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PIM II - Matemática Aplicada, Trabalhos de Gestão de Recursos Humanos

PIM sobre Matemática Aplicada, Economia e Mercado e Recursos Materiais e Patrimoniais

Tipologia: Trabalhos

2020
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Compartilhado em 12/05/2020

alcarvalho
alcarvalho 🇧🇷

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UNIVERSIDADE PAULISTA
ANA LUCIA CARVALHO DE OLIVEIRA
RA 1814234
BANCO SANTANDER
PIM II
SÃO PAULO
2018
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UNIVERSIDADE PAULISTA

ANA LUCIA CARVALHO DE OLIVEIRA

RA 1814234

BANCO SANTANDER

PIM II

SÃO PAULO

UNIVERSIDADE PAULISTA

ANA LUCIA CARVALHO DE OLIVEIRA

RA 1814234

BANCO SANTANDER

PIM II

Projeto Integrado Multidisciplinar II para Obtenção do título de Tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos Apresentado à Universidade Paulista- UNIP. Orientador: Mauro Trubbianelli SÃO PAULO 2018

SUMÁRIO

    1. INTRODUÇÃO
    1. MATEMÁTICA APLICADA
    • 2.1 Matemática Financeira e os Resultados do Banco Santander Brasil
    • 2.2 Aplicação
    • 2.3 Apresentação de custo total
    1. ECONOMIA E MERCADO...............................................................................................................
    • 3.1 Panorama econômico-financeiro do Brasil
    • 3.2 Recursos de produção
    • 3.3 Micro e macroeconomia
    1. RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS
    • 4.1 Divisão dos processos de compra
    • 4.2 Gestão de recursos materiais
    • 4.3 Análise ABC..................................................................................................................................
    • 4.4 Previsão de demanda
    1. CONCLUSÃO
    1. REFERÊNCIAS

1. INTRODUÇÃO

A empresa escolhida para a pesquisa foi o Bando Santander. Fundado em 1857 na província da Cantábria, Espanha, o Grupo Santander é o maior banco da Zona do Euro e um dos maiores do mundo. A instituição atua com foco no Banco Comercial, que representa a maior parte de suas receitas, e está em presente em dez mercados principais, na Europa e nas Américas. Atualmente, o Santander é o principal conglomerado financeiro na América Latina, onde tem posições de destaque no Brasil, México, Argentina e Chile. O Grupo Santander possui um modelo de negócios voltado para o cliente, com alto nível de recorrência em seus resultados e receitas, apesar do difícil cenário econômico e financeiro dos últimos anos. Esse modelo é sustentado por seis pilares: enforque comercial, disciplina no capital e solidez financeira, prudência nos risco, diversificação geográfica, marca e eficiência. O presente projeto tem o objetivo de utilizar os conceitos estudados no ambiente acadêmico, relacionando-os com a prática organizacional, no caso, do Banco Santander Brasil, abordando as disciplinas de Matemática Aplicada, Economia e Mercado e Recursos Mate riais e Patrimoniais. Com o estudo dos conceitos aprendidos nas disciplinas e os dados disponíveis da empresa é possível desenvolver um trabalho analítico, aliando conhecimentos teóricos com as práticas organizacionais. Para realização deste projeto foram feitas pesquisas na internet sobre o Banco Santander, tanto no website do próprio Banco, como em websites midiáticos de jornais e revistas, com o objetivo de verificar a adequação do que foi visto nas disciplinas com as práticas da empresa. Matemática aplicada é a base do PIM II e no decorrer do projeto, usando os conceitos de Matemática Financeira, foram analisados os resultados das Receitas e do Lucro Líquido nos anos de 2016 e 2017. Em economia e mercado foi analisado o cenário atual econômico-financeiro do país e as variáveis macroeconomias e a forma que a empresa foi afetada por esses dados, assim como quais medidas ela prevê para o futuro com um olhar otimista de crescimento no médio e longo prazo. Em recursos materiais e patrimoniais foram abordados os recursos materiais do Banco Santander, sua cadeia logística e gestão de fornecedores, aliando

2. MATEMÁTICA APLICADA

2.1 Matemática Financeira e os Resultados do Banco Santander Brasil Na matéria, além de uma breve recapitulação de alguns tópicos de matemática, foram abordados conteúdos matemáticos que devem ser aplicados às questões pertinentes à área administrativa que surgirem no dia a dia (BATISTA, ANTONIO EDUARDO, 2013). O administrador da instituição deve estar familiarizado com conceitos básicos da matemática financeira para conseguir gerir seu negócio com eficiência. Os valores a serem pagos com gastos mensais (água, energia, aluguel, salários, etc.) devem ser contabilizados paralelamente aos valores arrecadados, de forma que não haja prejuízo e os compromissos sejam honrados. É preciso analisar e levar em conta, as funções “demanda de mercado” e “oferta de mercado”, por exemplo, para que os preços e as quantidades estejam em equilíbrio. Falando sobre Matemática Financeira: De modo geral, podemos afirmar que esta disciplina é a divisão da matemática aplicada que estuda o comportamento do dinheiro ao longo do tempo, quantificando as transações ocorrem no universo financeiro, levando em conta a variável tempo ou seja, o valor monetário do tempo (time value money, como se diz usualmente no mercado financeiro). (BATISTA, ANTONIO EDUARDO, 2013) Aliando a teoria com a prática, podemos analisar as receitas e o lucro líquido obtido pelo Banco Santander Brasil nos anos de 2016 e 2017, utilizando gráficos que mostram as variações dos resultados obtidos em anos, com base nos serviços e tarifas aplicadas pelo banco. Tabela 1. - Receitas de serviços e tarifas do Santander em 2017. Valor, em milhões de reais Variação em relação a 2016 Cartões 4.990 22,2% Comissão de seguros 2.516 13,8% Serviços de conta corrente 2.908 30,3%

Administração de fundos, consórcios e bens

Operações de crédito e garantias 1.491 4,5% Cobrança e arrecadações 1.389 13,5% Corretagem e colocação de títulos 700 29,0% Outras 608 30,7% Fonte: Santander S.A. Gráfico 1. Receitas de Serviços e Tarifas 2017 O banco recebeu R$ 15,611 bilhões em receitas com serviços e tarifas em 2017, uma alta de 17,7% e o maior patamar anual. Os serviços de conta corrente são as receitas que mais crescem, mas o cartão de crédito ainda é onde o Santander mais ganha dinheiro. O lucro líquido do Santander cresceu 44,5% em 2017 no Brasil e somou R$ 7,99 bilhões. O valor foi impulsionado pelo aumento de receitas do banco no país. Já o lucro gerencial, que exclui fatores extraordinários do ano fiscal, alcançou R$ 9, bilhões em 2017, uma alta de 35,6%. Esse resultado exclui, por exemplo, a proteção financeira feita pelo banco (hedge) contra a variação cambial. Apesar de não ser aceito como indicador de lucro pela regra contábil brasileira, esse indicador é usado por investidores para entender o resultado do banco sem fatores extraordinários. -10% -5% 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 0

Cartões Comissão de seguros Serviços de conta corrente Administração de fundos, consórcios e bens Operações de crédito e garantias Cobrança e arrecadações^ Corretagem e colocação de títulos Outras

Receitas de Serviços e Tarifas _

Valor, em milhões de reais Variação em relação a 2016

 Funções: podem modelar o crescimento de uma população de bactérias de acordo com o tempo, calcular o valor de uma corrida de táxi de acordo com a distância percorrida, ou qualquer outra relação entre grandezas que dependem uma da outra. Também possuem aplicações na Física, como nas situações que envolvem o movimento uniformemente variado, lançamento oblíquo, etc. Na Biologia, auxiliam no estudo da fotossíntese, por exemplo. Na Engenharia Civil, realizam cálculos diversos nas construções. Na área de Contabilidade, são usadas ao se relacionar as funções custo, receita e lucro. f(x) = x = 1 e f(x) = x²-  Porcentagem: Seu uso é fundamental no mercado financeiro, seja na hora de obter um desconto, calcular o lucro na venda de um produto ou medir as taxas de juros. Também é utilizada para capitalizar empréstimos e aplicações, expressar índices inflacionários e deflacionários, entre outros. Na estatística, é aplicada na apresentação de dados comparativos e organizacionais. Exemplo: desconto de 10% do valor de R$ 120,00: 120.10/100 = 1200/100 = 12% 2.3 Apresentação de custo total A Matemática é uma ciência que relaciona a lógica com situações práticas habituais. Ela desenvolve uma constante busca pela veracidade dos fatos por meio de técnicas precisas e exatas. Ao longo da história, a Matemática foi sendo construída e aperfeiçoada, prosseguindo em constante evolução, investigando novas situações e estabelecendo relações com os acontecimentos cotidianos. A existência de custos é uma consequência direta da existência de produção. De fato, para produzir é necessário utilizar fatores produtivos tais como matérias-primas, equipamentos, energia, instalações, trabalho, entre outros; dado que estes fatores produtivos são escassos, as empresas para os poderem utilizar têm de pagar um preço, ou seja, têm de incorrer em custos. Constitui tarefa das empresas procurarem métodos de produção eficientes, ou seja, que permitam o máximo de produção ao mínimo custo. Custos Totais, Fixos e Variáveis. A primeira distinção que pode ser efetuada na análise económica dos custos é entre custos totais, custos fixos e custos variáveis:  Custo Total: representa a menor despesa total necessária para atingir um determinado nível de produção.

 Custo Fixo: representa a parte da despesa que não é afetada pelo nível de produção, ou seja, o montante de despesa que se verifica mesmo que o nível de produção seja zero. Por exemplo, numa empresa de explicações um dos custos fixos é a renda das instalações pois o seu valor mantém-se mesmo que não sejam dadas quaisquer explicações.  Custo Variável: representa a parte das despesas que variam com a produção, ou seja, que aumentam quando o nível de produção aumenta e vice-versa. Por exemplo, numa fábrica a despesa com matérias-primas é um custo variável pois está diretamente relacionado com a quantidade produzida. Por definição, os custos totais (CT) são o somatório de todos os custos fixos (CF) com o somatório de todos os custos variáveis (CV): O Banco Santander Brasil me forneceu os itens de custo variável e fixo do departamento de RH, porém não forneceu seus valores reais, pois se trata de informação confidencial. Então os números são fictícios. TOTAL DE GASTOS DO RH Total De Gastos De Pessoal - CUSTO VARIÁVEL Total Gestão Direta - Folha De Pagamento Remuneração Fixa+ Férias Benefícios Horas Extras Encargos sociais Custo Estágio Abono Ativos Abono Salarial Indenizações Total Remuneração Variável Outros de Pessoal

Amortização e Depreciação - Não Tecnologia TOTAL DE GASTOS - CUSTO TOTAL O total de gastos com o custo variável é de R$ 850.500, O total de gastos com o custo fixo é de R$ 2.908.000, Aplicando-se a fórmula: CT = 850.500,00 + 2.908.000, CT = 3.758.500, O custo total do departamento de RH, mensal, é de R$ 3.758.500,

  1. ECONOMIA E MERCADO A economia estuda a maneira como de administram os recursos escassos, como o objetivo de produzir bens e serviços e distribui-los para seu consumo entre os membros da sociedade. De forma intuitiva, pode-se dizer que a economia se preocupa com a maneira que os indivíduos economizam seus recursos, isto é, como empregam sua renda de forma cuidadosa e sábia, de modo a obter o maior aproveitamento possível. 3.1 Panorama econômico-financeiro do Brasil A praticamente dois anos tivemos uma verdadeira “virada de chave” na condução da economia, que estabilizou a inflação e permitiu a queda dos juros num processo muito bem consistente e que, ao que tudo indica, terá vida longa. Isso animou investidores que costumam se antecipar aos fatos e seguir as probabilidades. Muito dinheiro entrou no país e com isso, mais uma vez, bolsa subiu e dólar caiu. De fato, a economia brasileira melhorou, mas ainda a muito para ser feito por aqui. Os projetos de longo prazo (infraestrutura, concessões, investimentos em empresas) ainda não saíram do papel. Imagine que um estrangeiro pensando em expandir seus negócios no Brasil investindo com perspectiva de 20 anos ou mais.

Será que ele faria isso agora ou esperaria a definição do próximo governo? Já estamos chegando perto das eleições e, apesar de podermos contabilizar perto de 15 nomes com algum potencial, não há ainda a definição de alianças e de um nome forte. E isso, associado a um governo desgastado e acuado, acabam gerando um quadro de completa estagnação. Além da falta de governabilidade do presidente e do congresso alheio ao mundo real, a economia está em compasso de espera para o que pode vir a acontecer

  • ou melhor – como o próximo governo conduzirá a economia. É provável que nos próximos meses comecem a se desenhar as alianças partidárias e, com isso, comecem a se definir os possíveis cenários. De qualquer forma, ainda é esperada uma boa dose de volatilidade para os mercados até o fim do ano. Tabela 2. Ilustração em tabela e gráfico do cenário econômico brasileiro Fonte: Santander S.A. Na visão do banco estudado, os tradicionais prognósticos econômicos de início de ano vêm sendo pontuados pelas incertezas quanto à aprovação de reformas e continuidade de política econômica após as eleições. A despeito destas incertezas, porém, uma tendência vem se tornando cada vez mais clara: o crescimento do consumo das famílias. Alguns fatores conspiram para a robustez do consumo. Para começar, a esperada melhora do mercado de trabalho, que deve injetar na economia R$ 87 bilhões adicionais na forma de salários ao longo do ano. Além disso, espera-se também nova redução das taxas de juros finais cobradas dos consumidores nas operações de crédito, que ocorre com alguma defasagem em relação à queda da Selic e que pode adicionar outros R$ 37 bilhões em valores disponíveis para o consumo

florestas, minas), o homem (trabalho) e o capital (máquinas, equipamentos, instalações, matérias-primas). Atualmente, costuma- se incluir mais dois fatores: organização empresarial e o conjunto ciência-técnica [...]. De modo geral, os fatores de produção são limitados e, por isso, eles se combinam de forma diferente conforme o local e a situação histórica (SANDRONI, 1999, p. 235, grifo do autor). Dentro do Banco Santander são utilizados alguns recursos de produção, como:  Trabalho: o fator trabalho é limitado, principalmente o trabalho especializado. E dentro do banco é utilizado muito trabalho especializado para diversas áreas como: recursos humanos, varejo, marketing, entre outros;  Capital: dentro deste recurso são utilizados os computadores, mobiliários de escritório, instalações que permitem a produção do serviço;  Capacidade Empresarial: esse fator é decorrente do exercício do empresário em funções fundamentais no processo produtivo. É o empresário que organiza a produção e combina os demais recursos produtivos. É ele, também, que assumi riscos e quem colhe o ganho do sucesso (lucro) e do fracasso prejuízo da empresa. A maneira como são distribuídos os fatores de produção é determinante para a fixação e o desenvolvimento das teorias de custos de produção, afetando a produtividade e, consequentemente, a rentabilidade das empresas. 3.3 Micro e macroeconomia A microeconomia é o estudo do comportamento individual, dos consumidores e das empresas, em uma economia, especificamente sobre as escolhas que cada um deve tomar, visionando obter uma máxima utilidade, diante das situações de recursos escassos. A escassez de recursos é o princípio de que todos os recursos disponíveis são limitados, como por exemplo, as matérias-primas para uma empresa produzir um bem. Com isso, o consumo ou a oferta também se tornam finitos, dentro de uma economia. A partir desses princípios, a análise microeconômica passa a visualizar a oferta e procura em um mercado de bens e serviços, e a explicar os fatores que acontecem

neste comércio, como a decisão de cada agente econômico, até a formação dos preços existentes. A macroeconomia é um dos campos de estudo das ciências econômicas que estuda como se comporta uma economia em termos agregados, ou seja, a economia em uma região ou país. Este estudo lida com o desempenho da estrutura econômica como um todo. As análises são feitas a partir de indicadores agregados, como o PIB, as taxas de desemprego e índice de preços, estimadas com o objetivo de acompanhar o desenvolvimento dos setores de uma economia comparando diferentes fatores como consumo, inflação, poupança, investimentos, comércio internacional e finanças, rendimentos e resultados nacionais. Os fatos macroeconômicos afetam a vida de todos nós. Muitos empresários planejam a elevação ou diminuição das quantidades produzidas de seus bens levando em conta qual será, por exemplo, o comportamento da renda da sociedade durante um determinado período de tempo. Alguns dos elementos levantados pela Teoria Macroeconômica:

  • Comportamento do nível geral de preços;
  • Comportamento do nível geral de produção de mercadorias;
  • Taxa de salários dos trabalhadores;
  • Nível de emprego e de desemprego;
  • Comportamento da taxa de juros da economia;
  • Quantidade de moeda que circula em um sistema econômico;
  • Quantidade de divisas internacionais que um país mantém como reservas;
  • Variação da taxa de câmbio entre a moeda nacional e a internacional;
  • Tamanho do endividamento do governo;
  • Taxa de investimento das empresas. Conforme Moraes (1996, p. 196): A macroeconomia estuda o comportamento de variáveis que representam a soma (ou a média) de quantidades e preços em mercados em uma escala nacional. O tipo de modelo que se associa à macroeconomia é, por essa razão, chamado de agregativo. Os principais problemas estudados pelo enfoque macroeconômico são o desemprego, a inflação, os efeitos

 Tangíveis: são os que podem ser tocados, como por exemplo, máquinas e veículos;  Intangíveis: aqueles que não podemos tocar, por exemplo, o logotipo. O objetivo da administração desses recursos é abastecer o processo com os materiais necessários e indispensáveis para a finalização do produto. 4.1 Divisão dos processos de compra O processo de compras pode ser dividido em duas grandes áreas:  Aquisição: compreende as atividades de seleção de fornecedores e compras (cadastro, colocação de pedidos, negociação e auditoria de fornecedores);  Administração de materiais: define quais, quantos e quando os materiais devem ser comprados, controlando o estoque, de maneira que receba suprimento adequadamente. A empresa estudada conta com uma parceira de seu grupo chamada Aquanima, na qual faz todo o gerenciamento de gastos do banco, desde a contratação de um serviço, quanto a compra de materiais para escritório. Esse gerenciamento implica algumas ações, como:  Repensar o gasto e sua necessidade;  Determinar a solução, e o nível de serviço que atende melhor às suas necessidades;  Reunir os fornecedores mais qualificados para proporcionar a solução;  Realizar um processo competitivo para gerar o menor custo total de fornecimento;  Implementar um acordo com os fornecedores. O modelo utilizado, baseado no risco, gera equidade, compromisso e transparência para alcançar o sucesso dos projetos, já que a Aquanima é remunerada sobre as economias que conseguir negociar para a sua empresa. Na administração de materiais parte essencial no processo de suprimentos, a administração de compras possibilita um melhor aproveitamento dos recursos disponíveis na empresa evitando-se gastos desnecessários com a aquisição de materiais, depreciação e estocagem. Cabe ao responsável da área planejar as aquisições de forma a realizá-las no tempo correto, na quantidade certa e verificar se

recebeu efetivamente o que foi adquirido, além de trabalhar o desenvolvimento de fornecedores. Para isso deverá manter um fluxo contínuo de suprimentos de modo a atender a demanda da produção evitando excedentes, que podem gerar custos, e gerando um mínimo de investimentos a fim de não afetar a operacionalidade da empresa. 4.2 Gestão de recursos materiais A gestão de materiais compreende o abastecimento contínuo dos itens que entram nas empresas, sejam para fabricação dos produtos ou para subsidiar todas as ações que dependam de materiais para serem realizadas como matéria prima, materiais de escritório, do setor de vendas como embalagens e afins, do setor de limpeza, atendimento, etc. O gestor de recursos materiais deve avaliar o desempenho por alguns motivos, entre eles podemos citar:  Entender o que está acontecendo nas mais variadas áreas e com as pessoas envolvidas no estoque, armazém ou centro de distribuição (locais em que estariam os recursos materiais);  Fornecer feedback sobre desempenho, que é dar retorno aos envolvidos sobre os resultados obtidos;  Avaliar o impacto das mudanças propostas para as atividades ou operações rotineiras;  Comparar desempenho com o nível antigo;  Identificar o “Gap” para melhoria;  Comparar o desempenho com as exigências;  Definir metas realistas, mas apertadas;  Definir metas realistas, mas apertadas;  Entender as melhores práticas;  Fornecer serviço adequado ao cliente. Na empresa estudada, por se tratar de um instituição financeira, não há centro de distribuição, armazéns, estoques de grande quantidade. O que há de estoque e pequeno, são os materiais de escritório, de marketing, e como já foi falado, é o próprio gestor da área que administra a quantidade e sua estocagem.