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peste suina classica, Notas de estudo de Engenharia Agronômica

doenças em suinos

Tipologia: Notas de estudo

2018
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Compartilhado em 16/06/2018

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PRINCIPAIS DOENÇAS EM
SUÍNOS
PSC (PESTE SUÍNA CLÁSSICA)
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PRINCIPAIS DOENÇAS EM

SUÍNOS

PSC (PESTE SUÍNA CLÁSSICA)

PESTE SUÍNA CLÁSSICA

  • Também conhecida como febre suína e cólera dos porcos.
  • Doença viral altamente contagiosa e economicamente importante.
  • Primeiro registro da doença foi em 1810, em Tennessee. Chegando na Europa no século XIX.
  • Desembarcou na América do Sul em 1899.
  • (^) Infecção natural ocorre

por via oronasal;

  • (^) Seu período de incubação

varia de 7 a 10 dias.

  • (^) Infecção natural ocorre

por via oronasal;

  • (^) Seu período de incubação

varia de 7 a 10 dias.

Peste Suína

Clássica

Epidemiologia

  • (^) Curto em infecções conjuntiva, lesões cutâneas;
  • (^) Pré-natais: vírus afeta diferenciação dos órgãos: malformações;
  • (^) Pós-natais: lesões relacionadas às células endoteliais e trombose: diátese hemorrágica.
  • (^) Curto em infecções conjuntiva, lesões cutâneas;
  • (^) Pré-natais: vírus afeta diferenciação dos órgãos: malformações;
  • (^) Pós-natais: lesões relacionadas às células endoteliais e trombose: diátese hemorrágica.
  • Forma Crônica
  • Moderada virulência;
  • Corrimento nasal e tosse.
  • Subclínica
    • Encontrada, provoca alterações reprodutivas.
  • Forma Aguda
  • ↑^ Virulência, febre alta (41°C), agrupamento de animais pelos cantos da pocilga.
  • Forma de Estabelecimento Tardio
  • ↓Virulência, porcas adultas podem não apresentar sinais clínicos;
  • Portadoras do vírus apresentam nº ↓ de leitões/leitegada. Sinais Clínicos^ Sinais Clínicos

Peste Suína Clássica

Peste Suína Clássica

Diagnósticos Provas sorológicas

  1. Identificação do agente: Prova de imunofluorescência direta;
  2. Isolamento viral em cultivo celular: com detecção do vírus por imunofluorescência ou imunoperoxidase;
  3. Confirmação da identificação com anticorpos monoclonais. 1.Isolamento do vírus em cultivo celular: método + aceito para diagnóstico da PSC; 2.Vírus pode ser isolado do sangue (papa de leucócitos) ou de outros órgãos; 3.Vírus não é citopatogênico: anticorpos específicos têm que ser usados para detecção em cultivo celular.

Parvovirose Suína

Doença de Aujeszky

  • A Doença de Aujeszky (DA) ocorre mundialmente, sendo que no Brasil foi identificada em 1912.
  • Os suínos e os javalis são hospedeiros naturais e reservatórios da doença.
  • Servindo como fonte de infecção para outras espécies como bovinos, equinos, caninos, felinos, ovinos e caprinos, nos quais a doença é sempre fatal exercendo um papel secundário na disseminação da enfermidade.
  • Nessas^ espécies^ a^ doença^ é^ terminal,^ com^ curto^ período^ de incubação (média de três dias) e morte entre dois a três dias após a manifestação dos sintomas nervosos.
  • A transmissão ocorre via respiratória, sexual e via transplacentária.
  • Uma vez que ocorre infecção de um animal, ele se torna portador e transmissor do vírus que pode agravar com infecções bacterianas em suínos causadas por Actinobacillus pleuropneumoniae.
  • As porcas infectadas com o vírus da DA excretam o agente por oito dias após o parto e 19 dias após a infecção.

SINAIS CLÍNICOS

  • O período de incubação da doença é de dois a seis dias.
  • O aparecimento dos sinais clínicos depende da faixa etária dos suínos afetados; do grau de exposição ao agente (nível de segregação do rebanho); da dose viral infectante; da cepa viral; e do nível de imunidade dos animais.

DIAGNÓSTICO

  • Normalmente é realizado usando-se a história do rebanho, sinais clínicos, lesões macroscópicas e microscópicas e testes laboratoriais. A suspeita ocorre geralmente devido aos problemas reprodutivos, nervosos e elevada mortalidade entre leitões jovens, porém o diagnostico definitivo é obtido apenas através de exames laboratoriais.

PROFILAXIA

  • A vacina para doença de Aujeszky aprovada pelo MAPA para uso no Brasil é a inativada deletada para glicoproteína do envelope viral gE (também chamada de G1) que permite a diferenciação entre animais infectados e vacinados através do teste ELISA diferencial para glicoproteína gE (ausente na vacina).

Fim...