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Cuidar do processo de logística reversa pode ser um diferencial para a sua empresa, posicionando-a no mercado com os ideais de sustentabilidade e melhorando os preços para o consumidor.
Tipologia: Notas de estudo
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Não perca as partes importantes!





























6.1. Planejamento e organização de Centros de Distribuição (CD) 6.2. Layout de CDs 6.3. Localização de itens 6.4. Equipamentos empregados na gestão de CDs 6.5. Distribuição e seus recursos 6.6. Canais de distribuição 6.7. Prática do cross-docking como recurso para redução dos custos 6.8. DRP (Distribution Requirements Planning) 6.9. Roteirização da distribuição
6.1. Planejamento e organização de Centros de Distribuição (CD) Armazenagem É uma atividade que atua como instrumento de compensação entre as diferentes formas de movimentação de materiais – fornecedores, manuseio interno, preservação, transporte e usuário. Em síntese, compreende a guarda, localização, segurança e preservação de materiais adquiridos, produzidos e movimentados por uma organização a fim de atender suas necessidades operacionais, sejam essas de consumo, revenda, transformação ou reserva para uso eventual. As operações de armazenagem são executadas em instalações específicas, que recebem denominações, como armazém, depósito, almoxarifado, galpão e outras. Modernamente, a instalação mais conhecida é o Centro de Distribuição (CD), com atribuições integradas à cadeia de suprimentos. Os contêineres, nos tamanhos padronizados de 20 e 40 pés, são recursos para unitização e transporte de cargas. Eventualmente, podem ser empregados como instalações de armazenagem temporária. A armazenagem tem grande impacto no custo logístico. Isso faz com que organizações de ponta utilizem, cada vez mais, softwares de controle da estocagem e da movimentação, conhecidos como sistemas WMS ( Warehouse Management System ). Há uma grande diversidade desses aplicativos, dos mais simples aos mais sofisticados.
Parte externa de um CD
Parte interna (área de porta-palletes) de um CD
Layout geral de um Centro de Distribuição. Os detalhes das áreas serão descritos a seguir. 6.2. Layout de CDs e 6.3. Localização de itens
Outros componentes do layout de um CD são: Circulação principal É o corredor iniciado na frente de uma instalação que a atravessa longitudinalmente. É a maior via de acesso da instalação, com largura que permite a movimentação de equipamentos de movimentação de carga compatíveis com o tipo de material estocado. Nem todas as instalações, principalmente armazéns, possuem uma circulação principal. Aqueles de grande movimentação – rotatividade – e com materiais de fácil manuseio utilizam apenas circulações secundárias. Em casos excepcionais, em grandes instalações, podemos ter mais de uma circulação principal. A largura, em geral, está entre 3 e 5 metros. No exemplo de layout apresentado, temos apenas circulações secundárias. Circulação secundária São vias transversais, com largura equivalente à da circulação principal, que, nas instalações com grande superfície, dividem-nas de forma transversal, servindo, na maior parte dos casos, para separar zonas de estoque ou permitir alternativa para movimentação de equipamentos de maior porte por saídas laterais. Uma grande instalação também pode possuir mais de uma circulação secundária.
Vejamos um exemplo prático com o código 1.A.3.B. Interpretação: 1 – Identifica o CD de número 1. Outras unidades receberão números sucessivos. A – Identifica a rua A, devendo essa identificação de ruas (ou circulações) ser feita da esquerda para a direita, estando o observador na frente do CD. 3 – Identifica a instalação de estocagem (estante, por exemplo), numerada sequencialmente, da frente para os fundos, se estiver localizada em um dos lados. Caso haja dois conjuntos, separados por uma circulação, deverão receber numeração alternada, números impares à esquerda e pares à direita. B – Identifica uma prateleira ou um nível de porta-palletes, sendo apropriadas letras, a partir de A, de baixo para cima. 5 – Identifica um escaninho ou uma posição de porta-palletes, recebendo a numeração a partir da rua onde está localizada a instalação de estocagem a que pertence. A seguir, é mostrada essa interpretação sob forma de desenho com as variáveis de endereçamento envolvidas.
Os equipamentos empregados na armazenagem podem ser classificados como de dois tipos: (^) Estáticos – instalações para as diferentes formas de armazenagem, tais como estantes comuns, estantes porta-palletes, drive-in , drive-through, flow-racks, cantilever e outras. (^) Dinâmicos – equipamentos de movimentação de carga, tais como paleteiras manuais, hidráulicas e elétricas, empilhadeiras, talhas, pontes rolantes, esteiras rolantes, transelevadores e outros. A seguir, mostraremos ilustrações de alguns desses equipamentos. Pesquisa detalhada poderá ser feita na Internet. Há muito material ilustrativos de todos os tipos de equipamentos.
Equipamento para armazenagem de produtos com volume variável. Adequado para picking manual e para recursos tipo “duas gavetas”, como mostrado na imagem à direita, embaixo. Um conjunto de estantes pode ocupar dois ou mais andares, de acordo com o tipo e tamanho da armazenagem. Estantes são divididas em prateleiras, escaninhos, subescaninhos, gavetas e assim por diante, dentro de um esquema de fracionamento. Fonte: (autor) Estante
São equipamentos empregados em estruturas semelhantes aos porta-palletes, com a diferença na montagem e no acesso. O acesso a porta-palletes convencionais se dá por uma única face. No sistema drive-in , os palletes podem ser acumulados sem a necessidade de ruas intermediárias. Quando o acesso for pelas duas face o sistema, é chamado de drive-trhough. Podem ser equipados com roletes para facilitar o deslizamento. Nesse caso, são chamados de sistemas dinâmicos, geralmente com pequena variação de nível entre os acesso, com o uso da gravidade para facilitar a movimentação.
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