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Guias e Dicas
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Manual ar comprimido, Teses (TCC) de Aprendizagem de Máquinas

manual de ar comprimido.

Tipologia: Teses (TCC)

2015

Compartilhado em 30/08/2015

tiago.garciamachado1
tiago.garciamachado1 🇧🇷

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EFICIÊNCIAEFICIÊNCIA
EFICIÊNCIAEFICIÊNCIA
EFICIÊNCIA
ENERENER
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ENERGÉTICGÉTIC
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EM SISTEMASEM SISTEMAS
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DE AR CDE AR C
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MANUAL PRÁTICO
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Baixe Manual ar comprimido e outras Teses (TCC) em PDF para Aprendizagem de Máquinas, somente na Docsity!

EFICIÊNCIAEFICIÊNCIAEFICIÊNCIAEFICIÊNCIAEFICIÊNCIA

ENERENERENERGÉTICENERENERGÉTICGÉTICGÉTICGÉTICAAAAA

EM SISTEMASEM SISTEMASEM SISTEMASEM SISTEMASEM SISTEMAS

DE AR CDE AR CDE AR CDE AR CDE AR COMPRIMIDOMPRIMIDOMPRIMIDOMPRIMIDOOMPRIMIDOOOO

MANUAL PRÁTICO

CONSÓRCIO EFFICIENTIA/FUPAI
EFFICIENTIA
Av. Afonso Pena, 1964 – 7º andar – Funcionários – CEP 30130-005 – Belo Horizonte – MG
www.efficientia.com.br - [email protected]
Diretor Presidente da Efficientia
Elmar de Oliveira Santana
Coordenador Geral do Projeto
Jaime A. Burgoa / Túlio Marcus Machado Alves
Coordenador Operacional do Projeto
Ricardo Cerqueira Moura
Coordenador do Núcleo Gestor dos Guias Técnicos
Marco Aurélio Guimarães Monteiro
Coordenador do Núcleo Gestor Administrativo-Financeiro
Cid dos Santos Scala
FUPAI – Fundação de Pesquisa e Assessoramento à Indústria
Rua Xavier Lisboa, 27 – Centro – CEP 37501-042 – Itajubá – MG
www.fupai.com.br – [email protected]
Presidente da FUPAI
Djalma Brighenti
Coordenador Operacional do Projeto
Jamil Haddad *
Luiz Augusto Horta Nogueira *
Coordenadora do Núcleo Gestor Administrativo-Financeiro
Heloisa Sonja Nogueira
EQUIPE TÉCNICA
Apoio Técnico
Adriano Jack Machado Miranda
Maria Aparecida Morangon de Figueiredo
Micael Duarte França
Fotografia
Eugênio Paccelli
AUTORES
Carlos Roberto Rocha,
Marco Aurélio Guimarães Monteiro

***** Professores da Universidade Federal de Itajubá

Apresentação

Criado em 1985, pelo Governo Federal, o Programa Nacional de Conservação de Energia

Elétrica (PROCEL) é coordenado pelo Ministério de Minas e Energia e implementado pela

ELETROBRÁS. O objetivo principal do PROCEL é contribuir para a redução do consumo e da

demanda de energia elétrica no país, por meio do combate ao desperdício deste valioso

insumo.

A ELETROBRÁS/PROCEL mantém estreito relacionamento com diversas organizações

nacionais e internacionais cujos propósitos estejam alinhados com o citado objetivo. Dentre

elas, cabe ressaltar o Banco Mundial (BIRD) e o Global Environment Facility (GEF), os quais

têm se constituído em importantes agentes financiadores de projetos na área da eficiência

energética.

Nesse contexto, o GEF, que concede suporte financeiro a atividades relacionadas com a

mitigação de impactos ambientais, como o uso racional e eficiente da energia, doou recursos

à ELETROBRÁS/PROCEL, por intermédio do BIRD, para o desenvolvimento de vários projetos.

Dentre eles, destaca-se o projeto “Disseminação de Informações em Eficiência Energética”,

concebido e coordenado pela ELETROBRÁS/PROCEL e realizado pelo Consórcio Efficientia/

Fupai, com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que

objetiva divulgar informações sobre tecnologias de uso eficiente de energia para os

profissionais dos setores industrial, comercial, prédios públicos e saneamento, difundindo

aspectos tecnológicos e operacionais que permitam reduzir o desperdício de energia

elétrica.

O objetivo deste manual é instrumentalizar os interessados com informações úteis e práticas,

capacitando-os para identificar oportunidades de redução de custos e de consumo de

energia em seu sistema.

Sumário

  • INTRODUÇÃO
  • Parte I - PLANO DE AÇÃO
  • 1 - CARACTERIZAÇÃO DO SISTEMA E DA INSTALAÇÃO ONDE ESTÁ INSERIDO
    • 1.1 - Conhecimento de um sistema de ar comprimido genérico
    • 1.2 - Conhecimento do sistema de ar comprimido específico de sua empresa
  • 2 - IDENTIFICAÇÃO E SELEÇÃO DAS OPORTUNIDADES DE MELHORIAS
    • 2.1 - Oportunidades de melhoria em um sistema de ar comprimido genérico - empresa 2.2 - Oportunidades de melhoria no sistema de ar comprimido específico de sua
  • 3 - IMPLEMENTAÇÃO DAS AÇÕES DEFINIDAS
    • 3.1 - Implementação de melhorias em um sistema de ar comprimido genérico
    • 3.2 - Implementação de melhorias no sistema específico de sua empresa
      • REINÍCIO DO PROCESSO PARA NOVAS AÇÕES 4 - AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS E
  • Parte II - OPORTUNIDADES PARA MELHORAR A EFICIÊNCIA
  • 1 - IDENTIFICAÇÃO DAS OPORTUNIDADES NA GERAÇÃO DE AR COMPRIMIDO
    • 1.1 - Identificação dos fatores que afetam a eficiência na geração de ar comprimido
    • 1.2 - Áreas de oportunidade de melhoria de eficiência na geração
    • 1.2.1 - Redução de perdas devido à temperatura do ar aspirado pelo compressor
    • 1.2.2 - Redução de perda de carga por sujeira no filtro de aspiração
    • 1.2.3 - Redução de perdas no sistema de compressão
    • 1.2.4 - Redução de perdas com a pressão de trabalho muito elevada
    • 1.2.5 - Recuperação de calor de compressão
    • 1.2.6 - Redução de perdas por manutenção preventiva inadequada
    • 1.2.7 - Redução de perdas devida à melhoria no sistema de controles de compressores
    • 1.2.8 - Redução de perdas usando reservatório e sistema de estabilização de pressão
    • 1.2.9 - Redução de perdas pelo tratamento do ar comprimido
    • 1.2.10 - Redução de perdas na drenagem do condensado
    • 1.3 - Exemplos
    • 1.4 - Sugestões para identificar oportunidades na geração
      • NA DISTRIBUIÇÃO DE AR COMPRIMIDO 2 - IDENTIFICAÇÃO DAS OPORTUNIDADES
        • comprimido 2.1 - Identificação dos fatores que afetam a eficiência na distribuição de ar
        • comprimido 2.2 - Áreas de oportunidade para melhorar a eficiência na distribuição do ar
    • 2.2.1 - Redução de perdas devido à queda de pressão (perdas de carga na tubulação)
    • 2.2.2 - Redução de perdas devido aos vazamentos na distribuição
    • 2.3 - Exemplos
    • 2.4 - Sugestões para identificar oportunidades na distribuição
  • 3 - IDENTIFICAÇÃO DAS OPORTUNIDADES NO USO FINAL DO AR COMPRIMIDO
    • 3.1 - Identificação dos fatores que afetam a eficiência no uso final do ar comprimido
    • 3.2 - Áreas de oportunidade para melhorar a eficiência no uso final do ar comprimido
    • 3.2.1 - Redução de perdas pela eliminação de usos inapropriados do ar comprimido
    • 3.2.2 - Substituição de ar comprimido nas aplicações de uso final de baixa pressão
    • 3.3 - Exemplos
    • 3.4 - Sugestões para identificação de oportunidades no uso final
  • 4 ASPECTOS ECONÔMICOS
    • 4.1 - Benchmarking para o custo de ar comprimido
    • 4.2 - Determinação do custo do ar comprimido para suas instalações
  • Parte III - FONTES DE CONSULTA
  • 1 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
  • 2 - LINKS ÚTEIS
  • 3 - ÓRGÃOS E INSTITUIÇÕES

10 MANUAL PRÁTICO - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS DE AR COMPRIMIDO

As oportunidades de eficientização energética apontadas neste Manual são um extrato

dos conceitos e fundamentos apresentados na referida publicação. Assim, ao apresentar

as informações neste Manual, procuraremos referenciar o texto original, caso o usuário

queira mais informações sobre o assunto.

Procurando oferecer uma ferramenta de uso prático e útil, incluímos um CD contendo uma

versão eletrônica deste Manual. O CD contém, ainda, programas, textos, planilhas e tabelas

de auxílio que servem para complementar as informações e auxiliar no desenvolvimento

de um programa de eficientização.

O Manual está dividido em três partes:

  1. PLANO DE AÇÃO;
  2. OPORTUNIDADES PARA MELHORAR A EFICIÊNCIA; e
  3. FONTES DE CONSULTA.

Naturalmente, o foco do Manual será a parte 2: Oportunidades para melhorar a eficiência.

Para facilitar e agilizar a consulta, no anexo constam grandezas, unidades de medida, fatores

de conversão e fórmulas utilizadas neste Manual e no texto base (“EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

EM SISTEMAS DE AR COMPRIMIDO”).

PARTE I

PLANO DE AÇÃO

MANUAL PRÁTICO - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS DE AR COMPRIMIDO (^) 13

PARTE I - PLANO DE AÇÃO

Este Manual utiliza três categorias para discutir os componentes de um sistema de ar comprimido: geração, distribuição e uso final. Estas três áreas seguem o trajeto do fluxo do ar comprimido desde a descarga do compressor até os pontos de uso final (pontos de consumo).

CARACTERIZAÇÃO DO SISTEMA E DA INSTALAÇÃO ONDE ESTÁ INSERIDO

1.1 - Conhecimento de um sistema de ar comprimido genérico

O conhecimento de um sistema de ar comprimido genérico característico, com seus componentes básicos de geração, distribuição, uso final e as respectivas condições operacionais, pode facilitar a caracterização de um sistema de ar comprimido em particu- lar (por exemplo, o sistema da sua empresa).

A Figura I.1 apresenta o esquema de um sistema de ar comprimido.

Figura I.1 - Esquema de um sistema de ar comprimido completo

14 MANUAL PRÁTICO - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS DE AR COMPRIMIDO

Sistema de geração de ar comprimido - O ar comprimido é produzido por compressores

pela captação do ar atmosférico e elevação de sua pressão. Um moderno sistema de geração

de ar comprimido industrial é composto de muitos subsistemas e muitos subcomponentes.

Os principais subsistemas incluem compressores, motores e acionamentos, controles,

equipamentos de tratamento de ar, reservatório e acessórios. O compressor é um

equipamento mecânico que capta o ar ambiente e eleva a sua pressão. Motores elétricos

normalmente fornecem a energia consumida para acionar o compressor. Os controles

servem para regular a quantidade de ar comprimido que está sendo produzida. Os

equipamentos de tratamento removem contaminantes do ar comprimido, e os acessórios

mantêm o sistema operando adequadamente.

Sistema de distribuição de ar comprimido - A distribuição transporta o ar comprimido

dos tanques reservatórios alimentados pelos compressores aos pontos de uso final,

entregando quantidades suficientes de ar limpo, seco e estável, devendo ser fornecido na

pressão adequada, de forma confiável e econômica, às aplicações de uso final. Para isso,

muitos sistemas de distribuição possuem reservatórios de ar comprimido e têm diversas

linhas de distribuição, que operam em diferentes pressões. Estas linhas são separadas por

vários tipos de válvulas de isolação, reguladoras de pressão e outras. O desempenho

eficiente do sistema de distribuição requer um correto balanceamento da pressão do ar

comprimido nas linhas, com regulagem eficaz da pressão, boa drenagem de condensado

e perfeita estanqueidade.

Sistemas de uso final de ar comprimido - Há muitas e diferentes aplicações de uso final

para o ar comprimido, como no acionamento de ferramentas pneumáticas em sistemas de

acionamento pneumático; acionamento mecânico e comando de válvulas em sistemas de

controle; transporte por ar comprimido; jateamento; e operações com sopro de ar e jato

de água; operações de inspeção e teste; controle de processos com ar comprimido. É

largamente usado em quase todos os setores industriais. Seu campo de aplicação é bastante

grande e cresce dia a dia.

O conhecimento do balanço energético característico deste sistema pode contribuir muito

para identificar as perdas que reduzem a eficiência do sistema e para fornecer um ponto

de partida para a identificação de oportunidades e de seleção e implementação de ações

de melhorias da eficiência. A Figura I.2 mostra um balanço de energia característico de

perdas de um sistema de ar comprimido.

16 MANUAL PRÁTICO - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS DE AR COMPRIMIDO

Os índices de referência (benchmarks) mais usuais nos sistemas de ar comprimido, normalmente, são os de custo específico de ar comprimido, eficiência do compressor e consumo específico:

  • O custo específico relaciona a quantidade de energia elétrica consumida e seu respectivo preço para produzir um metro cúbico de ar comprimido (custo unitário de produção ar comprimido – R$/m³).
  • A eficiência de compressão está relacionada à quantidade de energia elétrica (kWh) que o compressor consome para produzir 1 m³ de ar comprimido na pressão de operação do sistema (kWh/m³).
  • O consumo específico ou a necessidade de ar comprimido do produto final corresponde à quantidade de ar comprimido necessária para a produção de uma unidade ou um quilo de produto (m³/t).

IDENTIFICAÇÃO E SELEÇÃO DAS OPORTUNIDADES DE MELHORIAS

Quando se busca a melhoria da eficiência de um sistema de ar comprimido específico, a primeira etapa consiste em identificar as oportunidades e, em seguida, fazer a seleção das oportunidades mais promissoras.

2.1 - Oportunidades de melhoria em um sistema de ar comprimido genérico

Muitas oportunidades de melhoria da eficiência em um sistema de ar comprimido são comuns em instalações industriais. Estas oportunidades podem ser classificadas de acordo com a parte do sistema na qual são implementadas. Oportunidades de melhoria da eficiência para as áreas de geração, distribuição e uso final de um sistema de ar comprimido estão listadas na tabela I.1.

MANUAL PRÁTICO - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS DE AR COMPRIMIDO (^) 17

Tabela I.1 - Oportunidades de melhoria da eficiência

Me didasdeeconomiadeenergi a Ap licabilidade( 1 ) Ga nhos( 2 ) Potencialde co ntribuição( 3 )

Instalaçãoourenovaçãodosistema

Melhoriadosacionamento s (m otoresdealtaeficiência)

Melhoriadosacionamentos (R eguladoresdevelocidade)

Trocadecompressoresporversõesmais mo dernas(aperfeiçoamento)

Us odesistemadecontrolesofisticado 20 % 12 % 2 , 4 %

Recuperaçãodecalorrejeitadoparausoem ou trasfunções

Melhorianoresfriamento,secageme fi ltragemdoar

Projetoglobaldosistema,incluindosistema de multipressões

Re duçãonaperdaporquedadepressão 50 % 3 % 1 , 5 % Otimizaçãodedispositivos(equipamentos)de us ofinal

Manutençãoeoperaçãodosistem a

Re duçãodevazamentosdea r 80 % 20 % 16 %

Su bstituiçãodefiltrosmaisfreqüente 40 % 2 % 0 , 8 %

TO TA L 32 , 9 % ( 1 )Percentualdesituaçõesondeestamedidaéaplicáve l ( 2 )Percentualdereduçãonoconsumoanualdeenergia ( 3 )Potencialdecontribuição=aplicabilidadexganho

Exemplo de economia de energia no Brasil - A avaliação das condições operacionais de

um dos três sistemas de ar comprimido da fábrica da DAIMLER-CHRYSLER de São Bernardo

do Campo (SP), por iniciativa da ELETROBRÁS/PROCEL, permitiu a identificação de

oportunidades para a redução do consumo de energia elétrica. As soluções técnicas com

maior potencial de economia de energia propostas possibilitarão redução da ordem de

MANUAL PRÁTICO - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS DE AR COMPRIMIDO (^) 19

IMPLEMENTAÇÃO DAS AÇÕES DEFINIDAS

3.1 - Implementação de melhorias em um sistema de ar comprimido genérico

Como referência de implementação de melhorias, podem ser estudados casos publicados na literatura ou consultar os fornecedores de equipamentos e/ou componentes a serem utilizados sobre as melhores práticas a serem adotadas.

3.2 - Implementação de melhorias no sistema específico de sua empresa

a) Planejar todas as atividades necessárias. Trabalhe com especialistas em sistema de ar comprimido, para implementar uma estratégia apropriada de controle para os compressores.

b) Confirmar a disponibilidade de recursos (materiais, financeiros, humanos e de tempo).

c) Implementar a medida.

d) Documentar todas as atividades e custos.

e) Medir as melhorias obtidas (medir o sucesso da implantação). Do mesmo modo que no início 1.d , faça o levantamento dos dados da nova situação, estabeleça novos índices e rendimentos e ajuste os índices para as condições atuais, caso elas tenham se modificado ao longo da implantação da medida (aumento de produção, novos consumidores, época do ano,etc.).

f) Comparar com a meta estabelecida. Justifique aquelas que não estejam em conformidade.

g) Corrigir as dificuldades que surgiram.

h) Uma vez que os controles estejam ajustados, repetir as medições para obter uma leitura precisa da potência (kW) e das pressões. Determine a carga de pico e recalcule o consumo de energia e custo do ar comprimido produzido.

i) Identificar e consertar os vazamentos e corrigir os usos inapropriados – custos conhecidos. Repita as medições e reajuste os controles.

20 MANUAL PRÁTICO - EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM SISTEMAS DE AR COMPRIMIDO

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS E REINÍCIO DO PROCESSO PARA NOVAS AÇÕES

O resultado de qualquer ação implementada deve ser avaliado, e seu impacto no sistema deve ser analisado, para determinar se a ação já pode ser considerada concluída e reiniciar o ciclo do plano de ação para outras oportunidades identificadas. (Benchmarking deve ser parte de um grande planejamento.)

Figura I.3 - Ciclo de implementação do plano de ação