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O Êxodo Rural e Medidas para Combatê-lo, Trabalhos de Agronomia

Este documento analisa o fenômeno do êxodo rural, suas causas e consequências na produção de alimentos. Apresenta medidas para combater esse fenômeno, como o cooperativismo agrícola, a profissionalização do homem do campo e o investimento tecnológico no setor. O objetivo é relatar o êxodo rural, suas implicações na produção de alimentos e propor soluções para reter a população no campo e garantir uma produção sustentável que atenda à crescente demanda por alimentos. A descrição aborda conceitos-chave, como a definição de êxodo rural, suas principais causas, como a falta de acesso a serviços básicos nas áreas rurais, e as iniciativas governamentais e privadas para incentivar a permanência da população no campo, como programas de crédito rural, seguro agrícola e assistência técnica. O documento destaca a importância de políticas de incentivo, como o cooperativismo e a profissionalização, para reter as pessoas no campo e aumentar a produtividade agrícola de forma sustentável.

Tipologia: Trabalhos

2022

À venda por 15/08/2024

Alicio_Neto
Alicio_Neto 🇧🇷

4.6

(27)

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COMO EDUCAÇÃO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PODEM CONTRIBUIR PARA
ATRAIR E RETER AS PESSOAS NAS ZONAS RURAIS
Alicio Giacomozzi Neto
1
Hélcio Laurindo Júnior
2
RESUMO
O presente artigo tem por objeto de estudo compreender a crescente demanda por alimento e
uso de tecnologia na agricultura. A tecnologia cada vez mais está presente em máquinas usadas
no campo para aumentar a produtividade considerando recursos limitados de terra, água e
energia. Em contrapartida, o êxodo rural está crescendo, aumentando a escassez de mão de obra
no campo, principalmente especializada. Esta controvérsia, entre a crescente demanda e a
diminuição da mão de obra agrícola, são de especial atenção para o presente trabalho, pois
busca-se medidas para combater a saída das pessoas do campo, fato conhecido como êxodo
rural. O método utilizado na elaboração desse trabalho foi o indutivo e o método de
procedimento foi o monográfico. O levantamento de dados foi através da técnica de pesquisa
bibliográfica. As considerações final trazem propostas de soluções para o tema tratado, bem
como a comprovação ou não da hipótese básica.
Palavras-chave: Êxodo rural, cooperativismo agrícola, cooperativas de crédito,
profissionalização do setor agrícola.
ABSTRACT
The aim of this article is to understand the growing demand for food and technology use in
agriculture. More and more technology is present in machines used in the field to increase
productivity considering limited resources of earth, water and energy. In contrast, rural exodus
is increasing, increasing labor shortages in the mainly specialized field. This controversy
between the growing demand and the decrease of the agricultural labor force are of special
1
Residente em Rio do Campo - SC, agricultor. Acadêmico da 2ª fase do Curso de Direito do Centro Universitário
Para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí UNIDAVI.
2
Residente em Ituporanga - SC, agricultor. Acadêmico da 2ª fase do Curso de Direito do Centro Universitário
Para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí UNIDAVI.
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COMO EDUCAÇÃO, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PODEM CONTRIBUIR PARA

ATRAIR E RETER AS PESSOAS NAS ZONAS RURAIS

Alicio Giacomozzi Neto^1 Hélcio Laurindo Júnior^2

RESUMO

O presente artigo tem por objeto de estudo compreender a crescente demanda por alimento e uso de tecnologia na agricultura. A tecnologia cada vez mais está presente em máquinas usadas no campo para aumentar a produtividade considerando recursos limitados de terra, água e energia. Em contrapartida, o êxodo rural está crescendo, aumentando a escassez de mão de obra no campo, principalmente especializada. Esta controvérsia, entre a crescente demanda e a diminuição da mão de obra agrícola, são de especial atenção para o presente trabalho, pois busca-se medidas para combater a saída das pessoas do campo, fato conhecido como êxodo rural. O método utilizado na elaboração desse trabalho foi o indutivo e o método de procedimento foi o monográfico. O levantamento de dados foi através da técnica de pesquisa bibliográfica. As considerações final trazem propostas de soluções para o tema tratado, bem como a comprovação ou não da hipótese básica.

Palavras-chave: Êxodo rural, cooperativismo agrícola, cooperativas de crédito, profissionalização do setor agrícola.

ABSTRACT

The aim of this article is to understand the growing demand for food and technology use in agriculture. More and more technology is present in machines used in the field to increase productivity considering limited resources of earth, water and energy. In contrast, rural exodus is increasing, increasing labor shortages in the mainly specialized field. This controversy between the growing demand and the decrease of the agricultural labor force are of special

(^1) Residente em Rio do Campo - SC, agricultor. Acadêmico da 2ª fase do Curso de Direito do Centro Universitário Para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí UNIDAVI. 2 Residente em Ituporanga - SC, agricultor. Acadêmico da 2ª fase do Curso de Direito do Centro Universitário Para o Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí UNIDAVI.

attention to the present work, since measures are being taken to combat the people leaving the countryside, a fact known as a rural exodus. The method used in the elaboration of this work was the inductive one and the method of procedure was the monographic one. The data collection was through the bibliographic research technique. The final considerations bring proposals for solutions to the treated topic, as well as the verification or not of the basic hypothesis.

Keywords: Rural exodus, agricultural cooperatives, credit cooperatives, professionalization of the agricultural sector.

INTRODUÇÃO

O objeto do presente Artigo Científico é relatar o êxodo rural, suas consequências na produção de alimentos e projetar algumas medidas para combater este fenômeno. O objetivo geral deste trabalho é relatar o êxodo rural, suas consequências na produção de alimentos e projetar algumas medidas para combater este fenômeno. Os objetivos específicos são: a) investigar o significado de êxodo rural; b) analisar quais são as causas que influenciam as pessoas a deixarem o campo; c) demonstrar medidas que auxiliam no combate ao êxodo rural e que incentivem as pessoas a ficarem no campo. Na delimitação do tema levanta-se o seguinte problema: as políticas de incentivo agrícola realmente auxiliam para reter e atrair as pessoas para o campo? Para equacionamento do problema levanta-se a seguinte hipótese: supõe-se que as políticas de incentivo, como o cooperativismo agrícola e a profissionalização, realmente auxiliam na retenção das pessoas no campo. A agricultura, desde os primórdios da humanidade, sempre se fez presente como condição essencial para a sobrevivência da espécie humana. O desenvolvimento da agricultura, durante toda a história, é sinônimo de desenvolvimento humano. Uma sociedade com agricultura desenvolvida era uma sociedade forte, com alimentos suficientes para a subsistência de seus integrantes, sem contar que os excedentes podiam ser vendidos, fortificando o poder econômico daquele grupo. Entretanto, a agricultura está passando por uma situação controvérsia: de um lado, as tecnologias agrícolas causaram um boom na produção, pois a cada ano se fala em safra recorde.

maioria dos investimentos são provenientes de políticos, e estes vão buscar locais com uma concentração maior de pessoas, para que consequentemente consiga um número maior de votos. Assim, muitas vezes as pessoas que residem nas comunidades rurais ficam à mercê da boa vontade das autoridades. O clima é um fator que esteve ligado à agricultura durante toda a história, nada influencia mais a produção de grãos que o tempo. Consequentemente, se tornou um dos fatores principais do êxodo rural em locais de seca, como a região Nordeste, onde o fluxo de saída de migrantes foi o maior já visto durante a década de 1960 até os anos 2000. Estas pessoas foram na maioria para o Sudeste, onde acontecia o avanço das industrias e que demandavam da mão- de-obra barata. Embora pareça estranho, ao mesmo tempo que a população rural diminuiu substancialmente, a produção agrícola sofreu um aumento jamais visto antes. Isso deve-se sobretudo ao desenvolvimento tecnológico do setor agrícola. Além da criação de técnicas de cultivo que produzem muito mais em uma área reduzida e com custos de medianos a baixos. Ao mesmo tempo que os avanços tecnológicos agrícolas contribuíram com o aumento da produção, também contribuíram com o êxodo rural, pois permitiu que algumas poucas pessoas cultivassem enormes áreas de terra. O que causou a sobra de mão-de-obra no campo, que sem outra escolha, se viram forçadas a migrar para os centros urbanos. Tem-se assim, o fenômeno do êxodo rural. Mesmo que a produção de grãos tenha crescido numa velocidade jamais vista, ainda existe uma enorme preocupação com a demanda de alimentos, pois não se tem uma certeza de que os meios de produção atuais serão capazes de abranger todo o contingente populacional do planeta. Por isso, a todo instante se tem investimentos na área de produção agrícola, buscando alternativas que consigam conciliar o aumento na demanda com uma produção sustentável e com o menor número de pessoas para sua realização. Sendo assim, especialistas já começaram a se perguntar se a produção agrícola poderá acompanhar o crescimento demográfico. Até agora não se chegou a uma conclusão definitiva, entretanto a América Latina já está sendo chamada de Celeiro Global, porque é a região mais propícia para o aumento de produção de alimentos. A região da América Latina e Caribe (ALC) possui um terço da água doce do planeta, um quarto das terras com alto potencial de cultivo, um clima tropical e subtropical que permitem o cultivo durante todo o ano e de uma forma sustentável, além de possibilitar a produção de uma inimaginável variedade de alimentos nos mais variados climas.

Além disso, o setor primário é extremamente forte nessa região e conta com investimentos pesados nessa área. Para se ter uma ideia do desenvolvimento agrícola nessa região, no Brasil entre os anos de 1990 a 2009, a quantidade de terras plantáveis aumentou 32,3%, enquanto isso a produção agrícola aumentou 89,3%. Este desenvolvimento jamais foi visto em lugar nenhum, e os especialistas sabem que essa área tem potencial para produzir muito mais, pois como já foi dito, o clima é um fator colaborativo, e as tecnologias avançam numa escala meteórica. Entretanto, para fechar o triângulo, é preciso da força humana, que ao contrário da produção agrícola, esta só tem diminuído neste período. Sem contar com a questão da sustentabilidade, que atualmente é um fator determinante para a aplicação de novas técnicas de cultivo. Todo método novo, que possibilite maior produção numa mesma área, passa por um estudo minucioso de seus impactos a longo prazo, para que causem o menor prejuízo possível no solo, ambiente, resistência à erosão, maior teor orgânico nas lavouras. Pois é extremamente necessário levar em conta a natureza e mantê- la em seu estado mais puro e assim proporcionar a continuidade da vida humana no planeta. Por tudo isso, o desafio agora é encontrar uma solução para o êxodo rural, a fim de reter as pessoas no campo para realizar o aumento produtivo que supra com a demanda de alimento dos próximos anos.

2 MEDIDAS PARA COMBATER O ÊXODO RURAL

Tendo em vista o levantamento do problema e suas causas, agora se faz necessário buscar soluções para reter e atrair a população no campo, mas também proporcionar uma maior qualidade de vida e possibilitar uma produção sustentável que dê conta da crescente demanda de alimentos nos próximos anos.

2.1 COOPERATIVISMO AGRÍCOLA

As cooperativas vêm demonstrando um papel essencial na agricultura. A associação entre diferentes produtores não só facilita a obtenção de utensílios que auxiliam na produção como também barateiam o custo transacional desses, aumentando a lucratividade nos negócios. Para os pequenos e médios produtores, o cooperativismo é não só uma oportunidade de se

condições mais adequados às características dos associados;

  • Os associados podem se beneficiar com o retorno de eventuais sobras ou excedentes^5 As cooperativas têm se mostrado como uma ótima alternativa, principalmente para os pequenos agricultores, que são mais suscetíveis às constantes variações do setor (clima, custos, produção, entre outros). Pois o objetivo desta não é apenas o lucro da instituição, mas sim o lucro de todos os membros. Tanto que os membros são chamados de associados, ou seja, todos são de certa forma donos da cooperativa. Para tanto, podemos resumi-la em três âmbitos: sustentável, econômico e social. Porque elas buscam valorizar os produtores economicamente, com o aumento produtivo de forma sustentável e assim melhorar a qualidade de vida da sociedade local.

2.3 PROFISSIONALIZAÇÃO DO SETOR AGRÍCOLA

Em meio ao desenvolvimento do setor rural no cenário nacional, manter e repor profissionais na área agrícola tornou-se um desafio cada vez mais difícil. Por isso, deve-se buscar um apoio maior tanto do governo quanto das iniciativas privadas e cooperadas para profissionalizar o homem do campo. O baixo acesso à assistência técnica e extensão rural é um dos principais fatores que impedem a disseminação de tecnologia no campo. Com a extinção da Embrater, em 1990, a informação e o acesso às novas tecnologias ficaram restritas praticamente aos grandes produtores, de modo que os médios e pequenos não conseguiram acompanhar todo o avanço proporcionado pelas pesquisas no setor primário. Pode-se confirmar os dados supracitados observando o censo agropecuário do IBGE de 2006, onde 77,88% (4 milhões de pessoas aproximadamente) dos produtores rurais não receberam programas de assistência técnica e extensão rural, e apenas 12,8% (pouco mais de 650 mil pessoas) receberam ocasionalmente.^6 Contribuir para um cenário de crescente desenvolvimento da produção sustentável, da competitividade e de avanços sociais no campo é um dos desafios encarados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR). O programa trabalha várias vertentes prioritárias, uma delas é o FPR (Formação Profissional Rural), que, segundo o site da instituição:

(^5) Disponível em: Acesso em: 20 ago. 2016. Informação retirada de: Acesso em: 22 ago.

É um processo educativo, sistematizado, que se integra aos diferentes níveis e modalidades da educação e às dimensões do trabalho, da ciência e da tecnologia para desenvolver conhecimentos, habilidades e atitudes para a vida produtiva e social atendendo às necessidades de efetiva qualificação para o trabalho, com perspectiva de elevação da condição sócio profissional do indivíduo.^7

Visando contribuir com a multiplicação do conhecimento, o SENAR criou a Metodologia de Assistência Técnica e Gerencial com Meritocracia para atendimento em assistência técnica e gerencial, que preconiza o auxílio para gestão das propriedades rurais e está ligado a uma adequação tecnológica, partindo de um planejamento estratégico junto com o produtor, coordenado por um supervisor que acompanha os resultados que a propriedade obtém e ligado ao programa de capacitação do trabalhador rural. O programa está fundamentado em 5 etapas: 1° - DIAGNÓSTICO PRODUTIVO INDIVIDUALIZADO: a partir da análise dos dados levantados nas primeiras visitas do técnico de campo à propriedade assistida, são determinados os parâmetros de produção. 2° - PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO: com base no diagnóstico inicial, é feito o planejamento anual da propriedade. 3° - ADEQUAÇÃO TECNOLÓGICA: Conforme determinado no planejamento estratégico, são implementadas tecnologias necessárias para melhorar a eficiência e rentabilidade da produção. São propostas soluções que se enquadrem dentro da capacidade operacional e financeira do agricultor, com foco na evolução sustentável. 4º - CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL COMPLEMENTAR: para atender às demandas dos produtores rurais, entra em ação o FPR que, identificando as necessidades individuais de cada trabalhador, determina e disponibiliza os cursos e treinamentos. 5° - AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA DOS RESULTADOS: completado o primeiro ciclo produtivo, observa-se os resultados alcançados e o modelo de produção.^8 Além do SENAR, outra instituição ligada ao governo que busca profissionalizar o homem do campo é o IFC, no estado de Santa Catarina, que fornece cursos técnicos e superiores ligados à agricultura de forma gratuita. Com a profissionalização, pode-se ter acesso, entre

(^7) Disponível em: Acesso em: 22 ago. 2016. (^8) Disponível em: Acesso em: 22 ago. 2016.

Levando em consideração o clima, o principal fator de risco para a produção rural, o Governo Federal disponibiliza também a opção de seguro rural. Ao contratar uma apólice de seguro o produtor pode minimizar suas perdas e até recuperar o capital investido na sua lavoura. A partir dos dados supracitados, observa-se que, o amparo do Governo Federal diante dos produtores é essencial e não só pode, como deve ser usufruído por boa parte dos trabalhadores rurais como forma de manterem-se na atividade de modo seguro e evitando prejuízos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Após todo este estudo acerca do assunto, pode-se perceber que o êxodo rural é um fenômeno atual e que acontece em todo o planeta. Ao mesmo tempo, surge a preocupação do questionamento se o setor rural contemporâneo será capaz de produzir tudo o que será demandado nos próximos anos. As tecnologias, além de globalizar o planeta Terra, também são de grande importância para a comunidade agrícola. Os avanços nessa área, principalmente na mecanização da mão-de-obra possibilitaram aos agricultores o poder de bater recordes de produção a cada ano que se passa. Graças ao cultivo extremamente preciso e mecânico, que reduz drasticamente as perdas. É necessário dar atenção à engenharia genética, onde os investimentos em sementes de qualidade é um fator que precisa ser mencionado. A cada ano novas sementes mais resistentes são criadas, possibilitando maior produção de grãos numa mesma área e com resistência maior às pragas e às variações do clima. As cooperativas se mostraram uma eficiente alternativa, principalmente para pequenos e médios produtores que necessitam de ajuda para vender o seu produto por um preço mais valorizado, além de receber assistência técnica especializada sempre que precisar. Já as cooperativas de crédito seguem este mesmo caminho, pois o ramo agrícola é um setor que necessita de investimentos pesados para poder produzir. Com suas taxas de juros baixas e uma visão coletiva onde todos fazem parte do lucro, as cooperativas de crédito possibilitam aos agricultores a oportunidade de crescerem e produzirem mais e com maior qualidade. O Estado consequentemente faz sua parte ao liberar várias correntes de crédito rural, o que permite aos produtores escolher qual a melhor linha de crédito para o seu caso. Muitos deles com taxas acessíveis e um prazo para pagar considerável. Além de proporcionar vários cursos técnicos e superiores gratuitos como forma de incentivar as pessoas a se especializar e continuar atuando na área. Mesmo assim, o êxodo rural ainda é um fenômeno consistente e que tem se mostrado difícil de diminuir. As grandes empresas ligadas ao setor agrícola, como produtoras de máquinas, e produtoras de tecnologia na genética de plantas podem fazer com certeza a sua parte nessa história: realizando parcerias diretas com cooperativas agrícolas e cooperativas de crédito rural, com taxas de juros reduzidas e prazos consideráveis, para que os produtores tenham a oportunidade de renovar suas frotas de máquinas e assim produzir sempre mais e melhor.

REFERÊNCIAS

BANCO CENTRAL DO BRASIL. FAQ – Cooperativas de crédito. Resumo baseado no conteúdo disponível no site: Acesso em: 20 ago. 2016.

DINIZ. João Albino. O que fazer para diminuir o êxodo rural. Conceito disponível no site:

Acesso em: 16/08/

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. O plano Agrícola e Pecuário. Disponível em: Acesso em: 24 ago. 2016.

SEBRAE. As vantagens de se associar a uma cooperativa de crédito. Disponível em: Acesso em: 20 ago. 2016.

SENAR. Assistência Técnica e Gerencial SENAR. Informação retirada do site: Acesso em: 22 ago. 2016.

SENAR. Frentes de trabalho do SENAR. Disponível em: Acesso em: 22 ago. 2016.