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Este texto descreve os avanços normais na física, inteligência, socialização e emoções de uma criança de dois anos. A criança melhora no equilíbrio, coordenação, manipulação de objetos, controle dos esfíncteres, andar, subir e descer escadas, e formar imagens mentais. No desenvolvimento intelectual, a criança começa a produzir frases curtas, compreender conceitos básicos e aprender números simples. Socialmente, a criança interage mais com adultos e outras crianças, e começa a desenvolver a confiança. Emocionalmente, a criança aprende a lidar com suas emoções e começa a desenvolver a sensibilidade ao ambiente.
Tipologia: Resumos
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Desenvolvimento Físico: À medida que o seu equilíbrio e coordenação aumentam, a criança é capaz de saltar ou saltar de um pé para o outro quando está a correr ou a andar É mais fácil manipular e utilizar objetos com as mãos, como um lápis de cor para desenhar ou uma colher para comer sozinha; Começa gradualmente a controlar os esfíncteres (primeiro os intestinos e depois a bexiga); Começa a andar, sobe e desce escadas, sobe nos móveis, começa a entrar embaixo dos móveis e por aí vai. O equilíbrio ainda é bem instável, pois os músculos das pernas ainda não estão fortalecidos totalmente. A capacidade da motricidade fina já está bem melhor do que há um mês atrás, devido `a prática de brincar com os próprios brinquedos e a capacidade de explorar por exemplo a mamadeira, o copo de transição passando-os de uma mãe para a outra por exemplo, segurando com uma mão só e etc. Desenvolvimento Intelectual: Fase de grande curiosidade, sendo muito frequente a pergunta “Por quê?”; À medida que se desenvolvem as suas competências linguísticas, a criança começa a exprimir-se de outras formas, que não apenas a exploração física – trata-se de juntar as competências físicas e de linguagem (por ex., quando faço isto, acontece aquilo), o que ajuda ao seu desenvolvimento cognitivo; É capaz de produzir regularmente frases de 3 e 4 palavras. A partir dos 32 meses, já capaz de conversar com um adulto usando frases curtas e de continuar a falar sobre um assunto por um breve período; Embora a linguagem ainda está limitada a uma palavra de cada vez (em alguns casos), a “fala” da criança começa a adquirir tons de voz diferentes para transmitir significados diferentes. Desenvolvimento da consciência de si: a criança pode referir-se a si própria como “eu” e pode conseguir descrever-se por frases simples, como “tenho fome”; A memória e a capacidade de concentração aumentaram (a criança é capaz de voltar a uma atividade que tinha interrompido, mantendo-se concentrada nela por períodos mais longos); A criança está a começar a formar imagens mentais das coisas, o que a leva à compreensão dos conceitos – progressivamente, e com a ajuda dos pais, vai sendo capaz de compreender conceitos como dentro e fora, cima e baixo; Por volta dos 32 meses, começa a apreender o conceito de sequências numéricas simples e de diferentes categorias (por ex., é capaz de contar até 10 e de formar grupos de objetos – 10 animais de plástico podem ser 3 vacas, 5 porcos e 3 cavalos); Compreende comandos simples, como por exemplo “Traz a mamadeira para mamãe”. Exibe maior curiosidade: gosta de explorar o que o rodeia.
Maior desenvolvimento da memória, através da repetição das atividades, da rotina diária, pois a criança desenvolve um entendimento da seqüência de acontecimentos que fazem parte do seu cotidiano. As experiências físicas que vivência ajudam a desenvolver as capacidades cognitivas. Consegue estabelecer relação entre um carrinho de brincar e o carro da família. Entre os 20 e 24 meses é também capaz de brincar de faz-de-conta Desenvolvimento Social: A mãe é ainda uma figura muito importante para a segurança da criança, não gostando de estranhos. A partir dos 32 meses, a criança já deve reagir melhor quando é separada da mãe, para ficar à guarda de outra pessoa, embora algumas crianças consigam este progresso com menos ansiedade do que outras. Imita e tenta participar nos comportamentos dos adultos: por ex., lavar a louça, maquiar-se, etc. A interação com outras crianças ainda é limitada, a brincadeira ainda acontece, na maioria das vezes, de uma forma paralela, pois a criança dessa faixa etária ainda não consegue incluir o outro de forma existencial. Mas é capaz de participar em atividades com outras crianças, como por exemplo, ouvir histórias Gosta de interagir com adultos que lhe são familiares, imitando e copiando os comportamentos que observa, por isso na escola o papel da (s) professora (s) marca muito nessa faixa etária, pois a interação da criança, durante os primeiros meses acontece somente com a (s) professora (s). Com o passar dos meses, o avanço da interação social fica muito evidente. Desenvolvimento Emocional: Inicialmente o leque de emoções é vasto, desde o puro prazer até a raiva frustrada. Embora a capacidade de exprimir livremente as emoções seja considerada saudável, a criança necessitará de aprender a lidar com as suas emoções e de saber que sentimentos são adequados, o que requer prática e ajuda dos pais Nesta fase, as birras são uma das formas mais comuns da criança chamar a atenção – geralmente deve-se a mudanças ou a acontecimentos, ou ainda a uma resposta aprendida (as birras costumam estar relacionadas com a frustração da criança e com a sua incapacidade de comunicar de forma eficaz Desenvolve o sentimento de posse, sendo difícil dividir suas coisas. É MEUUUUU Grande sensibilidade ao ambiente emocional em que vive: mesmo que não compreenda, consegue perceber se a mamãe, papai ou a cuidadora está triste, bravo, estressado, feliz. Está aprendendo a confiar, mas necessita entender que alguém cuida dela e vai atender/responder `as suas necessidades. (Por isso o processo de adaptação escolar