, os resíduos de pneus triturados para a utilização no concreto e pavimentos, a areia de brita e a areia marinha. Mas nenhuma outra fonte é tão abundante quanto os próprios agregados minerais.
4. CONCLUSÃO DO LAUDO Os agregados são de extrema importância para construção civil, pois com eles que realizamos a fabricações de produtos resistentes para projeções de casas, prédios, escolas, rodovias, pontes e outros. Mais devemos nos atentar quanto ao agregado escolhido, já que o material pode ser reativo e causar processos de deterioração das estruturas ou ser inadequado para aplicação que se propõe, por isso a importância de se analisar suas características e aplicabilidade de acordo com as especificações técnicas de cada material conforme a NBR adequada ou do fabricante quando industrializados. A importância desse conhecimento trará ganhos financeiros, de qualidade, de tempo e em alguns casos intangíveis como selos de reaproveitamento sustentável em sua obra.