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amenorreia
Tipologia: Notas de estudo
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Viviane de Sá
Compartimento I – desordens no trato de saída do fluxo (uterovaginais) Compartimento II – desordens gonádicas (ovarianas) Compartimento III – desordens hipofisárias Compartimento IV – desordens hipotalâmicas ¹ Não incluem as causas adrenais, tireóide, fígado e metabolismo periférico
Anamnese: DUM(?), galactorréia(?), uso de medicamentos, comorbidades(?), alterações neuropsíquicas, curetagens (?) Exame físico: ausência de vagina, hímen imperfurado, agenesia do colo, estigmas de Turner, ausência de caracteres sexuais. Excluir gravidez(!!!) Dosagem de Prolactina e do TSH
(^) Fatores que Prolactina – o TRH, o GnRH, o 17-b- estradiol, serotonina, histamina, peptídeo intestinal vasoativo, substância P, encefalinas, b- endorfinas e opióides. (^) Fatores que Prolactina – GABA,ác. piroglutâmico, dopamina e somatostatina. (^) Causas da Hiperprolactinemia (1)Condições fisiológicas (2)Distúrbios Hipotalâmicos (3)Distúrbios Hipofisários (4)Condições sistêmicas (5)Uso de fármacos (causa mais comum, seguido dos adenomas produtores de prolactina)
(2)Distúrbios hipofisários
1/3 das mulheres com hiperprolactinemia são encontrados microadenomas (+ comum é o prolactinoma). Estes determinam Galactorréia e/ou Amenorréia. (^) Quando Prolactina>100ng/mL, investigar prolactinoma por RNM da hipófise. Conduta: Microprolactinoma <10mm. Indicado tto clínico com agonistas da Dopamina. A regressão ocorre em 90% dos casos ttdos. Microprolactinoma 10mm. Indicado tto clínico. Na ausência de resposta, indica-se cirurgia transesfenoidal. 2/3 Regridem só com o tto clínico
(2)Distúrbios hipofisários (^) Causas : Adenoma hipofisário – craniofaringioma – Doença de Addison – Hipofisite linfóide – hipotireoidismo – histiocitose – Neoplasia endócrina múltipla – Pós- contracepção oral – Sarcoidose – Síndrome de Cushing – Síndrome de Nelson – Traumatismo da haste hipofisária – Tuberculose – Tumores metastáticos (princ. pulmões e mama)
(^) Antagonistas da Dopamina ou drogas que interferem em sua secreção: #Antagonistas da Dopamina fenotiazinas, tioxantenos, butirofenonas, metoclopamida, procainamida, diidroindolona #Neurolépticos fufenazina, haloperidol, pimozida, pipotiazina #Antidepressivos tricíclicos imipramina, amitriptilina, clomipramina, nortriptilina #Benzodiazepínicos #Verapamil #Sulpirida #Fluoxetina #Metildopa #Verapamil #Cimetidina #Opiáceos #Estrogenioterapia #Ranitidina #Reserpina #Anticoncepcionais orais (4) Hiperprolactinemia induzida por Drogas
(^) Anestesia (^) Cirurgias torácicas de grande porte (^) Distúrbios da parede torácica (traumas, queimaduras, herpes zoster) (^) Coito (^) Estimulação da papila mamária (^) Gestação (^) Lactação (^) Estresse (^) Sono (^) Pós-parto (^) Síndrome da sela vazia
(^) Visa examinar a resposta endometrial e avaliar a patência do trato de saída. (^) Adm. de 1,25mg/dia de estrogênios conjugados ou 2mg de estradiol, VO,por 21 dias, associados a progesterona nos 5 últimos dias. Sangramento( teste positivo): Exclui causas uterovaginais Sem sangramento: Alterações no compartimento I (anomalias congênitas do tto genital) Exame físico criterioso Na falta de alterações ao exame físico e de dados relacionados a atrofia endometrial, exclui-se o teste do estrogênio e segue-se com a dosagem de FSH.
(^) Avaliar os compartimentos II, III e IV em pacientes em que se evidência sangramento após teste do estrogênio. (^) A def. de estrogênio e de progesterona pode ser atribuída a uma causa ovariana ou a um distúrbio do eixo hipotálamo-hipofisário. Níveis elevados de FSH Hipogonadismo Hipergonadotrófico Integridade do eixo Hipotálamo- hipofisário Com prod. Inadequada dos hormônios ovarianos Níveis reduzidos de FSH Hipogonadismo Hipogonadotrófico prod. Inadequada dos hormônios ovarianos por ausência de estímulo central. ¹deve-se dar um intervalo de no mínimo 2 semanas após teste com hormônio exógenos, pois estes alteram os níveis de Gonadotrofinas.
(^) Quando em Hipogonadismo Hipogonadotrófico, para determinar a origem da disfunção (se hipofisária ou hipotalâmica) (^) Coleta-se uma amostra de sangue para avaliar os níveis basais de LH e FSH, seguida de adm. de GnRH, e posterior avaliação dos níveis de LH e FSH. (^) O teste é positivo quando há aumento dos níveis de gonadotrofinas de pelo menos 200% em relação aos níveis basais. E sugere defeito hipotalâmico.
Teste da Progesterona Positivo (PRL e TSH normais) (^) Negativo Anovulação Teste do Estrogênio Positivo Eixo hipotalamo-hipofise-ovário Negativo Trato de saída – útero/vagina Dosagem de FSH