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Osteologia da cabeça, Resumos de Anatomia

O resumo se trata de todos os ossos do crânio.

Tipologia: Resumos

2021

Compartilhado em 20/10/2021

kassandra-emilly
kassandra-emilly 🇧🇷

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Osteologia
O crânio é uma estrutura óssea complexa, constituída de 22
ossos, que faz parte do esqueleto axial. Sua complexidade se
justifica por estar relacionado com o encéfalo, com os órgãos
dos sentidos especiais, como o bulbo do olho (visão), a orelha
(audição), a língua (gustação) e a cavidade nasal (olfato), e com
os sistemas respiratório e digestório, é dividido didaticamente
em duas regiões, neurocrânio e viscerocrânio.
Neurocrânio:
Corresponde ao terço superior do crânio e recebe esse nome
porque aloja o encéfalo. É constituído de oito ossos que se
unem rigidamente: frontal (1), parietais (2), occipital (1),
temporais (2), esfenoide (1) e etmoide (1).
O crânio possui um teto, denominado+ calvaria e
uma+base, composta pelo osso esfenoide, occipital e
temporal.
Estenose
Craniofacial
Também conhecida como
craniossinostose, esta é
uma má formação óssea
no crânio. A causa está
relacionada à ausência ou
fechamento prematuro
das suturas cranianas e
faciais.
Não se sabe ao certo o
porquê isso ocorre,
porém estima-se que ela
atinge em média uma a
cada 2 mil crianças no
mundo. O diagnóstico é
feito a partir de exames
radiológicos ou
tomografias.
O tratamento pode ser
feito de acordo com a
gravidade da estenose
craniofacial. Caso o
impacto esteja
relacionado à estética é
opcional a realização de
cirurgia, porém se o
fechamento das suturas
cranianas coloca em risco
a vida da criança a
cirurgia passa a ser
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Osteologia

O crânio é uma estrutura óssea complexa, constituída de 22 ossos, que faz parte do esqueleto axial. Sua complexidade se justifica por estar relacionado com o encéfalo, com os órgãos dos sentidos especiais, como o bulbo do olho (visão), a orelha (audição), a língua (gustação) e a cavidade nasal (olfato), e com os sistemas respiratório e digestório, é dividido didaticamente em duas regiões, neurocrânio e viscerocrânio.

Neurocrânio:

 Corresponde ao terço superior do crânio e recebe esse nome porque aloja o encéfalo. É constituído de oito ossos que se unem rigidamente: frontal (1), parietais (2), occipital (1), temporais (2), esfenoide (1) e etmoide (1).  O crânio possui um teto, denominado calvaria e uma base, composta pelo osso esfenoide, occipital e temporal.

Estenose

Craniofacial

Também conhecida como craniossinostose, esta é uma má formação óssea no crânio. A causa está relacionada à ausência ou fechamento prematuro das suturas cranianas e faciais. Não se sabe ao certo o porquê isso ocorre, porém estima-se que ela atinge em média uma a cada 2 mil crianças no mundo. O diagnóstico é feito a partir de exames radiológicos ou tomografias. O tratamento pode ser feito de acordo com a gravidade da estenose craniofacial. Caso o impacto esteja relacionado à estética é opcional a realização de cirurgia, porém se o fechamento das suturas cranianas coloca em risco a vida da criança a cirurgia passa a ser essencial.

Osso Frontal:  É um osso ímpar, plano e pneumático, constitui o teto, a margem superior da cavidade orbital e consiste em três partes.  Osso pneumático é um osso que, dotado de cavidades, possui pequenos orifícios que permitem a passagem do ar chamado forames, como por exemplo os ossos da face. .- Parte Escamosa: A maior área do osso frontal é a parte escamosa, que representa a área da fronte (testa). Ela contém os seios frontais, que estão situados superiormente à órbita no lado medial, e são separados por um septo. A borda superior da órbita (margem supraorbitária) contém a incisura supraorbitária, onde cursam os vasos e nervo supraorbitário. Os arcos acima das órbitas são conhecidos como arcos superciliares (do Latim “cilia” = cílios). A superfície lisa e levemente elevada acima da raiz do nariz é chamada de glabela. O processo zigomático surge caudal e lateralmente da parte escamosa e se articula com o osso zigomático.

  • Parte Orbital: A parte orbitária forma o teto da órbita e dos seios etmoidais. As células etmoidais encontram-se no interior da incisura etmoidal. A espinha troclear serve como local de inserção do músculo oblíquo superior, no ângulo medial do olho. A parte orbital possui duas aberturas: o forame etmoidal anterior (para os vasos e nervo etmoidais anteriores) e o forame etmoidal posterior (para os vasos e nervo etmoidais posteriores).
  • Parte Nasal: A origem do nariz é formada devido a aderência da parte nasal do osso frontal com o processo frontal da maxila e com os ossos nasais. Osso Parietal:  Os ossos parietais se localizam em ambos os lados do neurocrânio, formando grande parte das porções superior e lateral da cabeça. Os parietais têm a forma aproximada de um quadrado e se encontram abaixo

Acidentes

Anatômicos

Os ossos contêm irregularidades (saliências, depressões e aberturas) em porções onde há o contato com vasos, nervos, tendões, ligamentos etc. Essas irregularidades são chamadas de acidentes ósseos, e servem de referência anatômica

espinhais, ramos meníngeos do primeiro ao terceiro nervos cervicais, artérias vertebrais e artérias espinhais.  O osso occipital está localizado na região póstero-inferior do crânio humano, formando a base do mesmo. Apresenta um formato simétrico e plano, sendo o único dos ossos da cabeça que se articula com a coluna vertebral. Possui um importante abertura em formato oval, conhecida como forame magno. O osso occipital apresenta um formato côncavo e simétrico. Possui um formato semelhante a um pentágono e, em sua anatomia, é dividido em quatro segmentos: uma basilar, uma escamosa e duas laterais.

  • Parte Basilar: A parte basilar encontra-se anterior ao forame magno e adjacente à porção petrosa do osso temporal. Anteriormente ele se funde com o osso esfenóide para formar o clivus durante a adolescência (osso tribasilar). Na face inferior da região basilar, podemos encontrar o tubérculo faríngeo, no qual enraíza-se o músculo da faringe.
  • Partes Laterais ou Condilares: As partes condilares estão localizadas lateralmente ao forame magno. Elas compreendem duas proeminências em formato de feijão (côndilos occipitais) que se articulam com a primeira vértebra cervical (articulação atlanto- occipital). Posteriormente a eles estão os canais condilares, onde as veias emissárias condilares cursam e conectam os plexos venosos vertebrais externos aos seios sigmóides. O nervo hipoglosso deixa o crânio através do canal do hipoglosso, que atravessa a parte condilar do osso occipital.
  • Partes Escamosa: Articula-se com os ossos temporal e parietal; localizada posteriormente e superiormente ao forame magno. Em sua face externa, na região central, podemos observar a protuberância occipital externa, região palpável na qual ancora-se o músculo trapézio. Localiza-se entre o topo do osso e o forame magno. Partindo da protuberância occipital externa, encontram-se: Linha nucal suprema (lateralmente): Região de origem do músculo da aponeurose epicrâniana (movimenta o couro cabeludo, fonte, nariz e supercílios); Linha nucal superior (abaixo do forame): Local de origem dos músculos do trapézio, esternocleidomastóideo (região anterolateral do pescoço) e esplênio cervical (dorso); Linha nucal inferior (limite inferior do forame): Local onde se insere o músculo semiespinal (também chamado de músculo grande complexo), cuja função é executar os movimentos de extensão e inclinação da cabeça. Osso Temporal

Forame Magno

Tais segmentos do osso distribuem-se de modo a circundar uma abertura em formato oval, o forame magno. Essa abertura é responsável por possibilitar a comunicação entre a cavidade craniana e o canal vertebral. Entre os elementos do corpo humano que transpassam esse orifício, podemos destacar o tronco encefálico, ramos e artérias espinhais e vertebrais. Também apresenta elementos ósseos em sua superfície que são responsáveis pelos movimentos de articulação entre a cabeça e a coluna cervical, os quais detalharemos mais adiante. A articulação atlantoccipital possui esse nome pois se trata da conexão entre a primeira vértebra (atlas) com forame magno do osso occipital. Em sua anatomia, caracteriza-se por uma espécie de anel ósseo, cujas faces abrigam proeminências articulares nas quais repousam os côndilos occipitais. Conforme descrito anteriormente, essa articulação permite com que o crânio humano realize os movimentos de flexão e extensão, contribuindo assim para a mobilidade da cabeça.

Côndilos Occipitais

Os côndilos occipitais são duas protuberâncias ósseas de formato semelhante a feijões, localizadas uma de cada lado do forame magno, na face externa do osso. Sua principal função é formar a articulação entre o osso occipital e a primeira vértebra da coluna cervical. Os côndilos occipitais apresentam superfícies articulares de formato convexo, o que lhes permitem executar movimentos de flexão e extensão da cabeça, graças a articulação atlantoccipital.

Na parte inferior da região, encontra-se a apófise mastoide , divisão do osso que se conecta ao ouvido médio, localizada na região lateral da base do crânio. É nessa apófise que se enraízam os músculos esterno-cleidomastoideo, esplênio e digástricos da cabeça. Outra apófise encontrada na região petrosa é a estiloide, localizada ao lado da mastoide. Possui o formato cilíndrico, com a ponta arredondada, sendo classificada como uma espinha óssea. Nessa apófise enraízam-se os músculos estilo-hioideo, faríngeo e glosso. Osso Esfenóide  O osso esfenoide é o que apresenta o formato mais complexo e irregular. Com formato semelhante a uma mariposa (borboleta), localiza-se na base do crânio.  O osso esfenoide localiza-se anteriormente ao osso occipital, contribuindo para a formação do assoalho da fossa craniana. Apresenta uma estrutura composta por tecido ósseo esponjoso em seu epicentro. Contém o seio esfenoidal e é dividido em 4 partes.

  • Corpo: É a região central do osso, de onde partem as demais. Caracteriza-se principalmente por apresentar pequenas cavidades preenchidas por tecido adiposo. Em sua anatomia, podemos destacar o seio esfenoidal, uma pequena cavidade vazia preenchida por ar, em cujas paredes podemos encontrar um revestimento composto por mucosa. Através da crista esfenoidal, o osso contribui para a formação de uma fração do septo nasal. Outro elemento bastaste importante no corpo do osso esfenoide é a chamada sela turca, região que exerce a função de alojamento para a glândula hipófise.
  • Asa maior: Se localizam lateralmente a região basilar do osso occipital, logo abaixo da asa menor. Sua face interna participa da formação de parte da base craniana, enquanto sua face externa contribui para a formação da parede lateral da órbita ocular.Em sua anatomia, as asas maiores apresentam três pequenos forames: forame redondo, espinhoso e oval. O forame redondo tem a função de conduzir o nervo maxilar, enquanto o oval se encarrega de permitir a passagem do nervo mandibular e da artéria meníngea acessória. Já o forame espinhoso possui a função de conduzir os vasos meníngeos mediais e parte do nervo espinhal proveniente da mandíbula.
  • Asa Menor: As asas menores constituem a região que se localiza logo acima da região basilar do osso occipital. Sua face inferior participa da formação de parte da base lateral da órbita ocular, assim como sua face superior participa da formação das fossas cranianas. A função desse segmento no crânio humano é

permitir a passagem do nervo óptico e da artéria oftálmica, através de um espaço denominado canal óptico.

  • Processo Pterigóide: Em sua anatomia, as apófises pterigoides são divididas em regiões lateral e medial, participando da formação da fossa palatina. Em sua estrutura, podemos observar pequenas cavidades, responsáveis por conduzir os nervos e vasos petrosos (fossa vidiana) e o nervo proveniente da faringe (fossa faríngea). Existem 2 processos pterigóides e cada um possui: 1 lâmina lateral e 1 lâmina medial; e cada lâmina possui 2 faces. A Fossa pterigoidea é o espaço entre os processos e é o único acidente anatômico. O hâmulo pterigóide estende- se a partir da lâmina medial. Osso Etmóide  Localiza-se no eixo do viscerocrânio (esqueleto da face), em sua região anterior. Apresenta um formato bastante irregular e complexo, participando da formação das cavidades craniana e nasal.

Viscerocrânio:

 O viscerocrânio (ou esplancnocrânio) é uma das duas áreas que constituem o crânio. Ela está situada anteriormente ao neurocrânio, que a envolve parcialmente em sua porção posterior, tanto acima quanto abaixo. É constituído por vários ossos que formam o esqueleto da face, bem como por partes da mandíbula. Osso Lacrimal  O osso lacrimal é o menor e mais delicado dos ossos que compõem o viscerocrânio (esqueleto da face). Está presente em par, localizado na face interna da órbita ocular (próximo aos ossos nasais).  Em sua anatomia, consiste em uma estrutura pequena, de formato laminar. É composto basicamente por tecido ósseo compacto, apresentando um formato de quadrilátero. Podemos segmentar sua face externa em:

  • Região anterior: Em sua região anterior, apresenta um pequeno sulco, que se direciona a um sulco originário do osso da maxila, formando o chamado sulco lacrimo-nasal, cuja função é alojar o saco lacrimal (o qual descreveremos mais a frente).
  • Região posterior: Sua região posterior apresenta um formado plano, direcionando- se ao osso etmoide. OBS.: Em sua região medial, apresenta uma pequena crista vertical (chamada de crista lacrimal posterior), que se estende até o hámulo lacrimal, conectado à maxila.  Já a face interna do osso lacrimal apresenta um pequeno sulco vertical, o qual espelha-se com a crista da face externa. Essa região participa da formação dos ossos da fossa nasal (através de sua extremidade superior). Já sua extremidade inferior conecta-se às massas laterais do osso etmoide.  Conforme mencionado, a região anterior da face externa do osso apresenta um sulco destinado ao alojamento do saco lacrimal. Esse elemento é a extremidade superior do ducto naso-lacrimal, cuja função é atual na produção e drenagem das lágrimas Osso Nasal . Os ossos nasais está presente em par no viscerocrânio. Constituem em duas estruturas localizadas no eixo do esqueleto facial, em sua região média superior. Juntos, formam seu dorso (também conhecida como glabela)  Conexão articular com a maxila.O osso nasal constitui em duas pequenas peças de formato quadrangular e simétrico. Apresentam conexões com outros três ossos da face: Osso frontal, etmoide e maxila.  Sua porção inferior forma a margem superior da abertura nasal (abertura piriforme), se articulando apenas com a cartilagem do nariz.
  • Forame zigomático-facial: Localizado entre a face lateral e apófise frontal do osso, esse forame serve como um canal para a passagem do nervo zigomático-facial;
  • Forame zigomático-temporal: Encontrado na apófise temporal, conduz o nervo zigomático-facial. Osso Vômer  O osso vômer localiza-se na região central do crânio humano, logo acima dos ossos palatinos, formando as regiões posteriores e inferiores da cavidade nasal. -Em sua anatomia, o osso vômer caracteriza-se por suas dimensões pequenas, apresentando um formado pontiagudo, semelhante a uma ponta de flecha. Dispõe-se verticalmente na cavidade nasal, separando a mesma em duas partes e formando a linha medial do viscerocrânio (esqueleto facial). -Forma a parte posterior e inferior do septo nasal.  Articula-se com a lâmina perpendicular do osso etmoide, com a maxila, ossos palatino e esfenóide.

Concha Nasal Inferior  É descrita como um osso curvo que forma parte da parede lateral da cavidade nasal.  Articula-se com a maxila e com a lâmina perpendicular dos ossos palatinos, com o osso etmoide e com o osso lacrimal. Osso Palatino  O osso palatino é um osso em forma de L que se encontra entre a maxila e o osso esfenoide. As suas características principais são as suas placas horizontal e perpendicular. A placa horizontal, juntamente com o osso palatino contralateral, forma a porção posterior do palato duro, na cavidade oral, e o assoalho (pavimento)

Osso Maxilar Inferior ou Mandíbula  Único osso móvel da cabeça. Em outras palavras, consiste no osso que se movimenta durante as atividades como mastigação e comunicação, feitas de forma automática pelos seres humanos. Trata-se de um osso ímpar (único) que abriga a arcada dentária inferior. A mandíbula possui formato de U, semelhante ao de uma ferradura. Conforme mencionado, nesse importante osso estão implantados os dentes inferiores. A mandíbula é formada a partir da junção de 5 ossos fundidos, que ao se ossificarem, formam o conjunto único. São os seguintes:

  • Corpo: consiste na maior região da mandíbula, apresentando um formato quase retangular e localizado na parte frontal da mesma. Com relação à estrutura do corpo, estão as faces externa, interna e bordas. Vejamos os detalhes. *Face externa do corpo da mandíbula A face externa do corpo é composta pelas áreas: Linha oblíqua: Localizada na região inferior do processo coronóide (o qual descreveremos mais adiante), a linha obliqua interna abriga músculos da face responsáveis pelas expressões da boca e dos lábios. Protuberância mentoniana: trata-se de uma eminência triangular; Forame mentual: consiste numa depressão presente em cada lado da sínfise, que permite a passagem de vasos e nervo mentoniano. Localiza-se logo abaixo do segundo dente pré- molar. Sínfise mentoniana: também chamada de ponto antropométrico, consiste numa crista suave na linha mediana. *Face interna A face interna do corpo é formada pelas áreas: Espinha mentoniana: consiste em um par de espinhas localizados próximos da sínfise; Fossa submandibular: localiza-se logo abaixo da linha oblíqua interna; Fossa digástrica: fica um pouco abaixo das espinhas mentais; Fossa sublingual: localiza-se logo acima da linha oblíqua interna. Bordas do corpo do osso maxilar inferior São as seguintes regiões das bordas do corpo: Região inferior;

Articulação

temporomandibula

r (ATM)

Conforme dito no início, a mandíbula é o único osso móvel da cabeça, articulando-se com os dois ossos temporais, presentes um em cada lado do crânio. A essa conexão dá se o nome de articulação temporomandibular (também conhecido como ATM). Sendo considerada uma das mais complexas e completas articulações do corpo humano, a ATM é responsável pelos movimentos da mandíbula, tornando a mesma capaz de se mover para frente, para trás e para os lados. A articulação temporomandibular é do tipo sinovial, ou seja, apresenta um pequeno espaço entre os ossos que participam. Esse espaço é preenchido pelo líquido sinovial, um fluido de consistência viscosa que atua na lubrificação da articulação, permitindo assim que a mandíbula realize movimentos suaves e sem atritos, preservando assim a integridade dos tendões.

Alveolar ou superior: A borda alveolar é a região da mandibula que recebe os 16 dentes da arcada dentária inferior. -Ramo da mandíbula O ramo da mandíbula possui um formato retangular, dividindo-se em duas faces e quatro bordas, além de dois processos, os quais descreveremos a seguir. *Faces do ramo

  • Face lateral: De formato plano e com uma consistência rugosa, possui cristas oblíquas que possibilitam a inserção do músculo masseter.
  • Face medial: Apresenta as seguintes estruturas: Sulco milo-hioideo; Forame da mandíbula: oferece passagem aos vasos e nervo alveolares inferiores; Língula da mandíbula: é uma crista proeminente localizada acima do sulco milo-hioideo. Bordas do ramo
  • Borda posterior: Apresenta um formato de “S”, com perfil arredondado e robusto. É recoberta pela glândula parótida.
  • Borda inferior: Apresenta um formato reto, e sua função é delimitar o ângulo de abertura da mandíbula.
  • Borda anterior: De aparência delicada e ligeiramente achatada, apresenta uma continuação com a linha oblíqua, descendo a partir do processo coronóide.
  • Borda superior: É a extremidade superior da mandíbula. Nessa região estão os dois processos dos ramos, que são: Processo coronoide; Processo condilar. Obs.: entre esses dois processos está a incisura da mandíbula. -Processo coronoide O processo coronoide (também conhecido como apófise coronoide) localiza-se na extremidade superior do osso da mandíbula. Possui um formato triangular e ligeiramente achatado. É conectado ao músculo temporal através de tendões, o que o torna apto a auxiliar nos movimentos de mastigação, como ao abrir e fechar a boca por exemplo. -Processo condilar do osso maxilar inferior Localizado anteriormente ao processo coronoide, podemos encontrar o processo condilar (ou apófise condilar). Trata-se de uma saliência em formato de martelo que atua, juntamente com o osso temporal, na formação do elemento ósseo inferior da articulação temporomandibular.

Suturas -Visão anterior do crânio Sutura frontonasal - entre o osso frontal e os ossos nasais Sutura frontozigomática - entre o osso frontal e o osso zigomático Sutura zigomático-axilar - entre o osso zigomático e a maxila Sutura intermaxilar - entre dois maxilares Sutura metópica - encontrada em crianças; na linha média do osso frontal -Visão posterior do crânio Sutura sagital - entre os dois ossos parietais Sutura lambdoide - entre o osso parietal e o osso occipital Lambda - convergência da sutura sagital e lambdoide (assemelha-se a uma letra grega 'lambda') -Visão superior do crânio Sutura coronal - entre o osso frontal e o osso parietal Bregma - convergência das suturas sagital e coronal -Visão lateral do crânio Sutura escamosa - entre o osso parietal e osso temporal Sutura esfeno-frontal - entre o osso frontal e o osso esfenóide Sutura esfeno-parietal - entre o osso esfenóide e o osso parietal Sutura occipitomastóide - entre o osso occipital e a apófise mastóide do osso temporal Sutura temporozigomática - entre o osso temporal e o osso zigomático -Visão inferior do crânio Sutura palatina mediana - entre as placas horizontal dos palatinos Sutura palatina transversal - entre a apófise palatina do osso maxilar e o osso palatino Sutura petro-occipital - entre o osso occipital e parte petrosa do osso temporal Sutura esfeno-occipital - entre o osso esfenoidal e o osso occipital Sutura petro-escamosa - entre as partes petrosa e escamosa do osso temporal

Sutura petro-timpânica - entre a articulação temporomandibular e a cavidade timpânica. Acidentes AnatômicosAlvéolo - Uma escavação profunda ou encaixe (alvéolos dentais).  Cabeça- Uma extremidade articular proeminente e arredondada separada do corpo do osso por umcolo (cabeça do fêmur).  Canal – Passagem tubular numa estrutura.  Cavidade- Depressão numa estrutura anatômica (cavidade acetabular).  Côndilo – Área articular saliente e arredondada (côndilo mandibular).  Crista- Uma linha óssea proeminente, aguçada, elevação em crista de um osso (crista ilíaca).  Epicôndilo – Eminência superior, uma pequena projeção localizada acima de um côndilo (epicôndilo medial do úmero).  Espinha- Processo arredondado à semelhança de um acúleo (espinha da escápula).  Faceta- Área plana e lisa onde umosso searticula com outro.  Fissura- Uma abertura ou passagem estreita, como uma fenda (fissura orbital superior do esfenóide).  Fóvea- Área côncava, deprimida ou plana lisa de uma articulação, pequena cova.  Forame - Passagem através de um osso – abertura arredondada (forame vertebral)  Fossa - Área côncava ou deprimida (fossa supra escapular)  Linha - Elevação linear (linha intertrocantérica do fêmur)  Meato - Estrutura tubular que se fecha numa das extremidades  Maléolo - Processo arredondado à semelhança de martelo (maléolo medial)  Incisura - Indentação (ou reentrância) na margem de um osso – à semelhança de um corte  Protuberância - Projeção do osso (protuberância occipital externa)  Processo - Porção saliente de um osso  Processo espinhoso – Parte saliente do osso semelhante a uma espinha  Sulco - Depressão, canaleta ou ranhura alongada que acomoda nervo ou vaso (sulco intertubercular do úmero).  Trocânter - Processo grande, grande elevação obtusa (Trocânter maior do fêmur)  Tubérculo - Pequena eminência, nódulo ou pequeno processo (tubérculo maior do úmero)  Tuberosidade - Grande elevação arredondada, um processo amplo maior do que um tubérculo (túber isquiático)