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Matemática Financeira - Questões Comentadas, Exercícios de Matemática Financeira

Juros Simples; Juros Compostos; Taxa Real, Aparente, e de Inflação; Custo Real Efetivo; Equivalência de Capitais; Outros.

Tipologia: Exercícios

2021

Compartilhado em 08/11/2021

Yres11
Yres11 🇧🇷

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Apresentação ...................................................................................................................................................... 2
1. Juros Simples ................................................................................................................................................. 3
2. Juros Compostos .......................................................................................................................................... 11
3. Taxa Real, Aparente, e de Inflaçã
4. Custo Real Efetivo ....................................................................................................................................... 30
5. Descontos ..................................................................................................................................................... 32
6. Equivalência de Capitais .............................................................................................................................. 41
7. Rendas Certas (Rendas Uniformes) ............................................................................................................. 51
8. Rendas Perpétuas ......................................................................................................................................... 60
9. VPL e TIR .................................................................................................................................................... 62
10. Sistemas de Amortização ........................................................................................................................... 72
..............................................................................................................25
Sumário
FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS
MATEMÁTICA FINANCEIRA
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Apresentação ...................................................................................................................................................... 2

  1. Juros Simples ................................................................................................................................................. 3
  2. Juros Compostos .......................................................................................................................................... 11
  3. Taxa Real, Aparente, e de Inflaçã
  4. Custo Real Efetivo ....................................................................................................................................... 30
  5. Descontos ..................................................................................................................................................... 32
  6. Equivalência de Capitais .............................................................................................................................. 41
  7. Rendas Certas (Rendas Uniformes) ............................................................................................................. 51
  8. Rendas Perpétuas ......................................................................................................................................... 60
  9. VPL e TIR .................................................................................................................................................... 62
  10. Sistemas de Amortização ........................................................................................................................... 72

Sumário

FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS

MATEMÁTICA FINANCEIRA

1. JUROS SIMPLES

1. (FGV / CGM Niterói - 2018) Uma fatura de cartão de crédito foi paga com dois meses de atraso,

e o valor pago, incluindo os 25% de juros correspondentes ao bimestre, foi de R$ 1.100,00.

O valor da fatura sem os juros era de

a) R$ 825,

b) R$ 842, 00

c) R$ 860,

d) R$ 874,

e) R$ 880,

Comentários:

Vamos chamar o valor da fatura de 𝒙, uma vez que não sabemos seu valor e é isto que a banca nos questiona.

A fatura 𝑥 foi paga com atraso de 1 bimestre com juros de 25% resultando em um Montante de R$ 1.100,00.

Iremos resolver esta questão com base na porcentagem e também na equação dos Juros.

  • Porcentagem

Matematicamente teremos a seguinte equação:

× 𝑥 = 1. 100

Ou seja, o valor da fatura mais juros de 25% em cima da fatura resulta no Montante pago de R$ 1.100.

Resvolendo e calculando 𝑥.

× 𝑥 = 1. 100

  • Juros Simples

No regime de Juros Simples, o Montante é calculado pela seguinte equação:

𝑀 = 𝐶 × ( 1 + 𝑖 × 𝑡)

c) 2,36% a.m.

d) 2,44% a.m.

e) 2,50% a.m.

Comentários:

Vamos dividir o problema em 2 e, posteriormente, resolver o sistema.

Um capital 𝐶 aplicado a juros simples produz o montante de R$ 7.200,00 em cinco meses.

Iremos aplicar diretamente a fórmula do Montante em regime de Juros Simples.

𝑀 = 𝐶 × ( 1 + 𝑖 × 𝑡)

7. 200 = 𝐶 × ( 1 + 𝑖 × 5 )

𝟕. 𝟐𝟎𝟎 = 𝑪 × (𝟏 + 𝟓𝒊) 𝒆𝒒𝒖𝒂çã𝒐 (𝑰)

Um capital 𝐶 aplicado a juros simples produz o montante de R$ 7.680,00 em oito meses.

Aplicando novamente a fórmula do Montante teremos:

𝑀 = 𝐶 × ( 1 + 𝑖 × 𝑡)

7. 680 = 𝐶 × ( 1 + 𝑖 × 8 )

𝟕. 𝟔𝟖𝟎 = 𝑪 × (𝟏 + 𝟖𝒊) 𝒆𝒒𝒖𝒂çã𝒐 (𝑰𝑰)

Perceba, então, que temos um Sistema composto por 2 equações (𝐼 e 𝐼𝐼) e 2 incógnitas (𝐶 e 𝑖).

Você pode resolver isolando o Capital na primeira e substituindo na segunda. Ou, armando o Sistema e

dividindo uma equação pela outra.

Vamos adotar o primeiro caminho. Iremos isolar o valor de 𝑪 na equação (𝑰) e substituir na equação (𝑰𝑰).

7. 200 = 𝐶 ×

Isolando 𝐶:

Substituindo na equação (𝐼𝐼):

7. 680 = 𝐶 × ( 1 + 8 𝑖)

×

A partir de agora é matemática básica. Vamos resolver algebricamente esta equação e obter o valor da Taxa

de Juros.

7. 680 ×

= 7. 200 ×

→ 𝒊 = 𝟎, 𝟎𝟐𝟓 𝒐𝒖 𝟐, 𝟓% 𝒂𝒐 𝒎ê𝒔

Gabarito: Alternativa E

3. (FGV / Banestes - 2018) Caso certa dívida não seja paga na data do seu vencimento, sobre ela

haverá a incidência de Juros de 12% a.m.. Se essa dívida for quitada com menos de um mês de

atraso, o regime utilizado será o de Juros simples.

Considerando-se o mês comercial (30 dias), se o valor dessa dívida era R$ 3.000,00 no vencimento, para

quitá-la com 8 dias de atraso, será preciso desembolsar:

a) R$ 3.096,

b) R$ 3.144,

c) R$ 3.192,

d) R$ 3.200,

e) R$ 3.252,

Comentários:

A banca nos questiona qual o valor do Montante necessário para pagar uma dívida de R$ 3.000,00 com 8

dias de atraso a uma Taxa de Juros simples de 12% ao mês (30 dias).

Em Regime de Juros Simples, o Montante é calculado pela seguinte equação.

𝑀 = 𝐶 × ( 1 + 𝑖 × 𝑡)

Onde,

  • Compra a prazo, sendo uma entrada no valor de R$ 2.200,00 e o pagamento de uma parcela adicional no

valor de R$ 2.250,00 após 1 mês da data da compra → Azul

Se no ato da compra a pessoa deu de entrada R$ 2.200,00, ficou faltando pagar um valor de Capital igual a

R$ 1.800,00 (diferença dos valores no tempo "0"), correto?

A pessoa deveria pagar um Capital de R$ 1.800,00. Porém, com a incidência dos Juros Simples, acabou por

pagar, 1 mês depois, um Montante de R$ 2.250,00.

Ou seja, o comprador pagou R$ 450,00 de Juros ( 2. 250 − 1. 800 ).

Em Regime de Juros Simples, os Juros são calculados pela seguinte equação:

𝐽 = 𝐶 × 𝑖 × 𝑡

Onde,

𝑡 = 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜 = 1 𝑚ê𝑠

Iremos substituir os valores e calcular a taxa mensal de Juros da operação.

𝐽 = 𝐶 × 𝑖 × 𝑡

450 = 1. 800 × 𝑖 × 1

→ 𝒊 = 𝟎, 𝟐𝟓 𝒐𝒖 𝟐𝟓% 𝒂𝒐 𝒎ê𝒔

Obs: "Professor, porque você utilizou a fórmula dos Juros Simples se no enunciado a banca não faz referência

qual a modalidade de capitaliação que está sendo adotada?"

Recorde-se, caro aluno, de que para o período igual a uma unidade de tempo (1 mês no nosso caso), o

Montante resultante pelo regime de Juros Simples é igual ao Montante em regime de Juros Compostos.

Resumindo: Para o período igual a 1 unidade de tempo, é indiferente a aplicação da fórmula dos Juros

Simples ou Juros Compostos (próxima aula).

Gabarito: Alternativa E

5. (FGV / ISS Cuiabá - 2014) O número de meses necessários para que um investimento feito na

poupança triplique de valor (assumindo que esta remunere à taxa de 6% ao ano, no regime de

juros simples) é de

a) 34

b) 200

c) 333

d) 400

e) 50

Comentários:

Quando se trata de Juros Simples, esse é o estilo mais cobrado pela FGV. Ela pergunta em quanto tempo um

Capital dobra de valor, ou triplica, ou quadriplica, etc.

Vamos resolver essa questão de 2 maneiras para que você escolha a maneira mais confortável e faça a

mesma mecânica escolhida no dia da sua prova.

Método Algébrico

O enunciado quer saber o tempo para que um investimento triplique de valor a uma taxa de Juros de 6% ao

ano.

Calculando os Juros dessa aplicação.

Iremos aplicar a fórmula dos Juros e calcular o valor do tempo necessário para o Capital triplicar.

𝐽 = 𝐶 × 𝑖 × 𝑡

200 = 100 × 0 , 06 × 𝑡

2 = 0 , 06 × 𝑡 → 𝒕 =

Atenção. A banca nos questiona o valor em MESES. Vamos deixar nossa resposta em fração e converter de

ano para mês.

Em 1 ano há 12 meses. Logo,

× 12 → 𝒕 = 𝟒𝟎𝟎 𝒎𝒆𝒔𝒆𝒔

Perceba que o final da resolução (e obviamente o resultado) é igual para os 2 métodos de resolução. Muda

apenas a ideia de como proceder. Escolha o que você se sinta mais confortável.

Gabarito: Alternativa D

2. JUROS COMPOSTOS

6. (FGV / BANESTES – 2018) Um capital de R$ 5.000,00 é aplicado à taxa de juros compostos de

24% a.a. com capitalizações bimestrais. Depois de quatro meses de capitalização sem que

houvesse qualquer depósito adicional ou qualquer retirada, o proprietário desse montante faz

um saque de R$ 608,00 e o restante do dinheiro continuou a ser capitalizado nas mesmas

condições.

Seis meses após o início dessa aplicação, o valor acumulado era:

a) R$ 5.000,

b) R$ 4.998,

c) R$ 4.992,

d) R$ 4.948,

e) R$ 4.942,

Comentários:

Esta é uma questão bem completa sobre Juros Compostos que eu acredito que cairá na sua prova. Então,

mesmo que ela tenha um pouco mais de dificuldade, coloquei-a por primeiro para que você fique bem atento

à resolução.

Primeiro passo é converter a Taxa Nominal para a Taxa Efetiva.

Taxa Nominal é a taxa de juros cuja unidade de tempo não coincide com a unidade de tempo do período de

capitalização. Observe que a taxa fornecida no enunciado é uma taxa nominal.

𝑁𝑜𝑚𝑖𝑛𝑎𝑙

Nunca resolva um exercício usando a taxa nominal. Sempre devemos passar para a unidade de tempo do

período de capitalização. Então tenha em mente: “ quem manda é o período de capitalização ”.

E como passamos da unidade de tempo do período da taxa nominal (ano) para a unidade de tempo do

período de capitalização (bimestre)?

Basta fazermos uma simples divisão/multiplicação.

Em 1 ano há 6 bimestres. Então, a Taxa Efetiva bimestral será um sexto da taxa anual.

𝐸𝑓𝑒𝑡𝑖𝑣𝑎 𝐵𝑖𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

𝑬𝒇𝒆𝒕𝒊𝒗𝒂 𝑩𝒊𝒎𝒆𝒔𝒕𝒓𝒂𝒍

✓ Essa será a taxa que devemos utilizar no exercício.

Depois desse primeiro passo (perceba que a explicação é extensa para que você possa entender o passo a

passo. Mas, na hora da prova, você consegue fazer essa passagem em apenas uma linha ou até mesmo fazer

a divisão “de cabeça”), iremos calcular o Montante após 4 meses de aplicação.

“Depois de quatro meses de capitalização sem que houvesse qualquer depósito adicional ou qualquer

retirada, o proprietário desse montante faz um saque de R$ 608,00...”

Em regime de Juros Compostos, o Montante é calculado pela seguinte equação:

𝑀 = 𝐶 × ( 1 + 𝑖)

𝑡

Onde,

Vamos substituir os valores e calcular o Montante.

𝑀 = 𝐶 × ( 1 + 𝑖)

𝑡

𝑀 = 4. 800 × ( 1 + 0 , 04 )

1

𝑀 = 4. 800 × 1 , 04 → 𝑴 = 𝟒. 𝟗𝟗𝟐

Gabarito: Alternativa C

7. (FGV / BANESTES - 2018) Um capital de R$ 2.000,00 é aplicado a juros compostos de 10% ao

mês. Depois de 3 meses de capitalização sem que houvesse qualquer retirada, o detentor desse

montante faz um saque de R$ 562,00 e o restante do dinheiro continua a ser capitalizado nas

mesmas condições.

Dois meses após essa retirada, o valor acumulado na aplicação é:

a) R$ 2.466,

b) R$ 2.480,

c) R$ 2.500,

d) R$ 2.541,

e) R$ 2.626,

Comentários:

Perceba que a FGV adora este estilo de cobrança. Vamos por parte.

Um capital de R$ 2.000,00 é aplicado a juros compostos de 10% ao mês durante 3 meses. Iremos aplicar a

fórmula do Montante em regime de Juros Compostos e calcular o valor deste.

𝑀 = 𝐶 ×

𝑡

𝑀 = 2. 000 × ( 1 + 0 , 1 )

3

𝑀 = 2. 000 × 1 , 1

3

𝑀 = 2. 000 × 1 , 331 → 𝑴 = 𝟐. 𝟔𝟔𝟐

"o detentor desse montante faz um saque de R$ 562,00"

Então, ainda restará nas mãos do detentor um valor igual a:

"o restante do dinheiro continua a ser capitalizado nas mesmas condições por 2 meses."

Ou seja, esse valor de R$ 2.100 continuará aplicado por mais 2 meses a uma taxa de juros de 10 % ao mês

(mesmas condições).

Sendo assim, o Montante final será:

𝑀 = 𝐶 × ( 1 + 𝑖)

𝑡

𝑀 = 2. 100 ×

2

Observe que o Capital desta segunda operação é o valor restante que continua na mão do dententor do

dinheiro. Ele obteve um Montante de R$ 2.662 e retirou R$ 562. Logo, o que continua aplicado é igual a

diferença entre o que ele obteve e o que ele retirou, isto é, R$ 2.100.

Calculando o Montante final:

𝑀 = 2. 100 × ( 1 + 0 , 1 )

2

𝑀 = 2. 100 × 1 , 1

2

𝑀 = 2. 100 × 1 , 21 → 𝑴 = 𝟐. 𝟓𝟒𝟏

Gabarito: Alternativa D

8. (FGV / BANESTES – 2018) Um capital de R$ 2.662,00 é capitalizado sob regime de juros

compostos, ao longo de 4 meses, à taxa efetiva de 10% ao mês, produzindo um montante M.

Para que R$ 2.000,00 produzam o mesmo montante M, ele deve ser capitalizado nessas mesmas condições

durante um período igual a:

a) 8 meses

b) 7 meses

c) 6 meses

d) 4 meses

e) 3 meses

Comentários:

Um capital 𝐶 de R$ 2.662,00 é capitalizado sob regime de juros compostos, ao longo de 4 meses, à taxa

efetiva de 10% ao mês, produzindo um montante M.

b) 7.200 reais

c) 7.800 reais

d) 7.986 reais

e) 8.016 reais

Comentários:

Gustavo obtém o empréstimo em Regime de Juros Compostos. Nesse regime, o Montante é calculado pela

seguinte equação:

𝑀 = 𝐶 ×

𝑡

Onde,

𝑖 = 𝑇𝑎𝑥𝑎 𝑑𝑒 𝐽𝑢𝑟𝑜𝑠 = 10% 𝑎𝑜 𝑚ê𝑠 = 0 , 1

Vamos substituir os valores e calcular o Montante devido por Gustavo.

𝑀 = 𝐶 × ( 1 + 𝑖)

𝑡

𝑀 = 6. 000 ×

3

𝑀 = 6. 000 × 1 , 1

3

𝑀 = 6. 000 × 1 , 331 → 𝑴 = 𝟕. 𝟗𝟖𝟔

Gabarito: Alternativa D

10. (FGV / SEFAZ RO – 2018) A taxa efetiva trimestral, que é equivalente a uma taxa nominal de

120% ao ano, capitalizados mensalmente, é igual a

a) 21,78%

b) 30,00%

c) 33,10%

d) 46,41%

e) 50,00%

Comentários:

Primeiro passo é converter a Taxa Nominal para a Taxa Efetiva.

𝑁𝑜𝑚𝑖𝑛𝑎𝑙

Em 1 ano há 12 meses. Então, a Taxa Efetiva mensal será a taxa anual dividida por 12.

𝐸𝑓𝑒𝑡𝑖𝑣𝑎 𝑀𝑒𝑛𝑠𝑎𝑙

𝑬𝒇𝒆𝒕𝒊𝒗𝒂 𝑴𝒆𝒏𝒔𝒂𝒍

Segundo passo é calcular a Taxa Efetiva trimestral equivalente à Taxa Efetiva mensal de 10%.

Ou seja, uma taxa efetiva mensal capitalizada por 3 meses (1 trimestre) resultará em que taxa efetiva

trimestral?

Para acharmos a taxa equivalente tomamos como base a potenciação.

𝑚𝑒𝑛𝑠𝑎𝑙

3

𝑡𝑟𝑖𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

3

𝑡𝑟𝑖𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

3

𝑡𝑟𝑖𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

𝑡𝑟𝑖𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

𝑡𝑟𝑖𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

𝒕𝒓𝒊𝒎𝒆𝒔𝒕𝒓𝒂𝒍

Gabarito: Alternativa C

11. (FGV / BANESTES – 2018) Um contrato de empréstimo é firmado com taxa efetiva de juros, no

regime de capitalização composta, de 44% ao bimestre. Entretanto, a redação do contrato não

faz referência a qualquer taxa efetiva e sim a uma taxa trimestral com capitalização mensal de:

a) 60,0%

b) 61,6%

c) 62,5%

d) 66,0%

e) 66,6%

Comentários:

Observe que a banca nos questiona o valor da taxa trimestral com capitalização mensal, isto é, o valor da

Taxa Nominal.

b) 12,25%

c) 12,36%

d) 12,44%

e) 12,56%

Comentários:

Primeiro passo é converter a Taxa Nominal para a Taxa Efetiva.

Taxa Nominal é a taxa de juros cuja unidade de tempo não coincide com a unidade de tempo do período de

capitalização. Observe que a taxa fornecida no enunciado é uma taxa nominal.

𝑁𝑜𝑚𝑖𝑛𝑎𝑙

Em 1 ano há 4 trimestres. Então, a Taxa Efetiva trimestral será igual a:

𝐸𝑓𝑒𝑡𝑖𝑣𝑎 𝑇𝑟𝑖𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

𝑬𝒇𝒆𝒕𝒊𝒗𝒂 𝑻𝒓𝒊𝒎𝒆𝒔𝒕𝒓𝒂𝒍

Segundo passo é calcular a Taxa Efetiva semestral equivalente à Taxa Efetiva trimestral de 6%.

Ou seja, uma taxa efetiva trimestral capitalizada por 2 trimestres (1 semestre) resultará em que taxa efetiva

semestral?

Para acharmos a taxa equivalente tomamos como base a potenciação.

𝑡𝑟𝑖𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

2

𝑠𝑒𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

2

𝑠𝑒𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

2

𝑠𝑒𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

𝑠𝑒𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

𝑠𝑒𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

𝒔𝒆𝒎𝒆𝒔𝒕𝒓𝒂𝒍

Gabarito: Alternativa C

13. (FGV / BANESTES - 2018) No sistema de juros compostos, uma taxa de k% ao trimestre, com

capitalização bimestral, corresponde a uma taxa efetiva quadrimestral de:

a)

2

b)

2

c)

2

d)

2

e) 1 −

2

Comentários:

Primeiro passo é converter a Taxa Nominal para a Taxa Efetiva.

Taxa Nominal é a taxa de juros cuja unidade de tempo não coincide com a unidade de tempo do período de

capitalização. Observe que a taxa fornecida no enunciado é uma taxa nominal.

𝑁𝑜𝑚𝑖𝑛𝑎𝑙

Como trimestre e bimestre não são múltiplos, vamos fazer uma regra de três simples baseda em meses para

conversão.

Lembrando que para passar da Taxa Nominal para a Taxa Efetiva, tomamos como base a proporcionalidade,

isto é, passamos de uma para a outra com uma simples divisão/multiplicação.

Fazendo o produto do meio sendo igual ao produto dos extremos (multiplicando cruzado):

× 2 = 3 𝑖 → 𝑖 =

Ou seja, a Taxa Efetiva 𝑖 é igual a:

Segundo passo é calcular a Taxa Efetiva quadrimestral equivalente à Taxa Efetiva bimestral de

2 𝑘

300

Ou seja, a taxa efetiva bimestral de

2 𝑘

300

capitalizada por 2 bimestres (1 quadrimestre) resultará em que taxa

efetiva quadrimestral?

Para acharmos a taxa equivalente tomamos como base a potenciação.

𝑏𝑖𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

2

𝑞𝑢𝑎𝑑𝑟𝑖𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

2

𝑞𝑢𝑎𝑑𝑟𝑖𝑚𝑒𝑠𝑡𝑟𝑎𝑙

𝒒𝒖𝒂𝒅𝒓𝒊𝒎𝒆𝒔𝒕𝒓𝒂𝒍

𝟐