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Metabolismo Intermediário: Introdução, Catabolismo, Anabolismo, Notas de estudo de Odontologia

O metabolismo intermediário é o processo pelos quais os componentes da dieta são transformados após a digestão e absorção. Uma introdução geral ao metabolismo intermediário, dividido em catabolismo e anabolismo, com ênfase na glicólise e no ciclo do ácido cítrico. As células podem ser classificadas como autotróficas ou heterotróficas, fototróficas ou quimiotróficas, e os ciclos metabólicos podem ser divididos em duas etapas: catabolismo e anabolismo. A glicólise é a principal via de utilização da glicose e ocorre em todas as células, sendo a etapa inicial do ciclo do ácido cítrico em organismos aeróbicos.

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 22/03/2011

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marina-carvalho-victor-3 🇧🇷

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METABOLISMO INTERMEDIÁRIO
- Introdução
O destino dos componentes da dieta após a digestão e absorção
constituem o metabolismo intermediário. As células podem ser:
classificadas quanto:
- utilização do carbono
autotróficos: CO2
heterotróficos: carbono na forma reduzida
- fonte de energia
fototróficos:luz
quimiotróficos: energia das reações de oxi-redução
Os ciclos metabólicos podem ser divididos em duas etapas:
- Catabolismo (fase degradativa / exergônica): Envolve processos
oxidativos que liberam a energia das moléculas nutrientes na forma de
fosfato de alta energia, o ATP (adenosina-trifosfato - molécula
transferidora de energia). Ex: cadeia respiratória e fosforilação
oxidativa
- Anabolismo (fase biossintética / endergônica): Envolve processos
de síntese de compostos constituintes da estrutura do organismo. A
energia necessária para a realização destes processos é fornecida
pelos ATPs gerados no catabolismo.
As duas etapas acima ocorrem simultaneamente mas são reguladas
de forma independente. São processos opostos mas não exatamente
inversos porque a reversibilidade causa perda de energia (diminui a
eficiência), e a regulação de uma via (sentido) não seria possível sem
a outra.
Cada via ajusta as suas velocidades de acordo com as necessidades
do momento, obedecendo sempre ao princípio da economia máxima.
A oxidação dos nutrientes é feita na velocidade exatamente necessária
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METABOLISMO INTERMEDIÁRIO

- Introdução O destino dos componentes da dieta após a digestão e absorção constituem o metabolismo intermediário. As células podem ser: classificadas quanto:

  • utilização do carbono autotróficos : CO (^2) heterotróficos : carbono na forma reduzida
  • fonte de energia fototróficos : luz quimiotróficos : energia das reações de oxi-redução

Os ciclos metabólicos podem ser divididos em duas etapas:

  • Catabolismo (fase degradativa / exergônica): Envolve processos oxidativos que liberam a energia das moléculas nutrientes na forma de fosfato de alta energia, o ATP (adenosina-trifosfato - molécula transferidora de energia). Ex: cadeia respiratória e fosforilação oxidativa
  • Anabolismo (fase biossintética / endergônica): Envolve processos de síntese de compostos constituintes da estrutura do organismo. A energia necessária para a realização destes processos é fornecida pelos ATPs gerados no catabolismo. As duas etapas acima ocorrem simultaneamente mas são reguladas de forma independente. São processos opostos mas não exatamente inversos porque a reversibilidade causa perda de energia (diminui a eficiência), e a regulação de uma via (sentido) não seria possível sem a outra. Cada via ajusta as suas velocidades de acordo com as necessidades do momento, obedecendo sempre ao princípio da economia máxima. A oxidação dos nutrientes é feita na velocidade exatamente necessária

para suprir o requerimento de energia daquele dado instante. Os processos endergônicos são mantidos por reações exergônicas acopladas a ela (ex. glicose).

- Glicólise

Há uma necessidade mínima de glicose para todos os tecidos (em alguns casos, essa necessidade é primordial). A glicólise é a principal via de utilização da glicose e ocorre em todas as células. É uma via singular desde que pode utilizar, se disponível, o oxigênio (em aerobiose) ou pode funcionar na ausência de oxigênio (em anaerobiose).

A glicólise é uma seqüência de reações que convertem glicose em piruvato com concomitante produção de ATP. Ocorre no citosol e é de grande importância pois degrada glicose (frutose e galactose também) para gerar energia, fornece esqueletos carbônicos para as biossínteses e é o prelúdio para o ciclo do ácido cítrico e da cadeia respiratória em organismos aeróbicos.

As reações da glicólise são as mesmas tanto na presença quanto na ausência de oxigênio, exceto na extensão e nos produtos finais. Sob condições anaeróbicas, para fornecer uma certa quantidade de energia, mais glicose deve sofrer glicólise em comparação com as condições aeróbicas.

- Ciclo do Ácido Cítrico

O ciclo do ácido cítrico (ou ciclo de Krebs) consiste de uma série de reações, localizadas na mitocôndria, que acarretam o catabolismo de resíduos acetil, liberando a maior parte da energia livre dos combustíveis tissulares. Os resíduos de acetil estão na forma de acetil-CoA, um éster da coenzima A.

A principal função do ciclo do ácido cítrico é atuar como via final comum da oxidação dos diferentes nutrientes (servindo também como fonte dos blocos de construção nas biossínteses), visto que a glicose, os ácidos graxos e muitos aminoácidos são metabolizados à acetil- CoA ou a intermediários do ciclo.

Em muitos tecidos, onde a função primária do ciclo do ácido cítrico é fornecer energia, o controle respiratório através da cadeia respiratória e da fosforilação oxidativa talvez seja o mais importante para a atividade do ciclo do ácido cítrico. Assim, a atividade é dependente do