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Parafusos - cosipa, Teses (TCC) de Engenharia Mecânica

analise d parafuso, tcc

Tipologia: Teses (TCC)

Antes de 2010

Compartilhado em 27/09/2010

kleber-martins-5
kleber-martins-5 🇧🇷

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bg1
1
UNIVERSIDADE SANTA
UNIVERSIDADE SANTA
CEC
CECÍ
ÍLIA
LIA
ENGENHARIA MECÂNICA INDUSTRIAL
ENGENHARIA MECÂNICA INDUSTRIAL
An
Aná
álise dos Parâmetros que Influenciaram a Falha dos Parafusos
lise dos Parâmetros que Influenciaram a Falha dos Parafusos
Calibrados A
Calibrados Aç
ço1045 do Acoplamento de Engrenagem da Mesa
o1045 do Acoplamento de Engrenagem da Mesa
Girat
Girató
ória do Laminador de Chapas Grossas
ria do Laminador de Chapas Grossas
Objetivo
Objetivo
Introdu
Introduç
ção
ão
Fundamenta
Fundamentaç
ção Te
ão Teó
órica
rica
M
Mé
étodo Experimental
todo Experimental
Resultados Experimentais
Resultados Experimentais
Conclusão
Conclusão
Grupo de Trabalho
Grupo de Trabalho
SUM
SUMÁ
ÁRIO
RIO
Metodologia
Metodologia
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15

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Baixe Parafusos - cosipa e outras Teses (TCC) em PDF para Engenharia Mecânica, somente na Docsity!

UNIVERSIDADE SANTA

UNIVERSIDADE SANTA

CEC

CEC

Í

Í

LIA

LIA

ENGENHARIA MECÂNICA INDUSTRIAL

ENGENHARIA MECÂNICA INDUSTRIAL

An

An á

á lise dos Parâmetros que Influenciaram a Falha dos Parafusos

lise dos Parâmetros que Influenciaram a Falha dos Parafusos

Calibrados A Calibrados Açço1045 do Acoplamento de Engrenagem da Mesao1045 do Acoplamento de Engrenagem da Mesa

Girat Giratóória do Laminador de Chapas Grossasria do Laminador de Chapas Grossas

Objetivo Objetivo

Introdu

Introdu

ç

ç

ão

ão

Fundamenta

Fundamenta

ç

ç

ão Te

ão Te

ó

ó

rica

rica

M Méétodo Experimentaltodo Experimental

Resultados Experimentais Resultados Experimentais

Conclusão Conclusão

Grupo de Trabalho

Grupo de Trabalho

SUMSUMÁÁRIORIO

Metodologia

Metodologia

OBJETIVO

OBJETIVO

Apresentar um estudo do motivo da quebra dos

Apresentar um estudo do motivo da quebra dos

parafusos do acoplamento da mesa girat

parafusos do acoplamento da mesa girat

ó

ó

ria do

ria do

Laminador de Chapas Grossas da Cosipa.

Laminador de Chapas Grossas da Cosipa.

METODOLOGIA METODOLOGIA

M

M

é

é

todo baseado na metalografia e nos estudos dos

todo baseado na metalografia e nos estudos dos

esfor

esfor

ç

ç

os mecânicos a que eles estão submetidos.

os mecânicos a que eles estão submetidos.

Utiliza Utilizaççãoão dodo softwaresoftware SOLIDWORKSSOLIDWORKS®® ee

COSMOSWORKS COSMOSWORKS®®, que simula todos estes esfor, que simula todos estes esforççosos

mecânicos mecânicos atravatravééss dodo ““mméétodotodo matemmatemááticotico dosdos

elementos finitos elementos finitos””..

INTRODU

INTRODU Ç

Ç ÃO

ÃO

O O trabalhotrabalho surgiusurgiu dada

necessidade necessidade dede analisaranalisar asas

quebras dos parafusos do

quebras dos parafusos do

acoplamento acoplamento dada mesamesa

girat

girat

ó

ó

ria, que causaram

ria, que causaram

paradas de emergência no

paradas de emergência no

equipamento. equipamento.

REGIÃO FRATURADAREGIÃO FRATURADA

FUNDAMENTA FUNDAMENTAÇÇÃO TEÃO TEÓÓRICARICA

AN

AN

Á

Á

LISE DE FALHAS

LISE DE FALHAS

A an

A an á

á lise de falha

lise de falha é

é uma metodologia que tem o

uma metodologia que tem o

objetivo de identificar os mecanismos que causam objetivo de identificar os mecanismos que causam

danos danos ouou falhasfalhas emem elementoselementos mecânicosmecânicos ouou

equipamentos. O resultado de um estudo de an

equipamentos. O resultado de um estudo de an á

á lise de

lise de

falha

falha é

é utilizado para corrigir os fatores que

utilizado para corrigir os fatores que

provocam as falhas, evitando suas reincidências.

provocam as falhas, evitando suas reincidências.

FUNDAMENTA

FUNDAMENTA Ç

Ç ÃO TE

ÃO TE Ó

Ó RICA

RICA

PROCEDIMENTOS DE AN PROCEDIMENTOS DE ANÁÁLISE DELISE DE

FALHAS FALHAS

Coleta de Informa Coleta de Informaçções;ões;

Inspe Inspeçção Visual;ão Visual;

Metalografia;

Metalografia;

Ensaio de Dureza; Ensaio de Dureza;

Engenharia Reversa e Engenharia Reversa e

C

C

á

á

lculos Matem

lculos Matem

á

á

ticos.

ticos.

FUNDAMENTA FUNDAMENTAÇÇÃO TEÃO TEÓÓRICARICA

COLETA DE INFORMA

COLETA DE INFORMA Ç

Ç ÕES

ÕES

A informa

A informa ç

ç ão deve ser feita preferencialmente no

ão deve ser feita preferencialmente no

momento e no local onde ocorreu a falha, a fim de

momento e no local onde ocorreu a falha, a fim de

evitar que falte algum dado importante.evitar que falte algum dado importante.

FUNDAMENTA

FUNDAMENTA Ç

Ç ÃO TE

ÃO TE Ó

Ó RICA

RICA

ENSAIO DE DUREZA

ENSAIO DE DUREZA

O ensaio de dureza O ensaio de dureza éé a determinaa determinaçção da resistênciaão da resistência

que um material oferece

que um material oferece à

à penetra

penetra ç

ç ão de outro em sua

ão de outro em sua

superf

superf í

í cie.

cie.

FUNDAMENTA FUNDAMENTAÇÇÃO TEÃO TEÓÓRICARICA

ENGENHARIA REVERSA ENGENHARIA REVERSA

A engenharia reversa consiste em, a partir de uma

A engenharia reversa consiste em, a partir de uma

solu

solu ç

ç ão pronta, reavaliar parâmetros e conceitos ali

ão pronta, reavaliar parâmetros e conceitos ali

empregados.

empregados.

M

M

É

É

TODO EXPERIMENTAL

TODO EXPERIMENTAL

Inspe

Inspe

ç

ç

ão Visual

ão Visual

CPVI

CPVI

CPI

CPI

CPII

CPII

CPIII

CPIII

Para os corpos de prova, foram selecionados parafusos que

Para os corpos de prova, foram selecionados parafusos que

quebraram em campo, sendo identificados como: CP I, CP II,quebraram em campo, sendo identificados como: CP I, CP II,

CP III e CP IV (parafuso novo).CP III e CP IV (parafuso novo).

M MÉÉTODO EXPERIMENTALTODO EXPERIMENTAL

Macrografia

Macrografia

O ensaio de O ensaio de macrografiamacrografia foi realizado com a finalidadefoi realizado com a finalidade

de identificar os defeitos superficiais.

de identificar os defeitos superficiais.

O preparo do corpo de prova de O preparo do corpo de prova de macrografiamacrografia consistiuconsistiu

em:

em:

• Escolha e localizaEscolha e localizaçção da secão da secçção a ser estudada;ão a ser estudada;

Deixar a superf

Deixar a superf í

í cie plana e polida no lugar escolhido;

cie plana e polida no lugar escolhido;

Ataque dessa superf

Ataque dessa superf í

í cie por um reagente qu

cie por um reagente qu í

í mico

mico

adequado.

adequado.

M

M

É

É

TODO EXPERIMENTAL

TODO EXPERIMENTAL

Foi realizado um ensaio de tratamento t

Foi realizado um ensaio de tratamento t é

é rmico, têmpera e

rmico, têmpera e

revenimento, conferindo as caracter

revenimento, conferindo as caracter í

í sticas como uma forma

sticas como uma forma

de avaliar as microestruturas.de avaliar as microestruturas.

Engenharia Reversa

Engenharia Reversa

A engenharia reversa compreendeu o tratamento t A engenharia reversa compreendeu o tratamento téérmico dormico do

material para a obten material para a obtençção da dureza necessão da dureza necessáária.ria.

Tratamento t

Tratamento t

é

é

rmico

rmico

M MÉÉTODO EXPERIMENTALTODO EXPERIMENTAL

Têmpera em

Têmpera em

á

á

gua dos corpos de prova

gua dos corpos de prova

• Foi realizado um tratamento tFoi realizado um tratamento téérmico de têmpera com ormico de têmpera com o

objetivo de obter uma estrutura denominada

objetivo de obter uma estrutura denominada martens

martens í

í tica

tica

. Os . Os

corpos de prova foram submetidoscorpos de prova foram submetidos ààs seguintes etapas:s seguintes etapas:

Os corpos de provas CP I e CP II foram seccionados em três

Os corpos de provas CP I e CP II foram seccionados em três

partes com dimensões de

partes com dimensões de Ø

Ø

16 mm x 5 mm de altura;

16 mm x 5 mm de altura;

A

A

mufla

mufla foi ajustada para chegar

foi ajustada para chegar à

à temperatura de 950

temperatura de 950 º

C;

C;

• • ApApóóss atingiratingir estaesta temperaturatemperatura osos CPsCPs foramforam inseridos,inseridos,

permanecendo lpermanecendo láá por 10 min;por 10 min;

• • Depois de retirados daDepois de retirados da muflamufla osos CPsCPs foram inseridos em umforam inseridos em um

recipiente comrecipiente com áágua a uma temperatura de 25gua a uma temperatura de 25 ººC.C.

M

M É

É TODO EXPERIMENTAL

TODO EXPERIMENTAL

Revenimento dos corpos de prova CPI e CPIIRevenimento dos corpos de prova CPI e CPII

ÉÉ o tratamento usado para remover as tensões internaso tratamento usado para remover as tensões internas

deixadas pela têmpera. O revenimento melhora a tenacidade

deixadas pela têmpera. O revenimento melhora a tenacidade

das microestruturasdas microestruturas martensmartensííticasticas, diminuindo a resistência e, diminuindo a resistência e

a dureza.

a dureza.

M MÉÉTODO EXPERIMENTALTODO EXPERIMENTAL

Demonstrativo da influência do Carbono na dureza no Demonstrativo da influência do Carbono na dureza no

tratamento de revenimento.

tratamento de revenimento.

RESULTADOS EXPERIMENTAISRESULTADOS EXPERIMENTAIS

Fratura por fadiga seguida por fratura fr

Fratura por fadiga seguida por fratura fr á

á gil.

gil.

CP ICP I

An

An á

á lise Visual

lise Visual

RESULTADOS EXPERIMENTAIS

RESULTADOS EXPERIMENTAIS

Fratura FrFratura Fráágilgil

CP II

CP II

CP II CP II

RESULTADOS EXPERIMENTAISRESULTADOS EXPERIMENTAIS

Ensaio de Dureza

Ensaio de Dureza

RESULTADOS EXPERIMENTAIS

RESULTADOS EXPERIMENTAIS

Não apresentou algumas das heterogeneidades mais

Não apresentou algumas das heterogeneidades mais

comuns nos a comuns nos açços, tais como:os, tais como:

vazio, causado pelo resfriamento lento;

vazio, causado pelo resfriamento lento;

segrega

segrega ç

ç ão, causadas pelas impurezas e outros metais;

ão, causadas pelas impurezas e outros metais;

  • dendritasdendritas, forma, formaçção de grãos de vão de grãos de váários tamanhos;rios tamanhos;
  • • trincas, devidotrincas, devido ààs tensões excessivas no resfriamento.s tensões excessivas no resfriamento.

Ensaio

Ensaio Metalogr

Metalogr á

á fico

fico

Macrografia Macrografia::

RESULTADOS EXPERIMENTAISRESULTADOS EXPERIMENTAIS

Microestrutura:Microestrutura: ferritaferrita ee perlitaperlita

Tratamento t

Tratamento t é

é rmico: ausência de têmpera e revenimento

rmico: ausência de têmpera e revenimento

Amostras CP I e CP IIAmostras CP I e CP II

RESULTADOS EXPERIMENTAIS

RESULTADOS EXPERIMENTAIS

Foi realizado um processo de têmpera, aquecendo o material

Foi realizado um processo de têmpera, aquecendo o material à

à

950950 ººC e apC e apóós resfriandos resfriando--o emo em ááguagua àà 2525 ººC, onde adquiriuC, onde adquiriu-- se umase uma

estruturaestrutura 100100 %% martensmartensííticatica,, comcom durezadureza dede 5858 HRC.HRC.

Posteriormente, com a mesma amostra realizamos um ensaio dePosteriormente, com a mesma amostra realizamos um ensaio de

revenimento baseado nos c

revenimento baseado nos c á

á lculos descritos no m

lculos descritos no m é

é todo

todo

experimental, cujo valor encontrado

experimental, cujo valor encontrado é

é para uma temperatura de

para uma temperatura de

458,51458,51 ººC.C. DessaDessa forma,forma, alcanalcanççamosamos umauma dureza,dureza, apapóóss oo

revenimento, de 32 HRC.revenimento, de 32 HRC.

Reengenharia Reengenharia

RESULTADOS EXPERIMENTAISRESULTADOS EXPERIMENTAIS

Amostra CP I apresentou

Amostra CP I apresentou

martensita

martensita

revenida

revenida

(imagem

(imagem

ampliada 200 X). ampliada 200 X).

RESULTADOS EXPERIMENTAIS

RESULTADOS EXPERIMENTAIS

C

C á

á lculos dos Esfor

lculos dos Esfor ç

ç os

os

= × × + + × ×

ap ap escora

tg d

d

M F α ϕ 0 , 7 μ

2

chapa

ap

R

F

μ

For Forçça de aperto:a de aperto:

Momento de aperto:

Momento de aperto:

RESULTADOS EXPERIMENTAISRESULTADOS EXPERIMENTAIS

Modelamento Matem Modelamento Matemááticotico

Conjunto de fixa

Conjunto de fixa

ç

ç

ão: Coeficiente de seguran

ão: Coeficiente de seguran

ç

ç

a da arruela

a da arruela

RESULTADOS EXPERIMENTAIS

RESULTADOS EXPERIMENTAIS

Modelamento Matem

Modelamento Matem á

á tico

tico

Conjunto de fixa Conjunto de fixaçção: Coeficiente de seguranão: Coeficiente de segurançça da porcaa da porca

RESULTADOS EXPERIMENTAISRESULTADOS EXPERIMENTAIS

Modelamento Matem Modelamento Matemááticotico

Conjunto de fixa

Conjunto de fixa

ç

ç

ão: Coeficiente de seguran

ão: Coeficiente de seguran

ç

ç

a do parafuso

a do parafuso

CONSIDERA

CONSIDERA

Ç

Ç

ÕES FINAIS

ÕES FINAIS

  • • O CPI rompeu por fadiga seguida de fratura frO CPI rompeu por fadiga seguida de fratura fráágilgil

  • O CP II rompeu somente por fratura fr

O CP II rompeu somente por fratura fr á

á gil.

gil.

Os corpos de prova ensaiados apresentaram dureza abaixo do

Os corpos de prova ensaiados apresentaram dureza abaixo do

especificado no projeto, pois não eram materiais temperados e

especificado no projeto, pois não eram materiais temperados e

revenidos revenidos

Com os c

Com os c á

á lculos de elementos de m

lculos de elementos de m á

á quinas foi poss

quinas foi poss í

í vel determinar

vel determinar

a for a forçça de aperto e o momento de aperto, dados que não constam noa de aperto e o momento de aperto, dados que não constam no

projeto projeto ee nãonão éé posspossíívelvel determinardeterminar sese foramforam utilizadosutilizados nana

montagem dos parafusos. montagem dos parafusos.

  • • ComCom basebase nosnos programasprogramas SOLIDWORKSSOLIDWORKS®® ee oo

COSMOSWORKS COSMOSWORKS®® utilizados,utilizados, emem conjuntoconjunto comcom oo mméétodotodo

matem

matem á

á tico de elementos finitos, justificamos que o parafuso

tico de elementos finitos, justificamos que o parafuso

especificado estava

especificado estava superdimensionado

superdimensionado em rela

em rela ç

ç ão ao projeto.

ão ao projeto.