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O resumo é relativo ao capítulo VII do livro "PRÓTESE FIXA. BASES PARA O PLANEJAMENTO EM REABILITAÇÃO ORAL" sobre moldagem - tipos de materiais de moldagem, quais são, indicações e contra-indicações. Além de abordar sobre a necessidade de um modelo de trabalho preciso
Tipologia: Resumos
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A moldagem é definida como um conjunto de procedimentos clínicos usados para a reprodução negativa dos preparos dentários e das regiões adjacentes por meio de materiais e técnicas adequadas. Após a polimerização do material e a remoção da moldeira da boca, tem -se o molde, que é vazado em gesso para a obtenção do modelo de trabalho Além do material, a execução de uma boa moldagem depende de três requisitos básicos: extensão do preparo dentro do sulco gengival, nitidez do término cervical e saúde MÉTODOS DE RETRAÇÃO GENGIVAL O afastamento gengival pode ser realizado por meios mecânicos, químicos, mecânico -químicos e cirúrgicos MEIOS MECÂNICOS Uso de fios de algodão ou casquetes de resina que causavam menor trauma do que as técnicas utilizadas até então MEIOS QUÍMICOS Uso do cloreto de zinco de 2 a 40%, alúmen e até ácido sulfúrico diluído, entre outros Esses meios causavam traumatismos ao tecido gengival, como proliferação e descamação epitelial, hiperemia, necrose do epitélio sulcular, entre outros. MEIOS MECÂNICOS-QUÍMICOS Uso de fios de algodão impregnados com substâncias químicas vasoconstritoras para promover o afastamento gengival e controlar a umidade e o sangramento no sulco gengival. Esse método de retração gengival mecânico - químico é conhecido como técnica de retração gengival com fios retratores, e as substâncias químicas utilizadas nos fios são epinefrina, sulfato de alumínio, cloreto de alumínio e sulfato férrico Epinefrina: Disponível em soluções a 0,1 e 8%, é a substância encontrada na maioria dos fios retratores. O tempo de uso do fio retrator não pode ser maior a 8 minutos. ADSTRINGENTES Os mais usados em fios retratores são sulfato de alumínio, cloreto de alumínio e sulfato férrico. Em relação à epinefrina, os adstringentes apresentam algumas vantagens, pois podem ser usados em tecidos ulcerados, são mais hemostáticos e não causam distúrbios em pacientes com problemas sistêmicos. Contudo, podem deixar resíduos presos aos dentes durante sua remoção e não afastam o tecido gengival tão bem quanto os fios impregnados com epinefrina SULFATO DE ALUMÍNIO os fios empregados com sulfato de alumínio são menos efetivos que aqueles com epinefrina e não devem permanecer dentro do sulco por mais de 10 minutos CLORETO DE ALUMÍNIO Seu tempo de permanência dentro do sulco deve ser de 5 a 10 minutos SULFATO FÉRRICO O tempo ideal de permanência dentro do sulco é de 1 a 3 minutos MATERIAIS DE MOLDAGEM CARACTERÍSTICAS DOS MATERIAIS DE MOLDAGEM Ser atóxico Cor que facilite a visualização dos detalhes Consistência adequada Hidrofílico Não deformar ao sair da boca Compatível com o material do modelo Boa estabilidade dimensional Baixo custo Não apresentar distorção durante o vazamento Não ter cheiro ou sabor forte Passível de desinfecção HIDROCOLOIDE REVERSÍVEL Os hidrocoloides são apresentados em bisnagas para uso em moldeiras e em seringas. À temperatura ambiente, o hidrocoloide encontra -se na fase gel e precisa ser transformado na fase sol, por meio de um aparelho especial chamado de condicionador de hidrocoloide. Como os hidrocoloides podem perder água por evaporação muito facilmente através do processo conhecido por sinérese, o que alteraria significativa mente sua estabilidade dimensional, os moldes devem ser vazados imediatamente. POLISSULFETO São apresentados em duas versões: pasta base e pasta catalisadora. A pasta base é composta de um polímero de polissulfeto, agentes de carga (dióxido de titânio e sílica) e plastificantes, que controlam sua viscosidade. Já a pasta catalizadora é composta de dióxido de chumbo, enxofre e óleo de rícino. Como todo material de borracha, sua embalagem inclui um adesivo especial composto de borracha butílica ou estireno diluído em acetona, que promove a união entre material e moldeira. Uma de suas vantagens é o tempo de trabalho, pois sua polimerização final ocorre em cerca de 9 minutos. Aspectos como baixo custo, alta resistência ao rasgamento, bom tempo de trabalho e boa reprodução de detalhes tornam os polissulfetos uma boa opção de material à base de borracha. Contudo, eles apresentam algumas desvantagens, como odor desagradável, capacidade de manchar e memória elástica deficiente
É encontrado comercialmente em bisnagas. A pasta base contém um polímero de poliéter, sílica coloidal como agente de carga e um plastificante, que pode ser um éter glicólico ou um ftalato. A pasta catalisadora é composta pelos mesmos agentes de carga e plastificantes, somados a um sulfonato alquílico aromático Os poliéteres permitem a obtenção de excelentes modelos, pois são mais precisos que os polissulfetos e as siliconas de condensação e têm um bom adesivo rasgam -se facilmente, seu tempo de trabalho é reduzido, seu gosto é desagradável e difíceis de desinfectar. Por esses motivos, o molde deve ser vazado imediatamente SILICONA DE CONDENSAÇÃO l. É encontrada na forma de uma pasta base e de um catalisador de baixa viscosidade, que pode ser líquido ou pastoso aspectos como baixa resistência ao rasgamento, maior deformação que outros elastômeros e distorção exagerada quando armazenada para posterior vazamento estão contribuindo atualmente para sua substituição pelas siliconas de adição SILICONA DE ADIÇÃO Por sua pouca alteração dimensional (0,05 a 0,016%), são os materiais mais precisos do mercado, com excelente resistência ao rasgamento, bom tempo de trabalho e ótima recuperação elástica. Além disso, o molde pode ser vazado em até 48 horas após sua obtenção, sem qualquer tipo de alteração. Como desvantagem, esse material tem seu processo de polimerização alterado na presença de enxofre TÉCNICAS DE MOLDAGEM As três técnicas mais utilizadas são as de reembasamento ou dupla impressão e de dupla mistura ou de um único tempo, que necessitam da colocação de fio retrator, e a técnica com casquetes individuais, que dispensa o uso de fio retrator. MOLDAGEM COM FIO RETRATOR O fio deve apresentar um diâmetro compatível com as características do sulco gengival. É necessário que o fio proporcione um afastamento mínimo do sulco de 0,2 mm, para que o material de moldagem não se rasgue durante a remoção do molde. Em seguida, faz -se o isolamento do campo com rolos de algodão e seleciona -se um comprimento de fio suficiente para circundar todo o dente preparado. Com a ponta de uma espátula para inserção, o fio é introduzido no sulco com uma leve pressão, mediante um movimento de deslizamento a partir da ponta do fio. A colocação do fio deve ser iniciada pela face lingual/palatina ou proximal e contornar todo o dente, até encontrar a outra ponta. Como o tecido gengival nessas áreas é mais fibroso, o trauma causado pela pressão exercida pelo instrumento para sobrepor as duas extremidades do fio será menor. Para introduzir o fio no sulco gengival, deve- -se iniciar pressionando uma de suas extremidades com a ponta do instrumento; após sua completa introdução, ele deve ser mantido em posição pelo tempo determinado pelo fabricante. A remoção do fio deve ser feita com muito cuidado, após umedecê -lo com água, para evitar que haja adesão ao epitélio sul cular e, consequentemente, lesões no tecido. To da a área deve ser lavada com água e seca, e o material de moldagem é injetado no sulco gengival com uma seringa Na técnica de retração gengival com dois fios, um fio mais fino (de 0,5 mm) é inicialmente inserido na base do sulco, para manter o afastamento da gengiva no sentido vertical. A seguir, um segundo fio com diâmetro maior (os fios da marca Ultrapak®-Ultradent têm tamanhos de 0, 00 e 000 com espessuras aproximadas de 1,2, 0,8 e 0,5 mm, respectivamente) é inserido para promover o afastamento lateral da gengiva, mantendo o primeiro no sulco durante a moldagem. O primeiro fio deve ficar localizado abaixo da margem do preparo, e o segundo deve ficar exposto, ou seja, no nível da gengiva marginal
Essa técnica consiste em realizar uma moldagem preliminar com o material pesado para, em seguida, fazer a segunda moldagem com o material de consistência mais fluida Um pequeno alívio é proporcionado por meio do uso de pontas diamantadas na região dos dentes, para criar espaço para a colocação do segundo material de moldagem. Desse modo, obtém -se uma impressão que servirá de guia para o reembasamento com o material de consistência leve. Para o reembasamento, as pastas base e catalizadora de consistência leve são misturadas e carregadas na seringa, e a área aliviada do molde é coberta com uma fina camada do material leve. O segundo fio de afastamento é então removido, e injeta -se lentamente o material no sulco gengival e nos dentes preparados MOLDAGEM SEM FIO RETRATOR – CASQUETES INDIVIDUAIS Esse tipo de moldagem é um método mecânico de afastamento gengival que não causa trauma ao periodonto de proteção. Baseia -se na utilização de um casquete de resina acrílica com alívio interno e reembasado na região cervical, que promove o afastamento gengival por ação mecânica imediata sem ação de meios mecânicos (fios) ou químicos (vasoconstritores) Para obtenção dos casquetes, eles podem ser confeccionados em cima dos modelos de gesso ou por meio da duplicação das coroas provisórias CONFECÇÃO DOS CASQUETES EM MODELOS DE GESSO Após a preparação dos dentes, recomenda -se realizar uma moldagem parcial ou total com alginato, para a avaliação do paralelismo dos dentes pilares e das características finais dos preparos Delimita -se com grafite uma linha contínua entre a junção do término cervical e as paredes axiais, em volta de todos os dentes preparados. A partir dessa linha, toda a superfície do dente é recoberta com cera em uma espessura aproximada de 0,5 mm, para promover um alívio uni forme no casquete O término cervical do dente preparado e a cera são isolados com vaselina sólida e recobertos com resina acrílica ativada quimicamente, deixando maior espessura no sentido vestibulolingual para facilitar o manuseio do casquete durante os procedimentos de reembasamento e moldagem. Após a polimerização da resina, os excessos externos são desgastados, dando ao casquete uma forma arrendondada ou facetada
Os casquetes serão uma réplica das coroas pro visórias, pois suas margens já estarão relativamente ajustadas às margens dos dentes preparados, o que vai facilitar o processo de reembasamento cervical. Após a remoção das coroas provisórias, é feita a limpeza de sua superfície interna, removendo totalmente o cimento provisório. Coloca-se o alginato em um pote Dappen ou outro recipiente com tamanho suficiente para receber as coroas provisórias. Essas coroas devem ser preenchidas com o alginato e intro duzi das Ocorrida a geleificação do alginato, as coroas provisórias são removidas, e o molde é preenchido com resina até atingir a face incisal/ oclusal, deixando um ligeiro excesso em altura para facilitar seu manuseio. Ocorrida a polimerização da resina, as réplicas das coroas provisórias são removidas do molde de alginato, e procede - se à remoção dos excessos e acabamento Preparos concluídos. (C) Molde de alginato da prótese provisória. (D) Molde preenchido com resina. (E) Casquetes finalizados. Antes de se fazer o reembasamento da região cervical dos casquetes, é necessário que as superfícies internas, correspondentes às faces axiais e oclusal/incisal, sejam aliviadas em aproximadamente 0,5 mm. Para tanto, pode ser necessário acrescentar resina em todas as superfícies externas, a fim de dar resistência aos casquetes. (F) Casquetes reembasados REEMBASAMENTO DOS CASQUETES O afastamento mecânico do tecido gengival é conseguido pelo reembasamento com resina das margens dos preparos. Embora qualquer marca de resina possa ser usada para a confecção dos casquetes, o reembasamento deverá ser realizado com uma resina que tenha boa estabilidade dimensional, como Duralay ou similar, e de cor vermelha, para facilitar a visualização dos detalhes do término cervical. Os dentes preparados devem ser isolados com vaselina sólida, e a resina é levada sobre todo o término cervical com um pincel fino ou uma espátula de inserção. Após a perda superficial do brilho da resina, o casquete é posicionado lentamente no dente até encontrar resistência
com um fio de algodão embebido em solução hemostática, que é acomodado no término cervical e no sulco gengiva As pastas base e catalizadora são dosadas igualmente e distribuídas em um bloco de espatulação ou uma placa de vidro. A espatulação deve ser realizada de acordo com o tempo especificado pelo fabricante, até que se obtenha uma massa homogênea. Com o auxílio da espátula de inserção no 2 ou similar, preenche -se o casquete, evitando a inclusão de bolhas de ar. O casquete é posicionado lentamente sobre o dente para evitar a inclusão de bolhas. Após seu assentamento completo, é preciso certificar -se de que ocorreu extravasamento do material de moldagem ao redor do casquete. Quando o processo de polimerização tiver início, o CD deve umedecer os dedos em saliva e pressionar suavemente todo o excesso do material de moldagem contra o tecido gengival, para promover sua regularização em torno do casquete. O casquete deve ser mantido em posição sob leve pressão, até que ocorra a polimerização final do material de moldagem REMOÇÃO DOS CASQUETES COM MOLDEIRA DE ESTOQUE O uso da moldeira de estoque com alginato é indica do para elementos isolados, PPFs pequenas uni ou bilaterais, anteriores ou posteriores, e que não envolvam todo o arco. Sua aplicação tem razões econômicas e exige cuidados e procedimentos especiais. Se não for possível remover os casquetes com alginato, eles terão que ser removidos individualmente e posicionados corretamente no interior do molde. Por esse motivo, devem apresentar superfícies facetadas sem qualquer tipo de retenção externa, para facilitar seu posicionamento no molde de alginato. Os casquetes também podem ser removidos com moldeiras de estoque preenchidas com silicona de condensação. Para isso, emprega -se a técnica da dupla mistura, na qual a moldeira é carregada com o material pesado e os casquetes e os dentes vizinhos são cobertos com o material mais fluido. A seguir, leva -se a moldeira em posição à boca. Essa técnica está indicada para casos de próteses extensas com vários dentes preparados COM MOLDEIRA INDIVIDUAL A remoção dos casquetes com moldeira individual é indicada quando há múltiplos dentes preparados. A moldeira é confeccionada no mesmo modelo em que foram obtidos os casquetes. Com os casquetes em posição no modelo, promove -se um alívio com uma lâmina de cera no 7 envolvendo os casquetes e os dentes vizinhos, a fim de prover espaço para o material de moldagem. Concluída a confecção da moldeira com resina acrílica ativada quimicamente, sua superfície interna deve receber uma fina camada de cera liquefeita. Após a presa do gesso e antes de separar o modelo da moldeira individual, o conjunto é levado em água quente para amolecer a cera e facilitar o deslocamento da moldeira. Assim, não há risco de fratura dos troquéis, principalmente daqueles correspondentes aos dentes incisivos, fato comum quando não se toma esse cuidado. Após a introdução dos casquetes nos dentes e enquanto ocorre a polimerização do material de moldagem, aplica -se adesivo sobre as superfícies externas dos casquetes, sobre a cera que cobre a superfície interna da moldeira e em 4 a 5 mm além de suas bordas. Após a secagem do adesivo, o material de moldagem é manipulado em quantidade suficiente para preencher a moldeira, que a seguir é levada à boca.
Ocorrida a polimerização do material, remove -se a moldeira e avalia -se criteriosamente o molde obtido, verificando a fidelidade da cópia de todos os detalhes dos dentes preparados (A Preparos prontos para moldagem. (B) Vista dos casquetes confeccionados. (C) Moldeira individual com alívio em cera. (D) Vista dos casquetes após terem recebido uma camada de adesivo em suas superfícies externas. (E) Os casquetes foram removidos com moldeira individual. (F) (G) Vistas aproximadas do molde DESINFECÇÃO DO MOLDE Dentre os desinfetantes usados para essa finalidade estão o glutaraldeído a 2% e o hipoclorito de sódio a 0,5 ou a 1,0% O protocolo descrito a seguir pode variar de acordo com o tipo de material de moldagem utilizado: Lavar o molde em água corrente para a limpeza prévia do sangue e da saliva e remover o excesso de água. Colocar o desinfetante em uma cuba de vidro ou de plástico com tampa Deixar o molde imerso na solução por 10 minutos. Lavar o molde em água corrente. Secar o molde. O glutaraldeído pode ser empregado para a desinfecção de moldes de polissulfeto e silicona; já o hipoclorito de sódio é indicado para alginato, polissulfeto, silicona, poliéter, hidrocoloide reversível e godiva MODELO DE TRABALHO Eles devem apresentar as seguintes características: Ser feitos com material duro, resistente e estável. Permitir uma reprodução precisa do preparo, incluindo todas as suas margens. Ser facilmente removidos e reinseridos no modelo de trabalho. Permitir que as margens do preparo sejam recortadas. Permitir que as margens sejam demarcadas com grafite OBTENÇÃO DOS TROQUÉIS COM PINOS METÁLICOS Sobre o molde de cada dente preparado, colocam-se dois alfinetes de cabeça, trespassando o material de moldagem da
vazar o gesso, as pontas dos pinos podem ser cobertas com uma lâmina de cera para facilitar sua visualização durante o seccionamento dos troquéis O vazamento da segunda camada de gesso é feito colocando o modelo em uma matriz pré-fabricada de plástico ou envolvendo o modelo com cera. O gesso deve cobrir toda a base do modelo e ter uma espessura aproximada de 10 mm Após a presa do gesso, o modelo é removido da matriz (Fig. 7.33F), e faz -se a individualização dos troquéis com disco ou serra. Para cada troquel são realizados dois cortes, um na face mesial e outro na distal, paralelos ou ligeiramente convergentes em direção à ponta do pino, para facilitar sua remoção (Fig. 7.34). Deve -se tomar cuidado durante o uso do disco ou da serra para que as margens do preparo não sejam danificadas EXPOSIÇÃO DAS MARGENS Um troquel corretamente recortado, decorrente de um molde corretamente obtido com material de moldagem confiável, irá possibilitar uma adaptação marginal adequada se for trabalhado por um técnico de laboratório competente Os passos para a exposição das margens são os seguintes:
Desgastar com uma fresa Maxicut ou uma broca esférica grande (no 8) o máximo da camada de gesso que está em volta do término do preparo (Fig. 7.35A a C). Expor as margens do preparo, desgastando o gesso com fresa ou cinzel reto (Fig. 7.35D). Delimitar a margem do preparo com grafite fino ou de cera colorida Após seccionar os troquéis, é possível que ocorra alguma instabilidade quando eles forem recolocados no modelo de trabalho. Isso acontece quando se empregam pinos para a conformação dos troquéis. Para essa técnica, é aconselhável realizar o recorte dos troquéis após o enceramento, para que as relações proximais com os dentes vizinhos e antagonistas não sejam alteradas. Pequenas alterações de posicionamento dos troquéis podem ser compensadas nas próteses metalocerâmicas na fase da soldagem. Não é aconselhável usar esse sistema de troquelização em PPF em cerâmica, pelo fato de esse tipo de material não permitir soldagem. REFERÊNCIA: PEGORARO, LF; et al., PRÓTESE FIXA. BASES PARA O PLANEJAMENTO EM REABILITAÇÃO ORAL. 2° edição. – São Paulo: Artes Médicas , 2013