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Pirarucu - Fabio SC Lopes, Notas de estudo de Engenharia Biológica

Viabilidade econômica dos sistemas de produção de Pirarucu em diferentes níveis de proteína e pesos de abate

Tipologia: Notas de estudo

2014

Compartilhado em 18/12/2014

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FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA
CAMPUS DE PRESIDENTE MÉDICI
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PESCA
RELATÓRIO FINAL DE BOLSISTA PIBIC
PROJETO: Desempenho produtivo e econômico de tambaqui e pirarucu, sob
diferentes níveis de proteína e ofertas de ração, criados em tanques-rede
PLANO DE TRABALHO: Viabilidade econômica dos sistemas de produção
de Pirarucu em diferentes níveis de proteína e pesos de abate
Bolsista: Fábio Silva Do Carmo Lopes
Orientador: Jucilene Cavali
Coorientador: Clodoaldo de Oliveira Freitas
Período: Agosto de 2013 a Julho de 2014
Local: Departamento de Engenharia de Pesca
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FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA

CAMPUS DE PRESIDENTE MÉDICI

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE PESCA

RELATÓRIO FINAL DE BOLSISTA PIBIC

PROJETO: Desempenho produtivo e econômico de tambaqui e pirarucu, sob diferentes níveis de proteína e ofertas de ração, criados em tanques-rede

PLANO DE TRABALHO: Viabilidade econômica dos sistemas de produção de Pirarucu em diferentes níveis de proteína e pesos de abate

Bolsista : Fábio Silva Do Carmo Lopes Orientador: Jucilene Cavali Coorientador: Clodoaldo de Oliveira Freitas

Período: Agosto de 2013 a Julho de 2014 Local: Departamento de Engenharia de Pesca

RESUMO: O pirarucu ( Arapaima gigas ), espécie carnívora, é o maior peixe de escama de agua doce e possui grande potencial de cultivo em sistemas de produção intensivo pela rusticidade e rápido crescimento permitido a obtenção de altos rendimentos e retorno econômico. O objetivo com este estudo foi avaliar o desempenho produtivo de pirarucu em diferentes níveis de proteína bruta em rações comerciais, cultivados em viveiros escavados e correlaciona-lo aos rendimentos de carcaça no abate. O experimento foi desenvolvido na Base de piscicultura Carlos Eduardo Matiaze da Universidade Federal de Rondônia, no período de agosto de 2013 a junho de 2014. 60 peixes com ± 50g foram distribuídos 5 rações e 3 repetições, totalizando 15 apas de 48 m², divididas por tela galvanizada revestida de pvc, malha 2 x 2 cm, alocadas em um viveiro escavado. No manejo alimentar aos 100 dias as rações extrusadas sofreram reduções de 8% para 5% da ração ofertada e nos níveis de proteína bruta (PB) (45-40%; 40-38%; 38-36%; 36-34%; 34-32%). A viabilidade econômica da produção do pirarucu nos diferentes sistemas proteicos de alimentação mostrou-se viável a concentração de 40% PB, aos 100 dias de estocagem. Apesar da incidência parasitária em trichodina e monogenea na fase de alevinagem, os animais tiveram um ganho compensatório na fase de crescimento, chegando ao peso médio de 4 kg/peixe. Contudo, o modelo matemático aplicado para os níveis proteicos apresentou receita liquida positiva aos 100 dias de estocagem e, com a redução nos teores proteicos na segunda fase, atingiu ponto de nivelamento aos 29 dias em 36% PB, aos 20 dias em 38% PB e 20 dias em 40% PB. Os níveis de proteína não possibilitaram lucro no sistema aos 225 dias de estocagem. Relaciona-se a redução no desempenho dos animais na segunda fase de avaliação em função da eutrofização na agua do viveiro pelo excesso de matéria orgânica oriunda da ração e excretas reduzindo o consumo e consequentemente o ganho de peso dos animais. Logo, conclusões mais concisas sobre a viabilidade econômica do ciclo produtivo do pirarucu (abate previsto para julho 2014) serão melhor definidas aos 12 meses, momento em que se correlacionará os custos aos rendimentos de carcaça.

Palavras-chave: alimentação, incidência de custo, valor de venda.

SEBRAE (2010) no Projeto Estruturante do Pirarucu da Amazônia, afirmam que a produção do pirarucu em cativeiro, tanto no sistema de viveiros escavados, como em tanque-rede, é técnica e economicamente viável; porém, para que esses objetivos sejam alcançados a aplicação do conjunto adequado de conhecimentos é imprescindível, assim como contar com uma mão de obra de campo e administrativa capacitada, sobretudo dos fatos decorrentes de problemas com a alta rotatividade e a baixa qualificação da mão de obra de campo, manejo alimentar incompatível, padronização inadequada de abate. O pirarucu, por ser uma espécie de tamanho e desenvolvimento colossal possui alta demanda protéica energética (SOUZA & OLIVEIRA 2005). Segundo Robinson & Li (1997), a proteína é responsável pela maior parte do custo de uma ração, o que torna a nutrição das espécies carnívoras muito cara. Além disso, estudos mostram que os peixes se alimentam para satisfazer suas necessidades em energia, e que erros podem acarretar em menor consumo e menor ganho de peso (PAGE & ANDREWS, 1973). Acredita que, uma alimentação balanceada, com níveis de proteínas e energia adequados, é essencial para o sucesso de uma criação. Se o teor de energia de uma dieta não for suficiente, ou se a proteína for de baixa qualidade, esta será desaminada para servir como fonte de energia para o metabolismo, acarretando em menor ganho de peso e maior deposição de gordura das exigências nutricionais básicas desta espécie. Diante da aptidão regional e apoio governamental ao desenvolvimento da piscicultura em Rondônia, dos conhecimentos de manejo e cultivo desenvolvidos e da demanda por informações sobre a criação de pirarucu nas características limnológicas e edafoclimáticas especificas da região, as pesquisas aos custos efetivos da criação com ressaltava á alimentação sob dietas proteicas e ao tempo de cultivo sob análise econômica do cultivo. Objetivando-se avaliar a viabilidade econômica da produção do pirarucu em diferentes sistemas proteicos de alimentação e pesos de abate.

2. Material e Métodos

Pesquisa foi desenvolvida na Base de piscicultura Carlos Eduardo Matiaze, campus de Presidente Médici, Fundação Universidade Federal de Rondônia no período de 2013/2014. O taque utilizado para realização do experimento foi divido em 16 hapas de 48 m², com tela tipo tanque rede com diâmetro de malha 2 x 2 cm.

Foi feito tratamento asséptico com cal virgem 100 g/m², após cinco dias houve a renovação da água e adubação com adubo químico NPK 20-05-20, 7 g/m², sempre que necessário assepsia

com (NaCl) sal comum, na parte superior interface água-ar foi fixada uma tira de tela mosquiteiro de 0.30 mm, para evitar que a ração de uma hapa se mistura com outra e fixada uma cobertura preventiva anti pássaro. Os alevinos de Pirarucu ( Arapaima gigas, Schinz 1822 ) 90 unidades foram adquiridos no valor (R$ 15,00) em empresa especializada no município de Pimenta Bueno RO, com peso médio de 52 gramas. Os alevinos foram criados em sistema de tanque-rede até atingirem 530 gramas. Ao atingirem esse peso os peixes foram alocados de forma aleatória nas hapas, sendo três hapas, repetições por tratamento, sendo estocados quatro animais por hapa, totalizando 60 animais. Os animais foram estocados por um período de 100 dias alimentados com 8 % biomassa; divido em quatro vezes ao dia, com ração extrusada fase inicial, 40 % PB.

2.1. Delineamento experimental

Na fase de engorda foi utilizado o delineamento inteiramente casualizado contendo cinco tratamentos com os diferentes níveis de proteína; 45%, 42%, 40%, 38%, 36%; (tabela 1). Tabela 1 – Hapa repetição, com diferentes níveis de proteína. Hapa 1 Hapa 2 Hapa 3 Hapa 4 Hapa 5 Hapa 6 Hapa 7 Hapa 8 45% PB40% PB 36% PB 42% PB 38% PB 45% PB 40% PB 36% PB Hapa 16 Hapa 15 Hapa 14 Hapa 13 Hapa 12 Hapa 11 Hapa 10 Hapa 9 .-. 42% PB 38% PB 36% PB 40% PB 42% PB 38 % PB 45% PB

Os animais foram alimentados na proporção de 5% do peso corporal, recebendo as rações na frequência de três vezes ao dia (08 h 00 min, 12 h 00 min, e 17 h 00 min.). Foram utilizados diferentes sistemas de alimentação, modificando o tipo de ração quanto ao teor de proteína bruta em função das fases de crescimento (Tabela 2).

Tabela 2 – Fases de juvenil e crescimento de pirarucu e diferentes sistemas de alimentação relacionados ao nível de proteína bruta.

Sistema de alimentação

19/10/2013 a 08/02/ 400 g – 4 kg (100 dias) Rações

08/02/2014 a 04/06/ 4 kg – 5,5 kg (225 dias) Rações Proteína bruta Proteína bruta

estocagem os diferentes sistema de alimentação divergiram ao custo operacional total, de acordo com a (tabela 3).

Tabela 3 – Desempenho econômico aos 100 dias de estocagem.

Variáveis

Níveis de PB na ração 36 38 40 42 45 Custo operacional efetivo (COE) R$ 18,00 R$ 18,00 R$ 18,00 R$ 18,00 R$ 18, Custo Kg / peixe R$ 4,80 R$ 4,75 R$ 5,01 R$ 5,93 R$ 7, Custo alimentar (CA) R$ 16,90 R$ 16,35 R$ 19,70 R$ 22,16 R$ 24, Receita bruta* (RB) R$ 36,15 R$ 35,57 R$ 39,97 R$ 38,04 R$ 34, Custo operacional total (COT) R$ 34,90 R$ 34,35 R$ 37,70 R$ 40,16 R$ 42, Receita liquida (RL) R$ 1,24 R$ 1,22 R$ 2,28 - R$ 2,12 - R$ 7, *Maior preço pago pela unidade frigorifica R$ 9,00 em junho de 2014. Equação 1 - (COT = COE

  • CA), Equação 2 - (RL = RB – COT). Valor por kg de ração: 36 e 38% PB R$ 1,94; 40% PB R$ 2,33; 42 e 45% PB R$ 2,62.

Economicamente os teores de 42 e 45% de proteína na ração, apresentaram uma receita liquida (RL²), negativa em 100 dias de estocagem. Os resultados positivos apresentados com as rações de 40% proteína bruta, subsequente a 38 e 36% proteína, para o (SEBRAE 2010) os melhores resultados foram obtidos com rações de 40% a 45% de proteína bruta e 6 a 15% de gordura tendo o custo total de produção calculado com base na participação do alevino e da ração em 80%; divergindo-se dos 100 dias de estocagem em que a composição do custo total foi representada em 51% e 49% pela ração e pelo animal, respectivamente, entretanto para maior tempo de cultivo, 225 dias ocorreu maior diferenciação na composição do custo total sendo 23% refrente ao o animal e 77% a ração. Os custos de alimentação na piscicultura são responsáveis por 24,85 a 36,40% do custo total de produção da tilápia do Nilo (BACCARIN 2002), divergindo aos encontrados neste experimento que foi superior a 77%.

A analise econômicas aos 225 dias de estocagem com aplicação da redução alimentar apresentada na (tabela 1) após 100 dias de estocagem mostrou em sua totalidade desfavorável ao manejo de acordo com a (tabela 03).

Tabela 3 - Desempenho econômico aos 225 dias de estocagem.

Variáveis Níveis de PB na ração

Custo operacional efetivo (COE) R$ 18,00 R$ 18,00 R$ 18,00 R$ 18,00 R$ 18, Custo Kg / peixe R$ 7,55 R$ 7,71 R$ 8,71 R$ 10,39 R$ 11, Custo alimentar (CA) R$ 48,84 R$ 48,75 R$ 59,48 R$ 64,00 R$ 66, Receita bruta* (RB) R$ 62,67 R$ 61,48 R$ 65,95 R$ 59,83 R$ 55, Custo operacional total (COT) R$ 66,88 R$ 66,75 R$ 77,48 R$ 82,00 R$ 84, Receita liquida (RL) - R$ 4,17 - R$ 5,27 - R$ 11,44 - R$ 22,17 - R$ 29, *Maior preço pago pela unidade frigorifica R$ 9,00 em junho de 2014. Equação 1 - (COT = COE

  • CA), Equação 2 - (RL = RB – COT). Valor por kg de ração: 36 e 38% PB R$ 1,94; 40% PB R$ 2,33; 42 e 45% PB R$ 2,62.

A receita liquida (RL), mostrou-se negativa em ambos os sistemas proteicos de alimentação aos 225 dias, o modelo matemático, receita igual ao lucro apresentado por (PUCCINI 2007).

Figura 1- Resultado da equação (0,212X+14,93=0,255X+9,36); para 36% PB

Figura 2- Resultado da equação (0,207X+14,84=0,259X+8,43); para 38% PB.

R$-

R$10,

R$20,

R$30,

R$40,

R$50,

R$60,

R$70,

R$80,

100 dias 129 dias 225 dias

Equilibrio receita, custo em 36% PB

Despeza Receita Liquida (RL¹)

maiores densidades de estocagem proporcionaram maiores incidência de custos, sendo observados valores entre R$ 5,70 a 7,35.

A viabilidade econômica da produção do pirarucu em diferentes sistemas proteicos de alimentação mostra-se viável a concentração de 40% proteína bruta, na fase de engorda. Filho (2003) obteve um peso médio de 7 kg, e uma produtividade media de 2,5 kg/m², diverge aos mensurados neste estudo que foi de 0.8 kg/m², e produção media 15 kg. O preço praticado pelas unidades frigorifica, do estado está subjugado entre a relação oferta e demanda, o valor médio pago é de R$ 8,50kg, tornando-se inviável ao sistema de produto com alimentação artificial. O lucro aparente aferido com o manejo nutricional de 40% PB, é possível com o preço pago ao produtor igual ou superior a R$ 9,00 kg.

4. Considerações Finais

O modelo matemático aplicado para os níveis proteicos com receita liquida (RL), positivo, aos 100 dias de estocagem, atingiu ponto de nivelamento aos 29 dias em 36% PB, aos 20 dias em 38% PB e 20 dias em 40% PB. A viabilidade econômica da produção do pirarucu em diferentes sistemas proteicos de alimentação mostrou-se viável a concentração de 40% proteína bruta, aos 100 dias de estocagem. Os níveis de proteína avaliados não possibilitaram lucro no sistema aos 225 dias de estocagem, havendo a necessidade de novos estudos a fim de medir os impactos da qualidade da agua e manejo adotado sobre o desempenho dos pirarucus.

Durante o estudo houveram dificuldades em relação a aquisição de alevinos homogêneos e de qualidade sanitária. Houve incidência de parasitos trichodina e monogenea reduzindo o consumo e prejudicando o desempenho na alevinagem. Na fase adulta, apesar do ganho compensatório, após os 100 dias de cultivo, houve um “boom” de eutrofização da agua com elevada carga de matéria orgânica. Logo, conclusões mais concisas sobre a viabilidade econômica do ciclo produtivo do pirarucu (12 meses, com abate previsto para julho 2014) nas condições ocorridas, somente poderão ser definidas ao final do estudo quando serão correlacionando-a ainda aos rendimentos de carcaça.

5. Dificuldades Encontradas

Falta de uma extrusora para elaboração das rações com diferentes níveis de proteína, não disponível nas fábricas de rações comerciais no Estado e falta de equipamento para analise hematológica, falta de reagentes para analise bromatológica das rações.

  1. Relação das atividades realizadas pelo voluntário O aluno participou de todas a concepção do projeto, dentre as atividades Destacam-se:  Revisão da literatura;  Limpeza e do tanque;  Construção das hapas;  Profilaxia e manejo dos peixes no período de estocagem;  Monitoramento da água quanto aos parâmetros pH, temperatura, oxigênio dissolvidos, amônia, transparecia e turbidez;  Monitoramento de comportamento dos animais;  Acompanhamento experimental e das avaliações biométricas;  Tabulação de dados e Produções bibliográficas; apresentação oral e produção de resumos e artigos científicos. 7. Divulgação do trabalho

Artigo enviado a Revista Acta Amazônica: LOPES, F.S. do C, HASHIMOTO,A.Jr, PORTO, M.O, SALES, M.F.L, FERREIRA, E, PONTUSCHKA, R.B, ALBUQUERQUE, P.T.F, Nicolas Alessandro de Souza BELETE, N.A.S, CAVALI,J, Economic and productive performance of Eudrilus eugeniae earthworms on different dietary sources. Acta Amazonica. ( aguardado aceite )

Apresentação no VI CONGRESSO BRASILEIRO DE AQUICULTURA DE ESPÉCIES NATIVAS, DESEMPENHO PRODUTIVO DE MINHOCAS ( eudrilus eugeniae ) RECEBENDO SUBSTRATO COM DIFERENTES NIVEIS DE MILHO. Pôster, Belém PA. 23 de novembro de 2013 – 444 Participação CURSO – Clinica tecnológica de curtimento de pele de Pirarucu ( Arapaima gigas ) carga horária de 08 hora SEBRAE, Ariquemes – RO, 05 de dezembro de 2013. Participação CURSO – HEMATOLOGIA DE PEIXES; carga horária de 12 horas, Presidente Medici- RO 06 de dezembro de 2013. Livro Criação de minhocas Eudrilus eugeniae a gingante africana, manuscrito 40 paginas, (em elaboração).

8. Literatura citada

Baccarin, A. E.; Impacto ambiental e parâmetros zootécnicos da produção de tilápia do Nilo ( Oreochromis niloticus ) sob diferentes manejos alimentares, Tese ( doutorado ) Jaboticabal, 2002. 66p. Cavero, B.A.S; Filho, M.P; Roubach, R; Ituassú, D.R; Gandra, A.L; Roger Crescêncio, R.; Biomassa sustentável de juvenis de pirarucu, Pesq. agropec. bras., Brasília , v. 38, n. 6, 2003. p723-728. CODEVASF - Projeto integrado de negócios sustentáveis – PINS: cadeia produtiva de piscicultura/ Centro de Conhecimento em Agronegócios ( PENSA )- Brasília, DF: 2008. 41p. Drumond, G.V.F; Caixeiro, A.P.A; Tavares-Dias, M; Marcon, J.L; Affonso, E.G.; Características bioquímicas e hematológicas do pirarucu Arapaima gigas Schinz, 1822 (Arapaimidae) de cultivo semi-intensivo na Amazônia. Revista Acta Amazônica. vol. 40 n.3, 2010. p591 – 596. Filho, M.P.; Cavero, B.A.S.; Roubach, R.; Ituassu, D.R.; Gandra, A.L.; Crescencio. R.; Cultivo do pirarucu ( Arapaima gigas ), em viveiro escavado, Acta Amazonica 33(4): 2003. p715-718. Fuller, M.F.; Benevenga, N.J.; Lall, S.P.; McCracken, K.J.; Omed, H.M.; Axford, R.F.E.; Phillips, C.J.C.; The encyclopedia of farm animal nutrition , CABI Publishing , Massachusetts EUA, 2004. 621p. Gomides, P F.V.; Densidade de estocagem do híbrido pintado amazônico ( Pseudoplatystoma tigrinum fêmea x Leiarius marmoratus macho) em viveiros escavados Dissertação ( mestrado ) UFG, 2011. 61p. MPA- Boletim estático pesca e aqüicultura 2010 , Ministério da Pesca e Aquicultura Brasília, DF Fev. 2012. 129p. Ono, E. A., HALVERSON, M. R., Kubitza, F.; Pirarucu, o gigante esquecido. Revista Panorama da Aqüicultura. v.14, 2004. p14 – 25. Page, J.W.; Andrews, J.W.; Interactions of dietary levels of protein and energy on channel catfish ( Ictalurus punctatus). Journal of Nutrition , v.103, 1973. p1339-1346. Pough. H. F.; A Vida Dos Vertebrados , 4º ed. Atheneu editora São Paulo, 2006. 718p. Puccini, E. C.; Matemática Financeira , MEC, Sistema Universidade Aberta do Brasil (SUAB) Brasilia v.01, 2007. 208p. Santos, E.L.; Cavalcanti, M.C.A.; Fregadolli, F.L.; Meneses, D.R.; Temoteo, M.C.; Lira, J.E.; Fortes, C.R.; Considerações sobre o maneio nutricional e alimentar de peixes carnívoros, revista eletrônica nutritime , 10, 2013. p2216 – 2255. Santos, G.j; Marion.J.C; Segatti. S.; administração de custo na agropecuaria , São Paulo atlas ed 4º 2009. 128p. SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Manual de boas práticas de produção e cultivo de pirarucu em cativeiro. Porto Velho. 2010. 42p. Souza. R.T.Y.B; Oliveira, S.R; Sousa Jr, E.A; Akifumi Ono, E.A; Roubach, R; Elizabeth Gusmão Affonso, E.G.; Avaliação do Desempenho Produtivo do Pirarucu, Arapaima gigas , alimentado com diferentes dietas em sistema intensivo de tanques-rede, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia ( INPA ) (MCT/INPA). 2005. 4p.

8. Agradecimentos Ao PIBIC/UNIR/CNPq, pela oportunidade de realização deste trabalho, ao orientadora profª. Jucilene Cavali pela orientação e a Empresa Nutrizon Alimentos e Mar & Terra pelo patrocínio dos alevinos e rações, e aos colaboradores que contribuíram trabalho voluntário.

Presidente Médici - RO, 22 de junho de 2014

ASSINATURA DO BOLSISTA: _

ASSINATURA DO ORIENTADOR: _________________________________________

ANEXOS

Figura 4- fornecimento de ração para alevinos de pirarucu^ Figura 5- Analises citológica de alevino morto

Figura 12 - Tratamento profilático

Figura 13 - instalação de comedouro

Figura 14 - Despesca

Figura 15 - Reparo em estrutura hidráulica

Figura 16 – Juvenis de pirarucu

Figura 17 - Contenção de microalga

Figura 18 - Retirada de blum de algas

Figura 19 - Reunião de orientação do relatório final e osnovos objetivos