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Power Point, Notas de estudo de Biomedicina

Princípios para antibioticoprofilaxia cirúrgica

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 04/01/2010

antonio-jose-araujo-lima-de-8
antonio-jose-araujo-lima-de-8 🇧🇷

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Princípios para
Princípios para
antibioticoprofilaxia
antibioticoprofilaxia
cirúrgica
cirúrgica
Antonio Tadeu Fernandes
Antonio Tadeu Fernandes
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Princípios paraPrincípios para

antibioticoprofilaxia antibioticoprofilaxia

cirúrgica cirúrgica

Antonio Tadeu Fernandes Antonio Tadeu Fernandes

Cadeia epidemiológica dasCadeia epidemiológica das

infecções hospitalares infecções hospitalares

Patologia de base Procedimentos Microbiota Sangue Secreções Excretas Mãos da equipe (disseminadores) Medicamentos, artigos e insumos Fômites Ambiente

Microbiota humana normalMicrobiota humana normal  (^) Microbiota da conjuntiva ocularMicrobiota da conjuntiva ocular  (^) StaphylococcusStaphylococcus coagulase negativocoagulase negativo  (^) Staphylococcus aureusStaphylococcus aureus  (^) DifteróidesDifteróides  (^) EstreptococoEstreptococo  (^) AnaeróbiosAnaeróbios  (^) Microbiota do ouvido esternoMicrobiota do ouvido esterno  (^) StaphylococcusStaphylococcus coagulase negativocoagulase negativo  (^) Staphylococcus aureusStaphylococcus aureus  (^) DifteróidesDifteróides  (^) EstreptococoEstreptococo  (^) Pseudomonas aeruginosaPseudomonas aeruginosa  (^) Microbiota das fossas nasaisMicrobiota das fossas nasais  (^) Staphylococcus aureusStaphylococcus aureus  (^) StaphylococcusStaphylococcus coagulase negativocoagulase negativo  (^) DifteróidesDifteróides  (^) EstreptococoEstreptococo

Microbiota humana normalMicrobiota humana normal

Microbiota da cavidade oralMicrobiota da cavidade oral

Streptococcus mitisStreptococcus mitis

Outros EstreptococosOutros Estreptococos

Trichomonas tenaxTrichomonas tenax

Candida sp.Candida sp.

LactobacillusLactobacillus

Microbiota dos dentesMicrobiota dos dentes

Streptococcus mutansStreptococcus mutans

BacteroidesBacteroides

FusobacteriumFusobacterium

EstreptococosEstreptococos

ActinomycesActinomyces

Microbiota humana normalMicrobiota humana normal

Microbiota do intestino grossoMicrobiota do intestino grosso

Bacteroides spp.Bacteroides spp.

Fusobacterium spp.Fusobacterium spp.

EnterobactériasEnterobactérias

EnterococoEnterococo

EubacteriaEubacteria

BifidobacteriaBifidobacteria

LactobacillusLactobacillus

Staphylococcus aureusStaphylococcus aureus

Clostridium spp.Clostridium spp.

EstreptococosEstreptococos

PseudomonasPseudomonas

Salmonella spp.Salmonella spp.

Microbiota humana normalMicrobiota humana normal  (^) Microbiota da uretraMicrobiota da uretra  (^) StaphylococcusStaphylococcus coagulase negativocoagulase negativo  (^) DifteróidesDifteróides  (^) EstreptococoEstreptococo  (^) EnterococoEnterococo  (^) FungosFungos  (^) Microbiota vaginal fora do período fértilMicrobiota vaginal fora do período fértil  (^) Bacteroides spp.Bacteroides spp.  (^) EnterobactériasEnterobactérias  (^) StaphylococcusStaphylococcus coagulase negativocoagulase negativo  (^) Gardnerella vaginalisGardnerella vaginalis  (^) FungosFungos  (^) Microbiota vaginal noMicrobiota vaginal no período fértilperíodo fértil  (^) Bacteroides spp.Bacteroides spp.  (^) StaphylococcusStaphylococcus coagulase negativocoagulase negativo  (^) EnterococoEnterococo  (^) DifteróidesDifteróides  (^) Candida albicansCandida albicans  (^) AnaeróbiosAnaeróbios  (^) EnterobactériasEnterobactérias  (^) Clostriduim spp.Clostriduim spp.  (^) Gardnerella vaginalisGardnerella vaginalis  (^) Streptococcus agalactiaeStreptococcus agalactiae

MICROBIOTA PELEMICROBIOTA PELE FLORA PERMANENTE TRANSITÓRIA AGENTES S. EPIDERMIDIS PROPIONIBACTERIUM CORYNEBACTERIUM ENTEROBACTÉRIAS PSEUDOMONAS INTERAÇÃO COLONIZAÇÃO ADERÊNCIA CONTAMINAÇÃO ADSORÇÃO FONTE GLÂNDULAS SEBÁCEAS MATERIAL CONTAMINANTE TEMPO AUMENTO TRANSITÓRIO APÓS BANHO (2 HORAS) ELIMINADAS 30 - 60 MIN. PATOGENICIDADE PRÓTESES/CATÉTERES ENDOCARDITES INFECÇÃO CRUZADA INFECÇÃO HOSPITALAR ANTISSÉPTICOS CLOROHEXIDINA PVPI OBSERVAÇÕES S. AUREUS CLOSTRIDIUM UNHAS/PÊLOS DOBRAS/ANÉIS

DEFESA DA PELEDEFESA DA PELE

 BARREIRA MECÂNICABARREIRA MECÂNICA

 (^) EPITÉLIO ESTRATIFICADOEPITÉLIO ESTRATIFICADO CORNEIFICADOCORNEIFICADO  (^) BAIXA PERMEABILIDADE A ÁGUABAIXA PERMEABILIDADE A ÁGUA

 MEIO SELETIVO DE CULTURAMEIO SELETIVO DE CULTURA

 (^) DESIDRATAÇÃODESIDRATAÇÃO  (^) EVAPORAÇÃO DE SUOREVAPORAÇÃO DE SUOR  (^) Ph ÁCIDOPh ÁCIDO

 REMOÇÃO MECÂNICAREMOÇÃO MECÂNICA
 SUBSTÂNCIAS ANTIMICROBIANASSUBSTÂNCIAS ANTIMICROBIANAS

 (^) LISOZIMALISOZIMA  (^) ÁCIDOS GRAXOS VOLÁTEISÁCIDOS GRAXOS VOLÁTEIS  (^) BACTERIOCINASBACTERIOCINAS

 MICROBIOTA NORMALMICROBIOTA NORMAL

MICROBIOTAMICROBIOTA INTESTINO GROSSO INTESTINO GROSSO  RESERVATÓRIO MICROBIANORESERVATÓRIO MICROBIANO  (^) FEZESFEZES  (^) 50% DO PESO SECO50% DO PESO SECO  (^) 1.000.000.000.000 UFC/GRAMA1.000.000.000.000 UFC/GRAMA  (^) PREDOMÍNIO DE ANAERÓBIOSPREDOMÍNIO DE ANAERÓBIOS  (^) BACTEROIDES FRAGILLIS (CÁPSULA)BACTEROIDES FRAGILLIS (CÁPSULA)  (^) CLOSTRIDIUMCLOSTRIDIUM  (^) PERFRINGENS - GANGRENA GASOSAPERFRINGENS - GANGRENA GASOSA  (^) DIFFICILE - COLITE PSEUDO - MEMBRANOSADIFFICILE - COLITE PSEUDO - MEMBRANOSA  ENTEROBACTÉRIASENTEROBACTÉRIAS  (^) ENTEROCOCOENTEROCOCO  PSEUDOMONASPSEUDOMONAS  (^) ALIMENTOS CRÚSALIMENTOS CRÚS  (^) ANTIBIÓTICOSANTIBIÓTICOS  (^) HOSPITALIZAÇÃO PROLONGADAHOSPITALIZAÇÃO PROLONGADA

DEFESADEFESA TRATO DIGESTIVO TRATO DIGESTIVO  SALIVASALIVA  (^) MASTIGAÇÃOMASTIGAÇÃO  pH GÁSTRICOpH GÁSTRICO  INTEGRIDADE EPITELIALINTEGRIDADE EPITELIAL  (^) ANTINEOPLÁSICOSANTINEOPLÁSICOS  (^) GLICOCORTICÓIDESGLICOCORTICÓIDES  (^) JEJUM PROLONGADOJEJUM PROLONGADO  (^) CHOQUECHOQUE  (^) SECREÇÕES DIGESTIVASSECREÇÕES DIGESTIVAS  (^) LISOZIMALISOZIMA  (^) IMUNOGLOBULINASIMUNOGLOBULINAS  (^) PERISTALTISMOPERISTALTISMO  DESCAMAÇÃO EPITELIALDESCAMAÇÃO EPITELIAL  EVACUAÇÃOEVACUAÇÃO  (^) MICROBIOTAMICROBIOTA

A agressão cirúrgicaA agressão cirúrgica

Alterações locaisAlterações locais

Rompimento da barreira epitelialRompimento da barreira epitelial

Lesão da microvasculaturaLesão da microvasculatura hipóxiahipóxia acidoseacidose metabólica metabólica  (^) Diminui a migração e a atividade microbiocida dos fagócitosDiminui a migração e a atividade microbiocida dos fagócitos  (^) Corpos estranhos e tecidos com baixa oxigenação são maisCorpos estranhos e tecidos com baixa oxigenação são mais susceptíveis à infecção (suturas, drenos e enxertos) susceptíveis à infecção (suturas, drenos e enxertos)  (^) Sangramento excessivo aumenta o risco infeccioso (hipóxia)Sangramento excessivo aumenta o risco infeccioso (hipóxia)

Deposição de fibrinaDeposição de fibrina  (^) Seqüestra os microrganismosSeqüestra os microrganismos

Liberação de cininas e prostaglandinasLiberação de cininas e prostaglandinas  (^) Vasodilatação, deposição de complemento, multiplicação deVasodilatação, deposição de complemento, multiplicação de fibroblastos, angiogênese e liberação de enzimas proteolíticas fibroblastos, angiogênese e liberação de enzimas proteolíticas  (^) Início da reparaçãoInício da reparação

A agressão cirúrgicaA agressão cirúrgica

Alterações sistêmicasAlterações sistêmicas

Cirurgia promove a liberação de proteínas doCirurgia promove a liberação de proteínas do hospedeiro hospedeiro

 Possibilidade desencadear reação auto-imunePossibilidade desencadear reação auto-imune

Imunossupressão que pode durar até duas semanasImunossupressão que pode durar até duas semanas

 Mediada por interleucina 1 e fator de necrose tumoralMediada por interleucina 1 e fator de necrose tumoral
 Redução da quimiotaxia, fagocitose, degranulação e atividadeRedução da quimiotaxia, fagocitose, degranulação e atividade
microbiocida dos neutrófilos microbiocida dos neutrófilos

Cirurgias cardíacas com circulação extra-Cirurgias cardíacas com circulação extra- corpórea corpórea

Hipotermia reduz atividade dos neutrófilosHipotermia reduz atividade dos neutrófilos

Circulação extra-corpórea depleta com complemento eCirculação extra-corpórea depleta com complemento e imunoglobulinas imunoglobulinas

Indicações de antibióticosIndicações de antibióticos em cirurgias em cirurgias Antibióticos em cirurgias Inóculo mínimo Exposição durante cirurgia Grande inóculo Infecção presente Administração durante a exposição (cirurgia) Administração até erradicação da infecção Uso profilático Uso terapêutico

ANTIBIOTICOPROFILAXIAANTIBIOTICOPROFILAXIA Princípios Gerais Princípios Gerais  Devem ser usados somente em pacientes de altoDevem ser usados somente em pacientes de alto risco ou se suas conseqüências forem desastrosas. risco ou se suas conseqüências forem desastrosas.  Uso de agentes efetivos contra as espéciesUso de agentes efetivos contra as espécies bacterianas contaminantes mais freqüentes. bacterianas contaminantes mais freqüentes.  Iniciar antes ou imediatamente no período peri-Iniciar antes ou imediatamente no período peri- operatório. operatório.  Continuar a profilaxia somente por algumas dosesContinuar a profilaxia somente por algumas doses

  • Não mais que 48 horas. - Não mais que 48 horas.  O risco de infecção deve ser maior que o risco deO risco de infecção deve ser maior que o risco de efeitos colaterais. efeitos colaterais.  Utilizar antibióticos com menor toxicidade e custo.Utilizar antibióticos com menor toxicidade e custo.