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pratica 1 hidraulica, Resumos de Hidráulica

procedimentos da primeira pratica com oswaldo

Tipologia: Resumos

2022

Compartilhado em 15/04/2023

camila-silva-pereira
camila-silva-pereira 🇧🇷

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ
Instituto de Recursos Naturais
Disciplina:
HID 006 Hidráulica
Data de realização atividade:
05/04/2023
Cursos:
Engenharia Amb e Civil
Professor:
Oswaldo H S Jr.
Data de entrega do relatório:
19/04/2023
Equipe:
Elaborado pelo Prof. Carlos Rocha e
pelo Prof. Oswaldo H. S. Jr.
PRÁTICA 01
Perda de Carga Distribuída e Medida de Vazão utilizando vertedor triangular
1 - INTRODUÇÃO
O escoamento interno em tubulações sofre forte influência das paredes,
dissipando energia devido ao atrito. As partículas em contato com a parede adquirem a
velocidade da parede, ou seja, velocidade nula, e passam a influir nas partículas
vizinhas através da viscosidade e da turbulência, dissipando energia. Essa dissipação
de energia provoca um abaixamento da pressão total do fluido ao longo do escoamento
que é denominado perda de carga.
A perda de carga pode ser distribuída ou localizada, dependendo do motivo que
a causa.
Perda de carga distribuída
A parede dos dutos retilíneos causa uma perda de pressão distribuída ao longo
do comprimento do tubo, fazendo com que a pressão total diminua gradativamente ao
longo do comprimento e por isso é denominada Perda de carga distribuída.
2 - OBJETIVOS
a) Medição de vazão e de perda de carga distribuída de escoamento em um duto
b) Cálculo da velocidade e do número de Reynolds para o escoamento
c) Comparação dos valores medidos com valores estimados utilizando a fórmula
universal de perda de carga.
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ

Instituto de Recursos Naturais Disciplina: (^) HID 006 Hidráulica Data de realização atividade: Cursos: 05 /^04 /^2023 Engenharia Amb e Civil Professor: Oswaldo H S Jr. Data de entrega do relatório: 19 / 04 / 2023 Equipe: Elaborado pelo Prof. Carlos Rocha e pelo Prof. Oswaldo H. S. Jr. PRÁTICA 0 1 Perda de Carga Distribuída e Medida de Vazão utilizando vertedor triangular 1 - INTRODUÇÃO O escoamento interno em tubulações sofre forte influência das paredes, dissipando energia devido ao atrito. As partículas em contato com a parede adquirem a velocidade da parede, ou seja, velocidade nula, e passam a influir nas partículas vizinhas através da viscosidade e da turbulência, dissipando energia. Essa dissipação de energia provoca um abaixamento da pressão total do fluido ao longo do escoamento que é denominado perda de carga. A perda de carga pode ser distribuída ou localizada, dependendo do motivo que a causa. Perda de carga distribuída A parede dos dutos retilíneos causa uma perda de pressão distribuída ao longo do comprimento do tubo, fazendo com que a pressão total diminua gradativamente ao longo do comprimento e por isso é denominada Perda de carga distribuída. 2 - OBJETIVOS a) Medição de vazão e de perda de carga distribuída de escoamento em um duto b) Cálculo da velocidade e do número de Reynolds para o escoamento c) Comparação dos valores medidos com valores estimados utilizando a fórmula universal de perda de carga.

3 - ESQUEMA DA BANCADA DE ENSAIO

A esquema da bancada para a realização de ensaios de perda de carga distribuída está apresentada na Figura 2. O circuito hidráulico se inicia no reservatório superior, que é mantido com nível constante, através de vertedor (ladrão) que descarta o excesso de água enviada pela bomba. Os ensaios de perda de carga serão realizados no trecho inclinado do duto, com comprimento de 1000 mm entre os dois pontos de tomada de pressão. Cada ensaio será realizado variando a vazão com a variação da posição de abertura da válvula borboleta no final do duto. As medidas das vazões serão realizadas no vertedor triangular, através da altura h, como mostrado na Figura 1. Figura 1 – Vertedor triangular Equação para estimativa da vazão a partir da altura h do vertedor triangular:

𝑄 = 1 , 4 ∙ ℎ^2 ,^5

A perda de carga distribuída pode ser calculada pela fórmula universal de perda de carga:

𝐿 ∙ 𝑣^2

Onde:  h – perda de carga f – fator de atrito L – Comprimento do duto v – Velocidade do fluido no escoamento g – Aceleração da gravidade = 9,785 [m/s^2 ]. O fator de atrito f pode ser levantado na Figura 3, diagrama de Moody ou calculado na equação utilizada para reproduzir o diagrama de Moody. Onde: f – fator de atrito Rey – Número de Reynolds D – Diâmetro do duto Ɛ – Rugosidade

Figura 3 – Diagrama de Moody