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OCHOCERCA VULVULUS E ONCOCERCOSE., Trabalhos de Parasitologia

Trabalho apresentado a faculdade sobre Oncocercose na matéria de parasitologia, um estudo sobre a doença seu ciclo, desenvolvimento, sintomas e eliminação.

Tipologia: Trabalhos

2019

Compartilhado em 24/11/2019

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UNESC
Faculdade de Educação e Cultura de Vilhena
E-Mail: [email protected]: www.unescnet.br
HEDILEINE SOUZA
HERICSSON MENDES
SAMARA LANA
OCHOCERCA VULVULUS E ONCOCERCOSE.
Vilhena- RO
2019
HEDILEINE SOUZA
HERICSSON MENDES
SAMARA LANA
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Baixe OCHOCERCA VULVULUS E ONCOCERCOSE. e outras Trabalhos em PDF para Parasitologia, somente na Docsity!

UNESC

Faculdade de Educação e Cultura de Vilhena E-Mail: [email protected]: www.unescnet.br

HEDILEINE SOUZA

HERICSSON MENDES

SAMARA LANA

OCHOCERCA VULVULUS E ONCOCERCOSE.

Vilhena- RO 2019

HEDILEINE SOUZA

HERICSSON MENDES

SAMARA LANA

OCHOCERCA VULVULUS E ONCOCERCOSE.

Trabalho apresentado à Faculdade de Educação e Cultura de Vilhena

  • UNESC na disciplina de Parasitologia do curso de Enfermagem.

Professor(a):Michele Caroline Timpurim Doimo

Vilhena- RO 2019

Onchococerca Volvulus e Oncorcercose. Oncocercose é uma infecção causada pelo nematódeo filarioide por Onchocerca volvulus , sendo transmitida através de picada do inseto do gênero Simulium exiguum.

A filariose subcutânea inclui:

volvulus.

F 0B 7 Loíase causada por Loa loa (o verme ocular africano) F 0B 7 Oncocercose (cegueira dos rios) causada por Onchocerca

Filaríase linfática brancoftiana e brugiana inclui

F 0B 7 filiariase bancroftiana e Brugia, causada por Wuchereria bancrofti , Brugia malayi e B. timori.

Raramente, Dirofilaria immitis , o verme do coração do cachorro, causa infecção em seres humano.

Morfologia e Ciclo biologico.

São 5 os estágios que o cliclo deste parasita são divididos, sedo que o díptero Simulium, popularmente conhecidos como "borrachudo" ou "pium", tem o papel de hospedeiro intermediário obrigatório. O homem é o único hospedeiro definitivo.

A infecção acontece quando o vetor em repasto sanguíneo introduz a larva em estágio 3 (L3) na derme humana, o nematódeo fêmea desenvolve-se em adultos e permanece encarcerado em capsula fibrótica por décadas, enquanto o macho adulto se move livremente nos espaços de tecido subcutâneo e pele, o verme fêmea deposita milhares de microfilárias, as fêmeas medem de 33 a 50 cm e os machos medem de 19 a 42 mm.

As microfilária permanecem no hospedeiro humano por 3 a 5 anos, a fêmea adulta apresenta um período de vida de 2 a 15 anos. As microfilárias em fase laval produzidas pelas fêmeas são ingeridas pelo inseto Simulium exiguum (Vetor) após a picada em humanos, nos quais maturam até o terceiro estágio larval, finalmente a larva é introduzida no homem através da picada de seu vetor, onde o verme se matura até a forma adulta, fechando o ciclo de vida do parasito. A endoderme de Oncocercs volvulus fêmea infectante abriga uma bactéria endossombiótica (é uma relação ecológica que ocorre quando um organismo vive no interior de outro.) obrigatório, que parece ter papel importante na capacidade de desenvolvimento dos seus embriões. Fisiopatologia

Em geral, lesões de pele consistem em uma erupção maculopapular indefinida associada a escoriações secundárias, ulcerações e liquenificação e linfadenopatia leve a moderada. Rugas prematuras, atrofia de pele, aumento de linfonodos femorais ou inguinais, obstrução linfática, placas de hipopigmentação e áreas localizadas e transitórias de edema e eritema podem ocorrer.

A dermatite oncocercótica é generalizada na maioria dos pacientes, mas uma forma localizada e nitidamente delineada de dermatite eczematosa, com hiperqueratose, escarificação e alterações de pigmento (Sowdah), é comum no Iêmen e Sudão.

Doença ocular

O envolvimento ocular varia de alteração visual leve à completa cegueira. Lesões da porção anterior do olho incluem

F 0B 7 Queratite pontilhada (floco de neve): um infiltrado inflamatório agudo ao redor de microfilárias agonizantes que se resolve sem causar dano permanente F 0B 7 Queratite esclerosante: um tecido cicatricial fibrovascular que pode provocar subluxação do cristalino e cegueira F 0B 7 Uveíte anterior ou iridociclite: pode deformar a pupila

Coriorretinite, neurite óptica e atrofia óptica também podem acontecer.

OBS: No caso das microfilárias migrarem para os olhos, pode ocorrer perda parcial da capacidade visual e até cegueira total.

Diagnóstico

olho

F 0B 7 Exame microscópico de uma amostra da pele F 0B 7 Exame com lâmpada de fenda da córnea e câmara anterior do

F 0B 7 PCR da pele

A demonstração de microfilárias em cortes da pele é o método diagnóstico tradicional; múltiplas amostras geralmente são coletadas. Métodos baseados PCR para detectar DNA do parasita em cortes de pele são mais sensíveis que as técnicas padrão, mas só estão disponíveis em ambientes de pesquisa.

Microfilárias também podem ser visíveis na córnea e na câmara anterior do olho por meio de exame com lâmpada de fenda.

Detecção de anticorpos tem valor limitado; há reação cruzada antigênica significativa entre as filárias e outros helmintos, e a sorologia positiva não diferencia entre infecção atual e passada.

Nódulos palpáveis (ou nódulos profundos detectados por ultrassonografia ou ressonância magnética, em países industrializados) podem ser extirpados e examinados em busca de vermes adultos, mas este procedimento raramente é necessário.

Tratamento

A ivermectina é administrada como uma dose oral única de 150 mcg/ kg, repetida a cada 6 a 12 meses. A ivermectina reduz as microfilárias da pele e dos olhos e diminui a produção de microfilárias por vários meses. Não mata vermes adultos fêmeas, mas doses cumulativas diminuem sua fertilidade. A duração ótima da terapia é incerta. Embora o tratamento anual possa, teoricamente, ser continuado pelo tempo de vida dos vermes fêmeas (10 a 14 anos), costuma ser suspenso após alguns anos se o prurido tiver desaparecido e nenhuma evidência de microfilária for detectada por biópsia cutânea ou exame oftalmológico.

Efeitos adversos da ivermectina são qualitativamente semelhantes àqueles da DEC, mas são muito menos comuns e menos graves. DEC não é usada para tratar oncocercose porque pode causar reação intensa de hipersensibilidade (Mazzotti), que pode danificar pele e olhos, provocando colapso cardiovascular.

A doxiciclina pode matar as bactérias endossimbiontes Wolbachia , que o O. volvulus requer para a sobrevivência e embriogênese. Doxiciclina mata > 60% das fêmeas adultas e esteriliza ou diminui a fertilidade daquelas que sobrevivem. O esquema mais recente contém uma dose de ivermectina 150 mcg/kg, então uma semana depois, doxiciclina 100 mg VO 1 ou 2 vezes ao dia por 6 semanas; a ivermectina é então administrada em intervalos anuais como acima.

A remoção cirúrgica de oncocercomas acessíveis pode reduzir o número de microfilárias na pele, mas foi substituída pela terapêutica com ivermectina. Um novo tratamento tem sido estudado: Doxicilina, mata os vermes adultos ao matar as bacterias wolbachia, das quais os vermes adultos dependem para sobreviver.

Prevenção

Nenhuma droga demonstrou proteger contra infecção por O. volvulus. Porém, a administração anual ou semestral de ivermectina controla efetivamente a doença e pode diminuir a transmissão.

Picadas de Simulium podem ser minimizadas pela evitação de áreas infestadas, pelo uso de roupa protetora e pela aplicação generosa de repelentes de insetos.

Fonte: acesso em q=oncocercose&sxsrf=ACYBGNQFifE2Rsw7vqVsg2McbiXIfcwQ1Q:15720967401/11/2019<https://www.google.com.br/search? 6546&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjPloXhhLrlAhVsILkGHbphAugQ_AUIESgB#imgrc=zovTwJ5SshEwCM>