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Resumo com tipos de microrganismos, patogenia bacteriana, anexos bacterianos, coloração GRAM, flora e microbioma, vírus influenza, dengue, zika e chicungunha, cocos gram positivos e pneumococos. Elaborado para 1 bimestre de microbiologia de faculdade de medicina
Tipologia: Resumos
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1º SEMESTRE | 3º período MICROBIOLOGIA Os vírus costumam causar mais doenças que bactérias, porém as doenças bacterianas costumam ser mais graves. As viroses não possuem medicamentos específicos, cabendo ao sistema imunológico combater o microorganismo. Em algumas situações, a presença da bactéria indica a presença da doença, em outros casos não. Há maior risco em crianças e idosos Formatos das bactérias
1º SEMESTRE | 3º período Vírus: necessariamente intracelular (em espaço extracelular é fagocitado e morto), todos vírus possuem capsídeo e material genético (DNA ou RNA). Alguns além de capsídeo possuem envelope viral com espículas/spikes de proteínas (influenza, HIV, sars cov 2, hepatite) que se ligam a receptores de diferentes células (chave fechadura) Ele entra no citoplasma das células e utiliza sua maquinaria para se reproduzir. As várias células doentes causam um tecido doente e inflamado, que levam aos sintomas. O sistema imunológico é mais eficiente contra o vírus , sendo boa parte dos tratamentos sintomáticos, mas ainda há medicamentos em casos em que o sistema não é eficiente. não vê por MO → HPV não possui envelope → polipo não tem envelope ????? → Herpes vírus não tem envelope → Ebola: falta de investimento, pois só afeta a áfrica. É um parasita ruim, pois mata rápido e não dá tempo de transmitir → HIV infecta linfócitos TCD4 e é citolítico → sintomatologia de infecção viral é pelo sistema imunológico (dor, febre, mal estar) Oncogênicos: HPV de alto risco + vírus de hepatite que infecta hepatócitos e os transformam em células tumorais Bactérias: seres usualmente extracelulares, procariontes, presente no tecido frouxo (derme). Entram por orifícios de pele rompida e se multiplicam muito rapidamente. Foi descoberta por Robert Koch, que identificou a causa da tuberculose. Necessita de medicamento para tratar, pois o sistema imunológico não dá conta sozinho. Ambos atuam juntos em prol do organismo. Possuem parede celular e material genético disperso no citoplasma. Também possuem receptores teciduais, como os vírus Ex. sterica coli (capacidade de síntese de proteínas, insulina), pseudomona, statecolcos allus, streptococcus → bactéria da tuberculose pode ser intra ou extracelular (facultativa) → bacilo de koch → bactéria da clamídia é intracelular, muito pequena (nao ve por MO) → bactéria da hanseníase é intracelular (bacilo de hansen) → salmonella causa cheiro de ovo podre em infecções urinárias → intracelular é mais difícil Fungos: são maiores do que as bactérias, seres eucariontes que no geral e extracelulares , não causam tantas doenças em humanos , pois vivem bem na natureza. Causam doenças oportunistas , em momentos de baixa imunidade ou desequilíbrio da flora, ou são acidentais (adquiridas por situações ambientais). Fato essencial para o diagnóstico é a anamnese. Necessita de medicamento para tratar, pois o sistema imunológico não dá conta sozinho e mesmo assim podem ser persistentes (ex. micose de unha) → o principal é o fungo da cândida, que faz parte da flora habitual (boca, vagina, intestino) mas que pode causar problemas → histoplasmose por fezes de morcegos (histoplasma capsular) → panacosmiose micose causa lesões na gengiva por palitar dente com matinho → meningite fúngica em imunossuprimidos presente em fezes secas de pombos Protozoários: → doença de chagas, trypanosoma cruzi → vaginose purulenta, Trichomonas vaginalis → tricomoníase ( mulher sintomática e homem pouco sintomático) Fogem do sistema imunológico Helmintos: verminoses, com estruturas grandes e visíveis a olho nu. Necessita de medicamentos para matar o verme, pois o sistema imunológico não dá conta (ex. tênia fica a vida inteira no paciente caso não use medicamentos). Mais evoluídos
1º SEMESTRE | 3º período ● defesa de adesão: espirros, tosse, urinar etc ● na invaso o sistema imunologico age com macrofagos ● toxinas causam “cara de infecção” ● invasividade é bactéria ir a outros tecidos, podendo causar sepse caso chegue ao sangue e sendo mais perigosa em imunossuprimidos. Ex. otite média pode causar meningite pela proximidade PATOGENIA BACTERIANA Mulheres têm mais infecção bacteriana por ter uma uretra mais curta. Gestante tem mas ainda pois a uretra fica mais curta ainda! Há muitos casos de infecções assintomáticas A bactéria se adere à mucosa, chega na bexiga que é estéril e onde há comida e temperatura adequada e ausência de competição → BACTÉRIA E. COLI, que é presente na microbiota da uretra e do intestino, então tem facilidade Sintomas: dor ao urinar, urgência de urinar, disúria, dor suprapúbica, cansaço Uretra tem flora, bexiga é estéril Só vai haver uma única bactéria causando uma infecção, devido a competição entre espécies A esquerda uma infecção e a direta contaminação ANEXOS BACTERIANOS Flagelos: organelas de locomoção, feitas de uma estrutura proteica formando filamentos longos e delgados. Poucas são flageladas Ex: salmonella - febre tifoide Fímbrias ou pili: organelas filamentosas mais curtas e delicadas que os flagelos. Tem origem dos corpúsculo basal da membrana citoplasmática e sua função está na troca de material genético durante a conjugação bacteriana (fímbria sexual), bem como no auxílio na aderência a superfícies mucosas. Quem tem fímbria causa mais doenças! Ex. E. Coli Cápsula: camada viscosa de polissacarídeos que simulam a matriz extracelular e são uma forma de proteção da bactéria contra condições externas desfavorávei s. Está relacionada com a virulência da bactéria pois confere resistência à fagocitese (esconde a bactéria) , sendo as amostras capsuladas mais virulentas que as não capsuladas (diferencia uma cepa da outra). A maior parte das bactérias que causa doenças recorrentes possuem cápsula Ex. pneumococco (sinusite, meningite, otite) , streptococcus pneumoniae, meningite, gonorreia, S.aureus , Streptococcus pyogenes , N. gonorrhoeae , N.
1º SEMESTRE | 3º período meningitidis , Haemophilus influenzae , Klebsiella pneumoniae , Yersinia pestis, Pseudomonas aeruginosa Esporos: parede celular espessa e altamente resistentes a agentes físicos e químicos. Podem permanecer em estado latente por anos, com baixa atividade metabólica, e permite que a espécie sobreviva em condições desfavoráveis. Não só muitas bactérias que fazem isso. Possuem distribuição ubíqua (distribuídos em vários locais) e dificultam a esterilização (especialmente fungos), pois não morrem com álcool 70. Ex. família dos clostrídios (tétano, botulismo, etc) Plasmídeos circulares: pequenas moléculas de DNA circular que coexistem com o nucleoide , comumente trocadas durante a r eprodução sexual da bactéria. Possuem genes que protegem a bactéria contra antibióticos, o que confere resistência a elas. Não é toda a bactéria que possui plasmídeo e elas podem transferir entre espécies. Ex: KPC, grupo de bactérias que tem karopenase pois trocaram os plasmídeos Meropenem: carbapenem, sendo a KPC resistente a ele Bactérias sem fibria, sem cápsula e sem plasmídeo tendem a não causar doenças, diferentemente das que são preparadas. As multirresistentes possuem todos os anexos. Ex. pseudomonas sp em grande queimados, tendo todos os anexos e um DNA muito longo (grande síntese de proteínas e capacidade adaptativa) → paciente colonizado: possui a bactéria e não manifesta sintomas (só adesão) → paciente infectado: possui a bactéria, sendo que essa já se multiplicou Vacinas XX valente quer dizer que são contra XX cepas capsuladas da bactéria, sendo a vacina um fragmento da cápsula PATOGENIA BACTERIANA Adesinas: secreção de polissacarídeos que facilitam a adesão em materiais e tecidos (fímbrias e cápsula) Ex. H. pylori com úlceras e gastrite, comendo a mucina Invasão: enzimas como hialuronidase, colagenases e pneumolisina que favorecem a entrada da bactéria nas células. Também há aumento da possibilidade de proliferação bacteriana para proteçao contra faogcitose Invasividade: bactérias tentam ir a outros órgãos Toxicidade: endotoxinas que fazem parte da estrutura bacteriana e exotoxinas que são produzidas pelas bactérias, sendo que nem todas produzem Ex endo: polissacarídeos bacterianos, ácido teicoico, peptidoglicano Ex exo: toxina tetanica, toxina botullinica, enterotoxina estafilococica BACTÉRIAS - COLORAÇÃO GRAM A forma da bactéria é definida por sua parede celular, caracterizando a bactéria como gram positiva ou negativa. A coloração gram foi descoberta por Christian Gram, sendo rápida e barata. Pode ser usada para cocos, bacilos, espiroquetas e vibriões 2 corantes + 2 descorantes
1º SEMESTRE | 3º período FLORA NORMAL: raramente invadem e se multiplicam produzindo infecções. Formado por bactérias e fungos! 90% das infecções comuns são causadas por bactérias que já habitam no corpo Exemplo: Pneumonia, amigdalite, cistite, otite, meningite causadas por bactérias presentes no nosso corpo. Todas possuem potencial patogênico e virulência. ● Intestino é o local com mais bactérias de todos, sendo que uma facada no intestino pode ser pior que uma na cabeça, pois espalha as bactérias no corpo. Cerca de 25% do peso das fezes é constituído por bactérias de Natureza saprófita e patogênica , sendo que dieta, uso de remédios, tabagismo e álcool e estresse podem levar a disbiose intestinal Causam por conta de desequilíbrios e por seu potencial de patogenicidade. Não ficamos doentes o tempo todo devido ao sistema imunológico (imunossuprimidos ficam bem mais doentes: crianças pequenas e idosos). Pode ocorrer translocação bacteriana/mudança de sítio , ou seja uma bactéria em um local é normal e em outro causa doença. Saída de local de microbiota para local estéril, sem competição, com espaço e comida Ex. E coli vai da uretra a bexiga, pneumococos vão do nariz ao pulmão Colonização: Colonização transitória (possui contato, mas você lava a mão e ela sai) ou permanente (bactéria fica), sendo a maior parte transitória → paciente colonizado: possui a bactéria e não manifesta sintomas (só adesão) → paciente infectado: possui a bactéria, sendo que essa já se multiplicou ➢ Microbiota transitória: presentes temporariamente , facilmente removidas por procedimentos de limpeza e facilmente eliminada s por antissepsia ➢ Microbiota permanente: composta por saprófitas , composição de cada sítio anatômico, não é removida totalmente pela limpeza nem pela antissepsia. Sua concentração varia de acordo com hábitos e condições dos hospedeiro FLORA RESIDENTE: normal, normalmente protege o corpo mas é fonte de organismos potencialmente patogênicos. A flora microbiana normal que ocupa um local é chamada de flora residente, tendo organismos potencialmente patogênicos. Influenciada pela dieta, higiene, idade e hormônios.Causam doenças em dois casos:
1º SEMESTRE | 3º período Efeitos desfavoráveis da microbiota residente: Halitose, cárie e bromidrose. Cerca de 90¨% das infecções são causadas por bactérias que já estavam no corpo do paciente INFECÇÕES ENDÓGENAS: A bactéria deixa seu sítio original e migra a um novo local no corpo humano, ocorre mais em imunodeprimidos ou em casos que o uso de antibióticos ou imunossupressores leva a um desequilíbrio da flora. São infecções causadas pela proliferação de microrganismos que já estão presentes no corpo do paciente, como a microbiota normal. ➢ Prebiótico: estimula o crescimento de bactérias. São carboidratos não digeríveis que estimulam seletivamente a atividade de bifidobactérias e lactobacilos nos cólons ➢ Probiotico: bactéria viva relacionada ao cólon FLORA NORMAL DE CERTOS LOCAIS
1º SEMESTRE | 3º período ● H1N1 é o mais virulento historicamente ● H5N1 está causando problemas atualmente ● O tipo A infecta aves, suínos e humanos A pessoa só pode ter uma gripe por ano, ao menos que viaje e pegue a grite de outros países. Todo ano ele muda um pouco, as espículas e por isso todo ano há um vírus novo e novas vacinas da gripe DENGUE Pessoas podem ter o vírus 4 vezes, pois há 4 variantes do vírus, sendo o mais incidente o dengue 2. A pessoa adquire imunidade após a infecção. Com o aumento de casos, há maior número de mortes, mesmo que a doença não tenha alta letalidade. É uma doença negligenciada por afetar países pobres e tende a afetar a zona intertropical. É um arbovírus (RNA vírus) O mosquito põe ovos em água limpa e suja, mesmo que prefira a água limpa → litoral do paraná, em paranaguá com surto em 2015 de dengue, se tornando um foco da doença → boletins epidemiológicos com número de casos de doenças relevantes → norte e oeste do paraná com maiores focos de dengue (região mais quente) → DF, MG, PR, SC são os com maior incidência de dengue Região intertropical é mais afetada pela dengue contaminação autóctone : mosquito picar e a pessoa adquire a doença onde ela mora O mosquito é o vetor, sendo que a fêmea pica e tem hábitos vespertinos. Deve-se destruir os ovos e larvas para o combate. Há relatos de transmissão vertical também por transfusão de sangue (mãe-bebê) As pessoas infectadas se tornam reservatório e multiplicadores do vírus, de modo que mosquitos não contaminados ao picar esse indivíduo se tornam infectantes. O ciclo de vida ocorre dentro do mosquito, em sua glândula salivar (HIV não pega por mosquito pois não tem ciclo no inseto) VÍRUS DA DENGUE
1º SEMESTRE | 3º período
1º SEMESTRE | 3º período identifica essa bactéria entre os cocos gram positivos positivos para catalase. S e coagular, é positivo para S. aureus. Se não coagular é outro estafilococos. Possuem invasinas, enzimas extracelulares Típico de doenças em pele , como furúnculos (drenar o pus pois os antibióticos não passam bem pelo pus) , abscesso, impetigo, inflamação pós barba, hordéolo. Causa ainda sepse, endocardite aguda, pneumonia, osteomielite e artrite séptica. Usa medicamentos de pequeno espectro, pois são CGP. ● Endotoxinas: ácido teicoico, causa pus e febre ● exotoxinas: produzidas pela falta de higiene e de refrigeração Fatores de virulência do S. aureus:
1º SEMESTRE | 3º período Veja que o staphylo forma cachos de uva e o strepto forma cadeias A classificação se dá por ágar sangue (sangue de carneiro) ou pela composição antigênica da parede celular (Lancefield). A de Lancefield busca antígenos na parede celular e realizar a tipagem para os grupos A,B,C,F,G que são ligados a infecções humanas Classificação de padrões de hemólise
1º SEMESTRE | 3º período VÍRUS: coronavirus, influenza AB, adenovirus. Início mais gradativo com cefaleia, mal estar, tosse não produtiva e febre BACTÉRIAS: pneumococco, mycoplasma pn, chlamydia trachomatis e bordetella (4 atípicas). Tosse produtiva, febre alta, dor abdominal e prostração → Não há como diferenciar ambas clinicamente, nem mesmo com a radiologia (apresenta indicações). A viral pode levar otite, chiado e conjuntivite ATÍPICA: causada por mycoplasma pneumoniae e chlamydia pneumoniae, sendo ambas bactérias intracelulares obrigatórias Principais: pneumococcus, haemophilus influenzae, strailococus aureos e pseudomonas aeruginosa Vacina antipenyrnoccoia e anti virus influenza Vacina indicada a grupos de risco: idosos, crianças, doenças crônicas, imunodeprimidos, tabagistas ou com asma, moradores de asilos etc BACILOS GRAM NEGATIVOS Contém duas membranas, o que permite seletividade na entrada de compostos. Isso evita a entrada de antibióticos. Ainda, as gram negativas trocam muitos plasmídeo s, o que favorece sua resistência. Antibióticos de amplo espectro ENDOTOXINAS : lipopolissacarídeo LPS → causa febre alta e queda da pressão arterial (choque) Exemplos: escherichia, klebsiella, pseudomonas e salmonella, cólera, peste bubônica (yersinia), h. pylori Família das enterobacteriaceae: maior e mais heterogênea, com grande importância clínica. Possuem distribuição ubíqua e mais de 150 espécies. Resistentes a penicilina. São aeróbias, móveis (flagelo) Seu habitat natural é muitas vezes o intestino, podem ser aeróbicas ou anaeróbicas. Fermentam carboidratos e produzem muitos fatores de virulência e toxinas Causa infecções intestinais, feridas e de trato urinário, abscessos, pneumonia e meningites e infecções nosocomiais (hospitalares) → identificação da bactéria por meio de fermentação, sendo que algumas fermentam substâncias específicas, sorotipagem ou testes de biologia molecular (PCR). A cultura é feita em meios diferentes, com açucares em sua composição. Se ficar colorido, está fermentando FATORES DE VIRULÊNCIA
1º SEMESTRE | 3º período ➢ Pseudomonas aeruginosa: produzem pigmento verde e muita enzima necrolítica (ferimentos fundos). Muito ligada a infecções em queimados. O maior DNA bacteriano é dessa bactéria, indicando alta síntese de proteínas Produzem biofilmes, que se aderem a superfícies. Tem pili, lipopolissacarídeos (propriedades tóxicas) e cápsula polissacarídeo Causa infecções pulmonares, ouvido, oculares, endocardite e de vias urinárias Ambas causam muitas infecções hospitalares, sendo o acinetobacter a mais preocupante quanto a mortes por infecção hospitalar. São aeróbicas estritas, podendo apresentar fímbrias e costumam afetar os imunossuprimidos (patogênicas e oportunistas) Gostam de ambientes com água, sendo alimentos, flores cortadas, pias, sanitário são locais de ambiente ao hospedeiro. No persistem como flora normal, apenas nos hospitalizados → álcool gel evapora menos que o líquido. O álcool mata vírus melhor do que bactéria → último recurso para BGN: polimixina B, com ação detergente de dissolver as bactérias. Mata tudo, mas é muito tóxica pois a parede celular é similar em bactérias e células. Algumas cepas de acinetobacter são resistentes a esse antibiótico a partir da pandemia → índice de infecção hospitalar aceitável: até 4%, sendo que metade vai a óbito Pseudomonas sp e acinetobacter KPC causam infecções nosocomiais, junto com MRSA (coco gram positivo). São multirresistentes e afetam imunossuprimidos