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Este documento aborda os materiais e técnicas utilizados na moldagem de modelos de gesso em odontologia. Aprenda sobre os diferentes tipos de alginatos, as propriedades do gesso odontológico e como realizar a moldagem com eficiência. Conheça as vantagens de cada método e como melhorar a qualidade de seus modelos.
Tipologia: Resumos
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Estudo dos materiais de moldagem, das técnicas de moldagem e da obtenção de modelos de gesso em Odontologia.
Conhecer as técnicas e os materiais de moldagem, assim como a obtenção de modelos de gesso, facilitará a sua atuação em diversas especialidades odontológicas e na clínica geral.
Identificar os materiais de moldagem e suas propriedades para situações clínicas adequadas
Aplicar as técnicas de moldagem a cada situação clínica
Reconhecer o gesso odontológico, sua rotina clínica e como adequá-lo a trabalhos protéticos
Compreender as técnicas de vazamento do gesso odontológico e as propriedades do material para modelos de gesso
A moldagem é uma técnica utilizada amplamente pelos dentistas e tem como objetivo fazer a reprodução exata das estruturas bucais, como a anatomia das arcadas, do osso basal e das coroas dentárias. Os procedimentos de moldagem e obtenção de modelos em odontologia estão, sem dúvida, entre os procedimentos mais rotineiros realizados na atividade clínica dos cirurgiões- dentistas, seja para avaliações e reavaliações protéticas ou ortodônticas, estudo e planejamento de casos clínicos ou ainda como registro inicial e final. Mesmo sendo um procedimento rotineiramente realizado por todos profissionais da área —como dentistas, auxiliares de consultório odontológico e protéticos —, é comum que ocorram falhas técnicas de aquisição de modelos e, consequentemente, repetições. Por serem procedimentos que fornecem uma grande quantidade de informações, a moldagem e a obtenção de modelos têm extrema relevância. Neste conteúdo, você conhecerá os materiais odontológicos utilizados durante a moldagem e a confecção de modelos, as técnicas de moldagem e ainda detalhes sobre a obtenção de modelos de gesso. Foto: Shutterstock.com
Foto: Shutterstock.com.
! Identificar os materiais de moldagem e suas propriedades para situações clínicas adequadas
MOLDAGEM
Os materiais de moldagem podem ser classificados quanto às suas propriedades elásticas após a presa em:
São Gesso tipo I, Godiva, Pasta de óxido de zinco e Eugenol.
Representados pelos hidrocoloides e elastômeros. Os materiais de moldagem anelásticos permitem uma quantidade insignificante de deformação elástica quando submetidos às tensões de tração ou de dobramento. Assim, esses materiais tendem a se fraturar sem exibir qualquer deformação plástica se as forças aplicadas excederem a sua resistência à tração, ao cisalhamento ou à compressão.
Em razão da baixa capacidade de suportar deformação elástica sem sofrer fratura, a indicação clínica dos materiais anelásticos [pasta zinco- enólica (ZOE) e godiva] é restrita aos pacientes desdentados totais. Neste módulo, vamos abordar os materiais de moldagem elásticos.
O material de escolha para a obtenção de moldes e posterior confecção dos modelos de estudo é o hidrocoloide irreversível chamado alginato. Ele é composto por um pó obtido de diversas espécies de algas marinhas, e ainda são incorporadas à sua composição, por alguns fabricantes, substâncias potencialmente tóxicas, como zinco, cádmio, chumbo, sílica e fluoretos. Devido ao fácil manuseio, ao baixo custo e à boa capacidade de reprodução de detalhes, o alginato é um dos materiais de moldagem mais amplamente utilizados e aceitos na prática odontológica. Quando misturado à água, sofre um processo de geleificação. É de fácil manipulação, baixo custo e hidrofílico, ou seja, bom para moldagem de mucosas. Porém, tem baixa fidelidade de reprodução e baixa estabilidade dimensional. Por esses motivos, não se utiliza alginato para moldar preparos. POTENCIAL TÓXICO DO ALGINATO Com a finalidade de melhorar suas propriedades mecânicas, aditivos potencialmente tóxicos podem ser prejudiciais tanto ao paciente quanto ao cirurgião-dentista e ao meio ambiente, uma vez que os metais pesados se acumulam no organismo e na natureza, trazendo riscos à saúde e poluindo de maneira definitiva o solo e a água. Diante de seu potencial tóxico, devem ser tomados cuidados durante o seu manuseio.
O cirurgião-dentista e os auxiliares, devido à exposição ocupacional, são os mais afetados no que diz respeito à contaminação do organismo, e, por isso, devem sempre fazer uso do equipamento de proteção necessário no ato do manuseio dos alginatos. Cuidados especiais devem ser tomados ao realizar a moldagem em crianças. Por causa do maior risco de ingestão acidental, é indicada a lavagem e inspeção da boca de todos os pacientes após o procedimento, para que sejam removidos vestígios de alginato que possam ainda estar presentes. INDICAÇÕES PARA MOLDAGEM COM ALGINATO As indicações para moldagem com alginato são moldes com os quais serão confeccionados modelos de estudos e modelos de trabalho de baixa precisão, por exemplo: moldeira de clareamento, moldeira individual, a moldagem inicial para prótese parcial removível, placa miorrelaxante e moldes com os quais serão confeccionados modelos antagonistas (que consistem em um modelo que articula com o modelo sobre o qual será confeccionado um trabalho de precisão). Em relação ao tempo de trabalho ou tempo de presa, existem duas opções de alginato:
Tipo 2 Tempo de trabalho: 3 a 4 minutos. Tempo de presa: 6 a 7 minutos.
Tipo 1 Tempo de trabalho: 1,2 a 2 minutos. Tempo de presa: 3,2 a 5 minutos.
O tempo de trabalho e o tempo de presa do alginato podem ser prolongados reduzindo a temperatura da água. Não se deve alterar a proporção água-pó com o objetivo de controlar o tempo de trabalho/presa para não alterar as propriedades do material. DESVANTAGENS DO ALGINATO O alginato apresenta algumas desvantagens, como, por exemplo, um poder de cópia passivo não muito bom. Por isso, em alguns casos, é preciso forçar o material contra as áreas a serem copiadas. Quando falamos em remoção desse material da boca não há problemas, entretanto, durante esse passo, muitas vezes o alginato se solta da moldeira (especialmente naquelas que apresentam furos muito pequenos para retenção), o que pode comprometer a qualidade do molde. O alginato apresenta baixa resistência ao rasgamento, o que não é crítico tendo em vista que os tipos de trabalhos realizados com esse material não são de alta precisão. Ele apresenta ainda baixa recuperação elástica (aproximadamente 95% — o que é considerado baixo para um material de moldagem) quando comparado aos elastômeros. REMOÇÃO DO MOLDE DE ALGINATO 1 No momento da remoção do molde, é importante respeitar os três minutos após a perda da pegajosidade para garantir o máximo de recuperação elástica. O molde de alginato, ao ficar exposto ao ar, perde água e sais (sinérese) e, ao ficar em contato com água, sofre embebição (ganho de água). Assim, o gesso deve ser vazado no molde de alginato o mais rápido possível. 2 3 Se isso não for possível, é aconselhável deixar o molde armazenado em ambiente com 100% de umidade relativa , mas não por muito tempo. Apesar de ser o mais hidrofílico dos materiais de moldagem, a compatibilidade do alginato com o gesso é ruim por ser um coloide. O molde deve ser bem lavado em água fria para remover saliva e sangue, que interferem na presa do gesso. Depois, esse molde deve ser desinfectado antes que passe para a fase de envasamento.
POLIÉTER O poliéter é um material bom para moldar mucosas, apresenta excelente reprodução de detalhes e ótima estabilidade dimensional. Ele exige moldeira individual e emprego de adesivo próprio sobre a moldeira para facilitar a retenção do material, e apresenta um tempo de trabalho reduzido e alto módulo de elasticidade.
Cuidado ao utilizar esse material em pacientes com regiões retentivas. Não há liberação de subprodutos após a reação de presa. Dessa forma, desde que em ambiente seco, os moldes feitos com poliéter podem ser armazenados por até sete dias devido à sua grande estabilidade dimensional segundo os fabricantes. Contudo, por serem hidrofílicos, tendem a absorver água e não podem ser trabalhados em ambiente de alta umidade. O poliéter foi o primeiro material produzido especificamente para moldagem de precisão em prótese fixa. Tem precisão idêntica ou ligeiramente superior aos outros elastômeros e excelente poder de cópia com fidelidade das estruturas bucais. É um material que apresenta afinidade por água, o que facilita a técnica de vazamento dos moldes. Porém, os moldes não devem ser guardados em umidificador ou em ambiente úmido, para evitar possíveis alterações do material. SILICONAS DE CONDENSAÇÃO As siliconas de condensação são fornecidas comercialmente nas consistências leve e densa, que se apresentam como uma pasta-base e um acelerador. Seu processo de polimerização é acompanhado pela liberação do subproduto álcool etílico, o que causa uma contração do material, com o passar do tempo, que é maior na consistência fluida que na densa. Uma tática clínica para minimizar a contração de polimerização desse material é a utilização da técnica de moldagem de dois passos com consistências pesado-leve. Conheça as vantagens e desvantagens das siliconas de condensação: Vantagens As siliconas de condensação são muito utilizadas pelos profissionais pela facilidade de trabalho e da técnica de moldagem. Apresentam uma pasta leve, uma massa densa e um catalisador para ambas as pastas. Possuem boa estabilidade dimensional, custo reduzido, boa reprodução de detalhes e fácil manuseio.
Desvantagens Como desvantagem, as siliconas de condensação têm maior deformação quando comparadas às de adição, o que ocorre devido à liberação de subprodutos durante a polimerização (evaporação de álcool etílico, gerando a distorção). Por esse motivo também, o molde deve ser vazado imediatamente. SILICONAS DE ADIÇÃO As siliconas de adição são os mais precisos dos elastômeros. Podem ser encontradas em diferentes consistências (leve, regular e pesado) e embalagens, como potes plásticos, bisnagas e mais recentemente na forma de cartuchos. Têm alta resistência ao rasgamento, rápida recuperação elástica, alta estabilidade dimensional e boa reprodução de detalhes. Foto: PxHere/Creative Commons Zero (CC0) license. % Moldagem total com silicona de adição. O material tem seu processo de polimerização alterado na presença do enxofre, então não pode ser manipulado com luvas de látex. O molde com silicona de adição não pode ser vazado imediatamente por conta da reação tardia com liberação de hidrogênio que pode influenciar na superfície do gesso. Conheça as vantagens e desvantagens das siliconas de adição: Vantagens As siliconas de adição se destacam a respeito da elasticidade, pois têm os coeficientes de deformação permanente mais baixos, sendo quase inexistentes as alterações após a remoção em áreas retentivas. A estabilidade dimensional das siliconas de adição e sua alta elasticidade fazem com que seja passível de se obter vários modelos por meio de uma só moldagem, com o mesmo grau de precisão (CHAIN, 2013). Por essas e outras características, esse tipo de material produz modelos com alta exatidão, o que é imprescindível para a construção de próteses bem adaptadas (NOORT, 2010).
Desvantagens Como ponto negativo, as siliconas de adição têm uma intrínseca natureza hidrófoba, o que pode
ocorrer durante a moldagem distorção e/ou perda de detalhes em suas margens, em função da maior afinidade que o gesso possui com superfícies hidrofílicas. Diferentemente das siliconas de condensação, a reação de adição não produz nenhum subproduto de baixo peso molecular, no entanto pode ocorrer uma reação secundária com produção de gás hidrogênio. POLISSULFETO
O primeiro material de moldagem borrachoide disponível comercialmente foi o polissulfeto. Os polissufetos são conhecidos também como mercaptanas. Conheça as vantagens e desvantagens do polissulfeto: Vantagens Uma de suas vantagens é o tempo de trabalho, pois sua polimerização final ocorre em cerca de nove minutos. Aspectos como baixo custo, alta resistência ao rasgamento, bom tempo de trabalho e boa reprodução de detalhes tornavam os polissulfetos uma boa opção de material para moldagem.
Desvantagens Contudo, eles entraram em desuso devido a algumas desvantagens, como odor desagradável, capacidade de manchar e memória elástica deficiente. Ele é flexível, porém sem grandes alterações dimensionais durante seu armazenamento, como os materiais anteriormente utilizados para moldagem, o ágar e o alginato. Os polissulfetos, assim como os outros elastômeros, são apresentados em duas pastas: uma que contém o polímero , um material de preenchimento ou carga e um agente plastificador; e outra, o catalisador , sendo um dos componentes, o dióxido de chumbo. O trabalho com esse material apresenta uma primeira fase, na qual a pasta vai se tornando mais rígida sem o aparecimento de propriedades elásticas, e essa fase corresponde ao tempo de manipulação ou trabalho. No segundo estágio, inicia-se o desenvolvimento de propriedades elásticas e uma mudança gradual até a obtenção de uma borracha sólida. O ponto de transição entre o 1º e o 2º estágio é denominado de presa inicial, enquanto o término do 2º estágio corresponde à polimerização final. Isso significa que a reação de presa se inicia na mistura do material e alcança sua velocidade máxima tão logo a espatulação se complete; uma rede resiliente começa a se formar nesse estágio. Durante a presa final, um material com elasticidade e resistência adequadas é formado e pode ser removido prontamente de áreas retentivas. Durante a polimerização, observa-se uma contração na ordem de 0,2%, que continua gradualmente. Portanto, é preciso, vazar os modelos o quanto antes. Para realizarmos a técnica de moldagem com os polissulfetos ou mercaptanas, devemos lembrar que a precisão das moldagens depende de uma espessura uniforme em torno de 2 a 3mm, dessa forma torna-se necessária a utilização da moldeira individual de resina acrílica ou termoplastificável com adesivo.
MOLDAGEM EM ODONTOLOGIA
A especialista Emília Silva listará os materiais de moldagem em Odontologia e detalhará as indicações de uso, vantagens e desvantagens.
APRENDIZADO
DO TIPO HIDROCOLOIDE INDICADO PARA A OBTENÇÃO DE MOLDE DESTINADO À CONFECÇÃO DE MODELOS DE ESTUDO?
A) Siliconas de adição B) Siliconas de condensação C) Poliéter D) Alginato E) Mercaptana
QUE, POR APRESENTAR ALTA ESTABILIDADE DIMENSIONAL E ALTA ELASTICIDADE, FAZ COM QUE SEJA POSSÍVEL OBTER VÁRIOS MODELOS POR MEIO DE UMA SÓ MOLDAGEM, COM O MESMO GRAU DE PRECISÃO?
A) Silicona de condensação B) Silicona de adição C) Alginato D) Polissulfetos E) Poliéteres
1. Qual é o material de moldagem do tipo
hidrocoloide indicado para a obtenção de molde destinado à confecção de modelos de estudo? A alternativa "D " está correta. O material de moldagem do tipo hidrocoloide é o alginato, que é indicado para confecção de modelos de estudo.
2. Qual é o material de moldagem que, por
apresentar alta estabilidade dimensional e alta elasticidade, faz com que seja possível obter vários modelos por meio de uma só moldagem, com o mesmo grau de precisão? A alternativa "B " está correta. A estabilidade dimensional das siliconas de adição e sua alta elasticidade fazem com que seja possível obter vários modelos por meio de uma só moldagem, com o mesmo grau de precisão. Por essas e outras características, esse tipo de material produz modelos com alta exatidão, o que é imprescindível para a construção de próteses bem adaptadas
! Aplicar as técnicas de moldagem a cada situação clínica
MOLDAGEM
O ato de moldar consiste em reproduzir em negativo uma determinada superfície. A moldagem é um importante passo para reabilitações orais em Odontologia, e por meio dela obtemos um modelo da boca do paciente. Neste módulo, você conhecerá as técnicas para os diferentes tipos de materiais de moldagem odontológica. Você aprenderá a manipular os diferentes tipos de materiais com o objetivo de produzir moldagens de excelência. O desenvolvimento de técnicas de moldagem segundo os protocolos é indispensável para que os moldes sejam obtidos com exatidão, evitando erros e repetições. Foto: Shutterstock.com. % Moldeira perfurada (facilita a retenção da moldagem à moldeira) e moldeira não perfurada.
ALGINATO
Foto: Shutterstock.com % Alginato e medidor para alginato. O alginato é apresentado em forma de um pó que é misturado com água. O pó vem em potes ou sacos grandes ou em envelopes pré-dosados (o que garante maior precisão no proporcionamento e maior validade, pois o pó não fica exposto à umidade). É recomendável agitar o pó antes de utilizá-lo porque isso padroniza o estado de compactação do pó (já que será proporcionado em volume) e o homogeneíza (uma vez que ele é composto por materiais de diferentes densidades que tendem a se decantar com o tempo). Foto: Shutterstock.com % Manipulação do alginato. Colete o pó em excesso e assente-o no medidor com duas batidas para garantir que não tenha espaços vazios. Tanto faz colocar o pó ou a água primeiro no gral, pois o pó é muito leve e não afunda. O pó e a água devem ser misturados vigorosamente por 45 segundos em uma cuba flexível de borracha com uma espátula para alginato. Foto: Shutterstock.com % Após a centralização da moldeira realiza-se o aprofundamento. É importante observarmos a posição paciente- operador. O paciente deve estar sentado, comodamente com a cabeça e o tronco apoiados no encosto, e ligeiramente inclinados para trás. O operador deve posicionar-se de forma que a comissura labial do paciente fique alinhada à altura do cotovelo do operador. Os movimentos a serem realizados pelo cirurgião dentista são introdução, centralização e aprofundamento. O paciente deve permanecer com a boca semiaberta. Então, o cirurgião-dentista faz a introdução com giro da moldeira e a centralização de acordo com a linha média. Foto: Shutterstock.com % Moldagem com alginato. A seguir é realizado o aprofundamento de posterior para anterior sem movimentar a moldeira e, então, traciona-se a musculatura em direção à moldeira. Em caso de moldagem de mandíbula, solicitar ao paciente que coloque a língua em direção ao palato e aguardar a geleificação. O alginato é facilmente removido da boca. O maior problema encontrado nesse passo é que muitas vezes o alginato se solta da moldeira (especialmente em moldeiras que apresentam furos muito pequenos para retenção), o que compromete a qualidade do molde. Faz-se em seguida a análise crítica do molde. Por fim, lava-se em água corrente e a desinfecção é feita com solução de hipoclorito de sódio. Geleificação do alginato Presa normal Presa rápida Tempo de mistura
segundos a 1 minuto 30 a 45 segundos Tempo de trabalho 2 minutos 1 minuto e 15 segundos Tempo de presa 3 a 4 minutos 1,5 a 3 minutos Vazamento de gesso imediato imediato Utilize a rolagem horizontal Geleificação do alginato. Elaborado por Emília Silva.
SILICONAS DE CONDENSAÇÃO E DE ADIÇÃO
Siliconas de condensação e adição estão indicadas para moldagens unitárias, moldagens de quadrantes, moldagens totais, próteses parciais removíveis e totais, coroas, inlays , onlays e overlays. Existem duas técnicas de moldagem quando falamos em siliconas: a técnica de dois tempos ou impressão dupla e a técnica de um só tempo que também pode ser chamada de moldagem simultânea. É importante ressaltar que, quando for realizada a moldagem de coroas unitárias ou de restaurações que exijam cópia perfeita de contornos gengivais e términos gengivais mais críticos, devemos realizar o afastamento gengival com fio retrator antes de fazer moldagem. TÉCNICA DE DOIS TEMPOS A técnica de dois tempos, ou impressão dupla, ocorre da seguinte maneira: Primeiramente, faz-se a moldagem com o material pesado.
Ocorre a dosagem e a manipulação da pasta densa e da pasta catalisadora de acordo com o fabricante.
A manipulação desse material na sua forma “pesada” deve ser feita comprimindo as duas pastas entre os dedos.
As luvas de látex contêm enxofre inibindo a polimerização, por isso nada de luva para quem estiver manipulando o material. Após a manipulação, carrega-se a moldeira previamente selecionada. Em seguida, inserimos a moldeira na boca do paciente. Depois da remoção, que deve ser sempre em sentido vertical, procede- se o alívio do molde, que nada mais é do que a remoção de áreas retentivas na região de interesse. O alívio pode ser realizado durante a moldagem inserindo um plástico filme sobre a pasta pesada antes da inserção da moldeira na boca do paciente. Na sequência, faremos a moldagem com o material leve (pasta de baixa viscosidade e pasta catalisadora). A pasta “leve” deve ser manipulada em uma placa de vidro ou papel especial. Normalmente, o fabricante faz cada pasta com uma cor diferente para que, quando a mistura esteja homogênea, o profissional a identifique mais facilmente pela cor uniforme. O tempo de trabalho em 23°C é de 3,3 minutos; em 37°C, de 2,5 minutos. O tempo de presa da mistura pesada é de 11 minutos e da leve de 9 minutos. Foto: Shutterstock.com. % Moldagem com siliconas de condensação. TÉCNICA DE UM SÓ TEMPO Na técnica de um só tempo ou moldagem simultânea, as moldagens pesada e leve são feitas simultaneamente. 1 O profissional manipula a pasta leve e injeta por intermédio de uma seringa para moldagens o material no preparo. O excedente pode ser injetado nas faces oclusais dos demais dentes. 2 3 Ao mesmo tempo, um auxiliar manipula a massa densa e, então, o profissional assenta a moldeira com a massa densa na cavidade oral.
compressão. Dureza e abrasão De acordo com Noort (2002), a dureza superficial dos gessos odontológicos é muito baixa, de forma que o material é altamente suscetível a ranhuras e à perda por abrasão. Resinas epóxicas estão sendo incorporadas como aditivos aos gessos melhorados, a fim de aumentar a reprodução de detalhes, a resistência à abrasão e a resistência transversa. No entanto, estão sujeitas à contração de polimerização. Reprodução de detalhes A qualidade da superfície do gesso é influenciada por sua compatibilidade e pela possibilidade de interação química com os componentes do material de moldagem, pela presença de impurezas e pelo modo com que os componentes do gesso agem durante a presa. Como a superfície dos produtos de gesso é levemente porosa, os minúsculos detalhes superficiais menores que 20 micrômetros não são prontamente reproduzidos; entretanto, os detalhes macroscópicos são reproduzidos com muita fidelidade, embora as bolhas de ar possam contribuir para a perda dos detalhes superficiais. Apesar de nenhum gesso reproduzir perfeitamente todos os entalhes, pode-se concluir que em gessos com partículas reduzidas a reprodução é melhor. TIPOS DE GESSO ODONTOLÓGICO Existe uma grande variedade de gessos odontológicos, e alguns deles usados para moldagem. O Gesso tipo I, também chamado de gesso para impressão, não é mais utilizado. Ele foi substituído pelos hidrocoloides irreversíveis. O Gesso tipo II, conhecido como gesso Paris, é usado para confecção de modelos de estudo para os quais não se exige grande resistência. Quando vamos produzir modelos de trabalho, para os quais é necessária maior resistência, usamos os Gessos tipos III, IV e V, que são chamados de gesso especial; as próteses dentárias que requerem alta resistência são construídas a partir deles. Outros tipos de gesso são usados ainda, misturados com sílica, formando o revestimento odontológico para fundições de estruturas metálicas. Usados desde o século XVIII, como materiais de moldagem e modelos, esses tipos vêm sofrendo mudanças estruturais que lhes conferiram gradativamente melhores qualidades. A relação água-pó normalmente é especificada pelos fabricantes, que em média seguem a seguinte proporção, de acordo com o tipo de gesso: TIPO Relação água-pó: ml/g I 0,50 – 0, II 0,45 – 0, III 0,28 - 0, IV 0,22 – 0, V 0,18 – 0, Utilize a rolagem horizontal Elaborado por Emília Silva De cordo com Powers e Sakaguchi (2012), todos os produtos de gipsita apresentam uma expansão linear mensurável após a presa, que varia de um material para outro. O gesso comum tem 0,2 a 0,3% de expansão de presa; o gesso-pedra de baixa a moderada resistência, cerca de 0,15 a 1,25%; e o gesso-pedra de alta resistência 0,08 a 0,20%. A expansão de presa pode ser controlada de diferentes maneiras desde temperatura da água, condições de manipulação, adição de substâncias químicas, proporção água-pó ou até a imersão dos derivados da gipsita em água, o que aumenta a expansão de presa, fato esse conhecido como expansão higroscópica. Resumo do efeito das variáveis de manipulação nas propriedades dos produtos de gipsita Variável de manipulação Tempo de presa Consistência Expansão de presa Resistência à compressão Aumento da proporção água-pó Aumenta Aumenta Diminui Diminui Aumento da energia de espatulação Diminui Diminui Aumenta Sem efeito Aumento da temperatura da água da mistura de 23°C para 25°C Diminui Diminui Aumenta Sem efeito Utilize a rolagem horizontal Extraído de ESSER C. E., 2014.
GESSO
O pó de gesso absorve a umidade da atmosfera, o que causa alterações graduais. O gesso deve ser armazenado em sacos plásticos lacrados , ou seja, locais vedados, e acondicionados dentro de uma lata fechada , à prova de água ou umidade porque o produto é susceptível à umidade, podendo provocar alterações químicas no material.
A contaminação do pó de gesso-pela umidade, por meio da exposição prematura, ocasionaria uma redução no intervalo de tempo de endurecimento. Se a exposição for em demasia, o endurecimento é prolongado, inclusive diminuindo a resistência à compressão. Gesso com a validade vencida também pode apresentar alterações no endurecimento. Para melhor controle em consultório o ideal é que o gesso seja marcado com a data de aquisição , e posteriormente seja anotada a data de abertura do pacote , devendo ser utilizado no prazo máximo de seis meses.
MOLDAGEM
A especialista Emília Silva vai falar sobre o gesso odontológico e a confecção de modelos.
APRENDIZADO
O PRINCIPAL COMPONENTE DO GESSO ODONTOLÓGICO?
A) Hidroxiapatita B) Sulfato de cálcio C) Gipsita D) Sulfato de sódio E) Cálcio
QUE, HEMI–HIDRATADO, CONSTITUI QUIMICAMENTE O GESSO-PEDRA EMPREGADO EM ODONTOLOGIA É O:
A) Sulfato de sódio B) Sulfato de cálcio C) Cloreto de cálcio D) Carbonato de sódio E) Carbonato de cálcio
1. Qual é o nome do mineral que é o principal
componente do gesso odontológico? A alternativa "C " está correta. Os gessos são obtidos por meio de um mineral chamado gipsita, com a fórmula química de sulfato de cálcio di-hidratado (CaSO4. 2H 2 O).
2. O componente químico básico que, hemi–
hidratado, constitui quimicamente o gesso-pedra empregado em Odontologia é o: A alternativa "B " está correta. Os gessos são obtidos por meio de um mineral chamado gipsita, com a fórmula química de sulfato de cálcio di-hidratado (CaSO4. 2H 2 O).
! Compreender as técnicas de vazamento do gesso odontológico e as propriedades do material para modelos de gesso
Neste módulo, você será apresentado à manipulação do gesso odontológico, a fim de obter conhecimentos adequados das propriedades desse material e as indicações clínicas de cada tipo de gesso para que possa desfrutar, da melhor forma, de todos os recursos e vantagens que o gesso oferece à Odontologia.
GESSO ODONTOLÓGICO
Quando espatulados à mão, os gessos devem ser misturados à água em grau de borracha flexível e resistente à abrasão por meio de uma espátula rígida e um cabo que permita segurá-la firmemente.
Ao manipular o gesso dentro do grau, deve-se adicionar primeiramente a água e depois o gesso, devidamente pesado, o que diminui a incorporação de ar na mistura.
É importante evitar a adição de água ao pó repetidamente, pois essa ação provoca alteração na presa da massa, diminuição da resistência e distorção afetando a precisão do modelo.
A espatulação deve ser realizada vigorosamente até obter-se uma mistura homogênea e macia e o tempo de espatulação deve ser por volta de 1 minuto.
Em seguida a mistura deve ser levada ao vibrador por 5 segundos. Esse processo também pode ser otimizado utilizando-se o espatulador mecânico a vácuo que diminui significativamente as bolhas de ar, além de se obter um produto mais denso e com menos porosidades. Para o uso desse aparelho, a indicação é proporcionar a água e o pó, misturar por 15 segundos e em seguida levar ao espatulador mecânico a vácuo por mais 20 a 30 segundos, pois dessa maneira teremos um modelo com maior resistência e dureza. Existe uma relação entre o tempo de espatulação e os valores de resistência. Quanto maior o tempo de espatulação, menores serão os valores de resistência, uma vez que o rompimento dos cristais recém-formados resulta em um menor entrelaçamento intercristalino do sulfato de cálcio di-hidratado. Foto: Shutterstock.com
ESPÁTULA PARA GESSO E A MISTURA DO PÓ DE GESSO COM A ÁGUA.
Foto: Shutterstock.com
Foto: Shutterstock.com
MOLDAGEM/VAZAMENTO.
TEMPERATURA DA ÁGUA E DO AMBIENTE A temperatura da água e do ambiente são fatores que afetam o tempo de presa mais do que qualquer propriedade do gesso. Quando a temperatura muda, altera também a solubilidade do sulfato de cálcio. A temperatura da mistura influencia no intervalo de tempo de endurecimento pela variação na solubilidade, assim sendo, quanto maior a temperatura, mais rápido seria o endurecimento; e, quanto menor a temperatura, mais prolongado é o tempo de presa. Após a espatulação do gesso pelo período de 45 segundos, prosseguimos com o vazamento dos moldes.
Após os moldes estarem limpos, desinfetados e sem umidade, devemos iniciar o vazamento.
Ato em que o gesso previamente manipulado é colocado sobre o preparo do molde e, com o auxílio de uma espátula, devemos inserir pequenas porções de gesso, pouco a pouco, para que haja um bom escoamento. Para otimizar o escoamento do gesso sobre os moldes, fazemos o uso do aparelho vibratório. A vibração deve ser realizada até que o gesso alcance toda a superfície oclusal. Deve-se inclinar o molde de modo que o gesso flua para o fundo do preparo, deslocando o ar à medida que ocorre o escoamento. Deve-se acrescentar pequenas porções de gesso até que se complete totalmente o vazamento do molde. Após esse estar completo, acondicione o conjunto molde-modelo em um umidificador. Deve-se observar o tipo de material utilizado na moldagem antes de realizar o vazamento. É recomendável que se utilize o tipo de gesso conforme o material utilizado na moldagem, com relação à contração. Para materiais que não contraem, como as siliconas de adição e borrachas, sintéticas deve-se utilizar gessos de baixa expansão o tipo IV. Já nos materiais que contraem, como as siliconas de condensação, deve-se utilizar gessos de expansão modificada o tipo V.E para alginatos é recomendável a utilização de gessos tipo III.
Em moldagens com alginato, o gesso não deve ficar em contato com o hidrocoloide por mais de 60 minutos. Após esse tempo, o alginato começa a atacar a superfície do gesso, tornando-a porosa. Inicia-se o vazamento do molde pelo lado próximo dos dentes preparados, fazendo com que o gesso escoe de distal para mesial sempre em um único sentido, prestando-se atenção para que não ocorra a formação de bolhas de ar. Pode-se ainda utilizar um pincel com a moldeira inclinada para auxiliar o escoamento do gesso.
O tempo de presa tem início assim que o pó é misturado à água. Esse é o tempo que vai do início da mistura até que o material endureça. O tempo de presa pode ser subdividido nas seguintes etapas:
ETAPA 2 ETAPA 3 ETAPA 4 ETAPA 5 ETAPA 6 ETAPA 1
Tempo de espatulação , que é o tempo recomendado para adicionar o pó à água até o término da mistura. A manipulação mecânica dos gessos é de 20 a 30 segundos, porém a espatulação manual é de aproximadamente por 1 minuto.
Tempo de trabalho , que consiste no tempo necessário para realizar o vazamento dos modelos
e limpar os dispositivos utilizados. Geralmente, o tempo de trabalho adequado é de 3 minutos.
Perda do brilho — com a continuidade da reação, o excesso de água é usado para a formação do di- hidrato, e com isso a mistura vai perdendo o brilho, o que deve ocorrer em um tempo de 9 minutos. É importante ressaltar que o gesso nesse período ainda não apresenta resistência à compressão.
Tempo de presa inicial — esse pode ser medido com as agulhas de Gilmore. Após a espatulação do gesso, a agulha menor é solta sobre a mistura em intervalos de tempo crescentes. No momento em que a ponta ativa não deixar mais marcas na superfície do gesso, considera-se como tempo de presa inicia.
Tempo de presa com agulha de Vicat — essa agulha é presa em uma haste com peso determinado, e é colocada em contato com a superfície do gesso tão logo ocorra a perda do brilho. O tempo decorrido desde o início da mistura até que a agulha não mais penetre é conhecido como tempo de presa Vicat.
Tempo de presa final — esse estágio de presa pode ser medido por meio das agulhas de Gilmore. Quando essas agulhas deixarem somente marcas ligeiramente perceptíveis na superfície do gesso, estaremos na presa final. Tempo de espatulação 45 segundos aproximadamente Tempo de presa 3 minutos aproximadamente Inicial (perda de brilho) 10 minutos Final (término da exotermia) 30 minutos Utilize a rolagem horizontal Elaborado por Emília Silva. A desinfecção dos modelos deve ser feita com hipoclorito a 1% Spray ou Glutaraldeído a 2%. O armazenamento de moldes e modelos em umidificadores faz com que esses apresentem menor alteração linear do que os moldes de gesso- pedra deixados à temperatura ambiente, sobre a bancada. O umidificador pode ser qualquer recipiente vedado, com um mínimo de água, e dispositivos que impedem o molde de ter contato direto com a água. O recipiente deveria ser tampado para manter a umidade relativa em 100%. Esse procedimento tem a finalidade de evitar os fenômenos de síndrese e embebição do alginato. E aconselhável, ainda, que após o vazamento e a presa inicial do gesso, o conjunto molde-modelo volte ao umidificador, aguardando o período de presa do gesso. Isso evita troca ou absorção de água do gesso para o alginato, ou vice-versa. O resultado final visa obter um modelo com uma superfície mais resistente, lisa e dimensionalmente correta. Outro fator observado é que, quando o conjunto molde-modelo é armazenado no umidificador, a desmuflagem é facilitada pela não perda de água de alginato, evitando eventuais fraturas de dentes. Foto: Pixabay Sobre o recorte do modelo o ideal seria usar um recortador de gesso sem água, por não ocorrer a dissolução na sua superfície do gesso. Esse fenômeno também poderia ocorrer quando promovemos a hidratação do modelo para sua duplicação, e essa dissolução é proporcional ao tempo de imersão em água. Anusavice (2005) interpretou o efeito da secagem na resistência à compressão no gesso por meio de uma justificativa relatando que à medida que os últimos traços de água evaporam, finos cristais de gipsita se precipitam e ancoram os cristais mais largos. Assim, se água for adicionada ou estiver em excesso no modelo, os pequenos cristais serão os primeiros a se dissolver e os reforços de ancoragem serão perdidos. O tempo de secagem do gesso varia conforme a umidade, a temperatura do ambiente e o tamanho da sua massa. Para que uma mufla de tamanho médio perca toda sua água em excesso em temperatura ambiente e umidade atmosférica são necessários cerca de sete dias. Foto: Shutterstock.com Gesso comum (tipo II) Material acessório, estudo Gesso-pedra (tipo III) Modelos antagonistas e de trabalho Gesso-pedra melhorado ou especial (tipo IV) Modelos de trabalho e troquéis Gesso-pedra melhorado de alta expansão (tipo V) Modelos de trabalho e troquéis para uso com ligas de alta fusão Utilize a rolagem horizontal Elaborado por Emília Silva.
MANIPULAÇÃO DOS GESSOS ODONTOLÓGICOS
A especialista Emília Silva apresentará detalhadamente como trabalhar com o gesso explicando sobre o envase, tempo de secagem e as principais indicações.
APRENDIZADO
DE UMA MISTURA DE GESSO É POR VOLTA DE:
A) 10 minutos B) 1 minuto C) 15 minutos D) 3 minutos E) 5 minutos
MARQUE A RESPOSTA CORRETA:
A) Pode-se colocar o pó e depois a água. B) Deve-se colocar a água e depois o pó. C) Acrescentar o gesso durante a manipulação não interfere nas suas propriedades. D) Uma espátula de alginato pode perfeitamente ser usada para manipulação do gesso. E) A espatulação deve ser exclusivamente mecânica para que não haja incorporação de bolhas.
1. O tempo de trabalho adequado de uma
mistura de gesso é por volta de: A alternativa "D " está correta. O tempo de trabalho é o tempo necessário para realizarmos o vazamento dos modelos e limpar os dispositivos utilizados. Geralmente, o tempo de trabalho adequado é de três minutos.
2. Sobre a manipulação do gesso, marque a
resposta correta: A alternativa "B " está correta. Ao manipular o gesso dentro do grau, deve-se adicionar primeiramente a água e depois o gesso, devidamente pesado, o que diminui a incorporação de ar na mistura.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O estudo dos materiais de moldagem e do gesso odontológico, assim como o conhecimento sobre seus tipos, propriedades e aplicações técnicas são de suma importância na Odontologia em diversos aspectos: legais, estudo e na confecção de trabalhos que sempre exigem máxima eficiência e detalhamento. Aos iniciantes ou estudantes da área, esses conhecimentos proporcionarão maior aproveitamento de tempo de cadeira com o paciente e a diminuição no número de repetições. Por meio do estudo acerca desses materiais e das atividades propostas, esperamos que o futuro profissional se torne apto a realizar excelentes moldagens e obter modelos com alto padrão de qualidade. O estudo continuado e a prática clínica favorecem o desenvolvimento dessas habilidades, estimulam o raciocínio lógico e, assim, otimizam a obtenção de moldes e modelos odontológicos.
ALTO, R. M. et al. Materiais e técnicas de moldagem. Coltene, 2018. ANUSAVICE, k. J. Materiais dentários. 11. ed.. Elsevier, 2005. CHAIN, M. C. Materiais dentários: série abeno: odontologia essencial – parte clínica. São Paulo: Artes Médicas, 2013. COSTA, L. L. et al. Composição do alginato odontológico e suas interações com o organismo humano. RvACBO v. 9, n. 2, p. 29-31,
ESSER, C. E. Aspectos que influenciam na manipulação de gessos odontológicos. [Trabalho de conclusão de curso]. Florianópolis: Curso de Graduação em Odontologia da UFSC, 2014. MESQUITA, V. T. et al. Materiais e técnicas de moldagem em prótese fixa — revisão de literatura. Saber Científico Odontológico, Porto Velho, v. 1, n. 2, p. 45-54, junho de 2012. NOORT, R.V. Introdução aos materiais dentários.
NOORT, R.V. Introdução aos materiais dentários.
PEGORARO, L. F. et al. Prótese fixa: bases para o planejamento em reabilitação oral. São Paulo: Artes Médicas, 2013. SCOZ, M. R. Cuidados essenciais com os gessos odontológicos [Trabalho de conclusão de curso]. Florianópolis: Curso de Especialização em Prótese Dentária da UFSC, 1999. SILVA, F. C. F. A. et al. Técnica de moldagem modificada usando silicona de adição. Rev Assoc Paul Cir Dent, Fortaleza, v. 4, n. 70, p. 364-368, setembro de 2016.
Assista aos vídeos abaixo, disponíveis no YouTube, para conhecer mais sobre o assunto estudado. Gotas de conhecimento em odontologia. Gota #. Dicas para dentistas. Segredos de Moldagem.
Emília Adriane Silva