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Educação Física e Desporto, Educação Física e Desporto, Educação Física e Desporto, Educação Física e Desporto, Educação Física e Desporto, Educação Física e Desporto, Educação Física e Desporto, Educação Física e Desporto, Educação Física e Desporto, Educação Física e Desporto.
Tipologia: Redação
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2. Conceitos Básicos 2.1. Planeamento Planejamento é processo de busca de equilíbrio entre meios e fins, entre recursos e objectivos, visando ao melhor funcionamento de empresas, instituições, sectores de trabalho, organizações grupais e outras actividades humanas. O ato de planejar é sempre processo de reflexão, de tomada de decisão sobre a acção; processo de previsão de necessidades e racionalização de emprego de meios (materiais) e recursos (humanos) disponíveis, visando à concretização de objectivos, em prazos determinados e etapas definidas, a partir dos resultados das avaliações (Padilha, 2001). 2.2. Estratégia O termo estratégia vem do grego strategos , que significa “general”. Antigamente, significava a arte e a ciência de levar as forças militares à vitória. Hoje, pequenas, grandes e também organizações não-lucrativas usam estratégias para escolher as melhores opções para atingir seus objectivos. No entanto, estratégia é a forma como a organização se organiza e a seus recursos para atingir seus objectivos. Segundo Larson (2011) estratégia é fundamentalmente decidir como a organização ira competir. As organizações usam os projectos para converter estratégia em novos produtos, serviços e processos necessários para o sucesso. Alinhar projectos com asa metas estratégicas da organização é crucial para o sucesso do projecto. O clima económico actual não pode ser previsto por causa das rápidas mudanças na tecnologia, competição global, e incerteza financeira. Para Johnson (2007) estratégia é direcção e o Esopo de uma empresa organização no longo prazo, que obtém vantagem em um ambiente em mudança através de sua configuração de recursos e competências com objectivo de atender as expectativas. Nesta perspectiva, na administração se denomina estratégia a configuração de objectivos a longo prazo, aos critérios para orientar as decisões fundamentais e ao conjunto de políticas para levar adiante as actividades necessárias
3. Quadro teórico 3.1. Planeamento estratégico As diversas mudanças que ocorrem nos ambientes de praticamente todas as empresas tais como, económico, social, tecnológico e político são um dos principais factores para o crescimento do Planejamento Estratégico, que proporciona aos administradores ajustarem-se a essa conjuntura, e concentrarem-se nos pontos mais importantes e relevantes (Aldey, 2000). O Planejamento Estratégico busca desta forma, estabelecer um direccionamento para uma organização tendo como objectivo principal a optimização na relação entre a empresa e seu ambiente. Isso faz com que o planejamento seja uma ferramenta gerencial indispensável para o sucesso de uma organização, pois a velocidade de mudanças no mercado faz com que haja a necessidade de se obter respostas mais rápidas e seguras, portanto, as empresas devem estar preparadas para conduzir seus negócios na mesma velocidade. Tornando-se desta maneira, o Planejamento Estratégico, uma ferramenta vital para as empresas (Terence 2002). Planejar é compreender um conjunto de conhecimentos práticos e teóricos ordenados de modo a possibilitar interagir com a realidade, programar estratégias e acções necessárias para atingir um resultado claramente definido (Terence 2002). O planejamento é uma ferramenta administrativa, que possibilita perceber a realidade e reavaliar os caminhos a serem seguidos pela organização, alinhando as decisões em todos os níveis organizacionais. O Planejamento Estratégico é um processo contínuo que visa um estado futuro melhor, com uma melhor alocação de recursos e concentração de esforços. É, portanto, um processo sistemático e constante de tomada de decisões, onde os resultados das decisões deverão concluir aonde a empresa deseja chegar, e o caminho a ser seguido para chegar ao seu destino. Analisando todas as variáveis e optar pelo caminho que trará os melhores resultados (Fischmann & Almeida, 2011). Müller (2003) descreve que dentre as principais vantagens de um Planejamento Estratégico, pode citar: visão de conjunto, pois aprofunda o conhecimento sobre a organização, mercado/clientes, concorrentes, parceiros e fornecedores; agilidade e fundamentação das decisões, criando um consenso natural entre os líderes empresariais sobre o que é importante; direcção única para todos, alinhando os esforços de todos para o entendimento de objectivos comuns. Bem como melhor capacidade de adaptação, facilitando a reestruturação organizacional frente às mudanças de ambiente; optimização da alocação de recursos, pois
colaboradores. Tendo em vista esse crescimento, a empresa está conquistando espaço no mercado. 3.2.B. Missão da empresa A empresa tem como missão contribuir para o desenvolvimento das empresas, buscando sempre entender os negócios dos clientes e ajudá-los a alcançar seus objectivos, praticando tratamento justo, com respeito e confiança mútua. Ter um produto reconhecido pela qualidade e preço baixo, atender o mercado local, suprindo as necessidades do nosso consumidor até 2020. 3.2.C. Valores da empresa Ética : esta empresa preza a ética nos relacionamentos com seus clientes, funcionários e empresas; Honestidade : a honestidade deve estar presente em todos os actos; Comprometimento : a equipe desta empresa é comprometida com as metas, resultados, colaboradores, fornecedores e clientes. Consciência ambiental : deve haver preocupação com o meio ambiente em todos os actos. Com relação, a elaboração do protótipo, primeiramente foi feito a análise do ambiente, isto é, o processo de monitorar o ambiente organizacional para identificar os riscos e as oportunidades presentes e futuras. Assim, foram incluídos todos os factores, tantos internos e externos a organização, que possam vir a influenciar nos seus objectivos organizacionais. Pode-se assim, identificar os pontos fortes e fracos da organização com relação a seu ambiente interno e no que diz respeito ao seu ambiente externo, como também as oportunidades e ameaças desta organização, como são apresentados na tabela a baixo. Tabela: 1. Pontos fortes e fraco da empresa Pontos fortes Pontos fracos Oportunidade s Boa localização; Aumento de oportunidades; Possuem conhecimento mais amplo; Possuem novas ideias para o melhoramento da organização Falta de experiencia; Não ter edifícios próprios; Sensação de dependência; Pouca divulgação;
empresarial; Disponibilidade e rapidez; Objectividade, Não ter presença diária Ameaças Mercado dominado por empresas de grande porte; Alta concorrência; Sustentabilidade. Com relação à tabela: 1, apresentada anteriormente, é descrito a seguir o resultado que se obteve com a empresa. 3.2.D. Pontos fortes Possuir boa localização, devido ao facto da empresa ser nova no mercado. Possuir conhecimentos mais amplos, e ser detentor de novas ideias para o melhoramento da organização empresarial. 3.2.E. Pontos Fracos Não possuir uma gama de experiencias para a área. Estar a pouco tempo no mercado, fazendo com que possua poucos clientes. Não possuir edifícios próprio, pois isto necessitaria de um alto investimento, e proprietário não ter condições de usufruir ainda deste recurso. Não ter presenças diárias de clientes, com pouca divulgação da empresa. 3.2.F. Oportunidades Aumento de oportunidades, não possuir dívidas. Possuir novas ideias para o melhoramento da organização empresarial. Ser disponível e rápido, com a construção de um edifício próprio, onde necessitaria de funcionários, e aumentaria a objectividade. 3.2.G. Ameaças As empresas de consultoria e orientações das empresas são praticamente dominados por empresas de grande porte, não só, mas também com os vídeos orientadores encontrados no youtube, com isso, possui uma alta concorrência; uma das maiores ameaças é com relação à sustentabilidade. 3.2.H. Analise do meio envolvente empresarial Para fazermos uma análise correcta não nos podemos ficar só pela análise do meio envolvente empresarial. Isto porque a influência do meio envolvente é idêntica para empresas do mesmo
Crozatti, J. Planejamento estratégico e controladora : Contabilistas do Estado do Paraná,
Fishmann, A. A. & Almeida, M. I. R. de. Planejamento estratégico na prática. 2° Ed. São Paulo: Atlas, 2011. Freire, A. (1997) Estratégia: sucesso em Portugal ; Editorial Verbo Lisboa/São Paulo Müller, C. J. Modelo de Gestão Integrando Planejamento Estratégico , Alegre, 2003. Tiffany, P. & Peterson, S. Planejamento estratégico. Rio de Janeiro: Campus, 1998. p. 285- 309 Terence F. A. C. Planejamento Estratégico como Ferramenta de <http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_ Acessado em abril de 2011. – São Carlos, 2002