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Trabalho de pesquisa sobre memória RAM, ROM e placa Mãe
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Seminário Hardware – Placa Mãe/ROM/RAM
O que é a Placa mãe? É um componente de hardware que liga todas as outras peças, fazendo a comunicação entre elas. O termo placa mãe se refere a uma placa de circuitos integrados que serve de base para incorporar os componentes de um computador. A placa mãe é caracterizada por ter ranhuras, encaixes e fendas que servem basicamente para que certos elementos como memórias, processadores e dispositivos de armazenamento possam ser integrados. A placa mãe está relacionada com a estrutura dos computadores. De fato, do ponto de vista lógico, o computador foi projetado para servir de interação entre uma unidade aritmética lógica e suas memórias. Assim, toda instrução é dada pela memória e armazenada pelo processador. Em contrapartida, tiveram componentes físicos diferentes e a necessidade de integrá-los através de uma estrutura. A placa mãe permite a troca dos componentes de um computador quando os mesmos se tornem obsoletos ou quebrem. Assim, é possível a troca de peças sem modificar todo o equipamento. A própria placa mãe é uma peça a ser trocada. Este tipo de circunstância beneficiou em boa parte sua estrutura na hora de ser aceita no mercado. Assim, o fato de manter um computador sobre o eixo de uma placa mãe se transformou em um padrão que ainda é mantido. As placas mãe estão presas a evolução de outros Hardwares. Quando é lançado um novo processador, dificilmente este processador será compatível com uma placa anterior, mesmo se esta for nova. Estes problemas de compatibilidade, juntado ao problema de algumas placas não aceitarem processadores de outras empresas, faz com que seja necessário trocar, algumas vezes, o computador inteiro. Ainda tem melhorias nos pentes de memória, HD’s leitores, gravadores e placa de vídeo.
O Chipset é um componente fundamental para o funcionamento do PC. O nome se refere a um conjunto de circuitos integrados que são responsáveis por fazer com que todos os
componentes do computador, desde o disco rígido até o processador, possam trocar informações e assim realizar as tarefas que exigimos deles. O chipset é dividido em dois componentes principais: ponte norte (northbridge) e ponte sul (southbridge). A ponte norte fica responsável por controlar todos os componentes rápidos do computador, como processador, placa de vídeo (AGP e PCI Express) e memória RAM, fazendo com que eles solicitem informações do disco rígido (que está na ponte sul), as carregue na memória e dívida o que será processado entre a CPU e a placa de vídeo, determinando qual será o desempenho final do computador. A ponte sul fica responsável pelos componentes lentos do PC, também conhecidos como dispositivos de E/S (entrada/saída), o que inclui os discos rígidos (SATA e IDE), portas USB, paralela e PS/2 (utilizada em teclados e mouses antigos), slots PCI e ISA (padrão da IBM, hoje em desuso). BIOS A BIOS (Basic Input/Output System no português Sistema Básico de Entrada/Saída) é um aplicativo destinado a realizar algumas tarefas básicas no momento em que o computador é
memórias, o processador e grande parte dos dispositivos conectados aos slots, mas as unidades de DVD e CD, HDs, cooler, etc. necessitam da energia da fonte de alimentação. Barramentos Barramentos são vias de comunicação ou padrões por onde transitam as informações utilizados para interconectar os diversos dispositivos em um computador (processador e a memória, placa-mãe e componentes do computador). O tipo do barramento vai depender do tipo de ligação desses dispositivos ao computador. Eles podem estar localizados na própria placa-mãe dos computadores (on board), são encaixes (conectores) ou barramentos internos e cada slot possui um barramento específico. Ex.: ISA, PCI, SCSI, IDE, AGP, entre outros. Eles também podem estar no gabinete do computador, geralmente na parte de trás dele e são chamados de 'portas' ou barramentos externos. Para que os periféricos possam usar os barramentos, é necessário que cada placa (de vídeo, de som, modem, etc) seja compatível com um determinado tipo de barramento. O grande ganho obtido com esses barramentos é a padronização, visto que sendo o conector compatível a placa de qualquer fornecedor poderá ser instalada nos barramentos de seu computador. Barramento ISA: Industry Standard Architecture O barramento ISA é muito utilizado para placas de expansão, ou seja, componentes do computador que tenham o formato de placa, como por exemplo: placa de som, placa de rede, placa de vídeo, modem, etc. Ele era utilizado pelos computadores da IBM, sendo um dois mais antigos, em desuso. Barramento PCI: Peripheral Component Interconnect O barramento PCI é muito utilizado para placas de expansão, assim como o ISA. Ele surgiu no mercado para substituir o barramento ISA e utiliza a tecnologia "Plug and Play" (recurso que permite que uma placa instalada num slot seja automaticamente reconhecida), o que facilitou muito no momento de instalar novos equipamentos no computador. Uma das características do PCI é que ele é compartilhado por todos os dispositivos conectados, então a taxa real de transferência vai depender da quantidade de equipamentos do computador que utilizam o barramento. Barramento AGP: Accelerated Graphics Port O barramento AGP é utilizado somente para placas de vídeo e também usa a tecnologia “Plug and Play”. Antes as placas de vídeo geralmente eram instaladas em barramento PCI, hoje nos computadores mais modernos é utilizado esse barramento. Desta forma, há um barramento dedicado para a placa de vídeo, o que permite, por exemplo, melhorar aplicações 3D. Outra característica é que o barramento AGP reserva uma quantidade maior de memória para armazenamento de texturas para objetos tridimensionais, além de conseguir acessar essas texturas em alta velocidade. Barramento IDE: Intergrated Drive Electronics O barramento IDE é utilizado para unidades de armazenamento internas, tais como discos rígidos, cd's, gravadores de CD, unidades de DVD, etc.
Além desses, existem outros barramentos utilizados para várias finalidades para conectar o microprocessador, entradas USB, etc.
Placa Mãe Off-Board Não possui periféricos integrados, sendo necessário o usuário comprar tudo separadamente. A grande desvantagem desta placa é que no final sai mais caro, pois você tem livre arbítrio para comprar periféricos da melhor qualidade e da melhor marca, por um outro lado, a principal vantagem será seu desempenho que evidentemente será superior, pois, os componentes funcionarão independentemente da placa mãe. Placas-mãe off-board possuem vários slots de expansão, isto é, encaixes para diversas placas off-board. Evolução “AT” - AT é a sigla para (Advanced Technology). Trata-se de um tipo de placa-mãe já antiga. Seu uso foi constante de 1983 até 1996. O espaço interno é reduzido, que com a instalação dos vários cabos do computador, dificultavam a circulação de ar. Com o padrão AT, é necessário desligar o computador pelo sistema operacional, aguardar um aviso de que o computador já pode ser desligado e clicar no botão "Power" presente na parte frontal da torre. Isso se deve a uma limitação das fontes AT, que não foram projetadas para fazer uso do recurso de desligamento automático. Os modelos AT geralmente são encontrados com slots ISA, EISA, VESA nos primeiros modelos e, ISA e PCI nos mais novos AT. Posição dos slots de memória RAM e soquete de CPU sempre em uma mesma região na placa-mãe, mesmo quando placas de fabricantes diferentes. Nas placas AT são comuns os slots de memória SIMM ou SDRAM, podendo vir com mais de um dos padrões na mesma placa-mãe. “ATX” - ATX é a sigla para (Advanced Technology Extended). Pelo nome, é possível notar que se trata do padrão AT aperfeiçoado. Um dos principais desenvolvedores do ATX foi a Intel. O objetivo do ATX foi de solucionar os problemas do padrão AT (citados anteriormente), o padrão apresenta uma série de melhorias em relação ao anterior. Atualmente a maioria dos
computadores novos vêm baseados neste padrão. Entre as principais características do ATX, estão: O maior espaço interno, proporcionando uma ventilação adequada; Conectores de teclado e rato no formato mini-DIN PS/2 (conectores menores); Conectores serial e paralelo ligados directamente na placa-mãe, sem a necessidade de cabos. Nestas placas serão encontrados slots de memória SDRAM, Rambus, DDR, DDR2 ou DDR3, podendo vir com mais de um dos padrões na mesma placa-mãe. Geralmente os slots de expansão mais encontrados são os PCI, AGP, AMR/CNR e PCI-Express. As placas mais novas vêm com entrada na própria placa-mãe para padrões de disco rígido IDE, Serial ATA ou Serial ATA II. Gerenciamento de energia quando desligado o micro, suporta o uso do comando "shutdown", que permite o desligamento automático. “BTX” - BTX é um formato de motherboards criado pela Intel e lançado em 2003 para substituir o formato ATX. O objectivo do BTX foi optimizar o desempenho do sistema e melhorar a ventilação interna. Actualmente, o desenvolvimento desse padrão está parado. “LPX” - Formato de placas-mãe usado por alguns PCs "de marca" como por exemplo Compaq. Seu principal diferencial é não ter slots. Os slots estão localizados em uma placa a parte, também chamada "backplane", que é encaixada à placa-mãe através de um conector especial. Seu tamanho padrão é de 22 cm x 33 cm. Existe ainda um padrão menor, chamado Mini LPX, que mede 25,4 cm x 21,8 cm. Esse padrão foi criado para permitir PCs mais "finos", já que as placas de expansão em vez de ficarem perpendiculares à placa-mãe, como é o normal, ficam paralelas. “ITX” - É um padrão de placa-mãe criado em 2001 pela VIA Technologies. Destinada a computadores altamente integrados e compactados, com a filosofia de oferecer não o computador mais rápido do mercado, mas sim o mais barato, já que na maioria das vezes as pessoas usam um computador para poder navegar na Internet e editar textos. A intenção da placa-mãe ITX é ter tudo on-board, ou seja, vídeo, áudio, modem e rede integrados na placa-mãe.Outra diferença dessa placa-mãe está em sua fonte de alimentação. Como possui menos periféricos, reduzindo assim o consumo de energia, sua fonte de
Seminário Hardware – Placa Mãe/ROM/RAM
Memória RAM A memória RAM (Random Access Memory - Memória de Acesso Aleatório) é um hardware de armazenamento randômico e volátil de memória. Isto significa que esta peça armazena dados de programas em execução enquanto o computador está ligado. (Diferentemente da memória do HD, a RAM não armazena conteúdos permanentemente). A memória RAM é de acesso rápido, ou seja, é essencial para acompanhar a velocidade do processador. Este tipo de memória recebe as informações do HD, e as armazena temporariamente, disponibilizando este conteúdo ao processador. Seria muito mais lenta a execução de um programa caso o processador tivesse que procurar os dados diretamente do HD. Atualmente, notebooks e PCs básicos costumam vir com 2 GB de RAM. É um valor adequado para rodar o Windows 7 e alguns programas básicos. Quem quiser um desempenho melhor deve optar por um computador com 4 GB ou mais de memória RAM. É responsável, no entanto, pela leitura dos conteúdos quando requeridos. Ou seja, de forma não-sequencial, por isso, a nomenclatura em inglês de Random Access Memory (Memória de Acesso Aleatório). Falaremos sobre as principais diferenças entre os padrões, vamos saber algumas novidades que devem aparecer no mundo das memórias num futuro próximo. Enquanto você lê, não precisa fechar os demais aplicativos, pois a memória do seu computador vai continuar armazenando os dados enquanto você desfruta de toda a informação deste texto. Exemplo de memória gravável de acesso aleatório volátil : Módulos Synchronous Dynamic RAM, usada principalmente como memória principal em computadores pessoais, workstations e servidores.
A história: Desde os primeiros computadores, como o UNIVAC, aquela máquina enorme criada na década de 50, já se utilizava memória RAM, que logicamente não era a mesma que a que conhecemos nos dias de hoje. O UNIVAC marcou a mudança de utilização de grandes válvulas usando então várias pilhas de cartões de memória em módulos, que formava a memória ferrite. As memórias de ferrite eram compostas de pequenas “rosquinhas” magnéticas onde pequenos fios de cobre se entrelaçam, formando uma rede protegida por chapas metálicas. A pequena “rosca” se magnetiza por impulsos elétricos, sinalizando “on” ou “off” - também chamados de 0 e 1 dos números binários que os computadores precisam realizar seus cálculos (até os dias de hoje). Existiam apenas 1024 dessas "rosquinhas" em cada memória, já que elas representavam um bit de informação cada uma. As memórias de ferrite eram utilizadas juntamente com os conhecidos cartões perfurados de Herman Hollerith. O UNIVAC possuía 8 níveis de memória ferrite dentro de um stack (“Os stacks eram grandes caixas onde eram encaixadas as memórias, eram feitos à mão, custavam cerca de 6.000 dólares, e era usada para compactar os computadores”), que forneciam, portanto, 8bytes de memória. Em cada memória dessas, havia 1024 'rosquinhas' o que significa 1Kbyte. Em 1976 praticamente todos os computadores usavam essa tecnologia, inclusive a IBM que começou a comercializar o IBM 705 que possuía 20Kbytes de memória. Nesta época, pequenas quantidades de bytes eram armazenadas em válvulas a vácuo para que cálculos matemáticos bem simples fossem efetuados nos computadores de então. Com o advento do circuito impresso as memórias tiveram um grande avanço que perdura até hoje, tanto em capacidade de armazenamento como na velocidade de acesso aos dados. Nas décadas de 1980 e 1990 o termo memória era mais usado para identificar um tipo específico de memória, a famosa RAM. UNIVAC, primeiro computador a utilizar as memórias de ferrite Para simplificar a lógica por trás da função da memória RAM, é possível fazer uma analogia com uma mesa de estudos, onde se reúne todo o material necessário para realizar os deveres de casa: como canetas, lápis, caderno e livros. Os materiais seriam os arquivos e a memória RAM, a mesa, onde tudo se reúne e o trabalho é feito. Sendo assim, a memória RAM pode ser entendida como um espaço temporário de trabalho, pois, após a tarefa ser realizada, os arquivos (material de estudos) são retirados da memória (mesa) e mantidos no HD (armário).
Isso acontece porque o CPU não dá conta de processar os dados na mesma velocidade que estes são enviados. Fato que explica a presença de memória nos processadores mais modernos, a memória cache, a qual armazena os dados mais acessados, encurtando o processo e acelerando a leitura dos dados. A capacidade de uma memória é medida em Bytes, Kilobyte (1 KB = 1024 ou 210 Bytes), Megabyte (1 MB = 1024 KB ou 220 Bytes), Gigabyte (1 GB = 1024 MB ou 230 Bytes) e Terabyte (1 TB = 1024GB ou 2 40 Bytes). Desempenho: Muitos sistemas não têm a memória necessária para executar certos aplicativos, jogos e programas. É possível dizer que um dos motivos para isso é a baixa quantidade de memória RAM. O número de informações que o programa exige que sejam acessadas ao mesmo tempo do HD não é suportada pela configuração e o sistema fica lento. Vale ressaltar, no entanto, que há muitos outros fatores que podem implicar nessa velocidade, dentre eles a velocidade do processador e da placa de vídeo, os quais possuem suas próprias memórias também. Caso da memória Cache, explicada acima. Existem dois tipos básicos de memórias RAM. DRAM O mais barato e comum deles é a DRAM ou memória dinâmica de acesso aleatório. Nesse tipo, um transistor e um capacitor unem-se para formar uma célula de memória, que é responsável por um bit de dados. Enquanto o capacitor conserva o bit de informação, o transistor age como um controle, que permite ao chip ler o capacitor ou mudar seu estado. A DRAM costuma ser uma memória mais lenta, pois passa por um processo de refrescamento dos dados, o que leva tempo e deixa a memória lenta.
SRAM O segundo tipo é o SRAM ou, memória estática de acesso aleatório. Essa possui um circuito em uma forma conhecida como Flip-flop, que contém quatro ou seis transistores e fios. A vantagem desse tipo é que não há necessidade de ser refrescada. Sendo assim, é mais rápida que o primeiro tipo. No entanto, ocupa também bem mais espaço em um chip que uma célula de memória dinâmica. O que resulta na menor quantidade de memória que se pode ter por chip, fazendo da SRAM um componente bem mais caro. Dual-Channel e Triple-Channel Dual Channel (Foto: Divulgação) As memórias têm evoluído muito e agregado cada vez mais funcionalidades para aplicarem suas capacidades e o Dual Channel é uma delas. A característica dá a possibilidade do chipset ou o processador de comunicarem-se com duas vias de memória ao mesmo tempo. O resultado é o fornecimento do dobro de largura de dados do barramento. Apesar das constantes evoluções no padrão DDR, as memórias nunca conseguiram atingir a mesma velocidade das CPUs. Isso forçou as principais empresas de informática a apelarem para um truque que possibilitaria o aumento do desempenho geral da máquina. Conhecido como Dual-Channel (Canal Duplo), o novo recurso possibilitou o aumento em duas vezes na velocidade entre a memória e o controlador. A tecnologia Dual-Channel depende simplesmente de uma placa-mãe ou um processador que tenha um controlador capaz de trabalhar com o dobro de largura do barramento. Isso significa que a memória utilizada não precisa ser diferente, sendo que a grande diferença está no controlador, que deve ser capaz de trabalhar com 128 bits, em vez dos costumeiros 64 bits das memórias DDR.
As Memórias Alternativas : É o caso do Playstation 3 que aderiu à linha de memórias XDR DRAM. O padrão XDR é como se fosse um sucessor das antigas memórias baseadas no RIMM (também conhecida como memória Rambus DRAM). Memórias dedicadas as placas gráficas : As principais são do padrão GDDR, variando entre a primeira geração e a quinta – a GDDR5. As memórias GDDR têm algumas semelhanças com os padrões DDR, mas diferem em alguns aspectos, incluindo as frequências. Radeon HD 6990 com memória GDDR5 (Fonte da imagem: Divulgação/ASUS) Antigamente foram usadas memórias do tipo VRAM e WRAM para armazenar dados gráficos. Atualmente, as memórias são do tipo SGRAM (RAM de sincronia gráfica). Todas elas são baseadas na memória RAM, mas têm certas diferenças. Disco rígido (HD): Os discos rígidos são um tipo de memória que tem como principal função armazenar grandes quantidades de dados. São neles que geralmente estão localizados seus documentos, vídeos caseiros, fotos, músicas baixadas da internet e aplicativos/jogos instalados no computador. Atualmente, notebooks básicos costumam ter discos com cerca de 300 GB (igual a 300. MB) de espaço. Com esse espaço, dá pra guardar com folga milhares de músicas, que costumam ter por volta de 5 MB. No caso dos arquivos de vídeo, um arquivo de um filme de duas horas pode ter 1 GB ou mais, dependendo da qualidade. Para funcionar, um HD usa uma agulha para gravar dados no disco magnético. A velocidade de gravação na maioria dos HDs do mercado está entre 5.400 e 7.200 RPM (rotações por minuto). Além da memória para armazenamento, os discos rígidos também possuem uma memória de acesso rápido, para informações muito solicitadas pelo sistema. Ela é chamada de buffer e costuma ter 16 MB. Na hora de adquirir um HD, dê preferência sempre aos com maior velocidade de rotação ( RPM). Caso o vendedor tenha somente os mais lentos (5400 RPM), opte por um modelo que tenha um buffer maior, mesmo que a capacidade de armazenamento seja um pouco menor (por, exemplo, 250 GB com 16 MB de buffer em vez de 320 GB com 4 MB), principalmente se for o disco rígido onde o sistema operacional será instalado.
Atualmente já existem discos rígidos híbridos, que de forma inteligente colocam os arquivos mais acessados numa memória Flash integrada que simula um SSD (por exemplo, o Seagate Momentus XT 750GB + 8GB). SSD (Solid State Drive): Muitos notebooks mais modernos, incluindo vários modelos de ultrabooks, começam a substituir HDs convencionais por memórias do tipo SSD (Solid State Disk). Na prática, esse tipo de memória funciona como um pen drive, e não tem partes móveis. Essa característica resulta em um acesso mais veloz à memória, além de maior resistência a quedas e trepidações. A única desvantagem no momento é o custo, já que o valor por megabyte ainda é muito mais alto que o de um disco rígido tradicional. Contudo, esta diferença de preço tende a cair rapidamente nos próximos anos. Memória Flash: É o tipo de memória usado em pen drives e cartões de memória para celulares, câmeras digitais e tablets. Os formatos mais populares em cartões de memória são SD (Secure Digital), Compact Flash, SmartMedia, e MemoryStick. A memória Flash pode atuar como um disco rígido ou como uma memória RAM. Assim, em algumas situações ela é usada para armazenar grande quantidade de dados, enquanto em outros casos é usada para acelerar o sistema. A memória Flash tem como características principais não ser volátil (ou seja, o conteúdo não é apagado automaticamente), ser regravável e de estado sólido (sem partes móveis). Mídias ópticas: Todas as mídias ópticas (gravadores de CD/DVD e Blu-ray) também são consideradas um tipo de memória, já que é possível guardar e ler dados. A capacidade de armazenamento varia de 650MB (CDs convencionais) até 128 GB (Blu-ray BDXL). A velocidade de acesso e gravação deste tipo de memória é bem lenta se comparado a outros tipos de memória. E, com o barateamento dos HDs e a popularização dos serviços em nuvem, a mídias óptica vem perdendo espaço para guardar grandes quantidades de dados. No entanto seu baixo custo de produção ainda é um grande atrativo para que ela permaneça no mercado. ROM (Read-only memory): Esse tipo de memória é usado principalmente em cartuchos de jogos para videogames portáteis, como o Nintendo 3DS. Nos anos 1980 e 1990 a memória ROM era usada também em videogames de mesa, como Atari, NES e Super NES. Mas foi gradualmente substituída por CDs, DVDs e discos Blu-ray. Estas se diferenciam na forma de como os dados podem ser alterados. A primeira pode ser alterada apenas por remoção física e colocação do chip num dispositivo especial de leitura/gravação.
Seminário Hardware – Placa Mãe/ROM/RAM
A memória somente de leitura ou ROM (read-only memory) é um tipo de memória que permite apenas a leitura, ou seja, as suas informações são gravadas pelo fabricante uma única vez e após isso não podem ser alteradas ou apagadas, somente acessadas. São memórias cujo conteúdo é gravado permanentemente. Uma memória somente de leitura propriamente dita vem com seu conteúdo gravado durante a fabricação. Atualmente, o termo Memória ROM é usado informalmente para indicar uma gama de tipos de memória que são usadas apenas para a leitura na operação principal de dispositivos eletrônicos digitais, mas possivelmente podem ser escritas por meio de mecanismos especiais. Este tipo de memória permite armazenar os dados necessários para a inicialização do computador. Na verdade, estas informações não podem ser armazenadas no disco rígido, já que os parâmetros do disco (essenciais para a inicialização) fazem parte destes dados e são vitais para o arranque. O termo ROM, serve para diferenciar uma memória que só pode ser lida, e nunca escrita, de uma que tem caráter randômico: permite que dados sejam escritos, lidos e apagados sem problemas. ROM é uma sigla no inglês para “memória somente de leitura”. Portanto, surgiu como forma de diferenciar da RAM, que por sua vez, refere-se à “memória de acesso randômico”.
A Bios é um Software que está na ROM.
Mas para que um computador precisava de uma memória que não poderia ser apagada ou escrita? Na verdade, eles ainda precisam. Um bom exemplo de memória ROM é a BIOS do seu computador. A BIOS é um chip que carrega as configurações mais básicas do sistema antes de inicializar o sistema operacional propriamente dito. Ela verifica se a data e hora estão certas, se a ventoinha do processador está operando, se os diversos periféricos e controladores estão recebendo tensão, bem como se as memórias RAM estão prontas para trabalhar para, enfim, "chamar" o HD que acordará o sistema operacional. Essas instruções e regulagens estão escritas em um software que, em última análise, é a ROM em si. É esta analogia, do software embutido em um dispositivo, que estende o conceito de ROM para diversos outros aparelhos e sistemas. Como os emuladores. Emuladores de consoles antigos rodam o mesmo software que foi um dia embutido no cartucho, ou disco ótico, do game – é por isso que chamam o arquivo do jogo de ROM. O que se faz é extrair esse software para rodar em um computador ou celular. A aplicação do termo acabou distorcendo um pouco a noção de “memória que só pode ser acessada e lida, mas não alterada”. Existem hoje diversos tipos de aplicações para ROMs, e alguns deles permitem que dados sejam alterados. Mask-ROM: As primeiras ROMs a serem desenvolvidas são as chamadas Mask-ROM, e são nada mais do que circuitos integrados que guardam o software ou os dados gravados durante a sua criação. Podemos compará-las com os CD-ROMs: o usuário acessa aquilo que comprou e não pode gravar outros dados na mídia ou chip. PROM (Programmable Read-Only Memory): Esse é um dos primeiros tipos de memória ROM. A gravação de dados neste tipo é realizada por meio de aparelhos que trabalham através de uma reação física com elementos elétricos. Uma vez que isso ocorre, os dados gravados na memória PROM não podem ser apagados ou alterados.