

























Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
A observação permanente das edificações, o espaço físico de maior relevância na vida do homem urbano, tanto pelo aspecto patrimonial quanto pelas questões relacionadas à segurança e ao conforto, conduz o observador ao conceito de preservação e, conseqüentemente, ao tema manutenção.
Tipologia: Provas
1 / 33
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!


























COORDENAÇÃO: Eng. Vanderlei Jacob Júnior RELATOR: Arq. Vanessa Paccola Francisco COLABORADORES DESTA REVISÃO DA NORMA: Engº Alexandre Marcelo Fontes Lara; Engª Flávia Zoéga Andreatta Pujadas; Engº José Carlos Paulino da Silva; Engª.Marli Lanza Kalil; EngºMário Luiz de Miranda; Engº.Milton Gomes; Engº Misael Cardoso Pinto Neto; Engª Rejane S. Berezovsky;Francisco Engº Sidney de Barros; Engº Vanderlei Jacob Júnior; Arqª Vanessa Paccola
COLABORADORES DAS VERSÕES ANTERIORES DESTA NORMA: Engª Flávia Zoéga Andreatta Pujadas; Engº Fulvio Lauria; Engº Jerônimo Cabral P. F. Neto; Engº José Carlos Paulino da Silva; Engº José Ricardo Pinto; Arqº Laerte Sakai; Engº Luiz Cláudio Gongora;EngªMarli Lanza Kalil; Engº Milton Gomes; Engº Misael Cardoso Pinto Neto; Engª Rejane S. Berezovsky; Engº Roberto Paulo Marchetti; Engº Sidney de Barros; Engº Títo Lívio Ferreira Gomide; Engº Vanderlei Jacob Júnior.
Aprovado em Assembléia Geral Ordinária de 15/03/
NORMA DE INSPEÇÃO PREDIAL
Fundado em 1957, o Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia tem na sua Entidade Filiada noEstado de São Paulo um dos órgãos de classe mais atuantes de todo o território nacional.
Congregando profissionais das diversas modalidades da Engenharia e Arquitetura, o IBAPE/SP desenvolveu, ao longo de sua história, um importante trabalho com objetivo de aprimoramento e criação de cultura técnicavoltada àqueles que se dedicam a atuar nas áreas de Engenharia de Avaliações e Perícias.
A busca pela promoção destas especialidades a níveis superiores de relevância profissional e a preocupaçãoem servir a sociedade dentro do mais elevado espírito público tem como resultado a permanente realização de Congressos, Simpósios, Seminários, Normas Técnicas, Estudos, Cursos e outras formas de difusão de conhecimento. As normas técnicas desenvolvidas pelo IBAPE/SP são produzidas através de um longo processo de discussãoaberta, onde todas as contribuições são sistematizadas e avaliadas, e o texto final é aprovado pelo plenário de assembléia geral. A atual versão atualizada da Norma de Inspeção Predial comprova a evolução da matéria e sua plena aceitação,considerados o reconhecimento técnico e sua necessidade. Consolidada como ferramenta da gestão predial para a avaliação da qualidade de manutenção empregada, devido aos seus aspectos preventivos, conceitosempregados e métodos de análise das deficiências. Trata-se, portanto, de instrumento eficaz para minimizar efeitos da deterioração precoce na edificação.
2. INTRODUÇÃO
A observação permanente das edificações, o espaço físico de maior relevância na vida do homem urbano, tanto pelo aspecto patrimonial quanto pelas questões relacionadas à segurança e ao conforto, conduz o observador ao conceito de preservação e, conseqüentemente, ao tema manutenção. Partícipes do processo que se verifica em andamento, através do quais mudanças de caráter cultural vêm sendoconsumadas; técnicos habituados a trabalhar a edificação sob os mais diversos enfoques constatam que se sedimenta uma nova postura voltada para a proteção do patrimônio e do indivíduo. A ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas disponibilizou a sociedade texto normativo voltado paraManutenção de Edificações – Procedimentos (ABNT NBR 5674). Verifica-se, entretanto, lacuna que esta norma vem preencher, além de disciplinar a atividade técnica denominada Inspeção Predial. Ou seja, orientar oprofissional para proceder às avaliações necessárias ao diagnóstico do estado da qualidade de manutenção, bem como indicar as criticidades e providências que deverão ser encaminhadas no âmbito da manutenção e segurança patrimonial das edificações. Tendo em vista que decorridos dez anos da aprovação do primeiro texto desta norma, cuja aplicação foiamplamente difundida no meio técnico pericial, com excelentes resultados, e tendo em vista as inúmeras sugestões de aprimoramento da norma, realizou-se a terceira revisão desta Norma, que para fins de utilizaçãosubstitui o texto anterior aprovado de 2007. O resultado desta revisão vem apresentado a seguir.
Esta norma fixa as diretrizes, conceitos, terminologia, convenções, notações, critérios e procedimentos relativos àengenheiros e arquitetos, legalmente habilitados pelos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e inspeção predial, cuja realização é de responsabilidade e da exclusiva competência dos profissionais, Agronomia- CREAs -, de acordo com a Lei Federal 5194 de 21/12/1966 e resoluções do CONFEA. a) Classifica a sua natureza;b) Instituem a terminologia, as convenções e as notações a serem utilizadas; c) Define a metodologia básica aplicável;d) Estabelece os critérios a serem empregados nos trabalhos; e) Prescreve diretriz para apresentação de laudos e pareceres técnicos.
4. NORMAS E DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 4.1. APLICAÇÃO DA NORMA Na aplicação desta norma é necessário consultar e atender à legislação pertinente, dando-se destaque aos seguintes preceitos legais: 4.2. PRECEITOS LEGAIS _ Lei Federal Nº. 5.194 de 21/12/1966 que regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e dá outras providências; _ Resoluções do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, e particularmente: _ Resolução Nº. 205, de 30/09/1971, que adota o Código de Ética Profissional; _ Resolução Nº. 218, de 27/06/1973, que fixa as atribuições do Engenheiro, Arquiteto e Agrônomo nas diversas modalidades; _ Resolução Nº. 345, de 27/07/1990, que dispõe quanto ao exercício por profissionais de nível superior dasatividades de Engenharia de Avaliações e Perícias de Engenharia;
_ Resolução/CEUSO/54/89 - CEUSO de 22/11/89; _ Resolução 1010 do Confea _ Código de ética do IBAPE/SP. _ Legislação: _ Código de obras e Edificações (COE); _ Leis Complementares ao COE; _ Decreto 24714 de 7/10/87, 27.011 de 30/09/88; _ Decreto 24767 de 14/10/87 - Regulamenta o sistema de fiscalização, disposições gerais parautilização de gás combustível n os edifícios e construções em geral;
_ Portaria n° 2364/SAR/88 - publicada no DOM de 29/9/ _ Relatório de Danos ambientais
O grau de risco das anomalias e falhas constatadas na Inspeção Predial é classificado em: 5.4.1 CRÍTICO Pode provocar danos contra a saúde e segurança das pessoas e/ou meio ambiente, perda excessiva dedesempenho causando possíveis paralisações, aumento de custo, comprometimento sensível de vida útil e desvalorização acentuada. 5.4.2 REGULAR Pode provocar a perda de funcionalidade sem prejuízo à operação direta de sistemas, perda pontual dedesempenho (possibilidade de recuperação), deterioração precoce e pequena desvalorização.
5.4.3 MÍNIMO Pode causar pequenos prejuízos à estética ou atividade programável e planejada, sem incidência ou sem aprobabilidade de ocorrência dos riscos críticos e regulares, além de baixo ou nenhum comprometimento do valor imobiliário. 5.5. LISTA DE VERIFICAÇÃO Conjunto de tópicos a serem fundamentalmente vistoriados, sendo considerado o número mínimo de itens aserem abordados em uma inspeção.
6. ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS As Inspeções Prediais deverão ser realizadas apenas por profissionais, engenheiros e arquitetos, devidamente registrados no CREA* e dentro das respectivas atribuições profissionais, conforme resoluções do CONFEA. As inspeções prediais possuem características multidisciplinares, consoante à complexidade dos subsistemas construtivos a serem inspecionados, tal que o profissional responsável pela realização do trabalho pode convocarcontratado. profissionais de outras especialidades para assessorá-lo, conforme o nível de inspeção predial
* Obs: Recomenda-se que o profissional tenha especialidade ou experiência comprovada
7. CLASSIFICAÇÕES DAS INSPEÇÕES PREDIAIS 7.1. QUANTO AO NÍVEL DA INSPEÇÃO A Inspeção Predial poderá estar classificada de acordo com o nível pretendido do inspetor e da finalidade damesma.
7.1.1 NÍVEL 1 Identificação das anomalias e falhas aparentes, elaborada por profissional habilitado. 7.1.2 NÍVEL 2 Vistoria para a identificação de anomalias e falhas aparentes eventualmente identificadas com o auxilio deequipamentos e/ou aparelhos, bem como análises de documentos técnicos específicos, consoante à complexidade dos sistemas construtivos existentes. A Inspeção Predial nesse nível é elaborada por profissionais habilitados em uma ou mais especialidades.
Equivalente aos parâmetros definidos para a inspeção de NÍVEL 2, acrescida de auditoria técnica conjunta ou isolada de aspectos técnicos, de uso ou de manutenção predial empregada no empreendimento, além deorientações para a melhoria e ajuste dos procedimentos existentes no plano de manutenção.
8. CRITÉRIO e METODOLOGIA 8.1. CRITÉRIO O critério utilizado para elaboração de laudos de inspeção predial baseia-se na análise do risco oferecido aosusuários, ao meio ambiente e ao patrimônio, diante as condições técnicas, de uso, operação e manutenção da edificação, bem como da natureza da exposição ambiental. A análise do risco consiste na classificação das anomalias e falhas identificadas nos diversos componentes de uma edificação, quanto ao seu grau de urgência, relacionado com fatores de conservação, depreciação, saúde,segurança, funcionalidade, comprometimento de vida útil e perda de desempenho.
8.2. METODOLOGIA A metodologia a ser empregada consiste em: _ Determinação do nível e tipo de inspeção (ver item 7); _ Verificação da documentação (ver item 9); _ Obtenção de informações dos usuários, responsáveis, proprietários e gestores das edificações (ver item 10); _ Inspeção dos tópicos da listagem de verificação (ver item 11); _ Classificação das anomalias e falhas (ver item 12); _ Classificação e análise das anomalias e falhas quanto ao grau de risco (ver item 13); _ Ordem de prioridades (ver item 14); _ Indicação das orientações técnicas (ver item 15); _ Classificação do estado de conservação (ver item 16); _ Recomendações gerais e de sustentabilidade (ver item 17); _ Tópicos essenciais do laudo (ver item 18); _ Responsabilidades (ver item 19); Consoante o desenvolvimento dos itens abordados acima, a inspeção predial deverá ser planejada conforme otipo da edificação, consideradas suas características construtivas, qualidade da documentação entregue ao inspetor e nível de inspeção a ser realizado. O planejamento da vistoria deverá ter início com uma entrevista com o responsável da edificação (síndico,administrador ou gestor), com abordagem dos aspectos cotidianos do uso e da manutenção do imóvel.
_ Instalações de cabeamento e telefonia _ Instalações do Sistema de Proteção Contra Descargas _Instalações de ar condicionado; _ Projeto de Impermeabilização; _ Projeto de Revestimentos; _ Projeto de Pintura; _ Projeto de paisagismo 9.3. DOCUMENTAÇÃO SOBRE A MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO _ Manual de Uso, Operação e Manutenção da edificação, conforme ABNT NBR 14037 (Manual do Proprietário e do Síndico);
_ Selos dos Extintores _ Relatório de Inspeção Anual de Elevadores; _ Relatório de Inspeção anual do Sistema de Proteção a Descarga Atmosférica – SPDA, conforme ABNT NBR 5419
_ Relatórios de ensaios preditivos, tais como: termografia, vibrações mecânicas, etc. _ Relatórios dos Acompanhamentos das Manutenções dos Sistemas Específicos, tais como: ar condicionado, motores, antenas, bombas, CFTV, Equipamentos eletromecânicos e demais componentes. _ Cadastro de equipamentos e máquinas
OBS Inspetor: A lista de documentos mencionada refere-se ao Município de São Paulo - SP. Para outras localidades, o predial devera adequar e complementar a referida lista, consoantes as exigência de posturas Municipais e legais.
10. OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES Para instruir o laudo recomenda-se obter informações através de questionários e entrevistas junto aos usuáriose demais responsáveis pela edificação, principalmente no caso de reformas e modificações. 11. LISTAGEM DE VERIFICAÇÃO A lista dos componentes e equipamentos dos diversos sistemas construtivos a serem verificados pelos inspetores prediais será proporcional à importância, à complexidade e ao tipo da edificação. 12. CLASSIFICAÇÃO DAS ANOMALIAS E FALHAS 12.1. ANOMALIA As anomalias podem ser classificadas em: 12.1.1. Endógena Originaria da própria edificação (projeto, materiais e execução). 12.1.2. Exógena Originaria de fatores externos a edificação, provocados por terceiros. 12.1.3. Natural Originaria de fenômenos da natureza (previsíveis, imprevisíveis). 12.1.4. Funcional Originaria do uso. 12.2. FALHA As falhas podem ser classificadas em: 12.2.1 De Planejamento Decorrentes de falhas de procedimentos e especificações inadequados do plano de manutenção, sem aderência a questões técnicas, de uso, de operação, de exposição ambiental e, principalmente, de confiabilidade edisponibilidade das instalações, consoante a estratégia de Manutenção. Além dos aspectos de concepção do plano, há falhas relacionadas às periodicidades de execução.
As orientações técnicas deverão ser apresentadas de forma clara e simplificadas, possibilitando ao leigo a fácil compreensão, utilizando-se das normas pertinentes, dados de fabricantes de materiais e sistemas, dentre outroselementos técnicos que fundamentem a orientação descrita ou a torne mais clara.
Deve-se recomendar, quando necessária, a execução concomitante das diversas orientações preconizadas.
16. CLASSIFICAÇÃO DA QUALIDADE DE MANUTENÇÃO E USO A classificação da qualidade de manutenção e condições de uso deve sempre ser fundamentada, considerandoos seguintes aspectos:
16.1 – Para Qualidade da Manutenção: Para esta classificação, o inspetor deverá analisar o plano de manutenção para a edificação e as respectivascondições de execução, segundo os seguintes critérios:
16.1.1 - Qualidade do Plano de Trabalho: Coerência do Plano de Manutenção em relação ao especificado por fabricantes de equipamentos e sistemas inspecionados; Coerência do Plano de Manutenção em relação ao preconizado em Normas e / ou Instruções Técnicas de Engenharia específicas; A adequação de rotinas e freqüências à idade das instalações, ao uso, exposição ambiental, dentre outros aspectos técnicos que permitam ao inspetor classificar a qualidade da manutenção executada; 16.1.2 - Condições de execução das atividades propostas no Plano de Manutenção: Verificar se existem as condições mínimas necessárias de acesso aos equipamentos e sistemas, permitindo aplena realização das atividades propostas no Plano de Manutenção; Verificar as condições de segurança para o mantenedor e usuários da edificação, durante a execução damanutenção.
Em caso de inexistência de plano de manutenção na edificação, o inspetor, ainda, deverá verificar as atividades realizadas e devidamente registradas (evidências), comparando-as com o conjunto de recomendações mínimasde fabricantes e fornecedores de equipamentos e sistemas inspecionados.
São elementos observados no trabalho de inspeção predial, que devem ser considerados na classificação daqualidade de manutenção: falhas constatadas; não conformidades registradas nos documentos pertinentes à manutenção; classificações dos graus de risco; atendimento às necessidades da edificação, considerados os conceitos de desempenho, vida útil, durabilidade, etc. Deverão, ainda, ser observados os atendimentos aosdemais aspectos mencionados na ABNT NBR 5674: Manutenções de Edifícios.
Após análise global dos aspectos mencionados, o inspetor poderá classificar a qualidade da manutenção daedificação e de seus sistemas nos seguintes termos:
Qualidade da Manutenção ATENDEQualidade da Manutenção ATENDE PARCIALMENTE ou Qualidade da Manutenção NÃO ATENDE
16.2 – Classificação das Condições de Uso: A classificação das Condições de Uso é parametrizada pela análise das condições de uso da edificação e de seusdesempenho estimados. sistemas construtivos; consoante aspectos técnicos previstos em projeto e conforme níveis de
Em caso de inexistência de projetos (memoriais e pranchas) que estabeleçam os parâmetros operacionais de sistemas para a edificação inspecionada, o inspetor deverá classificar as Condições de Uso quando houverparâmetros estabelecidos e / ou recomendados em Normas Técnicas, Instruções Técnicas ou Leis específicas que contemplem tais sistemas. A eventual inexistência de qualquer parâmetro de referência que impossibilite a análise do inspetor deverá ser devidamente registrada no Laudo Final. A classificação é da condição de uso poderá ser REGULAR ou IRREGULAR. O uso regular é aquele onde a edificação é ocupada e utilizada dentro dos parâmetros previstos no projeto.Contribui para a sua longevidade da edificação, e observa aspectos técnicos de segurança e habitabilidade.
O uso irregular da edificação; está sujeita aos riscos não previstos em projeto que poderão comprometer asegurança e habitabilidade.
Logo, em relação ao uso, o inspetor predial deverá classificar a edificação: USO REGULAR – Quando a edificação inspecionada encontra-se ocupada e utilizada de acordo com o uso previsto no projeto. USO IRREGULAR – Quando a edificação inspecionada encontra-se ocupada e utilizada de forma irregular, como uso divergente do previsto no projeto.
17. RECOMENDAÇÕES GERAIS E DE SUSTENTABILIDADE Considerando a definição de Sustentabilidade, a qual abrange aspectos como o uso racional de recursosnaturais, a preservação do conforto e segurança de usuários, assim como a preservação do meio ambiente (permeabilidade de solos, descartes irregulares para redes públicas, etc), recomenda-se indicar todos os dados administrativos, de gestão e outros que possam favorecer a melhor habitabilidade da edificação. Importante se consignar as medidas de correção e melhoria da edificação que possam favorecer a sustentabilidade. 18. TÓPICOS ESSENCIAIS DO LAUDO _ Identificação do solicitante; _ Classificação do objeto da inspeção _ Localização; _ Data da Diligência; _ Descrição Técnica do objeto:
Relação de Normas Técnicas consideradas pertinentesInspeções Prediais: aos casos alvo das diversas especificidades das
MB - 130 – Inspeção periódica de elevadores e monta-cargas (1955); NBR - 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão (03/2005); NBR - 5414 – Instalações elétricas de alta tensão (de 1,0 kV a 36,2 kV) (10/2003); NBR - 5419 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas (02/2001); NBR - 5580 – Tubos de aço-carbono para rosca Whitworth gás para usos comuns na condução de fluidos (12/1993); NBR - 5583 – Tubo de aço de baixo carbono, sem costura, trefilado a frio, para permutadores de calor (03/1982); NBR - 5626 – Instalação Predial de Água Fria (09/1998); NBR - 5674 – Manutenção de edificações - Procedimento (09/1999); NBR - 5675 – Recebimento de serviços de engenharia e arquitetura (1980) NBR - 5720 - NB 344 - Norma Técnica de Cobertura (02 / 1.982) NBR - 6118 – Projeto e execução de obras de concreto armado (11/1980); NBR - 6135 – Chuveiros Automáticos para Extinção de Incêndio (04/1992); NBR - 6414 – Rosca para tubos onde a vedação e feita pela rosca - Designação, dimensões e tolerâncias (02/2000); NBR - 6493 – Emprego de cores para identificação de tubulações (10/1994); NBR - 6943 – Conexões de ferro fundido maleável, com rosca NBR NM-ISO 7-1, para tubulações (06/2000); NBR - 6675 – Instalação de condicionadores de ar de uso doméstico (tipo monobloco ou modular) (07/1993); NBR - 6925 – Conexão de ferro fundido maleável classes 150 e 300, com rosca para tubulação (04/1995); NBR - 7198 – Projeto e execução de instalações prediais de água quente (09/1993); NBR - 7200 - Procedimento (08/19 98); Execução de revestimento de paredes e tetos de argamassas inorgânicas
NBR - 7202 – Desempenho de janelas de alumínio em edificação de uso residencial e comercial (08/2000) NBR - 7229 – Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos (09/1993); NBR - 7532 – Identificadores de extintores de incêndio - Dimensões e cores (04/2000);
NBR - 7541 – Tubo de cobre sem costura para refrigeração e ar condicionado (10/1982); NBR - 8160 – Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto e execução (09/1999); NBR equipamentos urbanos (09/1994); - 9050 – Acessibilidade de pessoas portadoras de deficiências a edificações, espaço, mobiliário e
NBR – 9077 – Saídas de Emergência em Edifícios (05/1993); NBR – 9441 – Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio (03/1998); NBR – 9574 – Execução de Impermeabilização (09/1986) NBR – 9575 – Projeto de Impermeabilização – 1998 NBR – 10821 – Caixilho para Edificação – Janela (08/2000); NBR – 10829 – Caixilho para edificação - janela - Medição da atenuação acústica (06/1989); NBR - 10831 – Projeto e utilização de caixilhos para edificações de uso residencial e comercial - Janelas NBR - 10844 – Instalações Prediais de Águas Pluviais (12/1989); NBR - 10897 – Proteção Contra Incêndio por Chuveiro Automático (01/1990); NBR - 10898 – Sistema de Iluminação de Emergência (09/1999); NBR - 11173 – Projeto e Execução de Argamassa Armada (06/1990); NBR - 11711 – Portas e vedadores corta-fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais (04/1992); NBR – 11720 – Conexões para unir tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar (10/1994); NBR – 11742 – Porta corta-fogo para saída de emergência - Especificação (01/1997); NBR – 11785 – Barra antipânico – Requisitos (05/1997); (06/1989); NBR – 12179 – Tratamento acústico em recintos fechados (04/1992); NBR – 12190 – Seleção da Impermeabilização – 2001 NBR – 12727 – Medidor de gás tipo diafragma, para instalações residenciais - Dimensões (12/1993); NBR – 12912 – Rosca NPT para Tubos – Dimensões (06/1993); NBR – 12962 – Inspeção, manutenção e recarga em extintores de incêndio (02/1998); NBR – 13103 – Adequação de ambientes residenciais para instalação de aparelhos que utilizam gás combustível (12/2000); NBR – 13127 – Medidor de gás tipo diafragma, para instalações residenciais (04/1994); NBR – 13206 – Tubo de cobre leve, médio e pesado sem costura, para condução de água e outros fluidos (10/1994);
Sem exclusão do Glossário de Terminologia Básica Aplicável à Engenharia de Avaliações e Perícias do IBAPE/SP – aprovado em 09/08/1.994, este glossário contém mais especificamente a terminologia e conceitosaplicáveis aos procedimentos da INSPEÇÃO PREDIAL recomendados pelo IBAPE/SP.
2 - CONCEITOS Para os efeitos deste Glossário são adotadas as seguintes definições: CONDICIONADOR DE TETO OU PAREDE: É um condicionador autônomo, dotado de uma ou mais unidades internas (evaporadoras) e uma unidade externa (condensadora), conforme descrito para o SELF-CONTAINED.A unidade condensadora poderá operar com resfriamento a ar ou água, dependendo do tipo de instalação.
DESEMPENHO (MANUTENÇÃO): Capacidade de atendimento das necessidades dos usuários da edificação. (NBR 5674/1.999) EDIFICAÇÃO: Produto constituído pelo conjunto de elementos definidos e integrados em conformidade com os princípios e técnicas da Engenharia e da Arquitetura, para, ao integrar a urbanização, desempenhar funçõesambientais em níveis adequados. (NBR 5674/1.999)
INSPEÇÃO: É a análise das condições técnicas e de risco de produtos da Engenharia. INSTALAÇÕES HIDRÁULICO-SANITÁRIAS: Conjunto de instalações prediais compreendidas pelas instalações de água fria (recalque e distribuição), instalações de esgotamento de efluentes, MANUAL DE OPERAÇÃO, USO E MANUTENÇÃO: Documento que reúne apropriadamente todas as informações necessárias para orientar as atividades de operação, uso e manutenção da edificação. (NBR5674/1.999)
MANUTENÇÃO: atender às necessidades dos usuários, com confiabilidade e disponibilidade, ao menor custo possível. Conjunto de atividades e recursos que garanta o melhor desempenho da edificação para
NECESSIDADES DOS USUÁRIOS: Exigências de segurança, saúde, conforto, adequação ao uso e economia cujo atendimento é condição para realização das atividades previstas no projeto. (NBR 5674/1.999) PLANEJAMENTO (DOS SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO): métodos de trabalho, ferramentas e equipamentos necessários, condições especiais de acesso, cronograma de Elaboração de uma previsão detalhada dos realização e duração dos serviços de manutenção. (NBR 5674/1.999) PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA: 5674/1.999) Estimativa do custo para a realização de um programa de manutenção. (NBR
PROGRAMAÇÃO (DOS SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO): Elaboração de um cronograma para a realização dos serviços de manutenção. (NBR 5674/1.999 )
PROJETO : Descrição gráfica e escrita das características de um serviço ou obra de Engenharia ou de Arquitetura, definindo seus atributos técnicos, econômicos, financeiros e legais. (NBR 5674/1.999) PROPRIETÁRIO: Pessoa física ou jurídica que tem o direito de dispor da edificação. (NBR 5674/1.999) SERVIÇO DE MANUTENÇÃO : Intervenção realizada sobre a edificação e suas partes constituintes, com a finalidade de conservar ou recuperar a sua capacidade funcional. (NBR 5674/1.999) SISTEMA DE MANUTENÇÃO: Conjunto de procedimentos organizado para gerenciar os serviços de manutenção. (NBR 5674/1.999) TORRE DE RESFRIAMENTO: Equipamento destinado a resfriar a água de condensação, proveniente das unidades condensadoras de Centrais de Água Gelada e / ou Condicionadores de Teto ou Parede. USUÁRIO: Pessoa física ou jurídica, ocupante permanente ou não permanente da edificação. (NBR 5674/1.999) VIDA ÚTIL : Intervalo de tempo ao longo do qual a edificação e suas partes constituintes atendem aos requisitos funcionais para os quais foram projetados, obedecidos aos planos de operação, uso e manutenção prevista. (NBR 5674/1.999) 3 – DICIONÁRIO TÉCNICO ACESSÓRIO: Unidade auxiliar agregada a um equipamento ou a uma instalação. (Glossário Ibape/1.994) ÁGUA DE PERCOLAÇÃO: Água que atua sobre superfícies, não exercendo pressão hidrostática superior a 1 kPa. (ABNT – NBR 8083/JUL83) ÁGUA SOB PRESSÃO: NBR 8083/JUL83) Água confinada ou não, exercendo pressão hidrostática superior a 1 kPa. (ABNT –
ALCATRÃO: Produto semi-sólido ou líquido, resultante da destilação de materiais orgânicos (hulha, linhito, turfa e madeira). (ABNT – NBR 8083/JUL83) ALPENDRE: localizada na entrada da casa. Aos alpendres maiores dá-se o nome de varanda. (Comissão I.P./2.001) Cobertura suspensa por si só ou apoiada em colunas sobre portas e vãos. Geralmente, fica
ANOMALIA : Irregularidade, anormalidade, exceção à regra. (Glossário Ibape/1.994) ARGAMASSA IMPERMEÁVEL: Sistema de impermeabilização, aplicação em superfície de alvenaria ou concreto, constituído de areia, cimento, aditivo impermeabilizante e água, formando uma massa que endurecidaapresenta propriedades impermeabilizantes. (ABNT – NBR 8083/JUL83)
ARMAÇÃO: Conjunto de barras de aço que compõe as peças de concreto armado. ARMAZÉM: Compartimento ao rés-do-chão ou no pavimento térreo de um prédio, onde se depositam mercadorias. Ver GALPÃO. (Glossário Ibape/1.994 ) ASFALTO : Material sólido ou semi-sólido, de cor preta, que ocorre na natureza ou é obtido pela destilação de petróleo, que se funde gradualmente pelo calor, e no quais os constituintes predominantes são os betumes.(ABNT – NBR 8083/JUL83)
ASFALTO MODIFICADO: propriedades. (ABNT – NBR 8083/JUL83) Asfalto devidamente processado, de modo a se obter determinadas