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Resumo em slide sobre o problema do lixo eletrônico no Brasil. (Definição, legislação, descarte ,logística e onde descartar).
Tipologia: Slides
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Robótica
Geralmente, os componentes dos aparelhos elétricos e eletrônicos são feitos de plástico, vidro, metais, entre outros materiais. No processo de reciclagem, os equipamentos descartados pela população são desmontados e as partes transformadas em matéria-prima para a indústria.
E-lixo, resíduos de equipamento eletroeletrônico (REEE) ou lixo eletrônico. Todos esses termos se referem à mesma coisa: produtos elétricos e eletrônicos quebrados, danificados ou sem utilidade por algum motivo e pilhas descarregadas que devem ser descartados. Na maioria das vezes esses produtos são jogados no lixo comum ou ficam esquecidos em alguma parte da casa, porém eles podem ser reciclados, ou seja, podem ser transformados em outras matérias-primas em vez de ser colocados em aterros sanitários.
Isso é um mito. Diferente do que se
pode pensar, nem o manuseio nem o
armazenamento de aparelhos elétricos
e eletrônicos são perigosos. Para
entender como, é só acompanhar a
seguinte lógica: se o equipamento não
oferecia risco durante sua vida útil,
continua inofensivo depois de
desativado. E, se você transportava
esse aparelho sem medo de se
contaminar, não seria diferente depois
que o mesmo parou de funcionar.
Como vimos no tópico anterior, esse não é um lixo comum. Produtos eletrônicos têm componentes críticos nas baterias e que podem prejudicar a camada de ozônio. O descarte incorreto de celulares, baterias, pilhas, geladeiras e ar-condicionado é nocivo ao meio ambiente e contribui para o aquecimento global. Esses não são os únicos itens que precisam de atenção. Televisões antigas e baterias de carro costumam ter chumbo. O processo de reciclagem deste material é cancerígeno graças ao vapor produzido. Diversos estudos já comprovaram os prejuízos à saúde que o chumbo pode provocar, inclusive nas crianças. Logo, fazer o descarte do lixo eletrônico não é apenas uma questão ambiental. Saber onde levar seus itens pode impactar diretamente na saúde da população, por isso precisamos falar sobre o assunto. O primeiro passo é conhecer os diferentes tipos de resíduos eletrônicos e os seus descartes corretos.
É impossível falar de descarte de lixo eletrônico sem abordar a logística reversa. Este é um conjunto de esforços entre quem fabrica, distribui, comercializa, usa e recicla com o objetivo de fazer o descarte adequado de produtos. Essas ações estão dentro da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) — ou Lei 12.305. A sanção dessa norma foi um marco por tratar de todos os resíduos sólidos e também dos rejeitos (itens que não podem ser reaproveitados). Assim, incentiva o descarte correto de forma compartilhada. Com a logística reversa, é possível garantir o correto descarte de lixo eletrônico. Esses produtos são enviados para a reciclagem, gerando novos resíduos e subprodutos com valor comercial. Além de repercutir na economia, também poupa o meio ambiente. A prática evita a contaminação de solos, mananciais e o surgimento de doenças. Todos saem ganhando!
E não para por aí, ainda fazem parte desse time as redes:
Outro caminho a seguir é depositar em pontos de descarte instalados por gestoras da logística reversa de eletroeletrônicos que, atualmente, tem representado grande parte das marcas fabricantes e importadoras de produtos eletroeletrônicos e farão todo o trabalho de transporte, manejo e reciclagem dos resíduos.
Grandes redes varejistas como a Via Varejo, companhia responsável pelas operações das redes Casas Bahia e Ponto Frio, são parceiras da Green Eletron e se comprometeram com a instalação de PEVs em suas lojas. A parceria com a Via começou em dezembro de 2019, com 32 PEVs instalados em lojas da rede no estado de São Paulo, depois expandindo-se para 469 pontos em 18 estados e no DF.