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Paralisia Cerebral, Trabalhos de Cultura

Trabalhos Pós

Tipologia: Trabalhos

2015

Compartilhado em 08/04/2015

cida-santos-18
cida-santos-18 🇧🇷

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Paralisia Cerebral
A paralisia cerebral é uma lesão cerebral que acontece, em geral, quando falta oxigênio no
cérebro do bebê durante a gestação, no parto ou até dois anos após o nascimento - neste
caso, pode ser provocada por traumatismos, envenenamentos ou doenças graves, como
sarampo ou meningite.
Dependendo do local do cérebro onde ocorre a lesão e do número de células atingidas, a
paralisia danifica o funcionamento de diferentes partes do corpo. A principal característica é a
espasticidade, um desequilíbrio na contenção muscular que causa tensão e inclui dificuldades
de força e equilíbrio. Em outras palavras, a lesão provoca alterações no tônus muscular e o
comprometimento da coordenação motora. Em alguns casos, há também problemas na fala, na
visão e na audição.
Ter uma lesão cerebral não significa, necessariamente, ser acometido de danos intelectuais,
mas em 75% dos casos as crianças com paralisia cerebral acabam sofrendo
comprometimentos cognitivos.
Como lidar com a paralisia cerebral na escola?
Para dar conta das restrições motoras da criança com paralisia cerebral, vale adaptar os
espaços da escola para permitir o acesso de uma cadeira de rodas, por exemplo. Na sala de
aula use canetas e lápis mais grossos, envoltos em espuma e presos com elástico para facilitar
o controle do aluno. Os papeis são fixados em pranchetas para dar firmeza e as folhas avulsas,
nesse caso, são mais recomendáveis que os cadernos. O professor deve escrever com letras
grandes e pedir para que o aluno com paralisia cerebral sente-se na frente, se possível, com
uma carteira inclinada, que dá mobilidade e facilita a escrita.
Se o aluno apresentar problemas na fala e na audição, providencie uma prancha de
comunicação, para que ele se expresse pela escrita. Caso isso não seja possível, o professor
pode preparar cartões com desenhos ou fotos de pessoas e objetos significativos para o aluno,
como os pais, os colegas, o professor, o time de futebol, diferentes comidas, o abecedário e
palavras-chave, como "sim", "não", "sede", "banheiro", "entrar", "sair" etc. Assim, para indicar o
que quer ou o que sente, o aluno aponta para as figuras.
Em alguns casos, a criança com paralisia cerebral também precisa de um cuidador que a ajude
a ir ao banheiro ou a tomar o lanche. Mas, vale lembrar, que todos devem estimular a
autonomia da criança, respeitando suas dificuldades e explorando seus potenciais.

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Paralisia Cerebral

A paralisia cerebral é uma lesão cerebral que acontece, em geral, quando falta oxigênio no cérebro do bebê durante a gestação, no parto ou até dois anos após o nascimento - neste caso, pode ser provocada por traumatismos, envenenamentos ou doenças graves, como sarampo ou meningite.

Dependendo do local do cérebro onde ocorre a lesão e do número de células atingidas, a paralisia danifica o funcionamento de diferentes partes do corpo. A principal característica é a espasticidade, um desequilíbrio na contenção muscular que causa tensão e inclui dificuldades de força e equilíbrio. Em outras palavras, a lesão provoca alterações no tônus muscular e o comprometimento da coordenação motora. Em alguns casos, há também problemas na fala, na visão e na audição.

Ter uma lesão cerebral não significa, necessariamente, ser acometido de danos intelectuais, mas em 75% dos casos as crianças com paralisia cerebral acabam sofrendo comprometimentos cognitivos.

Como lidar com a paralisia cerebral na escola? Para dar conta das restrições motoras da criança com paralisia cerebral, vale adaptar os espaços da escola para permitir o acesso de uma cadeira de rodas, por exemplo. Na sala de aula use canetas e lápis mais grossos, envoltos em espuma e presos com elástico para facilitar o controle do aluno. Os papeis são fixados em pranchetas para dar firmeza e as folhas avulsas, nesse caso, são mais recomendáveis que os cadernos. O professor deve escrever com letras grandes e pedir para que o aluno com paralisia cerebral sente-se na frente, se possível, com uma carteira inclinada, que dá mobilidade e facilita a escrita.

Se o aluno apresentar problemas na fala e na audição, providencie uma prancha de comunicação, para que ele se expresse pela escrita. Caso isso não seja possível, o professor pode preparar cartões com desenhos ou fotos de pessoas e objetos significativos para o aluno, como os pais, os colegas, o professor, o time de futebol, diferentes comidas, o abecedário e palavras-chave, como "sim", "não", "sede", "banheiro", "entrar", "sair" etc. Assim, para indicar o que quer ou o que sente, o aluno aponta para as figuras.

Em alguns casos, a criança com paralisia cerebral também precisa de um cuidador que a ajude a ir ao banheiro ou a tomar o lanche. Mas, vale lembrar, que todos devem estimular a autonomia da criança, respeitando suas dificuldades e explorando seus potenciais.