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Pm 2012uem - pdf mavambe, Manuais, Projetos, Pesquisas de Engenharia Mecânica

projecto mecanico

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2016

Compartilhado em 25/02/2016

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bg1
1
Índice
1. Dados partida ........................................................................................................................................ 9
2. Objectivos gerais ......................................................................................................................... 10
2.3. Destino e campo de aplicação do accionamento ............................................................................. 10
3. CÁLCULO CINEMÁTICO DO ACCIONAMENTO E ESCOLHA DO MOTOR ELÉCTRICO .... 10
3.1. Escolha dos parámetros da cadeia ........................................................................................... 10
3.2. Determinação do diâmetro da circunferência divisora da roda estrelada motriz. ................... 11
3.3. Rendimento global: ................................................................................................................. 11
3.4. Cálculo da potência requerida do motor eléctrico ................................................................... 11
3.5. ESCOLHA DO MOTOR ........................................................................................................ 11
3.6. Repartição da relação de transmissão geral pelas transmissões que compoem o sistema ...... 12
3.7. Resumo da análise:.................................................................................................................. 13
3.8. Determinação da potência de cada veio da transmissão ........................................................ 13
3.9. Cálculo das frequências de rotação dos veios ......................................................................... 13
3.10. Cálculo dos torques sobre todos os veios da transmissão ................................................... 14
4. CÁLCULO DAS TRANSMISSÕES POR ENGRENAGENS ................................................... 15
4.1. Escolha dos materiais das rodas dentadas cônicas: ................................................................. 15
4.2. Determinação das tenções admissiveis para o cálculo a fadiga de superficies de contacto dos
dentes das engrenagens ....................................................................................................................... 16
4.3. Cálculo projectivo da transmissão à fadiga por contacto ........................................................ 17
Determinação dos ângulos dos cones divisores (primitivos) .............................................................. 18
4.5. Determinação dos valores precisos das tensões admissíveis .................................................. 19
4.6. Cálculo as tensões admissíveis à flexão: ................................................................................. 20
4.7. Cálculo testador da transmissão à fadiga: ............................................................................... 21
4.7.1. Cálculo à fadiga por contacto das superfícies de trabalho dos dentes................................. 21
4.7.2. Cálculo testador da transmissão à fadiga por tensões de flexão ......................................... 23
4.8. Cálculo da resistência ao contacto sob a acção da carga máxima ........................................... 24
4.9. Cálculo geométrico da transmissão ......................................................................................... 24
4.10. Determinação das forças que actuam na transmissão ......................................................... 27
5. Cálculo do projecto das engrenagens cilíndricas abertas de dentes rectos.......................................... 27
5.1. Escolha dos materiais e tipo de tratamento térmico para as rodas .......................................... 28
5.2. Determinação das tensões admissíveis de flexão .................................................................... 28
pf3
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pfa
pfd
pfe
pff
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Índice

LISTA DE SÍMBOLOS

F - força (N)

V - velocidade.

Dt - diâmetro do tambor do transportador.

Kdia - coeficiente de utilização durante o dia.

Kano - coeficiente de utilização durante o ano.

sH - coeficiente de segurança.

P - potência.

 r - limite de resistência a rotura por tracção.

n - frequência de rotação.

 un - rendimento mecânico da união elástica.

engcon - rendimento mecânico da transmissão por engrenagem fechada cónica de dentes rectos.

 cad - rendimento mecânico da transmissão por cadeia.

 rol - rendimento mecânico dos rolamentos.

g - rendimento mecânico global do accionamento.

ug - relação de transmissão geral.

ueng - relação de transmissão da engrenagem cónica.

T - momento torsor.

 r - limite de resistência.

e - limite de escoamento.

 HC - tensão de contacto.

 H lim - limite de fadiga por contacto das superfícies dos dentes.

ZR - coeficiente que leva em conta a rugosidade das superfícies dos dentes

conjugados.

ZV - coeficiente que leva em conta a velocidade circular ou tangencial.

KL - coeficiente que leva em conta a lubrificação.

KXH - coeficiente que leva em conta as dimensões da roda dentada.

SH - coeficiente de segurança.

KHL - coeficiente de longevidade.

H lim b - limite de fadiga por contacto correspondente ao número básico de ciclos de variação de

tensões.

NHO - número básico de ciclos de variação das tensões correspondente ao limite de fadiga.

NHE - número equivalente de ciclos de variação das tensões.

L - número de anos de trabalho do mecanismo.

N  - número total de ciclos de carregamento.

m 2 d - diâmetro divisor (primitivo) na secção média do pinhão.

Kd - coeficiente auxiliar.

KH  - coeficiente que tem em consideração a irregularidade da distribuição da carga ao longo do

comprimento do dente.

 bd - coeficiente de largura do pinhão relativamente ao diâmetro médio.

 1 - ângulo do cone divisor do pinhão.

 2 - ângulo do cone divisor da roda dentada movida.

e 2 d - diâmetro divisor externo do pinhão.

Re - distância divisora cónica externa.

mte - módulo tangencial externo.

ZM - coeficiente que leva em conta as propriedades mecânicas do material das engrenagens

conjugadas.

Z  - coeficiente que considera o comprimento total das linhas de contacto dos dentes.

 - coeficiente de sobreposição frontal.

 - ângulo de inclinação dos dentes.

zV - número de dentes virtuais.

 Ht - força tangencial específica.

KH  - coeficiente que leva em conta a distribuição da carga entre os pares de dentes em

engrenamento simultâneo.

KH 

  • coeficiente que tem em conta a distribuição da carga pela largura da coroa dentada.

KHV - coeficiente que tem em conta a carga dinâmica que surge no engrenamento.

Ft -força tangencial.

HV - força dinâmica tangencial específica.

 H -coeficiente que que leva em conta a influência do tipo de engrenagens e a correção do perfil

da cabeça do dente.

g  - coeficiente que leva em conta a influência da variação dos passos circulares no

engrenamento do pinhão e da roda dentada movida.

aW - distância interaxial.

F  -coeficiente de forma do dente.

 - coeficiente que leva em conta a sobreposição dos dentes.

 - coeficiente que leva em conta a inclinação dos dentes.

 Ft - força tangencial específica.

KF  - coeficiente que leva em conta a distribuição da carga entre os pares de dentes.

KF  - coeficiente que leva em conta a distribuição da carga pela largura da coroa dentada ou

comprimento do dente.

KFV - coeficiente que leva em conta a carga dinâmica que surge no engrenamento.

 F -coeficiente que leva em conta a influência do tipo de engrenagem e a modificação do perfil

dos dentes.

 H max - tensão máxima.

[  (^) HP ]max - tensão de contacto máxima admisível

Rm - distância cónica média.

Re - distância cónica exerna.

he - altura externa do dente.

hae - altura externa da cabeça do dente.

hfe - altura externa do pé do dente.

dae

  • diâmetro externo das cristas dos dentes.

 e - espessura externa dos dentes.

 - ângulo de pressão normal.

Fr - força radial.

Fa - força axial.

a - distância interaxial.

2. Objectivos gerais

Consolidar os conhecimentos relativos à construção de máquinas, permitindo que o estudante

tenha uma visão mais ampla sobre a essência da construção de máquinas.

2.1. Objectivos específicos

O presente projecto têm como objectivo dimensionar um accionamento de um transportados

suspenso com motor eléctrico, destinado à deslocamento de placas de mármore.

2.2. Metodologia usada

A metodologia usada é uma metodologia iterativa baseada em operações iterativas na qual

conduz a resultados dentro dos parámetros adimissíveis.

2.3. Destino e campo de aplicação do accionamento

O transportador suspenso é usado para o deslocamento de objectos pesados à baixas velocidades,

concretamente na fábrica de processamento de bananas BANANALÂNDIA. Para o transporte

supenso de cachos de bananas na fase de lavagem.

3. CÁLCULO CINEMÁTICO DO ACCIONAMENTO E ESCOLHA DO MOTOR

ELÉCTRICO

Determinação da potência, frequência de rotações e dimensões principais das rodas

estreladas motrizes dos transportadores por cadeia

3.1. Escolha dos parámetros da cadeia:

Tipo de transportador: suspenso médio/pesado.

Passo (t) = 80 mm (já dado no enunciado).

Número de dentes (z) = 8 (já dado no enunciado).

Esforço min e máx (Smin e Smáx)

kN

F

F

F F F F F F

F F F

t

t

t

1

2 1 1 1 1

1 2

F F kN

Ft F F

2 0.^110.^12.^780.^278

1 2

    

Carga de roptura da cadeia ( Fr )

ks = 5...10 (pode ser utilizado para o transportador de placas com diversos

tipos de trajectos: horizontais, inclinados e mistos);

3.2. Determinação do diâmetro da circunferência divisora da roda estrelada motriz.

mm

sen z

sen

t D 209

Cálculo da frequência de rotações do veio da roda estrelada, em rotações por minuto:

rpm D

v nre 73. 14 73 209

0

3.3. Rendimento global:

3 3  g   eng. cil  eng. con  rol   ue     

Onde:

g

  • Rendimento global do accionamento.

eng

  • Rendimento das engrenagens cilíndricas helicoidais e angulares.

rol - Rendimento de rolamentos.

ue - Rendimento de união elástica.

3.4. Cálculo da potência requerida do motor eléctrico

Potência do motor eléctrico é através da seguinte fórmula:

kW

p P g

oe cal^2.^63

  1. 836

Poe – Potência do órgão executivo

Condição de escolha do motor eléctrico: Pcal ≤ Pmotor.

Entretanto fica: Pmotor = 3 kW.

3.5. ESCOLHA DO MOTOR

Variante Tipo de motor

Potência,

[kW]

Frequência de rotação

Síncrona Assíncrona

1 4A90L2Y3 3 3000 2840

2 4A100S4Y3 3 1500 1435

3 4A112MA6Y3 3 1000 955

4 4A112MB8Y3 3 750 700

Tabela 1. Escolha do motor eléctrico.

3.7. Resumo da análise:

 O motor da variante 1 é aprovada apenas na segunda tentativa.

 O motor da variante 2 é aprovada nas duas tentativa;

 O motor da variante 3 é aprovada apenas na primeira tentativa.

Variante selecionada : variante 2 da segunda tentativa

Tipo de motor: 4A100S4Y3, Potência, [kW]: 3kW, Frequência de rotação sinc: 1500

r.p.m., assinc: 1435 r.p.m.  = 0,82; cos = 0,83;  2

nom

arr

T

T

min  T nom

T

max  T nom

T

; Dv = 28

mm.

A selecção desta variante é feita pela análise seguinte:

 Na segunda tentativa, a variante 1 não é considerada de ponto de vista de número de

ciclos por serem maiores pois podem reduzir a longevidade da transmissão.

 Para este transportador que é suspenso é preferível o uso de motor não pesado com o

objectivo de reduzir as dimensões do sistema de accionamento, por isso é descartada a

variante 3 da tentativa 1.

Parámetros escolhidos da transmissão:

Nme =1435 rpm; ug = 19.6; uengcon =5; uengcil = 3.

3.8. Determinação da potência de cada veio da transmissão

Veio do motor eléctrico: P 1 (^)  Pme  3 kW

Veio motor na entrada do redutor: P 2 (^)  P 1  uni  3  0. 995  2. 985 kW

Veio motor na saída do redutor: P P rol (^) eng. con 2. 985 0. 99 0. 975 2. 88 kW

2

Veio movido da transmissão por cadeia: P 4  P 3  rol  eng. cil  2. 88  0. 99  0. 945  2. 69 kW

3.9. Cálculo das frequências de rotação dos veios

n 1 = nassinc = 1435 rpm

n 2 (^)  n 1  1435 r. p. m.

3 rpm u

n n red

4 rpm u

n n eng

3.10. Cálculo dos torques sobre todos os veios da transmissão

Os momentos torsores sobres os veios calculam-se usando a fórmula da dinâmica, que estabelece

o seguinte :

i

i i n

P

T  9550 

 Torque do veio do motor eléctrico: Nm n

P

T 19. 9

1

1 1     

 Torque do veio motor na entrada do redutor: Nm n

P

T 19. 86

1

2 2     

 Torque do veio motor na saída do redutor: Nm n

P

T 95. 8

3

3 3     

 Torque do veio executivo: Nm n

P

T 350. 9

4

4 4     

Tabela2 resultados do cálculo cinématico

Tipo do motor: 4A100S4Y3 Potência: 3 kW Frequência nominal: 1435 rpm

Parâmetro Veio Fórmula Valores

1. motor eléctrico P 1  Pme

2. entrada do redutor

P 2  P 1   ue

Potência P [kW] 3. saída do redutor

P  P  rol   eng

2 3 2

4. movido – veio

executivo

P 4  P 3  rol   engcil

1. motor eléctrico n 1  nme

2. entrada do redutor n 2 (^)  n 1

Frequência de

rotação n [rpm]

3. saída do redutor

ured

n n 2 3

4. movido – veio

executivo ueng

n n

3 ^4  73.

1. motor eléctrico

1

1 1 9550 n

P

T 

Momento Torsor T

[Nm]

2. entrada do redutor

2

2 2 9550 n

P

T 

3. saída do redutor

3

3 3 9550 n

P

T 

4. movido – veio

executivo 4

4 4 9550 n

P

T 

4.2. Determinação das tenções admissiveis para o cálculo a fadiga de superficies de

contacto dos dentes das engrenagens

As tensões devem ser calculadas tanto para o pinhão como para a roda movida. As grandezas

com o índice “1” referem-se ao pinhão e as com o índice “2” referem-se à roda movida.

Segundo normas as tensões de contacto admissíveis determinam-se pela fórmula seguinte, em

MPa:

H

H R V L XH HC S

 Z  Z  K  K

lim [ ]

Onde:

 H lim - limite de fadiga por contacto das superfícies dos dentes correspondente ao número

equivalente de ciclos de varições das tensões, em Mpa.

ZR - coeficiente que leva em conta a rugosidade das superfícies dos dentes conjugados.

ZV - coeficiente que leva em conta a velocidade circular ou tangencial.

KL - coeficiente que leva em conta a lubrificação ( KL = 1.0).

KXH - coeficiente que leva em conta as dimensões da roda dentada.

SH - coeficiente de segurança. Para rodas dentadas com materiais de estrutura

homogénea (depois de normalização, melhoramento, têmpera completa dos

dentes) toma-se SH =1.1.

Pela dificuldade de se obter directamente o valor de Zv devido à impossibilidade de calcular a

velocidade da roda, já que o método de cálculo é iterativo, assume-se previamente:

zrzvkLkXH  0. 9

O valor de  H limé calculado pela fórmula H lim  H lim b  kHL

  • é o limite de fadiga por contacto correspondente ao número básico de

ciclos de variação das tensões em MPa. Determina-se usando a tab. 5 do manual de engrenagem.

HB MPa

HB MPa

H b

H b

2 70 2 220 70 510

lim 2 2

lim 1 1

     

KHL- coeficiente de longevidade. Determina-se pelo gráfico da figura 6 ou pela fórmula:

24

HE

HO HL N

N

K  para  1

HE

HO

N

N

NH0- é o número básico de ciclos de variação das tensões correspondente ao limite de

fadiga prolongado.

Para o pinhão: NHO HB ciclos

2 , 4 2. 4 7 1 ^30  ^30 ^250 ^1.^7 ^10

Para a roda movida: NHO HB ciclos

2 , 4 2. 4 7 2 ^30  ^30 ^220 ^1.^26 ^10

NHE- é o número equivalente de ciclos de variação das tensões. Determina-se em função

do carácter do ciclograma de carregamento.

Para o pinhão: NHE n c t ciclos

9 1 ^60    ^60 ^1435 ^1 ^32839.^5 ^2.^8 ^10

Para a roda movida: ciclos u

N

N

red

HE HE

8

9 1 2 5.^610 5

24 9

7

24

1

1 1  

HE

HO HL N

N

K , o valor mínimo recomendado de KHL deve ser

24 8

7

24

2

2 2  

HE

HO HL N

N

K , o valor mínimo recomendado de KHL deve ser

 H lim 1  H lim b 1  kHL 1  570  0. 9  513 MPa

 H lim 2  H lim b 2  kHL 2  510  0. 9  459 MPa

As tensões de contacto admissíveis:

MPa S

Z Z K K

H

H R V L XH HC^419.^7

  1. 1

[ ]

lim 1 1 

MPa S

Z Z K K

H

H R V L XH HC^375.^5

  1. 1

[ ]

lim 2 2 

Para o cálculo projectivo das transmissões segundo recomendação no manual de engrenagem,

toma-se o menor valor das tensões de contacto sendo: [ (^) HC ][ HC ] 2  375. 5 MPa.

4.3. Cálculo projectivo da transmissão à fadiga por contacto

O cálculo projectivo da transmissão é feito tomando como critério a fadiga por contacto.

Determina-se primeiro o valor de orientação do diâmetro divisor médio (primitivo) do pinhão

pela fórmula:

3 2

2 1 1

  1. 85 [ ]

bd red HC

H H red m d u

T K u d K

  

Número de dentes da roda movida é z (^) 2  z 1  u  35  5  175 dentes

4.4. Determinação dos valores precisos de de e Re

mm sen sen

d R

d m z mm

d m z mm

e e

e te

e mte

1

1

2 2

1 1

d m 1  de 1  bw  sen  1  70  20  sen 11. 31 º 66 mm

d m 2  de 2  bw  sen  2  350  20  sen 78. 69 º 330 mm

o módulo tangencial médio é: mm

z

d m

m tm^1.^88 35

` 1

1   

4.5. Determinação dos valores precisos das tensões admissíveis

As tensões de contacto calculadas anteriorimente são:

H lim 1  513 MPa

 H lim 2  459 MPa

SHl 1  SHl 2  1. 1

Zr=0,95 tendo em consideração a rugosidade da superfície dos dentes corresponde a 6ª classe de

precisão onde Ra=2,5... 1,25. (de acordo com o manual)

A velocidade linear das rodas dentadas é:

s

m d n V

m

  1. 96 60 1000

1 2  

Através da tabela do manual de engrenagem, designa-se o 7º grau de precisão para a transmissão

entrando com o valor da velocidade.

Zv=1.0 já que V<5 m/s, tab. 3.

KL=1,

KXH=1,0 visto que de2=420<700 mm

MPa s

z z k k

MPa s

z z k k

H

H r v L XH HC

H

H r v L XH HC

[ ]

[ ]

2

lim 2 2

1

lim 1 1

Como a transmissão têm dentes rectos, toma – se:

[  HC ] 1 = [  HC ] 2 = 427.5 MPa.

4.6. Cálculo as tensões admissíveis à flexão:

F

F r s XF FC s

YYk

lim [ ]

Da tabela 13 de (1), tira – se:

F lim b 1 1.^8 HB 1 100 1.^8250100550 MPa

0        

F lim b 2 1.^8 HB 2 100 1.^8220100495 MPa

0

Cálcula-se o limite de fadiga por flexão usando a fórmula: Fg Fd Fc FL

o

 F lim  F lim i  k  k  k  k

Onde:

kFg = 1.1 para superfície de transição dos pés dos dentes não rectificada.

kFd =1.2 a superfície de transição dos pés dos dentes não sofre endurecimento por deformação.

kFc = 1.0 Para carga irreversível.

mf

FE

FO HL N

N

K 

mf  6 , de acordo com de (1), pag. 4.

NF0 = 4x

6 para todos os tipos de aços.

NFE n c t ciclos

6  60     2. 8  10

Sendo N (^) FENFO , segundo recomendação (ver pag. 4, de (1).) toma-se KHL  1.

k (^) Fg kFd kFc kFL MPa

o

 F lim 1  F lim i      550  1. 1  1. 2  1. 0  1  726

k (^) Fg kFd kFc kFL MPa

oF lim 2  F lim i 2      495  1. 1  1. 2  1. 0  1  653

F

F r s XF FC s

YYk

lim [ ]

Yr=1.0 para rugosidade da superfície dos dentes não piores que a 4º classe

Ys=1.0 tabela 8 para mte=2mm

KXF=0.995 extrapolando a tabela 9 para de2=350mm

' sF 1 =1.75 tabela 13

'' sF 1 =1.0 para peça bruta forjada

sF 1

' " sF (^) 1  sF =1.75x1=1. sF 2 =1.65 tab. 10