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analise d parafuso, tcc
Tipologia: Teses (TCC)
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ENGENHARIA MECÂNICA INDUSTRIAL
ENGENHARIA MECÂNICA INDUSTRIAL
An
An á
á lise dos Parâmetros que Influenciaram a Falha dos Parafusos
lise dos Parâmetros que Influenciaram a Falha dos Parafusos
Calibrados A Calibrados Açço1045 do Acoplamento de Engrenagem da Mesao1045 do Acoplamento de Engrenagem da Mesa
Girat Giratóória do Laminador de Chapas Grossasria do Laminador de Chapas Grossas
SUMSUMÁÁRIORIO
OBJETIVO
OBJETIVO
METODOLOGIA METODOLOGIA
INTRODU
INTRODU Ç
Ç ÃO
ÃO
REGIÃO FRATURADAREGIÃO FRATURADA
FUNDAMENTA FUNDAMENTAÇÇÃO TEÃO TEÓÓRICARICA
A an
A an á
á lise de falha
lise de falha é
é uma metodologia que tem o
uma metodologia que tem o
objetivo de identificar os mecanismos que causam objetivo de identificar os mecanismos que causam
danos danos ouou falhasfalhas emem elementoselementos mecânicosmecânicos ouou
equipamentos. O resultado de um estudo de an
equipamentos. O resultado de um estudo de an á
á lise de
lise de
falha
falha é
é utilizado para corrigir os fatores que
utilizado para corrigir os fatores que
provocam as falhas, evitando suas reincidências.
provocam as falhas, evitando suas reincidências.
FUNDAMENTA
FUNDAMENTA Ç
Ç ÃO TE
ÃO TE Ó
Ó RICA
RICA
FUNDAMENTA FUNDAMENTAÇÇÃO TEÃO TEÓÓRICARICA
COLETA DE INFORMA
COLETA DE INFORMA Ç
Ç ÕES
ÕES
A informa
A informa ç
ç ão deve ser feita preferencialmente no
ão deve ser feita preferencialmente no
momento e no local onde ocorreu a falha, a fim de
momento e no local onde ocorreu a falha, a fim de
evitar que falte algum dado importante.evitar que falte algum dado importante.
FUNDAMENTA
FUNDAMENTA Ç
Ç ÃO TE
ÃO TE Ó
Ó RICA
RICA
ENSAIO DE DUREZA
ENSAIO DE DUREZA
O ensaio de dureza O ensaio de dureza éé a determinaa determinaçção da resistênciaão da resistência
que um material oferece
que um material oferece à
à penetra
penetra ç
ç ão de outro em sua
ão de outro em sua
superf
superf í
í cie.
cie.
FUNDAMENTA FUNDAMENTAÇÇÃO TEÃO TEÓÓRICARICA
ENGENHARIA REVERSA ENGENHARIA REVERSA
A engenharia reversa consiste em, a partir de uma
A engenharia reversa consiste em, a partir de uma
solu
solu ç
ç ão pronta, reavaliar parâmetros e conceitos ali
ão pronta, reavaliar parâmetros e conceitos ali
empregados.
empregados.
CPVI
CPVI
CPI
CPI
CPII
CPII
CPIII
CPIII
Para os corpos de prova, foram selecionados parafusos que
Para os corpos de prova, foram selecionados parafusos que
quebraram em campo, sendo identificados como: CP I, CP II,quebraram em campo, sendo identificados como: CP I, CP II,
CP III e CP IV (parafuso novo).CP III e CP IV (parafuso novo).
O ensaio de O ensaio de macrografiamacrografia foi realizado com a finalidadefoi realizado com a finalidade
de identificar os defeitos superficiais.
de identificar os defeitos superficiais.
O preparo do corpo de prova de O preparo do corpo de prova de macrografiamacrografia consistiuconsistiu
em:
em:
Deixar a superf
Deixar a superf í
í cie plana e polida no lugar escolhido;
cie plana e polida no lugar escolhido;
Ataque dessa superf
Ataque dessa superf í
í cie por um reagente qu
cie por um reagente qu í
í mico
mico
adequado.
adequado.
Foi realizado um ensaio de tratamento t
Foi realizado um ensaio de tratamento t é
é rmico, têmpera e
rmico, têmpera e
revenimento, conferindo as caracter
revenimento, conferindo as caracter í
í sticas como uma forma
sticas como uma forma
de avaliar as microestruturas.de avaliar as microestruturas.
A engenharia reversa compreendeu o tratamento t A engenharia reversa compreendeu o tratamento téérmico dormico do
material para a obten material para a obtençção da dureza necessão da dureza necessáária.ria.
objetivo de obter uma estrutura denominada
objetivo de obter uma estrutura denominada martens
martens í
í tica
tica
. Os . Os
corpos de prova foram submetidoscorpos de prova foram submetidos ààs seguintes etapas:s seguintes etapas:
Os corpos de provas CP I e CP II foram seccionados em três
Os corpos de provas CP I e CP II foram seccionados em três
partes com dimensões de
partes com dimensões de Ø
16 mm x 5 mm de altura;
16 mm x 5 mm de altura;
mufla
mufla foi ajustada para chegar
foi ajustada para chegar à
à temperatura de 950
temperatura de 950 º
permanecendo lpermanecendo láá por 10 min;por 10 min;
recipiente comrecipiente com áágua a uma temperatura de 25gua a uma temperatura de 25 ººC.C.
M
M É
É TODO EXPERIMENTAL
TODO EXPERIMENTAL
Revenimento dos corpos de prova CPI e CPIIRevenimento dos corpos de prova CPI e CPII
ÉÉ o tratamento usado para remover as tensões internaso tratamento usado para remover as tensões internas
deixadas pela têmpera. O revenimento melhora a tenacidade
deixadas pela têmpera. O revenimento melhora a tenacidade
das microestruturasdas microestruturas martensmartensííticasticas, diminuindo a resistência e, diminuindo a resistência e
a dureza.
a dureza.
M MÉÉTODO EXPERIMENTALTODO EXPERIMENTAL
Fratura por fadiga seguida por fratura fr
Fratura por fadiga seguida por fratura fr á
á gil.
gil.
CP ICP I
An
An á
á lise Visual
lise Visual
Fratura FrFratura Fráágilgil
CP II
CP II
CP II CP II
Ensaio de Dureza
Ensaio de Dureza
Não apresentou algumas das heterogeneidades mais
Não apresentou algumas das heterogeneidades mais
comuns nos a comuns nos açços, tais como:os, tais como:
vazio, causado pelo resfriamento lento;
vazio, causado pelo resfriamento lento;
segrega
segrega ç
ç ão, causadas pelas impurezas e outros metais;
ão, causadas pelas impurezas e outros metais;
Ensaio
Ensaio Metalogr
Metalogr á
á fico
fico
Macrografia Macrografia::
Microestrutura:Microestrutura: ferritaferrita ee perlitaperlita
Tratamento t
Tratamento t é
é rmico: ausência de têmpera e revenimento
rmico: ausência de têmpera e revenimento
Amostras CP I e CP IIAmostras CP I e CP II
Foi realizado um processo de têmpera, aquecendo o material
Foi realizado um processo de têmpera, aquecendo o material à
à
950950 ººC e apC e apóós resfriandos resfriando--o emo em ááguagua àà 2525 ººC, onde adquiriuC, onde adquiriu-- se umase uma
estruturaestrutura 100100 %% martensmartensííticatica,, comcom durezadureza dede 5858 HRC.HRC.
Posteriormente, com a mesma amostra realizamos um ensaio dePosteriormente, com a mesma amostra realizamos um ensaio de
revenimento baseado nos c
revenimento baseado nos c á
á lculos descritos no m
lculos descritos no m é
é todo
todo
experimental, cujo valor encontrado
experimental, cujo valor encontrado é
é para uma temperatura de
para uma temperatura de
458,51458,51 ººC.C. DessaDessa forma,forma, alcanalcanççamosamos umauma dureza,dureza, apapóóss oo
revenimento, de 32 HRC.revenimento, de 32 HRC.
Reengenharia Reengenharia
C
C á
á lculos dos Esfor
lculos dos Esfor ç
ç os
os
ap ap escora
tg d
d
M F α ϕ 0 , 7 μ
2
chapa
ap
μ
Modelamento Matem Modelamento Matemááticotico
Modelamento Matem
Modelamento Matem á
á tico
tico
Modelamento Matem Modelamento Matemááticotico
O CP II rompeu somente por fratura fr á
á gil.
gil.
Os corpos de prova ensaiados apresentaram dureza abaixo do
Os corpos de prova ensaiados apresentaram dureza abaixo do
especificado no projeto, pois não eram materiais temperados e
especificado no projeto, pois não eram materiais temperados e
revenidos revenidos
Com os c
Com os c á
á lculos de elementos de m
lculos de elementos de m á
á quinas foi poss
quinas foi poss í
í vel determinar
vel determinar
a for a forçça de aperto e o momento de aperto, dados que não constam noa de aperto e o momento de aperto, dados que não constam no
projeto projeto ee nãonão éé posspossíívelvel determinardeterminar sese foramforam utilizadosutilizados nana
montagem dos parafusos. montagem dos parafusos.
COSMOSWORKS COSMOSWORKS®® utilizados,utilizados, emem conjuntoconjunto comcom oo mméétodotodo
matem
matem á
á tico de elementos finitos, justificamos que o parafuso
tico de elementos finitos, justificamos que o parafuso
especificado estava
especificado estava superdimensionado
superdimensionado em rela
em rela ç
ç ão ao projeto.
ão ao projeto.