Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Petrologia Ígnea, Notas de estudo de Petrologia

Caderno de Petrologia Ignea

Tipologia: Notas de estudo

2017

Compartilhado em 11/06/2017

gabriella-rissardo-7
gabriella-rissardo-7 🇧🇷

4

(1)

1 documento

1 / 33

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
Petrologia Ígnea
O que é magma: rocha fundida, total ou parcialmente, incluindo
liquido, cristais e gases (voláteis);
Para formar rocha ígnea deve haver fusão, ou seja, deve haver
geração de liquido, mesmo que parcialmente.
A partir da cristalização do magma forma-se a rocha ígnea.
Magma hidratado x magma anidro:
1. Se hidratado: a água ajuda a fundir mais rápido;
2. Se anidro: funde em temperaturas mais altas;
Qualquer tipo de rocha gera magma;
Como se forma o magma: por variação de temperatura, pressão
e porcentagem de água presente;
1. Sempre em temperaturas altas
2. Pode ter pressões altas ou baixas
3. Se o sistema tem água: temperatura muito alta e pressão
baixa;
4. Se o sistema não tem água: temperatura e pressão altas;
Relação PxT: aumenta a profundidade aumenta T e P;
Mecanismos de Fusão:
1. Aumento de T:
i. Decaimento radioativo: aumenta energia térmica ->
raios gama;
ii. Trabalho mecânico de formação (atrito (?));
iii. Transferência de massa de rochas e aquecimento
diferencial (dobramentos);
2. Quanto a P:
i. P alta: funde rocha hidratada;
ii.Descompressão gera fusão: a temperatura deve
ser alta (próximo a curva do solvus), serve tanto
para material anidro quanto para subsaturado; ex:
rift oceânico;
Espaço entre solidus e liquidus indica percentagem de fusão (fusão
parcial);
Porções fundidas se juntam (coalescência) formando uma câmara
magmática em formato diapírico;
O tipo de magma depende da taxa de fusão parcial;
Magmas básicos poderiam gerar magmas mais ácidos pela fusão
parcialrocha original pode gerar magmas de composições
diferentes;
Tectônica:
Ambientes geradores de magma:
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Petrologia Ígnea e outras Notas de estudo em PDF para Petrologia, somente na Docsity!

Petrologia Ígnea

• O que é magma : rocha fundida, total ou parcialmente, incluindo

liquido, cristais e gases (voláteis);

• Para formar rocha ígnea deve haver fusão, ou seja, deve haver

geração de liquido, mesmo que parcialmente.

• A partir da cristalização do magma forma-se a rocha ígnea.

• Magma hidratado x magma anidro:

1. Se hidratado: a água ajuda a fundir mais rápido;

2. Se anidro: funde em temperaturas mais altas;

• Qualquer tipo de rocha gera magma;

• Como se forma o magma: por variação de temperatura, pressão

e porcentagem de água presente;

1. Sempre em temperaturas altas

2. Pode ter pressões altas ou baixas

3. Se o sistema tem água : temperatura muito alta e pressão

baixa;

4. Se o sistema não tem água : temperatura e pressão altas;

• Relação PxT: aumenta a profundidade → aumenta T e P;

• Mecanismos de Fusão:

1. Aumento de T:

i. Decaimento radioativo: aumenta energia térmica ->

raios gama;

ii. Trabalho mecânico de formação (atrito (?));

iii. Transferência de massa de rochas e aquecimento

diferencial (dobramentos);

2. Quanto a P:

i. P alta: funde rocha hidratada;

ii. Descompressão gera fusão: a temperatura já deve

ser alta (próximo a curva do solvus), serve tanto para material anidro quanto para subsaturado; ex: rift oceânico;

• Espaço entre solidus e liquidus indica percentagem de fusão (fusão

parcial);

• Porções fundidas se juntam (coalescência) formando uma câmara

magmática em formato diapírico;

• O tipo de magma depende da taxa de fusão parcial;

• Magmas básicos poderiam gerar magmas mais ácidos pela fusão

parcial→rocha original pode gerar magmas de composições diferentes;

• Tectônica:

• Ambientes geradores de magma:

• Encontro de placas: vulcanismo explosivo, tipo caribenho ou

Japão;

• Afastamento de placas: descompressão aumenta T;

vulcanismo tipo cordilheiras mesoceanicas;

• Meio de placa: vulcanismo tipo havaiano, anomalia térmica

(hot-spot)

• Margem de placas :

■ Compressiva: subducção;

• Dissolução de minerais hidratados;

• Água, altas T e altas P;

• Sistema hidratado;

• Se em profundidade: granito;

• Se extravasa: andesitico; composição

intermediaria; vulcanismo explosivo;

• Continental-Continental: não há vulcanismo;

• Oceanica-Oceanica: vulcanismo tipo Japão;

■ Distensivo: dorsais ou rifts continentais;

• Descompressão;

• Altas T e Baixas P, sem água;

• Sistema anidro;

• Intraplacas:

■ Hot spot;

■ Altas T, P cte, composição cte.

■ Anomalia térmica;

■ Vem do núcleo→Emissão de calor do núcleo funde

rocha do manto que por ser mais leve tende a subir;

■ Gera magmas básicos: vulcanismo não explosivo,

fluido;

■ Se no oceano: básico (basalto)

■ Se continental: alcalino (tipo sienito)

- Propriedades Físicas do Magma:

Composição:

• Teores de SiO

• Acima de 65%:

■ Acido

■ Riolitico

■ Viscoso

■ Cristalização gravitacional

■ Filtro de diferenciação;

• Estágios de cristalização:

• 1 ˚ Estagio – Estagio magmático: minerais primários;

• 2 ˚ Estagio – Estagio pegmatítico: cristalização

residual→intrusivo: fratura, liquido tardio -> cristais grandes;

• 2 ˚ Estagio – Estagio pneumatolitico: extrusivo: fluido + sobra

de elementos = vesículas, geodos, miaroles;

• 3 ˚ Estagio – Estagio Hidrotermal: pode haver remobilização

→ carrega minerais mais moveis; mineral de alteração; soluções aquosas com concentrações variáveis de elementos solúveis;

- Classificação de Rochas Ígneas:

✓ Le Maitre (’89 e ’03): diagramas;

✓ Sial e McReath (’84)

✓ Sgarbi (’12): macroscopia

✓ Wernick (’03)

• Classificação mineral:

• Qtz não coexiste com Ol e Ftoide→classificação diferente;

• Proporção de máficos;

• Composição dos Pl→Serie continua e teores;

• Razão: Pl/FK

• Proporção OPx/CPx

• Índice de Cor M e M’:

• Relação entre máficos e félsicos;

• Felsicos: Qtz, FK, Pl e Ftoide – d<2,8g/cm³

• Maficos: todos os outros – d>2,8g/cm³

• Índice M (volume modal de maficos):

• Hololeucocratico: M<10%

• Leucocratico: 10%<M<35%

• Mesocratico: 35%<M<60%

• Melanocratico: 60%<M<90%

• Ultramelanocratico/Ultramafico: M>90%

• Índice M’:

• Índice de cor M – os maficos claros;

• Ex.: carbonatito;

• Rochas com M<90% - QAPF;

• Rochas com M>90% - Ultramaficas (outros diagramas);

  • Diagrama QAPF:

Q- Quartzo

A. FK (potassico/sódico – deve-se incluir a albita)

P- Plagioclasio (a partir do oligoclasio)

F- Feldspatoide: nefelina, sodalita, leucita, noseana, calsilita;

• Se tiver maficos deve-se recalcular os felsicos para 100%;

• Quando cair em um campo em que tenha mais de uma rocha, deve-

se usar o índice de cor da rocha para classificar;

• Para rochas intrusivas rasas usa-se o QAPF para intrusivas/

Plutônicas com o prefixo micro;

• Rochas afaniticas usa-se o QAPF das vulcânicas;

- Adjetivos Comuns:

• Mineral >5%: nome do mineral antecede o nome da rocha;

• Acessório importante (<5%): Nome da rocha com (nome do mineral

acessório);

• Prefixo mela/leuco: se exceder ou não o índice normal;

• Textura: sienito porfiritico;

• Estrutura: basalto vesicular;

• Para rochas com M>90%: diagramas específicos;

- Critérios Químicos:

• Teor de SiO2:

• Acidas: >65%;

• Intermediarias: 52% e 65%;

• Básicas: 45% e 52%;

• Ultrabasica: <45%;

• Porfiritica: tipo riolito

• Subafirica: tipo basalto com alguns fenoristais;

• Afirica: sem fenocristais;

Forma dos cristais:

• Anedrico: xenomorfico;

• Subedrico: epidiomorfico;

• Euedricos: idiomorficos;

Relação Px/Pl:

• Ofitico: Px>Pl – tipo gabro; Berd diz que Px deve envolver o Pl;

• Subofitica: Px≈Pl – p/ gabro ou diorito;

• Intergranular: Px<Pl – p/ diorito, anortosito; Berd diz que Pl deve

envolver Px;

Quanto à presença de vidro:

• Holohialina: vítrea, perlitica (quebra por desvitrificação), vitrofirica,

microlitica, somente vidro;

• Hipohialina: mais vidro que cristal;

• Hipocristalina: mais cristal que vidro;

• Holocristalina: somente cristal;

• Intersertal: vidro envolve os cristais;

Obs6: borda de reação não é feição de alteração e também não é zonamento;

Obs7.: Textura intersticial – cristaliza entre minerais;

Obs8.: Textura traquitica – FK orientado (para Pl não conta);

Obs9.: Textura poiquilitica – cristal com muitas inclusões, não necessariamente um fenocristal;

Obs10.: Textura esquelética – típica de opacos: espinha de peixe;

*inclusão x intercrescimento:

*inclusão: formada antes;

*intercrescimento: desmistura;

Intercrescimentos (Desmistura):

• Pertitas : FK hospedeiro e albita hospede – pode ser descrito como

microclinio;

• Mesopertita: FK e Albita em mesma quantidade;

• Antipertita: Albita hospedeiro e FK hospede;

• Gráfico: Qtz intercrescido em FK;

• Mirmequitico: Qtz intercrescido com Pl;

• Simplectito: para qualquer tipo de intercrescimento – nome

genérico;

Rochas Ígneas Acidas Plutônicas:

• Classificação com base na saturação em Al;

• Diagrama de Shand (‘69): Al/Álcalis;

• Subaluminosas:

■ Pouco excesso em Al;

■ Ol, OPx;

• Diagrama de Harkes: Óxidos x Sílica

• Evolução da rocha;

• Quanto mais evoluídos: >K e < Ca, Ti, Fe, Mg;

• Diagrama de De La Roche (R1 e R2):

• Ambiente geotectônico;

• Cuidado na amostragem;

• 7 ambientes tectônicos;

- Series Magmáticas:

• Associações de rochas;

• Magmas parentais com composição semelhantes;

• Características composicionais;

• Potencial metalogenetico;

• 3 principais tipos + ambiente geotectônico:

• Toleiitica: principalmente basaltos;

■ Distencional;

• Calcio-Alcalina: andesitos, granodioritos;

■ Compressional;

• Alcalina: cálcio/álcali-basaltos;

■ Menor stress geotectônico;

Obs1.: Origem dos granitos: problema de classificação pois assembléia mineral é gerada por processos distintos (muitos tipos de processos);

- Origem das Fusões Graníticas:

• Fusão Crosta Inferior: segregação→ascensão→colocação;

■ Pitcher;

• Tipo A:

■ Anorogenico, Alcalino, Anidro (Loisele e Wones)

■ ↑T;

■ Fusão parcial de rochas da crosta inferior;

■ Metaluminosos;

■ Rapakivi;

■ Ca/Al ↑;

Obs3.: ver tabela de classificação de granitóides de Winter (2001);

Ishihari (‘79):

• À magnetita: tipo I → oxidados → ↑Fugacidade O2;

• À ilmenita: tipo S → reduzidos → ↓Fugacidade O2;

Didier (’82):

• Tipo C: ????

• Tipo M: Mantelico;

Kekin (’82):

• Transformação – crosta;

• Síntese – transição;

• Mantelico;

Pitcher (’83): ???

Pearce (’84):

• Elementos traço servem para separar/determinar ambientes de

formação;

Manial e Piccoli (’89): ???

- Aplicações:

• Classificação;

• Geoquímica de ETR;

• Evolução magmática;

• Alterações tardi-pós-magmaticas;

• Padrão de distribuição;

• Prospecção;

- Conclusões:

• Indicadores geodinâmicos;

• Diagramas → distinção geoquímica em diferentes ambientes

• Series magmáticas;

• ETR → padrão;

• Hidrotermalismo x modificação do padrão de assinatura original;

• Importância dos minerais acessórios

• Classificação;

- Classificações Geoquímicas:

✓ Frost et al. (2001) → olhar o site da capes;

• Apenas com geoquímica ->laboratório, ou seja, não genético, não

tectônico;

• Amplo intervalo de composição;

• Numero de Fe³ ou Fe² - diferenciação do magma: junto com

a classificação ETR;

■ Ferrosos ou magnesianos;

■ Distingue ambientes;

• MALI - soma de álcalis: fonte do magma;

• ASI – Shand – Índice de saturação em Al, fonte do magma

■ Metaluminosa – hornblenda, augita, sem muscovita

e FeMg;

■ Peralcalina – piroxênio e anfibólio sódico + FK;

• 16 grupos – subdivididos;

- Alterações Pós-Magmaticas:

• Alteração : abaixo do solidus;

• Alteração deuterica: pelo próprio liquido;

• Alteração hidrotermal: soluções quentes ao longo de fraturas –

interação com água meteórica, há também água juvenil (magmática); P↓;

• Paragenese original → fase fluida + desequilíbrio → paragenese de

alteração;

- Alterações Hidrotermais:

• Temperaturas moderadas (100 – 500 ˚C);

• Soluções aquosas;

• Interação liquido + rocha por ela percolada;

• Reações de hidratação;

• Jazidas minerais;

• Fluido Hidrotermal:

• Carbohidrotermais;

• Magmáticas, metamórfico, conatos, meteóricos;

• 100 – 500 ˚C;

• Magmáticos separam durante o resfriamento:

• Magmas ácidos;

• Ao redor de intrusões;

• Temperaturas variadas;

- Intemperismo:

• Próximo a superfície;

• Água superficial;

• Micro-granular-mafico-magmatico: MMT; Injetado na

câmara; bolhas;

• Granular-mafico: FMT; hibrido;

• Autolito

• Restito – resíduo no fundido;

• Contatos: contraste de viscosidade:

• Retilíneos

■ Elevado contraste de viscosidade;

- Textura:

• Cristalinidade, tamanho, forma, contatos, intercrescimentos, reação,

deformação;

• Fabric: textura + estrutura (trama);

OPF – orientação preferencial de forma: planar, linear – foliação, lineaçao;

OPR – orientação preferencial de reticulo – eixos cristalográficos;

Obs5.: cor do FK – indica fugacidade do magma; rosa: alta fugacidade O2; branco: baixa fugacidade O2;

Obs6.: xenocristais: englobamento – contato retilíneo;

Obs7.: Rapakivi – SE Finlândia – Megacristais de FK ovóides e manteados por plagioclásio (albita – oligoclasio);

Origem: exsoluçao, mudança de pressão, hibridização e mingling de PxT;

Granitóides tipo A: anorogenicos, anidros, alcalino – hidrotermalismo intenso (albita e topázio); puramente magmáticos; granitos especializados – modificados por processos pos-magmaticos;

- Granitos Estaniferos:

• Graisein → Sn, W, Ba, Ze;

• Elevados teores de Li, Rb, Ga, Nb, F;

• Baixos teores de Ba, Sr, Ti, Zr;

• Anomalia em Eu;

• Magmatismo bimodal;

• Associado a anortosito;

• Alteração subsolidus : albita, sericita, clorita;

• Depósitos de Óxidos: Fe-Cu, Ag-U, Au;

• Proterozoicos;

- Microtexturas:

• Granular: anedricos, subedricos, euedricos – podem estar

orientados;

• Deformação em estado solido: megacristais lenticulares anedricos;

Qtz estirado; fraturas, extinção ondulante, etc.

- Intercrescimentos:

• Zoneamento;

• Em peneira: Rapakivi perde gás e estabilidade em anfibólio

• Gráfico: níveis crustais rasos;

• Pertita em chama: esforço tectônico;

Rochas Intrusivas Básicas:

✓ Gill 2010;

✓ SiO2: 45%-52%;

- Divisões:

  1. Básicas Potassicas (K):

• Raras: shonkinitos;

• FK + augita, +- olivina, +- biotita;

• Melanocraticas;

• Holocristalinas, equigranular, subedrico;

• Granulação fina ou grossa;

• Cor: cinzenta a rosado;

  1. Calcio-Alcalina (Ca-K):

• Kentaleritos;

• Augita + Pl + FK +- Ol +-biotita

• Melanocraticas;

• Holoristalino, equigranular, subedrico/anedrico;

• Granulação media;

• Intermediarias entre Ca-Na;

  1. Sodico-Calcicas (Na-Ca):

• Gabros= CPx+PlCa ( sensu strictu) e sensu lato (OPx, ou Ol ou Hbl

  • PlCa);

• Mesmos sítios tectônicos que basaltos

• Resfriamento lento

• Fabric seqüencial > poiquiliticas, hipidiomorficas;

• Laminação ígnea

• Labradorita/bytownita;

• M<10% - anortositos;

• M>90% - piroxenitos;

Minerais mais comuns:

• Pl (An 50%-90%);

• Augita – diopsidio;

• OPx-CPx;

• Olivina (fayalita – forsterita);

• Subordinadamente:

• Biotita

• FK

• Qtz ate 20%;

• Acessórios:

• Apatita, opacos (magnetita), piropo, zircão, espinelio,

cromita;

• Altera

• Alterações hidrotermais:

• Ol e Px (Ca↓) = serpentina, talco e brucita;

• OPx (Ca↓) = anfibólio – uralita;

• Ca-CPx = Ca anfibólio ou titanita + silicatos hidratados de

Ca e Al + clorita;

• Pl = saussurita (epidoto, sericita, calcita, Ca Al

argilominerais, albita (nas bordas))

- Texturas:

• Ofitica: Px ou Anf > Pl;

• Subofitica: Px/Anf=Pl;

• Intersticial: Px/Anf < Pl

• Lembrar que INTERSERTAL é vidro nos interstícios;

- Exsoluçoes e Intercrescimentos:

• Simplectito – qualquer tipo de intercrescimento;

• Mirmequita - caminhos – Pl e Qtz;

• Poiquilitica – fenocristais com muitas inclusões;

• Bordas/Coroas de reação;

- Rochas Intermediarias:

• Dioritos e associados à gabro;

• SiO2 – 52% - 62%;

• Intrusivas;

• Andesina ou oligoclasio + Hbl + Bi;

• Teor < de maficos e > de Pl;

• Mesmo dos gabros;

• Diferença de gabros: índice de cor e tipo de Pl;

- Gênese:

• Serie Toleiitica – extencional – oceano;

• Enriquece em álcalis e ria feldspatoides – serie alcalina;

• Rocha sem contexto original não da pra determinar a serie: para

determinar a serie deve-se ver com que tipo de rocha esta associada;

- Como se Forma:

• Hot-spot, fundo oceânico, etc;

• Distensão;

• Diferenciação de plutons;

• Quando associados à rifts continentais: fraturamento,

descompressão, diques, derrames e em profundidade forma os gabros;

• Associados as ultramaficas: por diferenciação também/

fracionamento;

• Sempre associados a outros tipos de rochas;

Obs1.: diabasio=dolerito=microgabro;

- Pegmatitos Básicos:

• Capanema e Barracão;

• Pahoehoe – em corda;

• Diques e soleiras;

• Ocorre inflamento, inchamento;

• Bordas de derrames se solidificam e o meio fica protegido de

diferença de temperatura;

• Ocorrem dentro de bolhas (zonas de menor P) preenchidas por

liquido residual;

Rochas Vulcânicas Básicas e Associadas

✓ Le Maitre, Wernick, Biondi, Picciziollo e Melfi, Gill.

• Campo do basalto/andesito (QAPF);

• Ate 20% de Qtz, ate 35% de FK, ate 10% Ftoide;

• Pl a partir de oligoclasio;

• SiO2 – 45% - 52%;

• Textura semelhante a do gabro;

• Andesito – intermediário;

• Tem maficos ate 50%: andesito; >50% basalto;

• Associados a dacitos e riolitos;

• Basalto, andesito, dacito, riolito;

• Fina ou afanitica;

• Presença de muitas vesículas/amígdalas;

• Fluidal;

• Amidalóide;

• Lençóis e cilindros de amígdalas;

- Formas dos Corpos:

• Derrames Fissurais:

• Identificação de topo e base:

■ Vesículas;

■ Paleossolo;

• Entablatura ≠ disjunção:

■ Entablatura: desordenada;

■ Disjunção: ordenada;

• Isotermas: marcas de Bizet;

- Erupção Vulcânica:

• Efusiva:

• Fluxos de lava e intrusões;

■ Lava corrente ou intrusão;

■ Depósitos vulcânicos

• Explosiva:

• Fluxo de massa

■ Piroclasticos de fluxo

• Soldadas;

• Não-soldadas;

• Tração:

■ Piroclasticos de surge

• Não-soldado;

■ Suspensão:

• Piroclastico de queda;

• Soldado e Não-soldado;

• Gera brechas interderrames

• Há depósitos explosivos aqui no Paraná;

- Tipos de Lavas:

• Pahoehoe: em corda;

• A’A’: em blocos (muito volume);

• Intermediarios entre a’a’e pahoehoe:

• Pillow lavas: almofadadas (aquático);

  1. Baixa Taxa de Efusão:

• Lentamente – avanço;

• Baixa viscosidade;

• Sistema fechado;

• Avanço por tubos que minimizem perda de calor;

  1. Alta taxa de efusão:

• Alta viscosidade – pela perda de temperatura;

• Avanço rápido;

• Canais abertos;

• Perde temperatura muito rápido;

Obs1.: se a’a’ é alimentado por pahoehoe -> gera brecha;

- Series (volume e tipo de basalto formados):

• Toleiiticas (mais comum):

• Saturado a supersaturado em sílica;

• Pl: Andesina/Labradorita;

• Px: augita e/ou OPx e pigeonita;

• Forsterita <5% fenocristal;

• Mesooceanica – rifts;

• Associado a: andesito, dacito, riolito ou granofiro;

• Calcio-Alcalina:

• Associado a: basalto, dacito ou riolito;

• Hornblenda primaria;

• Alcalino:

• Basanito;

• Traquito, fonolito, rochas alcalinas;

• Nefelina;

• Intraplaca oceânicas ou continentais;

• Hiperaluminica:

• Zona de subducçao;

• Muito plagioclásio

• Um dos únicos lugares conhecidos onde ocorre é o Japão;

-Quimioestratigrafia Regional do Serra Geral:

• Supersequencia Gondwana III – continental;

• Sobre o paleodeserto de Botucatu – sills e diques;

• LIP: grande acumulação de rochas ígneas;

• Modelos de extravasamento:

• Fissural: associados a cones de escoria;