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memorial de calculo de uma casa térrea
Tipologia: Exercícios
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O presente trabalho apresenta o projeto hidrossanitário e memorial de cálculo de uma edificação residencial de 115,00 m². O projeto foi executado atendendo ás exigências das normas ABNT: NBR- 5626/28- Instalação Predial de Água Fria, NBR – 7198/93- Projeto e Execução de instalação de água quente, NBR-8160/98 - Sistemas Prediais de Esgoto Sanitário - Projeto e Execução. Planta baixa do projeto Cortes Isométrico
O projeto define um sistema de distribuição direta a partir de reservatório elevado. O Barrilete de distribuição de água fria parte dos reservatórios e caminha sobre a laje até as colunas de distribuição (AF). 2.1- Cálculos do Consumo Diário Residência multifamiliar térrea com 3 dormitórios 2 pessoas por dormitório CD = 150l/ dia x 5 =750 l/ dia Consumo Diário = 750 litros dia 2.2- Dimensionamento dos Reservatórios Consumo diário = 750 l/dia Reserva para 2 dias 750 × 2 = 1500 litros 2.3- Dimensionamento da vazão e peso dos pontos de utilização Para determinar os pesos e vazões de cada peça sanitária do projeto foi utilizada a tabela da NBR 5626/98. Tabela 1 – Vazão e peso dos pontos de utilização
resultado está sintetizado na tabela 2 abaixo: Tabela 2 – Vazão e peso dos pontos de utilização Peça sanitária Vazão mínima (l/s) Peso Cota do Sub- ramal Pressão requerida (kPa) Chuveiro elétrico 0,20 0,40 2,00 10, Ducha higiênica 0,20 0,40 0,30 10, Vaso sanitário com caixa de descarga
Lavatório 0,15 0,30 0,60 5, Pia 0,25 0,70 1,00 10, Tanque 0,25 0,70 0,90 10, A partir disso, foi possível dimensionar o diâmetro mínimo para os sub- ramais. A velocidade da instalação não deve ficar acima de 3,0 m/s, o diâmetro mínimo é determinado pela seguinte expressão: D =
V. π Onde: D é o diâmetro da tubulação (m); v é a velocidade (m/s); Q é a vazão do ponto de utilização (m³/s).
Aplicando a tabela, foi utilizado a secção 25 mm de (diâmetro externo) ou 3/4” de (diâmetro interno). 2.4- Dimensionamento do peso nos demais trechos Já determinado os pesos nos trechos conectados ás peças sanitária, o próximo passo foi determinar os pesos dos demais trechos restante da instalação. Mas antes disso foi preciso dividir a instalação em vários trechos, assim os trechos começam e terminam sempre que houver mudança de vazão ou diâmetro. A. Banheiro social e banheiro Suíte TRECHO G Esse trecho está diretamente ligado ao chuveiro elétrico, logo seu peso corresponderá ao peso da peça, que é 0, TRECHO F Esse trecho também está ligado a uma peças, logo seu peso correspondera ao peso da ducha higiênica, que é 0, TRECHO E Esse trecho está ligado aos trechos anteriores, logo seu peso corresponderá á soma dos pesos dos trechos conectados a ele que é 0,40 + 0,40 = 0, TRECHO D Esse trecho está ligados aos trechos D e E, logo seu peso corresponderá á soma dos pesos desses trecho, que é 0,8 + 0, 30 = 1, TRECHO C Esse trecho está ligado ao trecho B, logo seu peso corresponderá a soma dos pesos 1, TRECHO B Esse trecho está ligado ao trecho A , logo seu peso corresponderá a soma dos pesos 1, TRECHO A Esse trecho está ligado aos trechos B e C, logo seu peso corresponderá à soma dos pesos desses trecho, é de 1,1. Sabendo disso, a vazão em cada trecho restante é, então, estimada pela fórmula abaixo: Q = 0,3√∑ P Desse modo temos :
Q A= 0,3 (^) √1,1 = 0,31 l/s Q E= 0,3 (^) √0,8 = 0,27 l/s Q G = 0,3√0,40 = 0,19 l/s Verificar a velocidade nos trechos Sabendo que a velocidade máxima permitida conforme norma é de 3,0 m/s. Foi preciso verificar se a velocidade em todos os trechos é atendida pela expressão abaixo, lembrando que o diâmetro adotado será o interno: V=
π. D 2 VA = 4.^ ¿^ ¿^ = 1,43 m/s VB= 4.^ ¿^ ¿^ = 2,93 m/s VC= 4.^ ¿^ ¿^ = 2,93 m/s VD= 4.^ ¿^ ¿^ = 1,38m/s VE= 4.^ ¿^ ¿^ = 1,24 m/s VF= 4.^ ¿^ ¿^ = 1,84 m/s VF= 4.^ ¿^ ¿^ = 8,78 m/s Portanto, todos os trechos atendem à velocidade máxima com o diâmetro de 3/4″. Dimensionamento da perda de carga distribuída De acordo com a NBR 5626/98, para tubos lisos, a perda de carga distribuída pode ser calculada pela seguinte expressão:
6
1,
−4,
6
1,
−4,
6
1,
−4,
A perda de carga total foi determinada pelo produto entre a perda de carga distribuída e o comprimento equivalente de cada trecho, já considerando a perda de carga localizada. Desse modo, temos: ∆ H (^) A = 0,93. 3,70 = 3,44 kPa ∆ H (^) B = 0,12. 2,2 = 0,27 kPa ∆ HC = 0,12. 3,80 = 0,45 kPa ∆ H (^) D = 0,27. 2,65= 0,71 kPa ∆ H (^) E = 0,73. 1,25= 0,91 kPa ∆ H (^) F = 0,44. 1,60= 0,70 kPa ∆ HG = 0,40. 3,16= 1,26 kPa A tabela abaixo, foi retirada da NBR 5626/98, previamente preenchida com os dados das etapas anteriores.