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Rede Profibus
Tipologia: Notas de estudo
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índice
Nova linha de ferramentas para pneus
Sensores de Funcionamento por Radar,
Medidor de vazão econômico para gases
Novo Software para Programação de
Varta Consumer Batteries utiliza VisionPro 3D
03 49 06 Índice de Anunciantes: Cognex ............................... 05 Altus .................................... 07 Patola ................................... 11 MDA 2013 ............................ 15 Fluid&Process 2013 ........... 17 SPS IPC Drives 2012 ........... 21 Metaltex ............................ 29 Nova Saber ......................... 31 Nova Saber ......................... 47 Mouser ....................... Capa 02 Rio Mech 2012 .......... Capa 03 Festo ............................ Capa 04 27 18 32 38 23 40 42 Gestão da Inovação na Automação Industrial Comandos básicos para supervisório com fala feito em Excel Controle de Acesso Automático de Veículos Profibus – Instalação Avançada Parte 1 Vírus em Redes Scada: Proteção Garante o Faturamento SIL ou não SIL? Eis a Questão Avaliação de Propriedades Termodinâmicas e Termofísicas da Aplicação de Hidrocarbonetos em Refrigeradores
//notícias Nova linha completa de ferramentas para pneus fora de estrada, da Schrader
A Schrader International, fornecedora de soluções de sensores, válvulas para pneus e componentes para sistemas de ar condicio- nado diversifica os seus negócios e introduz no país a primeira linha completa de ferramentas hidráulicas para desmontagem de pneus agrícolas e OTR ( Off Tire Road ). A companhia anuncia também os investimentos em equipe técnica de campo altamente especializada nesta linha de ferramentais para assessoria aos clientes, além do novo Centro de Formação OTR localizado em Jacareí, no estado de São Paulo, na sede da Schrader, para a capacitação de revendas e usuários no uso das novas tecnologias. As ferramentas hidráulicas para desmontagem de pneus da Schrader, comercializadas na França, EUA, China e agora também no Brasil, estão divididas em duas linhas distintas: linha agrícola – direcionada para pneus de tratores e de alta flutuação, para os mais diferentes tipos e tamanhos de aros; e linha OTR – destinada para pneus de veículos usados nas áreas de mineração, logística portuária e infraestrutura (cons- trução e terraplanagem), como pás carregadeiras, caminhões fora de estrada e motoniveladoras. Na parte de acessórios, a empresa apresenta também o dispositivo Barjuky, a Bomba Hidropneumática e o Distribuidor Hidráulico para o uso de mais ferramentas simultaneamente. “O setor agrícola deve crescer exponencialmente no Brasil, país que é um grande celeiro mundial, com o aumento da popu- lação e a necessidade de volumes cada vez maiores de alimentos. Também acreditamos na demanda crescente de infraestrutura com os Jogos Olímpicos e a Copa, além do aquecimento do setor de mineração. Fatores que impõem como imperativo a eficiência e otimização de recursos e que são campos férteis para a boa aceitação de nossas ferramentas off road ”, diz Carlos Storniolo, diretor geral da Schrader Brasil. O lançamento da Schrader é inovador. A empresa introduz no Brasil ferramentas funcionais sem paralelo no mercado. São soluções profissionais que substituem alavancas, marretas e outras ferramentas rudimentares perigosas por equipamentos modernos e adequados ao trabalho, que resultam em mais segurança e redução significativa no tempo de troca dos pneus (operação complexa que pode envolver pneus de até quatro metros de altura, como os modelos utilizados nos veículos da área de mineração). Outros benefícios relevantes são tecnologia superior, ergo- nomia, leveza e mobilidade. As ferramentas Schrader são portá- teis (atingindo no máximo 50 centímetros de comprimento e 25 centímetros de largura), ergonômicas (em formato apropriado com hastes para segurar e prender no pneu) e leves (em média 11 kg), podendo ser levadas até o lugar de sua utilização. “A relação custo-benefício da linha de destalonadores Schra- der é muito boa, já que cada equipamento se paga com alguns poucos dias de uso, se levarmos em consideração que uma máquina agrícola ou de OTR parada significa perda de dinheiro. Ou mesmo, se considerarmos a possibilidade de dano no pneu, que frequentemente ocorre no processo manual de troca que ainda predomina nas empresas. Pneus off road podem custar até R$ 80 mil cada, dependendo do tamanho”, destaca Storniolo.
Destalonadores Compact e Mini-Kousma O modelo Compact (5 kg) é utilizado para afastar o pneu e a roda com uma força de 2.500 kg. É indicado para aro simples ou de uma única peça, de veículos agrícolas (como tratores), com diâmetros variados e pneus de alta flutuação. Já o Mini-Kousma (8,7 kg), possui a mesma função do anterior, mas imprime uma força de 2.830 kg. Destalonador Shuttle-T O modelo Shuttle-T (6,8 kg), capaz de imprimir força de des- talonamento de 13.700 kg, foi desenvolvido para veículos fora de estrada com aros de cinco peças e diâmetros entre 25” e 45”. Destalonadores Kousma e Maxi-Kousma O modelo Kousma (13,2 kg), capaz de imprimir uma força de destalonamento de 4.536 kg, foi desenvolvido para veículos fora de estrada com aros de três peças e diâmetro entre 25” e 29”. O Maxi-Kousma (13,5 kg), por sua vez, possui a mesma função do Kousma, com a mesma força e comprimento do
//notícias Sensores de Funcionamento por Radar
A Série R-GAGE, da Banner Engineering ( www.banneren- gineering.com ), detecta veículos e ajuda a prevenir colisões. Lançada por essa empresa, a nova série de sensores baseados em radar, possui recursos aperfeiçoados para detectar grandes objetos em difíceis situações externas. Os sensores R-GAGE são aplicados na prevenção de colisões e no monitoramento de veículos em portos de contêineres, sistemas de trânsito e estacionamento, manufatura, mineração, manuseio de materiais e ferrovias. Os novos sensores proporcionam a redução de 'zona morta', detectando objetos mais próximos. O radar de onda contínua de frequência modulada (FMCW, na sigla em inglês) oferece detecção confiável em quase todas as condições climáticas, não sendo afetado por chuva, neve, vento, nevoeiro, luz, umidade ou temperatura. Ele também detecta objetos estacionários que não podem ser detectados pelo radar Doppler. Os sensores oferecem dupla zona de detecção para prevenir colisões entre guindastes portuários. Além disso, podem au- mentar a eficiência na movimentação de contêineres, fornecen- do informações precisas de posição ao operador do guindaste. Há modelos disponíveis para aplicações que necessitam lon- go alcance (até 40 m), grande amplitude e feixe estreito. Todos apresentam a facilidade de configuração através de chaves DIP, sem necessidade de PC. Padrão Ethernet, cada vez mais no chão de fábrica
Com a tendência entre as empresas de aumentar a disponibi- lidade das plantas fabris para ter uma constância ou aumento na produção, e de conseguir produzir de maneira mais flexível – de acordo com a demanda – o controle das fábricas à distância aumenta sua importância. Com ele, é possível que um centro de decisão acompanhe, controle e otimize o fluxo de produção em vários pontos, distantes geograficamente. Essa integração escritório-fábrica, no entanto, muitas vezes esbarra nas diferenças de padrão de comunicação entre máquinas e entre máquinas e computadores, o que não acontece quando o padrão Ethernet é adotado. “Um dos principais benefícios do uso da Ethernet é a possibilidade de usar o mesmo padrão desde o escritório até o chão de fábrica, trazendo uma redução de interfaces, além de possibilitar a transparência fácil de dados em qualquer ponto da planta”, explica Robert Gries Drumond, responsável pela área de negócios da Siemens Factory Automa- tion no Brasil, que falou sobre o tema no Workshop Internacional. Segundo ele, que também é vice-presidente da Associação Profibus/Profinet da Regional Brasil, a comunicação via padrão Ethernet proporciona maior produtividade e redução de custos de instalação, operacionalização e manutenção. Isso porque a adoção Os sensores ajudam a prevenir colisões de guindastes em portos de contêiner. Os sensores são baseados em radar e possuem longo alcance (canto superior esquerdo), grande amplitude (canto superior direito) e feixe estreito (parte inferior). contêiner. O padrão de redes Ethernet, antes usado principalmente nos ambientes de escritório e doméstico, está ganhando cada vez mais espaço também no ambiente fabril - e promovendo a comunicação entre equipamentos e entre centrais de controle e o chão de fábrica. Para se ter uma ideia, somente a especificação Profinet, uma das adequações possíveis das redes Ethernet no ambiente industrial e a mais utilizada, aumentou o número de nós (ponto de rede) a uma taxa de quase 40% ao ano na última década. A tecnologia foi uma das tendências apresentadas no Workshop Internacional de Automação e Tecnologia da Infor- mação e Comunicação, em Florianópolis. O evento gratuito, foi promovido pelo SENAI de Santa Catarina, entidade do Sistema Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC).
//notícias de padrão também unifica o uso dos sensores, cabeamento e atuadores – já que não é preciso comprar para cada um dos padrões. “É possível ajudar o cliente a reduzir os custos em até 40% em todo ciclo de vida da planta”, garante. Isso, claro, sempre assegurando o real-time , ou seja, a certeza de a comu- nicação será feita no tempo necessário. Afinal, no ambiente fabril, diferente do uso doméstico, décimos de segundo de atraso na comunicação entre máquinas fazem toda a diferença. Comparado aos outros padrões, Drumond afirma que o Ethernet possui alto desempenho, quantidades de equipa- mentos conectáveis praticamente ilimitados e uma operação mais simples. No mais, permite tanto o uso comum de redes (acesso a servidor, conexão entre máquinas, internet), sem comprometer as necessidades especiais do cliente industrial. O Workshop Internacional de Automação e Tecnologia da Informação, do SENAI/SC, contou com palestras com repre- sentantes das empresas de referência como Cisco, Siemens e da Sociedade Fraunhofer, uma das principais instituições de pesquisa e inovação tecnológica da Europa. Estiveram em discussão, temas como robótica, computação em nuvem, Ethernet industrial, pesquisa aplicada e sustentabilidade. Novo Detector de Chama: Paragon O Paragon é o detector de chama capaz de realizar também a leitura da temperatura da chama. Este detector faz parte da série de produtos integrais da Fireye para a se- gurança em combustão, em ambientes de multiqueimadores, ou mesmo de queimadores simples. Embora se utilize apenas da radiação IR, é indicado para queima de gás e óleos, leves e pesados, e de uma variedade de carvões, pois possui avan- çadas técnicas de sensoriamento e discriminação de chama, tais como flicker frequency e comparação da assinatura da chama aprendida com sinal em tempo real Para tanto, o detector de chama possui dois sensores: um detecta a existência da chama e o outro infere a temperatura da mesma, por meio da técnica do corpo negro. Ele ainda realiza auto-diagnóstico, incorpora 3 relés de chama internos (um para a temperatura e dois para a chama) e dois sinais 4- mA (temperatura e chama), que se comunicam diretamente com o sistema BMS ( Burner Management System ), eliminando assim a necessidade de controladores ou outros módulos. O Paragon foi concebido para diversas aplicações, entre elas, as que dependem de combustão acima de ou em deter- minada temperatura, assim como incineradores, combustão de gases de processo e aplicações com baixíssima emissão de NOx. O equipamento também interage com o software FEX1 ( Fireye Explorer ), o qual permite ao usuário obter maior controle e mais informações sobre o funcionamento do detector de chama Paragon e da combustão. A Vorah representa e distribui os produtos e serviços Fireye em todo o Brasil. Por meio da técni- ca do corpo negro, o Paragon detecta a existência da chama e infere a temperatura da mesma.
//notícias Novo analisador de vibração FastTracer, da Sequoia
desgaste das peças mecânicas analisadas. Já em pesquisa e análise de estrutura pode monitorar edificações, pontes e estruturas em geral, por conta de sua sensitividade mesmo em casos de vibrações em baixas frequências. Características técnicas:
//notícias Novo Software para Programação de Máquinas: Fikus VisualCam 17 Varta Consumer Batteries utiliza VisionPro 3D na produção de baterias A Varta Consumer Batteries GmbH & Co. KgaA, em Dischingen, Alemanha, produz cerca de 1 bilhão de baterias portáteis anualmente. A fim de atender às demandas dos clientes por qualidade dos produtos, a empresa depende de um alto grau de automação. A Varta tem limites rígidos de tolerância para a produção de pilhas, especificamente para as interfaces para transferência de energia (ou seja, os polos positivo e negativo). Baterias que tenham falhas mecânicas ou defeitos de desempenho devem ser rejeitadas. No en- tanto, a empresa também se preocupa com a preservação da eficiência de produção e redução de custos e, por isso, é importante inclusive manter a proporção de rejeições a mais baixa possível. A Varta aku.automation selecionou sistemas de visão compostos com o software VisionPro®^ 3D e uma câmera SmartRay 3D. Eles foram bem-sucedidos na obtenção de 100% de detecção de falhas e de rejeição mínima de peças aceitáveis em sete linhas de produção com este sistema de visão alocado.
Até a introdução de sistemas de visão industrial, seres humanos inspecionavam produtos para identificar possíveis defeitos mecânicos. Em 2010, a Varta passou a utilizar vi- são 2-D para detectar defeitos de qualidade causados por contaminação e distorção mecânica ao invés de pessoal. Entretanto, esses sistemas identificavam pseudo-rejeições a uma taxa inaceitável de 8 a 10%. Mesmo as mais peque- nas partículas de contaminação, que não tinham qualquer efeito negativo sobre qualquer desempenho da bateria ou sua aparência, eram classificados pelos sistemas de visão 2-D como defeitos. A Varta aku.automation resolveu este problema usando uma câmera SmartRay 3-D em combinação com o poderoso software VisionPro®^ 3D. Este novo sistema fez a diferen- ciação entre a contaminação e distorção mecânica fácil e reduziu as taxas de pseudo-rejeição para um nível aceitável.
No processo de testes do sistema de visão 3-D, a Varta usou o software VisionPro 3D para compilar um catálogo extenso de amostras de referência. Ela é capaz de diferenciar com sucesso a contaminação e defeitos mecânicos, graças ao histograma e à ferramenta de análise de blobs do VisionPro 3D, entre outras coisas. As capacidades de multiprocessa- mento do VisionPro 3D entregam o suporte a aplicações de alta velocidade que a Varta requer e o VisionPro 3D permite que o sistema 3D faça uso das capacidades máximas dos dispositivos multinúcleos modernos. A Fitso - Soluções em Tecnologia CAD/CAM/CAE em par- ceria com a Metalcam apresentou o lançamento da nova versão do Fikus VisualCam, software para programação de máquinas com controle númerico CNC, tais como tornos, centros de torneamento, eletroerosão a fio, corte a fio e jato d'água. O Fikus VisualCam 17 traz uma série de melhorias em todas as aplicações, novas funcionalidades e desenvolvimentos para melhorar a automação e a produtividade. Conheça algumas delas:
A fim de calcular mais precisamente o tempo de processos, é possível definir o avanço rápido e o tempo de troca das ferra- mentas em cada máquina. Também pode-se colocar o arquivo de tabela de ferramentas em uma pasta definida pelo usuário, e compartilhá-la entre vários usuários. Visualização padrão (ZX+ ou ZX-) na configuração da máquina. Agora podemos escolher a visualização padrão do torno, em X negativo ou positivo, para coincidir com o layout da máquina usada. Verificação de colisão para ferramentas de canal com ângulo. Verificações de colisão de ângulos em ferramentas de canal foram adicionadas ao cálculo.
Agora, você pode importar as trajetórias e processos com- pletos de outro arquivo Fikus. Assim, se tivermos um arquivo no qual criamos uma estratégia de usinagem e implementamos diferentes processos, aplicaremos essa mesma estrutura para um novo arquivo, simplesmente importando a usinagem para o novo arquivo. Ponto de troca da tecnologia definido pelo usuário. Agora é possível definir o ponto onde ocorre a troca de tecnologia, sendo viável definir esse ponto também no movimento de entrada e no contorno. Diferentes tipos de movimentos de entrada/saída para o con- torno foram adicionados: livre, perpendicular, tangente “gota”, tangente semicircular, tangente “bala”, tangente “sino”, etc.
Suporte aos centros de torneamento: 2 Spindles/ 2 Torres, 1 Spindle/ 2 Torres, 3 ou mais Spindles / Torres. Eixos X,Y,Z,B e C são alguns dos exemplos suportados. Implementado um novo algoritmo computacional para gerar o contorno de revolução de um conjunto de superfícies 3D. Este recurso é particularmente útil para usinagem de peças com a tecnologia combinada de Centro de Torneamento, quando a ob- tenção do contorno de revolução do torno não é óbvia nem fácil. Software de excelente custo/ benefício, com rápida curva de aprendizagem e em língua portuguesa. Com menus rápidos, poucos cliques e assistentes para facilitar o desenvolvimento da programação NC.
//notícias Equipamentos médico-hospitalares
No segmento médico, a SKF conta com uma extensa linha de produtos que vão desde guias e atuadores lineares até pi- lares telescópicos. Esses componentes têm a função de ajudar a empurrar, baixar ou levantar uma cama hospitalar, aparelho de tomografia ou cadeira odontológica. “É um setor que não para de crescer. Somente no ano pas- sado foram movimentados mundialmente cerca de US$ 690 milhões com a venda de equipamentos médico-hospitalares. O Brasil é um importante player e estamos atentos às mais recentes movimentações de mercado. Vamos entrar forte nessa disputa”, revela Paola. Além do setor médico, a SKF está de olho em outros seto- res importantes, como o de máquinas-ferramenta, alimentos e bebidas, automotivo, agrícola e petroquímico. “Atuamos no mundo com cera de 500 engenheiros altamente capacitados em mecatrônica. É uma equipe qualificada e especializada em soluções de engenharia avançada. Essa tecnologia está sendo transferida agora para o Brasil”, detalha a executiva. O Grupo SKF está presente em 10 países com sua plataforma de mecatrônica. Tem operações no Canadá, Suécia, Estados Unidos, Alemanha, Itália, China, Tailândia, Suiça, França e Itália. “Estamos trazendo para cá diversas opções de produtos e serviços em mecatrônica. Projetamos faturar em torno de R$ 10 milhões a partir de 2015”, antecipa Paola. Todos os produtos poderão ser adquiridos por meio de venda direta ou pela Rede de Distribuição SKF. Veja no Portal: www.mecatronicaatual.com.br A SKF do Brasil está atenta ao saldo negativo da balança comercial no setor da Saúde, que deve atingir a cifra recorde de US$ 12 bilhões neste ano. Para ajudar a minimizar essas perdas, a companhia sueca decidiu aportar por aqui com uma plataforma de produtos e serviços em mecatrônica. Essa tec- nologia auxilia, por exemplo, no acionamento e controle de movimento de camas hospitalares ou cadeiras odontológicas. Com a chegada dessa ciência no Brasil, a empresa espera que fabricantes de equipamentos médico-hospitalares aumentem o índice de nacionalização de suas máquinas e ajudem a diminuir o déficit transacional na Saúde. “Enquanto o Governo Federal negocia a instalação de fábricas no País com grandes fabricantes de equipamentos médico-hospitalares, podemos fornecer produtos e serviços em mecatrônica que ajudam a melhorar o desempenho, a produtividade e a eficiência dessas máquinas. São sistemas mecânicos, eletrônicos e de controle totalmente integrados e dotados de moderna tecnologia”, conta Paola Jimenez, gerente de Produtos em Mecatrônica.
Ao avaliar um robô impulsionado por motor, o consumo de energia do motor e do controlador devem ser medidos ao mesmo tempo que a velocidade é controlada através de um padrão de ações. A empresa que mostra como isso pode ser feito é a Yokogawa que emprega seu analisador de energia PZ4000. Por tempo indeterminado, este artigo completo estará disponível gratuitamente no portal http://www.mecatronicaatual.com.br/secoes/leitura/179. Aproveite!
Controle de Malha Aberta e em Malha Fechada são as duas formas básicas de Controle de Processos Industriais.Assim através dos sensores o sistema recebe a confirmação das ações dos atuadores. Veja a matéria em http://www.mecatronicaatual.com.br/secoes/leitura/
automação
Assim como bem definido no PMBOK, “um projeto é um esforço temporário em- preendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo”. Esta definição é muito feliz pois estabelece bem a fronteira de como um projeto deve ser concebido. Ou seja, o caráter temporário nos diz que todo projeto tem início e fim bem definidos. O fim será atingido assim que as entregas planejadas forem criadas. Temos, portanto, que o gerenciamento de projetos irá se preocupar com a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas para atender os requisitos necessá- rios para a criação das entregas. O PMBOK estabelece como boas práticas a integração dos processos de iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle e encerramento. Todos estes processos se aplicam à nove áreas de conhecimentos que são: Integração, Escopo, Tempo, Custos, Qualidade, Recursos Humanos, Comuni- cações, Riscos e Aquisições. Uma vez entendido o conceito de projeto, o seu caráter temporário e objetivo bem de- finido, podemos então avançar e coordenar vários projetos simultâneos com a finalidade de obtenção de um benefício maior, só atendido pelas entregas conjuntas de todos os projetos. Neste momento, estaremos atuando com o conceito de gerenciamento de programa. O gerenciamento de programa tem um contexto estratégico bastante definido, pois certamente, o agrupamento de quais projetos devem ser coordenados surge de uma visão corporativa, tipicamente através de um comitê estratégico ou Steering Committee. Um exemplo deste objetivo maior pode ser entendido, no nosso mundo da automação industrial, como os recentes lançamentos dos modernos sistemas de automação e controle, cujo valor é determinado pela operacionalização de todos os projetos de hardware e software operando de forma síncrona e coordenada, gerando um grande benefício para o usuário. Subindo um pouco mais no topo da hierarquia da corporação, nos deparamos com aspectos estratégicos que vão além de um sistema composto por vários projetos e programas. Para cumprir a missão e visão da empresa, muitas vezes existem outros programas e projetos que devem ser identifi- cados, categorizados, avaliados, selecionados,
De acordo com Schumpeter, a economia industrial evolui por meio da “destruição criadora”. Quando um conjunto de novas tecnologias encontra aplicação produtiva, as tecnologias tradicionais são “destruí- das”, isto é, deixam de criar produtos capazes de competir no mercado e acabam sendo abandonadas. Na fase inicial, ascendente, do ciclo, as novas tecnologias distinguem os empre- sários inovadores dos que continuam utilizando as tecnologias tradicionais. Os inovadores são “premiados” com elevadas taxas de lucros e erguem verdadeiros impérios empresariais. Na fase de esta- bilização, os lucros caem para patamares menores, pois a maior parte das empre- sas adotou o novo conjunto de tecno- priorizados e finalmente autorizados. Este alinhamento dos objetivos e da estratégia da corporação entra no campo do Geren- ciamento de Portfólio. É através desta ótica que se estabelece então um novo conceito de gerenciamento nas empresas ( figura 1 ).
A escolha do portfólio se dá através de vários momentos, sendo um deles no momento em que as áreas de Pesquisa e Desenvolvimento, Marketing, Comercial e outras da corporação visualizam uma oportunidade de mercado não atendida pelo atual portfólio disponível. Tipicamente, acontece uma análise crítica junto ao corpo estratégico da empresa com o objetivo de examinar possíveis soluções. Outra oportunidade que culminará com um novo portfólio se dá com a ferramenta Balanced Scorecard , onde os objetivos estratégicos serão submetidos à avaliações sob o prisma das áreas financeira, Marketing, Processos Internos e a área de Recursos Humanos. Um exemplo de Balanced Scorecard está demonstrado na tabela 1. Na maior parte das vezes surgirão ini- ciativas de produtos que serão enviados à equipe de projetos para pré-análise. Desta pré-análise é dimensionado o tamanho do projeto e/ou programa em questão e uma visão inicial do escopo aparece, muito embora ainda sem detalhamento. logias e a competição tornou-se mais acirrada. Finalmente, a fase descendente caracteriza-se por um excesso de oferta em relação à demanda. As tecnologias que inauguraram o ciclo tornaram-se, a essa altura, tradicionais. A queda acen- tuada dos lucros prenuncia mais uma ruptura na base técnica, que deflagrará novo ciclo. As ideias de Schumpeter permitem identificar os cinco ciclos - ou ondas - de inovação, das fábricas têxteis do século XVIII até a “era dos computadores” (veja a figura abaixo). Fonte: Magnoli, Demétrio e Araújo, Regina, Projeto de Ensino de Geogra- fia: natureza, tecnologia, sociedades. São Paulo, Moderna, prelo. T1. Exemplo de Balanced Scorecard. Ciclos ou Ondas de Inovação na Indústria, desde o século XVIII até os dias de hoje. Objetivos Estratégicos Indicadores Alvos Iniciativas Perspectiva Financeira Perspectiva Marketing Perspectiva Processos Internos Perspectiva Recursos Humanos
automação Nesta fase é bastante importante o ge- renciamento do portfólio, uma vez que uma decisão errada aqui, levará a um custo muito grande a partir de então, e espera-se como resultado um produto que corresponda as expectativas da área comercial. Um exemplo de portfólio possível para uma empresa de desenvolvimento de produtos de automação e controle aparece como na tabela 2. Neste modelo de gerenciamento, a ferramenta Balanced Scorecard será utilizada para a garantia do cumprimento dos indica- dores e métricas dos portfólios dos projetos.
Uma vez priorizados os itens do Portfólio, são então autorizados programas e projetos. Alguns projetos podem ser melhor gerencia- dos como programas, devido a quantidade de subprojetos. Um exemplo de programa para uma empresa de desenvolvimento de produtos de automação e controle, aparece como na tabela 3. No caso do ciclo de vida de um progra- ma, devemos atender o gerenciamento de resultados e benefícios. O ciclo de vida de um programa se divide tipicamente em cinco fases, separadas entre si por revisões de final de fase ( phase-gate reviews ). Ver figura 2. Na fase de Set-up do Programa, normal- mente será gerado um “ roadmap ” detalhado que irá direcionar o gerenciamento do programa e definir suas entregas principais. Os benefícios são gerados a partir da fase de Entrega de Benefícios incrementais, que é também a fase que consome a maior quantidade de recursos do programa. Uma atividade importante a ser desempenhada nesta fase é buscar garantir que atividades comuns e dependências entre projetos e outros programas no portfólio sejam coor- denadas. Esta função é desempenhada pelo Gerente de Programa em conjunto com os Gerentes de Projeto.
Como já foi dito, um projeto é mapeado nos processos de iniciação, planejamento, execução, monitoramento/controle e encerra- mento. Sempre que aplicável, é recomendado o desenvolvimento dos planos abrangendo as várias áreas de conhecimento, que são Inte- gração, Escopo, Tempo, Custos, Qualidade, RH, Comunicações, Riscos e Aquisições. Na fase de iniciação temos a declaração preliminar de escopo, na qual a empresa F1. Relacionamento dentro da corporação. Programa Sistema de Automação Industrial Missão ... Visão ... Valores ... Benefício 1 Sistema Nativo Fieldbus Foundation H1 e HSE Projeto 1 Sistema Configurador de estratégia Projeto 2 Módulo ethernet suportando HSE Projeto n Servidores OPC com plugin HSE Benefício 2 Suporte ao Protocolo Profibus DP e PA Projeto 1 Sistema Configurador de estratégia Projeto 2 Módulo ethernet suportando Profibus DP e PA Projeto n Servidores OPC com plugin SNMP para diagnóstico ... Benefício n Suporte ao Protocolo DeviceNet Projeto 1 Sistema Configurador de estratégia Projeto 2 Módulo ethernet suportando DeviceNet Projeto n Servidores OPC com suporte a Alarmes e Eventos Item Investimento necessário NPV (valor presente líquido) Payback Prioridade Transmissor de pressão Transmissor de temperatura Sistema de Monitoramento Controlador Programável Gestão de Ativos Sistema Wireless ... T3. Exemplo de Programa. T2. Exemplo de Portfólio.