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Tipologia: Notas de estudo
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Em quaisquer situações e atividades, pessoas estão expostas a riscos e, portanto, sujeitas a ferimentos e traumatismos causados por acidentes. Acidentes podem ocorrer em qualquer lugar, mas alguns ambientes parecem ser especialmente propícios. Especialista no assunto garantem que a melhor forma de enfrentar este problema é pela prática da prevenção. Deve-se prevenir, afastando todas as condições de risco e assim evitar que acidentes aconteçam.
NO ATENDIMENTO AS EMERGÊNCIAS CONTAMOS COM:
1 - INTERVENÇÃO DE LEIGOS 2 - RECONHECIMENTO DE UMA EMERGÊNCIA; 3 - COMO DECIDIR AJUDAR 4 - A SINALIZAÇÃO DO LOCAL 5 - CHAMAR O RESGATE
Perigos iminentes que ameacem a segurança Mecanismo de lesão ou mal súbito Número de vítimas.
10 - QUANDO CHAMAR O RESGATE: Em risco de morte; Se condição da vítima requerer equipamento médico; O transito oferecer dificuldade de acesso ao hospital;
11 - DECISÃO DE TRANSPORTE EM AMBULÂNCIA: Desmaio sucessivo; Dor ou pressão (torácica ou abdominal); Tontura repentina, fraqueza ou alteração na visão; Dificuldade respiratória;
Vômito intenso e persistente; Dor repentina e forte; Tentativa de suicídio ou de matar; Sangramentos: 10 – 15 minutos sem estancar; FERIMENTOS: bordas que não retornam; LESÕES: alterações nos movimentos ou sensibilidade, órgãos funcionais: mãos, pés, face e genitália; Ferimentos Penetrantes; Empalamentos e Mordida; Alucinação - Perda de Raciocínio; Pescoço Endurecido (febre e dor de cabeça); Deformidade - inchaço - depressão nas fontanelas em bebê; Alteração Comportamental - febre alta que não abaixa; Pupilas desiguais, inconsciência, cegueira, vômito,após lesão na cabeça; Lesão na coluna vertebral; Queimaduras Graves;
Será melhor saber SOCORRER e não necessitar, do que precisar e NÃO saber.
1 - Significado de “PRIMEIROS SOCORROS” São os primeiros procedimentos de emergência que visam manter as funções vitais e evitar o agravamento de uma pessoa às vítimas de acidente, ferida, inconsciente ou em perigo de vida, até que ela receba assistência qualificada.
2 - AMPARO LEGAL: Dê acordo com os Arts. 176 e 177 do CTB Art. 176: Deixar o condutor envolvido em acidente com vitima: Ø De prestar ou providenciar socorro a vitima, quando podendo fazê-lo Art. 177: Deixar o condutor de prestar socorro a vitima de acidente de trânsito quando solicitado pela autoridade e seus agentes.
ORIENTAÇÕES GERAIS EM CASO DE ACIDENTES
Localizar e proteger as vítimas
Verifique quais são e onde estão as vítimas. Elas podem ter sido arremessadas para fora do veículo, estar presas em ferragens, caídas na pista de rolamento, e outros locais.
Às vezes, a vítima pode ser encontrada em locais de perigo - perto de cabos eletrificados, de derramamento ou vazamento de combustíveis, entre outros. É preciso afastá-la de um novo acidente.
Ø POLICIA CIVIL (número nacional 147) Ø PERICIA DO DETRAN (número nacional 194) Ø POLIÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL (número nacional 1527) Há também o serviço de Emergência da prefeitura (SAMU), acionado pelo numero 192 e o atendimento de emergência da PRE (POLÍCIA RODOVIÁRIA ESTADUAL), quando tratar-se de acidentes nas rodovias Estaduais, acionando pelo número 3282-4047.
1 - AO CHAMAR ESTES SERVIÇOS : O atendente fará algumas perguntas: Ø Diga seu nome e o número do telefone Ø Local onde está a vítima (referencias) Ø Diga o que foi que aconteceu - a natureza da emergência; Ø Número de vítimas - condição da vítima e providências tomadas.
Doenças Transmissíveis Pelo Sangue Ø As mais graves: Hepatite B, Hepatite C e AIDS. 2.1 - Precauções Universais: Ø Prevenir com uso de EPI (luva e máscara)
OBSERVAÇÃO: Contato com substâncias corporais
Ø Lavar a área atingida e Relatar o incidente Ø Se ocorreu em ambiente de trabalho, chame seu médico ou um infectologista.
ATENDENDO AS VÍTIMAS NAS EMERGÊNCIAS
Enquanto o socorro especializado não chegar, devemos tomar algumas precauções básicas. Existem critérios internacionalmente aceitos, no que se refere a abordagem (atendimento) da vítima. As etapas principais são as seguintes:
1 - AVALIAÇÃO PRIMÁRIA: Vamos conhecer as técnicas de avaliação primária, onde aprendemos a examinar rapidamente a vítima obedecendo a uma seqüência padronizada, corrigindo imediatamente todos os problemas encontrados.
Manutenção dos sinais vitais (Pulsação, Respiração e Temperatura).
Procedimentos básicos: Identificar ausência de movimentos torácicos e da respiração; Deve-se seguir, rigorosamente os seguintes passos: A- Vias aéreas, com controle de coluna cervical (colar cervical) B- Respiração C- Circulação D- Alterações neurológicas
A - Desobstrução das vias aéreas: Se a vítima estiver impossibilitada de respirar, poderá morrer ou ter danos irreversíveis no cérebro. Se notar abstrução de passagem de ar, aja imediatamente:
Abra a boca da vítima e, com os dedos, remova dentaduras (próteses), restos de alimentos, sangue, líquidos e outros objetos que possam estar impedindo a perfeita respiração;
Posicione corretamente a cabeça, com o queixo levemente erguido, facilita a respiração;
Porém deve-se tomar muito cuidado com a possibilidade de fratura de coluna cervical (pescoço quebrado).
Se a vítima estiver inconsciente, devemos colocá-la de lado, para evitar asfixia e afogamento.
B - Verificar a respiração: aproxime-se para escutar a boca e o nariz do acidentado, verificando também os movimentos característicos de tórax e abdômen. Se a vítima não estiver respirando devemos proceder imediatamente os procedimentos Parada Cárdio-Respiratória.
Para verificar o nível de consciência: Ø Verifique se a vítima se comunica; Ø Se ela não estiver se comunicando, veja se reage ao toque ou à dor; Ø Se a vítima estiver inconsciente mas respirando, não devemos deixá-la de costas, para evitar asfixia e afogamento.
Se a vítima estiver consciente, converse com ela, pergunte se sente dores no pescoço ou na coluna, e se está sentindo as pernas e braços, para ver se há suspeita de fraturas na coluna.
Estes quatro passos obrigatórios devem ser repetidos durante o atendimento de emergência, visando manter os sinais vitais da vítima.
Se durante a avaliação primária , a vítima apresentar ausência de movimentos respiratórios ou de batimentos cardíacos, devemos proceder a recuperação destes sinais vitais imediatamente.
Estas são as maiores emergências com as quais podemos nos deparar. Devemos verificar a parada cardíaca em conjunto com a parada respiratória, porque as mesmas causas que levam a uma delas, também levam à outra, e se a vítima apresenta apenas uma delas, se não for atendida rapidamente, passará a apresentar a segunda, exigindo procedimento conjunto para manter os dois principais sinais vitais: Respiração e Batimentos Cardíacos.
IDENTIFICAÇÃO DA PARADA RESPIRATÓRIA
Como já foi descrito na análise primária, o socorrista deve: Ø Verificar se a vítima está inconsciente. Encontrando-se sozinho, deve solicitar ajuda ao confirmar que a vítima está inconsciente;
Ø Posicionar-se de modo adequado e abrir as vias aéreas, optando por um dos métodos vistos, de acordo com a necessidade; Ø Olhar os movimentos do tórax; Ø Ouvir os sons da respiração; Ø Sentir o ar exalado pela boca e pelo nariz; Ø Observar se a pele do rosto está pálida ou azulada; Ø Utilizar de três a cinco segundos para se certificar que respira.
SINTOMAS DE PARADA RESPIRATÓRIA
Ø Ausência de movimentos característicos de respiração; Ø Inconsciência; Ø Lábios, língua e unhas azuladas.
Ø Inconsciência; Ø Palidez excessiva; Ø Ausência de pulsação e batimentos cardíacos; Ø Pupilas dilatadas; Ø Pele e lábios roxos.
A paralisação da respiração ou dos batimentos cardíacos, leva à morte em poucos minutos, ou a danos irreversíveis, por falta de oxigenação.
A primeira precaução que devemos tomar, é verificar as possíveis causas da parada cárdio-respiratória, que podem ser:
Ø Choque elétrico; Ø Gases venenosos; Ø Afogamento, asfixia ou sufocamento; Ø Traumatismos violentos; Ø Reação a medicamentos; Ø Intoxicação; Ø Infartos.
A utilização de máscara na respiração artificial é recente e visa, principalmente, preservar o socorrista profissional de contaminação com doenças infecto-contagiosas que a vítima pode ser portadora. Na respiração artificial boca-máscara, os procedimentos são os mesmos , a única diferença, é que a boca de quem está socorrendo, não toca diretamente sobre a boca da vítima, e sim em uma máscara especial, que cobre a boca e o nariz da vítima.
RESPIRAÇÃO BOCA-A-BOCA
Essa técnica é, atualmente, o mais eficiente método de prover respiração artificial e pode ser realizada por qualquer pessoa, sem qualquer equipamento especial.
Para prover a respiração artificial o socorrista deve:
Deitar a vítima de costas;
Retire da boca da vítima: Dentaduras, pontes, restos de alimentos, etc. (corpo estranho) desobstruindo a passagem de ar;
Levante a nuca da vítima e incline a cabeça para trás;
Tampe as narinas com polegar e o indicador e abra a boca da vitima completamente;
Respire fundo coloque sua boca sobre a da vítima sem deixar nenhuma abertura até encher de ar os pulmões da vítima;
Afaste sua boca da boca da vítima e observe a exalação do ar, repita a operação de 12 a 18 vezes por minuto, uniformemente e sem interrupção;
Ventilar uma vez a cada 5 segundos, se a vítima for adulta;
Ventilar uma vez a cada 4 segundos, se a vítima for criança com idade entre 1 a 8 anos;
Ventilar uma vez a cada 3 segundos, se a vítima for bebê, com idade variando entre 0 a 1 ano.Boca-nariz;
Se a vítima for removida para hospital e pronto socorro, continue procedimento durante o percurso;
Se a vítima não iniciar a ventilação espontânea, checar o pulso carotídeo para ver se não será necessário iniciar a RCP (Respiração Cárdio-Pulmonar).
Ao iniciar a manobra de respiração artificial, o socorrista pode se deparar com uma resistência ao tentar ventilar. Isso significa que, por qualquer problema, o ar insuflado não está conseguindo chegar aos pulmões da vítima. Não adianta prosseguir na análise primária, sem
Causas de obstrução respiratória
Há muitos fatores que podem causar obstrução das vias aéreas, total ou parcial. Em nível de suporte básico da vida pode-se atuar e corrigir as mais comuns, que são:
Sinais de obstrução respiratória parcial Uma vítima está tendo obstrução parcial das vias aéreas quando:
Nestes casos, a vítima estará consciente e o socorrista apenas irá encorajá-la a tossir, aguardando que o corpo estranho que vem causando a obstrução seja expelido.
Obstrução causada pela língua
Em situações em que a vítima se encontre inconsciente, com a cabeça flexionada para frente ou com algum objeto, como travesseiro por exemplo, sob a nuca, é possível que esteja sendo sufocada pela sua própria língua, que, caindo para trás, vai obstruir a passagem do ar pela garganta. Em casos como esse, a simples retirada do objeto sob a nuca e a manobra já descrita de abrir as vias aéreas são suficientes para restabelecer o fluxo normal da respiração.
Nos casos de parada respiratória e cardíaca simultânea, deve-se intercalar a respiração artificial com a massagem cardíaca, método conhecido como Reanimação Cardio-Pulmonar ou RCP, do seguinte modo:
RCP - UM ou DOIS SOCORRISTA
Quando o atendente estiver sozinho:
Em algumas situações a pessoa que está prestando socorro deverá repetir estes procedimentos por um tempo bastante longo. Existem casos relatados de pessoas que insistiram durante horas, chegando a bons resultados.
Por ser uma tarefa cansativa, que requer muita energia e resistência, o atendente de emergência deverá estabelecer um ritmo que permita economizar suas próprias energias sem afobação, cuidando para manter sua própria
Quando houver dois atendentes:
Estes procedimentos devem ser mantidos, até que a vítima reaja, mesmo enquanto está sendo transportada para um pronto- socorro ou hospital, não interrompendo durante o trajeto.
Adulto - 2 ventilações por 15 massagens de 80 a 100 vezes por minuto. Criança - 1 ventilação por 5 massagens, 100 vezes por minuto. Bebê - 1 ventilação por 5 massagens, 100 a 120 vezes por minuto
O estado de choque, é uma reação muito comum nas vitimas de grande parte dos acidentes. Fatores que podem levar a vítima a um estado de choque: Hemorragias internas e externas; Emoções fortes; Acidentes por choques elétricos; Queimaduras graves; Envenenamento por produtos químicos; Ataques cardíacos; Fraturas; Exposição a temperatura muito altas e/ou baixas; Ferimentos graves; Infecções; Reações alérgicas.
Depois do acidente a causa mais comum do estado de choque é a perda de sangue, Interna ou externa, também conhecida como estado de choque hipovolêmico.
A vítima em estado de choque pode apresentar alguns dos seguintes sintomas:
Palidez; Pele fria e úmida; Pulso rápido e fraco; Respiração curta e rápida; Náuseas e vomito; Sensação de sede; Extremidades arroxeadas; Sensação de frios com temores; Visão nublada; Inconsciência.
Procedimentos do estado de choque:
Faça uma breve inspeção na vitima, para ter uma noção global da situação; Tente eliminar ou controlar a causa do choque, por exemplo: controlar uma hemorragia, fraturas ou queimaduras, etc. Veja novamente os sinais vitais: mantenha as vias respiratórias desobstruídas, verifique a respiração e os batimentos cardíacos e o nível de consciência;
Arterial : sangramento em jato. Geralmente coloração vermelho-vivo - sangramento grave que pode levar a morte em poucos minutos. Venosa: sangramento contínuo, geralmente de coloração escura - raramente fatal. Capilar: sangramento contínuo discreto - pequena importância.
2 - Profundidade - tipo de hemorragias Externa : sangramento de estruturas superficiais com exteriorização do sangramento. Podem geralmente ser controladas utilizando técnicas básicas de primeiros socorros. Interna: sangramento de estruturas profundas pode ser oculto ou se exteriorizar. As medidas pré-hospitalares básicas de hemostasia geralmente não funcionam.
3 - Velocidade Quanto mais rápida a hemorragia menos o organismo tolera a perda de sangue e mais rápido deve ser o socorro à vítima para o hospital.
CONSEQÜÊNCIAS DA HEMORRAGIA
Hemorragias não tratadas podem provocar o desenvolvimento do Choque. QUADRO CLÍNICO - varia com o volume da perda de sangue
A hemorragia pode ser estimada grosseiramente através do sangue perdido no local. Pacientes com sinais de choque e lesões externas pouco importantes devem apresentar hemorragia interna oculta. Algumas fraturas como as de bacia e fêmur podem produzir hemorra- gias internas graves e choque. Os locais mais freqüentes de hemorragia interna são o tórax e abdome. Observe presença de lesões perfurantes, equimoses ou contusões na pele do tórax e abdome.
Eleve se possível o local do sangramento acima do nível do coração com a vítima deitada.
Na persistência da hemorragia, inicie a compressão direta da artéria que irriga a região. Os principais pontos arteriais são os braquiais, femorais e temporais superficiais.
Não utilize torniquete.
Em caso de choque - posicione o paciente com as extremidades inferiores elevada.
Imobilize as fraturas exceto naqueles que apresentem sinais de choque.
Em caso de choque transporte o paciente imediatamente para o hospital.
É o estado que resulta da incapacidade em prover sangue suficiente para os órgãos. Pressão Arterial sistólica A causa mais comum de choque é a hemorragia. A perda
Escoriações - Lesões corto-contusas - Lacerações Escoriações: Lesões superficiais da pele ou mucosas, que apresentam sangramento leve e costumam ser extremamente dolorosas. Não representam risco ao paciente quando isoladas. O socorrista deve controlar o sangramento por compressão direta e aplicação de curativo e bandagens. Imobilize extremidades com ferimentos profundos. Em pacientes com PA (pressão arterial) normal efetue a limpeza das lesões de forma rápi- da. No trauma grave este procedimento é omitido para reduzir o tempo de chegada ao hospital.
Perfuração da pele e tecidos por um objeto O orifício de entrada pode não corresponder à profundidade da lesão. Tratar as condições que causem risco iminente de vida - ABC e Hemorragias. ESMAGAMENTO Acidentes automobilísticos, desabamentos e acidentes industriais Pode resultar em ferimentos abertos ou fechados. O dano tecidual é extenso (músculos, tendões, ossos). Os esmagamentos de tórax e abdome causam graves distúrbios circulatórios e respiratórios, sendo muitas vezes incompatíveis com a vida. No caso de extremidade presa a maquinaria industrial, desligar a energia da máquina, e em seguida fazer a lenta reversão manual das engrenagens e retirada do membro. Caso não seja possível liberar a extremidade a máquina deverá ser desmontada e transportada juntamente com a vítima ao hospital.
Vários fragmentos e várias lesões. Avaliar profundidade de penetração e queimaduras.
RESUMO - tratamento das feridas: Expor a ferida (retirar roupas). Controlar a hemorragia. Limpar a superfície da ferida (se houver tempo). Curativo com gaze ou pano limpo. Imobilizar o segmento ferido. Estabilizar objetos empalados. Segmentos amputados devem ter cuidados a parte. Utilize sempre luvas
CURATIVO cobre uma ferida protegendo-a de contaminação e auxilia no controle de sangramen- to. O curativo deve ser feito de preferência com material estéril ou limpo. BANDAGEM fixa um curativo sobre a ferida. Deve ser justa para reduzir sangramentos, mas deve permitir a circulação sangüínea.
Bandagem tipo Atadura: Técnicas de aplicação: Cubra a ferida com o curativo e aplique a atadura. Desenrole pouco a pouco, mantendo pressão uniforme e sobrepondo 50% a cada volta. Evite excesso de compressão que possa causar interrupção da circulação.
Fraturas: interrupção na continuidade do osso
Abertas - ferida na pele sobre a lesão que pode ser produzida pelo osso ou por objeto penetrante. Fechadas - a pele sobre a fratura está intacta.
As fraturas são encontradas em traumas. As fechadas são de pouca gravidade, mas em alguns casos causam choque hemorrágico, danos vasculares e neurológicos. Dor local e deformidade anatômica. Edema, e hematoma. Incapacidade funcional e mobilidade anormal. Luxações : lesões em que a extremidade de um dos ossos que compõe uma articulação é deslo- cada de seu lugar A lesão dos tecidos pode ser muito grave, afetando vasos sangüíneos, nervos e a cápsula articular. Ocorre com maior freqüência em dedos e ombro. Entorses: São lesões nos ligamentos Podem ser de grau mínimo ou complexo com ruptura completa do ligamento. Ocorre com maior freqüência nos tornozelos, joelhos e punhos. Distensões: Lesões aos músculos ou seus tendões Geralmente são causadas por hiperextensão ou por contrações violentas. Pode ocorrer ruptura do tendão. O que fazer: