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neuroanatomia, Notas de estudo de Odontologia

grandes vias de sensiblidade gerail

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 11/09/2011

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jose-mango-mango-1 🇧🇷

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Intrdução
Nesta apresentação, vamos dar ênfase ao estudo, das grandes vias de senssibilidade geral e como
funcionam os órgãos sensoriais quando descodicam os diferentes esmulos sicos e químicos do
ambiente em impulsos nervosos, como o SNC interpreta essas informações .
Sensibilidade é a capacidade que tem o sistema nervoso de iden�ficar um esmulo em nível consciente ou
inconsciente, vindo de qualquer modalidade somasennsiva ou de sua submaodalidadedes, e é a parte do
sistema nervoso responsável pela análise dos esmulos oriundos dos meios ambientes externo e interno ao
organismo. O sendo somáco geral do corpo (=somestesia).
Quase todas informa sensoriais entram na medula espinal atraveis das raízes dorsais dos nervos espinais.
Da medula ate o encefalo é conduzido através de uma das duas vias que são: sistema da coluna dorsal –
lemnisco medial, e sistema anterolateral.
O sistema coluna dorsal-lemnisco medial é a via sensorial responsável por transmir as informações de
tato no, vibração e consciência propriocepva do corpo para o córtex cerebral.
Onde o sistema da coluna dorsal lemnisco medial é composto de bras nervosas grossas. E o sistema antero
lateral é composto por bras mais nas .
1- Desenvolvimento
O sistema sensorial somáco, ou sistema somatos sensorial é responsável pelas
Experiências sensoriais evocadas em órgãos sensoriais que não pertencem ao sendo especial. Os
receptores sensoriais somestésicos estão espalhados pelo corpo todo, ao contrário dos órgãos especiais,
cujos receptores estão restritos na cabeça. Eles estão classicados por:
*Mecanorrecepvos-
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Intrdução

Nesta apresentação, vamos dar ênfase ao estudo, das grandes vias de senssibilidade geral e como funcionam os órgãos sensoriais quando descodificam os diferentes es�mulos �sicos e químicos do ambiente em impulsos nervosos, como o SNC interpreta essas informações. Sensibilidade é a capacidade que tem o sistema nervoso de iden�ficar um es�mulo em nível consciente ou inconsciente, vindo de qualquer modalidade soma�sennsiva ou de sua submaodalidadedes, e é a parte do sistema nervoso responsável pela análise dos es�mulos oriundos dos meios ambientes externo e interno ao organismo. O sen�do somá�co geral do corpo (=somestesia). Quase todas informa sensoriais entram na medula espinal atraveis das raízes dorsais dos nervos espinais. Da medula ate o encefalo é conduzido através de uma das duas vias que são: sistema da coluna dorsal – lemnisco medial, e sistema anterolateral. O sistema coluna dorsal-lemnisco medial é a via sensorial responsável por transmi�r as informações de tato fino, vibração e consciência propriocep�va do corpo para o córtex cerebral. Onde o sistema da coluna dorsal lemnisco medial é composto de fibras nervosas grossas. E o sistema antero lateral é composto por fibras mais finas.

1- Desenvolvimento

O sistema sensorial somá�co, ou sistema somatos sensorial é responsável pelas Experiências sensoriais evocadas em órgãos sensoriais que não pertencem ao sen�do especial. Os receptores sensoriais somestésicos estão espalhados pelo corpo todo, ao contrário dos órgãos especiais, cujos receptores estão restritos na cabeça. Eles estão classificados por: *Mecanorrecep�vos-

Tacto, pressão, vibração e cócegas Posição (está�ca e velocidade do movimento) *Termorrecep�vos- frio e calor Dor

1.2- Vias sensoriais

Sistema da coluna dorsal-lemnisco sistema Antero lateral

Medial fibras mielinizadas finas

  • Fibras nervosas grossas e – 40m/s Mielinizadas Grau menor de organização especiais
  • 30 a 100m/s – Amplo espectro de modalidade Alto grau de organização dor, calor, frio, sensação tateis grosseira especial

Os receptores da sensibilidade corporal Os receptores da sensibilidade corporal. Tipo Morfológico

Transdução Tipo de Fibras

Localização Função^ Adaptação

Terminações livres

Mecanoelétrica, Termoelétrica,

C, Aδ (^) Toda a pele, órgãos Internos, vasos

Dor, temperatura, Tato grosseiro,

Lenta

Nos vertebrados, os neurônios sensoriais periféricos associados aos receptores têm o corpo celular localizado nos gânglios das raízes dorsais dos nervos espinhais e nos gânglios de alguns neurônios cranianos. Um nervo periférico pode conter fibras sensoriais de várias modalidades, cada uma conduzindo os respec�vos impulsos gerados e decodificados nos receptores periféricos. No SNC, os neurônios funcionalmente relacionados formam cadeias de neurônios denominados de vias. Assim, do órgão receptor periférico (somá�co ou visceral) até o cérebro existe uma cadeia de neurônios relacionados com aquela modalidade sensorial e do mesmo modo, existem vias motoras especificas que inervam um determinado órgão efetuador.

As vias de senssiblidades gerais trazem informações sensoriais percebidas na pele, ar�culações, ligamento e músculos. E elas estão caracterizadas por: a - Receptores b - Trajeto periférico c - Trajeto Central d - Área de Projeção Cor�cal e - Área de Percepção.

1.3- Classificaçao das senssibilidades Segundo Sherrington Esterocep�vas, Propiocep�vas interoceptavas

Déjerine: Gerais Especiais Head: Protopa�cas epicri�cas ao nível de interpretação Consciente inconsciente Clínica Superficiais Profundas.

2- Modalidade ou qualidade da sensação É determinada pela existência de sensações semelhantes mediadas por um órgão sensi�vo par�cular. Para explicar esses achados dois sistemas de receptores cutâneos e fibras de condução. 1) Um sistema primi�vo chamado protopá�co, que conduz a dor e as diferenças extremas de temperatura (queimadura e congelamento) e barestesia (sen�do da pressão), actuando como um agente defensivo contra alterações patológicas nos tecidos. A sensação protopá�ca é a primeira que reaparece quando um nervo sensi�vo cutâneo é seccionado, regenera-se com sintoma desagradável; 2) Um sistema mais recente, chamado epicrí�co, que carreia o tato com capacidade de perceber a natureza do contacto e sua localização, discriminação entre dois pontos, diferenças pequenas de temperatura, barognosia (apreciação do peso), forma, textura discrimina�va, ba�estesia (noção de posição segmentar), palestesia (noção vibratória) e dor localizada. A sensação epicrí�ca aparece tardiamente no processo de regeneração em um nervo sensi�vo cutâneo seccionado. Logo as vias sensi�vas ascendentes com prolongamentos centrais da célula ganglionar da raiz posterior – neurónio de primeira ordem na coluna posterior. Vias sensi�vas ascendentes secundárias de axônios do neurónio de segunda ordem nos tratos espinocerebelares. Vias sensi�vas descendentes com prolongamentos centrais da célula ganglionar da raiz posterior – neurónio de primeira ordem para formar o fascículo septomarginal e interfascicular.

3- Tálamo e Córtex Sensori

O tálamo é a estação central de recebimento das informações sensoriais (com a exceção da via olfatória) e de retransmissão ao córtex cerebral. Situado no diencéfalo, pertencem-lhe os corpos geniculados laterais e medial e um grande número de outros núcleos. Os neurónios talâmicos estabelecem principalmente, conexões com o córtex e vice-versa, formando as radiações talâmicas. Do tálamo, várias projecções sensoriais se dirigem ao córtex, em regiões denominadas áreas sensitivas primárias. De modo geral, cada modalidade dos sentidos especiais tem uma área primária específica enquanto as formas de

estão presentes nas cápsulas das articulações, nos tendões e na musculatura esquelética.

Relacionado ao tato epicrítico e à Propriocepção consciente dos membros, as fibras aferentes primárias penetram a medula, mas só realizam sinapse com os neurónios de 2a ordem no bolbo (núcleo grácil e cuneiforme). . Os sentidos de Propriocepção consciente (dos membros), tato epicrítico e de vibração, são transportados até o tronco encefálico pelos fascículos cuneiforme e grácil.

Só então, os neurónios dos núcleos homónimos (os neurónios de 2a ordem) cruzam o Plano mediano e atingem o tálamo (VPL) através dos lemniscos mediais. Do tálamo (neurónios de 3a ordem) projectam-se para o córtex somestésico primário no giro pós central e se dirigem para a área secundária Lóbulo Parietal Superior. Ao longo desse trajecto, há evidências de que as informações sensoriais sofrem modificações, em particular, influências inibitórias que ajudam a contrastar os estímulos, modificando a percepção em função da experiência passada.

6- VIAS DA SENSIBILIDADE VISCERAL

Os receptores viscerais são na sua grande maioria terminações livres e medeiam a sensação

inconsciente, com a exceção daquelas que medeiam a dor visceral. As fibras aferentes

acompanham os nervos simpá�cos e parassimpá�cos. Os neurónios de 1a ordem estão

localizados nos gânglios sensitivos espinhais. Com relação à sensibilidade dolorosa, os neurónios de 2a ordem acompanham o Trato neospinotalâmico de ambos os lados.

7- Alterações da sensibilidade

  • A). Anestesia - desaparecimento total de uma ou mais modalidades de sensibilidade. Perda da sensibilidade tác�l.
  • B) Hipoestesia - diminuição da sensibilidade.
  • C) Hiperestesia - aumento da sensibilidade.
  • D) Disestesia
  • E) Parestesia - aparecimento de sensações espontâneas sem
  • Es�mulação (formigamento)
  • F) Algia - dor em geral.

Conclusão

Tratado de fisiologia humana decima edição Guyton e Hall.

Fisiologia humana segunda edição, Marrcuss Viinííciiuss C. Balldo

RELAÇAO NOMINAL DOS ELEMENTOS DO GRUPO C2 DE ANATOMIA.

1-CELMIRA TOMAS JOSE

2-CECILIA MUVONGO

3-CRISTINA ANTONIO

4-DULCE COXE

5-EMILIA FONSECA

6-ELIZABETH MATEUS

7-ESPERANÇA FERREIRA

8-EDNA DA COSTA

9-EVA MUSSUNGO

10-EVALINA DOS SANTOS

11-EVARISTO CATUMBELA CASSINDA.

12-FAUSTINA DA CONTA CUTY

13- FELICIANA MIGUEL.

14- FELISBINA CAMPOS

15- FRANCISCO DOMINGOS DA SILVA BENTO

16Helena Matamba Tone 17- JOSE MANGO. 18- JOSE DE AMADEU 19- JULIANA PANZO PEDRO. 20- HERMINIA DOMINGOS 21- ISABEL SALVADOR 22- MARCIA DA COSTA 23- MARIO MAFIOSO. 24- MADALENA SEBASTIAO 25- NELSA MANDELA GAIETA 26- PATRICIA CAMBUADA 27- YUYA AMINATA.

Objec�vo gerais

» Conhecer as principais vias de sensibilidades gerais

Objec�vos especifico

» Saber e entender o conceito de sensibilidade » Explicar o mecanismo dos receptores de sensibilidade corporal » Iden�ficar a sua estrutura e funcionamento. » Explicar a importância das vias de sensibilidade corporal. » Descrever a classificação das sensibilidades

5- Vias do tato epicrítico, estereognosia, sensibilidade vibratória e Propriocepção Consciente (funículo posterior) 6- VIAS DA SENSIBILIDADE VISCERAL 7- Alterações das sensibilidades

Glossário

II -CLASSIFICAÇÃO DAS SENSIBILIDADES:

  1. Segundo Sherrington: 1.1 - Exteroceptivas - sensações superficiais 1.2 - Proprioceptivas - sensações profundas, pertinentes ao sistema músculo-esquelético 1.3 - Interoceptivas - sensações viscerais
  2. Segundo Déjerine: 2.1 - Gerais - receptores distribuídos por todo organismo 2.2 - Especiais - organizados em neuroepitélio, em células que especializaram-se.
  3. Segundo Head:

3.1 - Protopáticas - percepções difusas mal definidas 3.2 - Epicríticas - bem definidas

  1. Segundo o nível de interpretação: 4.1 - Consciente - no córtex cerebral 4.2 - Inconsciente - no córtex cerebelar
  2. Segundo a Clínica: 5.1 - Superficiais - exteroceptivas 5.2 - Profundas - proprioceptivas e interoceptivas III - ESTUDO DAS VIAS DAS SENSIBILIDADES GERAIS: 1 - Informações sensoriais percebidas na pele, articulações, ligamentos e músculos 1.1 - Características Gerais: a - Receptores b - Trajeto periférico c - Trajeto Central d - Área de Projeção Cortical e - Área de Percepção 1.2 - Receptores: mecanorreceptores, nociceptores e termoceptores 1.2.1 - Exteroceptores: a) Terminações nervosas livres b)Discos ou meniscos de Merckel c) Órgãos na terminação dos pelos d) Corpúsculos sensitivos: são mecanorreceptores relacionados ao tato - pressão, sensação tátil, estereognosia, sensibilidade vibratória. São eles: Krause; Ruffini; Meissner; Water - Paccini OBS: Cada um dos receptores mecânicos possui uma peculiaridade na maneira de responder aos estímulos adequados (freqüência de estimulação) e possui campos receptivos de tamanhos diferentes. ex: adaptação lenta - disco de Merckel e corpúsculo de Ruffini adaptação rápida - corpúsculo de Meissener e de Paccini