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Adultos – EJA, o interesse em compreender como professores fazem uso deste instrumento como forma de avaliar e adequar conhecimento de seus alunos.
Tipologia: Teses (TCC)
Compartilhado em 13/06/2020
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Ceilândia - DF 2020-03- ZENILDA FRANCISCA LOPES
Artigo Científico apresentado como pré- requisito para a obtenção do título de licenciado em Pós-graduação em alfabetização e letramento. Ceilândia - DF 2020-03-
utilizadas por professores do primeiro (1º) segmento da EJA, em uma escola pública da rede de ensino no Distrito Federal. Para esclarecer com mais detalhes, tem-se os seguintes objetivos específicos: Entender um pouco da trajetória da EJA para pessoas que não tiveram oportunidade de serem alfabetizadas no período da infância; descrever quais as formas de avaliação utilizadas com alunos da EJA; identificar se as metodologias utilizadas pelos professores são eficazes no ato de avaliar; conhecer a perspectiva dos alunos quanto a sua própria avaliação. A problemática que se pretende responder é: Os Professores conhecem as práticas avaliativas e estão preparados para adequá-las aos alunos do primeiro segmento da EJA? A motivação para escrever e pesquisar sobre o tema, surgiu pelo interesse em entender a dinâmica de professores do primeiro segmento da EJA, em relação às formas de aplicabilidade das avaliações com seus alunos. E se os mesmos avaliam somente quesitos cognitivos ou agregam outros valores ao avaliar o seu aluno. 1 METODOLOGIA A pesquisa em questão é de formato qualitativo, bibliográfico e como instrumento de coleta de dados aplicou-se uma entrevista semiestruturada para quatro (4) professores e um questionário com nove (9) perguntas de formato aberto e fechado para vinte e um (21) alunos das quatro séries do primeiro segmento da EJA, a escolha por esta abordagem se deu em função de que, em nosso entendimento, é a forma mais adequada. (juízo de valor) Segundo Minayo, a pesquisa qualitativa fundamenta o principal objetivo sobre o qual se deseja alcançar, com visão real do assunto que está sendo abordado. é o caminho do pensamento a ser seguido. Ocupa um lugar central na teoria e trata-se basicamente do conjunto de técnicas a ser adotada para construir uma realidade. A pesquisa qualitativa, no entanto, trata-se de uma atividade da ciência, que visa a construção da realidade, mas que se preocupa com as ciências sociais em um nível de realidade que não pode ser quantificado, trabalhando com o universo de crenças, valores, significados e outros construto profundos das relações que não podem ser reduzidos à operacionalização de variáveis (MINAYO, 2003. p. 16-18).
Para Vergara, a pesquisa bibliográfica pode ser desenvolvida como um estudo centrado, com utilização de recurso de fácil acesso, ao pesquisador “Pesquisa bibliográfica é o estudo sistematizado desenvolvida com base em material publicado em livros, revista, jornais, redes eletrônicas, isto é material de acesso ao público em geral” (VERGARA, p.43). 1.1SUJEITOS DA PESQUISA A pesquisa teve a participação de quatro (4) professores e vinte e um (21) alunos das quatro séries do primeiro segmento da EJA, em uma escola da rede pública de ensino em Ceilândia - DF. Dois dos professores participantes da pesquisa são graduados em pedagogia, as idades dos participantes estão, aproximadamente, entre 25 a 60 anos, e de trabalho docente na escola, aproximadamente, quinze (15) anos. Todos os participantes possuem experiências em outros espaços de educação. 1.2 LOCAL DA PESQUISA A pesquisa foi realizada em uma escola pública de Ceilândia - DF. A escola Projeto de Vida (nome fictício) é localizada na QNP 09, Área Especial. A referida escola atende em três turnos, sendo matutino e vespertino, ensino fundamental do (6º) sexto ao (9º) nono ano, no período noturno, ensino fundamental modalidade EJA primeiro (1º) e segundo (2º) segmentos. A escola tem três blocos, contendo cada um cinco salas de aula, sala de direção, de coordenação/supervisão, sala de professores, biblioteca, cantina e sala de recursos. 1.3 INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS O instrumento utilizado para coleta de dados foi um questionário aplicado para vinte e um (21) alunos e entrevista semiestruturada para quatro (4) professores. A elaboração de um questionário fundamenta-se em compreender os objetivos específicos da pesquisa, com clareza e objetividade, sem invadir a intimidade dos participantes. Marconi e Lakatos (2003, p. 201) definem questionário como sendo “um instrumento de coleta de dados, constituído por uma série ordenada de perguntas, que devem ser respondidas por escrito e sem a presença do entrevistador”.
Na época da colonização do Brasil, as escolas que existiam eram exclusivas da classe média e alta, de acordo com Ghiraldelli Jr. (2008, p. 24) “as classes baixas não tinham acesso à educação ou era recebida de forma indireta, assim não havia uma necessidade de alfabetização para jovens e adultos. Na época da ditadura militar surge um movimento chamado MOBRAL¹ para alfabetização de jovens e adultos, ler e escrever eram o centro desse movimento numa tentativa de extinguir o analfabetismo”. A partir da década de 90, o governo atuou de forma mais direta no programa de educação de jovens e adultos, através da participação de municípios entre outros órgãos para que a maior quantidade possível de analfabetos fosse incluída, aprendendo a ler e escrever, além de participar de outras séries escolares, criando oportunidades para a ampliação do campo de conhecimento dos alunos MOBRAL.De acordo com Belle (1993) era um projeto de educação baseado em interesses políticos da época, que abrangia a população carente, com intuito de explicar os atos da ditadura (BRASIL, 1970). A educação de jovens e adultos não acontece da mesma forma que a educação das crianças, estes precisam de uma motivação para continuar a aprendizagem sendo, portanto, uma tarefa mais laboriosa para os professores, o que não significa menos compensadora. Ensinar pessoas que não tiveram a oportunidade na infância é trabalhar com uma perspectiva de mudança, com sonhos e temperamentos formados, isso requer uma técnica de ensino diferenciada e uma postura apropriada, para conseguir que a mensagem chegue até seu ouvinte de forma que possibilite sua interpretação. São alunos inseridos em uma etapa da educação básica, assegurados pela Constituição Federal de 1988, no art. 208, inciso I – educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, assegurada inclusive sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 59, de 2009), (BRASIL, 1988) Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional – LDBN nº 9.304/1996, no art. 37 assegura: A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria.§ 1º Os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos
e exames.§ 2º O Poder Público viabilizará e estimulará o acesso e a permanência do trabalhador na escola, mediante ações integradas e complementares entre si § 3º A educação de jovens e adultos deverá articular-se, preferencialmente, com a educação profissional, regulamento. (Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008) (BRASIL, 1996). 3 AS FORMAS DE AVALIAÇÃO ADOTADAS PELOS PROFESSORES A aprendizagem precisa ser medida de forma simplificada e de fácil aplicação, as técnicas utilizadas por profissionais docentes variam de acordo com o resultado que se deseja obter. A avaliação é uma parte integrante do processo de formação do conhecimento, sendo passíveis de identificação das dificuldades e necessidades específicas de cada aluno. A seguir algumas das formas de avaliação adotadas pelos professores. 3.1 AVALIAÇÃODIAGNÓSTICA A avaliação diagnóstica é aquela que acontece normalmente no início do ano letivo, que antecede ao planejamento escolar, no qual o educador tem a oportunidade de averiguar o conhecimento prévio dos alunos. Nessa verificação não há intenção de constituir nota. Para Luckesi (2000, p. 09), “[...] para avaliar, o primeiro ato básico é o de diagnosticar, que implica, como seu primeiro passo, coletar dados relevantes, que configurem o estado de aprendizagem do educando ou dos educandos”. Dessa forma: A avaliação diagnóstica é aquela realizada no início de um curso, período letivo ou unidade de ensino, com a intenção de constatar seus alunos apresentam ou não o domínio dos pré-requisitos necessários, isto é, se possuem os conhecimentos e habilidades imprescindíveis para as novas aprendizagens. É também utilizada para caracterizar eventuais problemas de aprendizagem e identificar suas possíveis causas numa tentativa de saná-los. (HAYDT, 1988, p. 16-17) 3.2 AVALIAÇÃOFORMATIVA A função formativa ocorre durante o processo de ensino do aluno. Os objetivos desta avaliação são produzir dados para o melhor método no processo ensino-aprendizagem e confirmar se estes foram ou não alcançados, por outro lado,não há mensuração de nota. De acordo com Haydt (1988, p. 11), “[...] a avaliação pode ser útil para orientar tanto o aluno como o professor: fornecer
Aos professores foi perguntado se eles avaliam seus alunos respeitando suas fragilidades, responderam de forma positiva, por que cada aluno é ímpar e eles respeitam essas características. Cada aluno tem suas peculiaridades a serem atendidas, desta forma a avaliação se constrói na observação do dia a dia frente ao desenvolvimento do aluno. Questionados como são as formas e instrumentos utilizados na avaliação pelos docentes, segundo os professores em cinquenta por cento (50%)das avaliações, é observado o desenvolvimento cognitivo em forma de prova e os outros cinquentas por cento (50%) são distribuídos nas observações de trabalhos desenvolvidos pelos alunos como: trabalhos individuais e em grupos. A sala de aula é o lugar onde, em termos de avaliação, deveria predominar o diagnóstico como recurso de acompanhamento e reorientação da aprendizagem, em vez de predominarem os exames como recursos classificatórios (LUCKESI, 2003, p. 47). Durante a entrevista foi perguntado aos professores quais as dificuldades recorrentes dos docentes ao serem avaliados, os mesmos relataram que a autoestima dos alunos é muito baixa, tornando assim o seu desenvolvimento escolar fraco, tudo é mais importante como uma festa, a igreja, um passeio, uma viagem, uma roda de conversa com os amigos, bem como alunos que seguem à religião Adventista do Sétimo Dia, que não podem assistir às aulas de sexta-feira, o que acaba dificultando o aprendizado contínuo. Foi perguntado se a avaliação é utilizada só para mensurar nota ou considerar o desenvolvimento cognitivo destes alunos, foi respondido que o objetivo da avaliação é observar as necessidades de ajuste na metodologia aplicada, pois a nota é menos importante. Os alunos são avaliados considerando o seu conhecimento de mundo e fazendo a interdisciplinaridade com os temas trabalhados. Segundo Luckesi (1998, p. 58), “a avaliação não seria somente instrumento de aprovação ou reprovação dos alunos, mas sim um instrumento de diagnóstico de sua situação, tendo em vista a definição de encaminhamentos adequados para sua aprendizagem”. A resposta dos professores e a colocação de Luckesi se encontram ao responderem que a nota é o menos importante, que respeitam a leitura de mundo dos alunos e que o maior objetivo da avaliação segundo os professores é ajustar a metodologia utilizada por eles.
Diante da experiência dos professores no contexto da EJA, os mesmos foram questionados a respeito da amizade entre aluno e professor e se essa viria a favorecer o aprendizado do aluno, e foi constatado que, na concepção dos professores entrevistados, uma relação harmoniosa entre eles facilita o aprendizado, pois os alunos precisam sentir que são respeitados e todo professor, querendo ou não, acaba sendo um pouco psicólogo. Ao questionar, quais as formas de avaliação mais utilizadas, a resposta foi à junção da qualitativa e quantitativa, feita como um todo, valorizando todo desenvolvimento do aluno. Os professores do primeiro, terceiro e quarto ano explicaram que, tentam adequar as suas exigências à capacidade de um discente e fazem o ajuste dos conteúdos e avaliações. Primeiramente, é feito teste diagnóstico visando identificar as fragilidades do aluno e traçar estratégias de modo a facilitar o aprendizado de forma continua ao longo do processo. O objetivo principal da avaliação do aluno da EJA leva em conta todas as dificuldades que esse aluno apresenta, não é apenas quantitativa, mas sim qualitativa, observando o quanto ele está evoluindo ao longo do processo, e o que ele consegue aprender, apesar de suas limitações. Segundo Luckesi: [...] A avaliação deverá ser assumida como um instrumento de compreensão do estágio de aprendizagem em que se encontra o aluno, tendo em vista tomar decisões suficientes e satisfatórias para que possa avançar no seu processo de aprendizagem. Se for importante aprender aquilo que se ensina na escola, a função da avaliação será possibilitar ao educador condições de compreensão do estágio em que o aluno se encontra, tendo em vista poder trabalhar com ele para que saia do estágio defasado em que se encontra e possa avançar em termos dos conhecimentos necessários [...]. (LUCKESI, 2002, p. 81) O entendimento alcançado diante das respostas dos professores foi de grande relevância diante da expectativa de pesquisar sobre o tema. Responderam que, avaliam seus alunos, principalmente, com observações e que através das mesmas, passam a reorganizar um atendimento diferenciado dependendo das dificuldades detectadas. Segundo os professores, tentam equilibrar as avaliações nos aspectos cognitivos (aplicação de provas em 50%), e redistribuindo o percentual restante em diferentes formas avaliativas como, trabalhos em grupos e individuais. Mensurar a nota é o menos importante para os professores, o entendimento dos mesmos sobre
rever o conteúdo e aplicar uma nova avaliação. E para Luckesi, a avaliação existe para garantir a qualidade da aprendizagem do aluno. Foi perguntado aos alunos como eles gostariam de ser avaliados, dentre os entrevistados, quinze alunos estão satisfeitos com as formas de avaliação aplicadas pelo professor, um aluno respondeu que prova oral seria interessante, dois alunos trabalho individual e três alunos trabalho em grupo. Questionados se eles entendem que, somente a avaliação aplicada pelo professor mensura o seu conhecimento, sete alunos disseram que não, quatorze alunos que sim. A respeito da finalização do conteúdo, ao questionar os alunos se o professor aplica um exercício avaliativo para observar se o entendimento foi claro, cinco alunos disseram que sim, um aluno disse que não, três alunos disseram às vezes, doze alunos responderam que, muitas vezes a professora pergunta quem tem dúvida e caso a maioria sinalize que sim, ela explica novamente. Questionados sobre a atribuição do seu não aprendizado, três alunos disseram que é a forma do professor ministrar a aula, dois alunos disseram que a forma de avaliar o aluno, oito alunos falaram que se deve ao desinteresse do aluno e oito alunos responderam que a atribuição é do aluno por ser faltoso. Ainda foi perguntado aos alunos quais as dificuldades enfrentadas por eles ao realizar uma avaliação, cinco alunos responderam que o medo de não acertar todas as respostas, seis alunos responderam que é pelo medo de não ter entendido bem o conteúdo, dez alunos responderam que as dificuldades são, no sentido de ao longo do tempo, não ter frequentado a escola regularmente. Questionados sobre quais outras formas de avaliação, os alunos gostariam que fossem aplicadas pelo professor, três alunos não responderam, quatorze alunos disseram estar satisfeitos com as formas de avaliação já existentes, três alunos preferem trabalhos em grupos e um aluno respondeu que a pesquisa seria outra forma de avaliar, o que poderia significar uma pesquisa de abordagem direta com os alunos, sobre o que o aluno está achando das aulas por meio de questionário ou entrevista com perguntas abertas, fechadas ou mistas. Na percepção deste aluno essa maneira de avaliação poderia facilitar o entendimento do professor sobre as dúvidas e dificuldades individuais dos seus alunos, revelando perfis de aprendizado, o que poderia facilitar a escolha dos métodos de ensino.
Segundo Amorim e Sousa, quando discorre sobre a avaliação a mesma não tem sentido se não estiver nivelada conforme a aprendizagem do discente. Amorim e Souza (1994) a “avaliação não é algo que se dê de modo dissociado do objeto ao qual se dirige e não se concretiza independentemente dos valores dos sujeitos em interação. Assim, os princípios norteadores de uma proposta avaliativa e de seu próprio processo de construção representam uma explicitação do posicionamento de sujeitos frente a um determinado segmento da realidade, Estudos em Avaliação Educacional, n.27, jan-jun/2003 111 sujeitos esses que ocupam diferentes lugares sociais, o que leva ao afloramento de divergentes e conflitantes ênfases na avaliação. ” (p.125), A análise que se faz diante do posicionamento dos alunos frente ao questionário aplicado, é que, segundo eles, os professores adequam as avaliações às suas dificuldades, que estão satisfeitos com as formas de avaliação utilizadas pelos professores. Alguns alunos relataram que preferem trabalhos em grupos, apontaram algumas atribuições para a não aprendizagem, como: a forma de repassar o conteúdo pelo professor, o aluno quando é faltoso e o desinteresse. Observamos em uma das perguntas realizadas aos alunos, sobre o professor revisar ou não um determinado conteúdo que não obtiveram êxito, a resposta foi interessante, se reportaram aos professores de forma respeitosa e coerente dizendo que, os professores retomam o conteúdo, sempre que necessário reexplicam e realizam nova avaliação. 6 ANÁLISE E DISCUSSÃO DE DADOS Analisar e discutir os dados obtidos na pesquisa é falar primeiro de como esta análise teve origem, após a formulação dos temas a serem pesquisados, cito concepção de avaliação sob o olhar de professores e as dificuldades de alunos frente às avaliações, pesquisa esta, que foi realizada no primeiro segmento da EJA. Em se tratando dos professores, a pesquisa nos revelou que, os professores respeitam as dificuldades e fragilidades, de seus alunos, por entenderem que a observação se dá no dia a dia, que aplicam provas e trabalhos diversificados divididos em observações do seu desenvolvimento de ensino e aprendizagem. Segundo os professores, tentam equilibrar as avaliações nos aspectos cognitivos (aplicação de provas em 50%), e redistribuindo o percentual restante em
O objetivo do presente trabalho foi descrever quais as formas de avaliação utilizadas por professores do primeiro (1º) segmento da EJA, em uma escola pública da rede de ensino no Distrito Federal. Explicitando os diferentes entendimentos sobre a temática na visão de diferentes autores, assim como, compreenderem o que os professores e alunos pensam a respeito da avaliação da aprendizagem. Percebemos, ao longo da pesquisa, o quanto é importante discutir sobre a avaliação e o quanto é significativo sua aplicabilidade no sistema de ensino. Sem uma avaliação de qualidade, centrada nos seus reais objetivos, não tem como saber o quanto o aluno progrediu ou regrediu em determinados conteúdos e quais conhecimentos que levará para a série seguinte. A partir desta pesquisa, percebemos que professores da educação de jovens e adultos EJA não usam a avaliação para punir seus alunos, os mesmos procuram através da avaliação aplicada analisar o que precisa ser revisto em sua metodologia trabalhada e buscar outras formas de avaliar seus alunos. Escrever e pesquisar sobre esta etapa de ensino, somou conhecimentos na área, contatatou-se que, por atender a alunos com todas as diversidades possíveis, a gestão e professores precisam buscar conhecimentos adequados para atuar nesta fase de ensino, verificando, principalmente, o tipo de ensino diferenciado para a faixa etária. É importante ressaltar que o bom preparo dos profissionais para atuar nesta área de ensino, apesar de um trabalho mais criterioso, pode ser tão gratificante quanto lecionar para crianças.
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Entrevista semiestruturada Práticas Avaliativas: Sob o Olhar de Professores e Alunos do 1º Segmento da Educação de Jovens e Adultos – EJA **CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO SOB O OLHAR DE QUATRO PROFESSORES DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS – EJA
Questionário Aplicado aos Alunos Práticas Avaliativas: Sob o Olhar de Professores e Alunos do 1º Segmento da Educação de Jovens e Adultos – EJA AS DIFICULDADES DE ALUNOS DA EJA FRENTE ÀS AVALIAÇÕES IDENTIFICAÇÃO: Alunos/Séries: 1ª (x) 2º ( x )3ª ( x ) 4º ( x ) Idade: ( )15 a 25 ( ) 26 à 36 ( ) 37 à 47 ( ) 48 à 58 ( ) 59 à 69 Outros: Nascido em: _____________ Há quanto tempo mora no DF. Profissão. _______________ ( )Solteiro ( ) casado ( ) viúva (a) ( ) divorciado ( )Outros:
1.Pergunta.Quais as formas de avaliação aplicadas pelo professor
**2. Pergunta. O professor prepara vocês diante do conteúdo ministrado, para que sintam segurança para realizar as avaliações?