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Antônio perdigão, filho de ferroviário e dona de casa, nasceu em queluz e se tornou um acumulador de retratos, jornais, programas de eventos e peças interessantes. Após viver no rio de janeiro, retornou a lafaiete e iniciou a organização de seu acervo, inaugurando o museu em 1976. O museu foi transferido para várias localizações, incluindo a atual sede na praça tiradentes. Antônio perdigão é descrito como um museólogo, historiador, memorialista, arquivista, escritor, contador, amante da cultura e da arte.
Tipologia: Exercícios
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Fotos datadas de 1970 Museu antigamente, na Rua Afonso Pena, em 1981. Fotos: Mauro Dutra de Faria
Quadro de Sérgio Trajano em homenagem a Antônio Perdigão (^) Foto: Mauro Dutra de Faria a atual sede do museu já funcionou como delagacia
Desde muito jovem tinha uma mania peculiar – que deixava a mãe, Dona Alzira, de cabelo em pé – era um “acumulador”, juntando retratos, jornais, programas de eventos e peças que achava interessantes, característica que permaneceria durante toda sua vida. Após viver no Rio de Janeiro até o final da década de 50, decide retornar a Lafaiete e inicia o trabalho de organização de seu acervo, até que em 2 de janeiro de 1976 inaugura seu Museu no bairro Rosário na Rua Barão de Coromandel, 334, sendo transferido depois para a Rua Afonso Pena , 89 em 13/05/1979 (em uma casa que foi demolida). Praça Tiradentes próxima ao Museu “Museólogo, historiador, memorialista, arquivista, escritor, contador, amante da cultura e da arte, Antônio Perdigão representou como poucos a obstinação, o sonho, o amor a história e a sua terra e a abnegação em sua missão.” Por: Bianca Oliveira Kátia Silva Lara Pereira Arquitetura e Urbanismo - 9º período