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PRINCIPAIS TÓPICOS E FUNÇÕES - SCRIPTS, Resumos de Linguagem de Programação

PRINCIPAIS COMANDOS E PONTOS A LEMBRAR NOS ESTUDOS DE SCRIPTS

Tipologia: Resumos

2025

Compartilhado em 29/06/2026

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thayane-cavalcanti-1 🇵🇹

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1.  Scripts (Bash) – Foco na Aplicação Prática (8 Questões)
O Bash (Bourne-Again Shell) é a linguagem utilizada para criar scripts que automatizam
tarefas no Linux. O foco do teste será em como usar as ferramentas nativas do sistema
dentro da lógica de um script.
Comando / Conceito Explicação Detalhada e Uso
Shebang (#!/bin/bash) Função: Linha obrigatória no início do script que
indica ao sistema operativo qual o interpretador
(programa) deve ser usado para executar as instru-
ções no ficheiro. Uso: Deve ser sempre a primeira
linha de qualquer script Bash.
chmod +x Função: Altera as permissões do ficheiro para que
o sistema consiga correr o ficheiro como um
programa (execução). Uso: Necessário apenas
uma vez, antes da primeira execução: chmod +x
nome_do_script.sh.
Variáveis Função: Armazenar dados (textos, números) para
uso posterior. Sintaxe: NOME=valor. Regra Cruci-
al: Não pode haver espaços antes ou depois do si-
nal de igual. Uso: Para aceder ao valor, usa-se o
cifrão ($): echo $NOME.
Argumentos ($1, $#) Função: Capturar informações passadas pelo utili-
zador ao executar o script. Uso: $1, $2, etc., repre-
sentam o 1º, 2º argumento. $0 representa o nome
do script. $# representa o número total de argu-
mentos.
Questões Mais Comuns em Testes (Scripts):
Questão Comum Resposta Esperada Explicação (Porquê) Fontes
1. Validação de Argu-
mento: Escreva um tre-
cho de script que verifi-
ca se o número de ar-
gumentos ($#) é maior
que zero.
if [ $# -gt 0 ]; then echo
"Argumentos recebi-
dos."; fi
O comando $# armaze-
na o número de argu-
mentos. O operador -gt
significa "greater than"
(maior que), e o
if/then/fi é a estrutura
de tomada de decisão.
2. Comando cut: Como
extrair apenas o nome
de utilizador (userna-
me), que é o primeiro
campo, do arquivo
/etc/passwd?
cut -d: -f 1 /etc/passwd -d: define o delimitador
como os dois pontos,
que separam os cam-
pos no arquivo de utili-
zadores. -f 1 seleciona
o primeiro campo (field).
3. Comando tr: Como
remover todos os dois
pontos (:) de uma string
(ex: "user:name")?
echo "user:name" | tr -d
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O comando tr é usado
para traduzir ou remo-
ver caracteres. O pipe
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para a entrada dotr. A
opção -d` significa "de-
lete" (apagar).
4. Condicional if/else:
Dada a variável
O bloco de código após
o then.
O operador -lt significa
"less than" (menor que).
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1.  Scripts (Bash) – Foco na Aplicação Prática (8 Questões)

O Bash (Bourne-Again Shell) é a linguagem utilizada para criar scripts que automatizam

tarefas no Linux. O foco do teste será em como usar as ferramentas nativas do sistema

dentro da lógica de um script.

Comando / Conceito Explicação Detalhada e Uso Shebang (#!/bin/bash) Função: Linha obrigatória no início do script que indica ao sistema operativo qual o interpretador (programa) deve ser usado para executar as instru- ções no ficheiro. Uso: Deve ser sempre a primeira linha de qualquer script Bash. chmod +x Função: Altera as permissões do ficheiro para que o sistema consiga correr o ficheiro como um programa (execução). Uso: Necessário apenas uma vez, antes da primeira execução: chmod +x nome_do_script.sh. Variáveis Função: Armazenar dados (textos, números) para uso posterior. Sintaxe: NOME=valor. Regra Cruci- al: Não pode haver espaços antes ou depois do si- nal de igual. Uso: Para aceder ao valor, usa-se o cifrão ($): echo $NOME. Argumentos ($1, $#) Função: Capturar informações passadas pelo utili- zador ao executar o script. Uso: $1, $2, etc., repre- sentam o 1º, 2º argumento. $0 representa o nome do script. $# representa o número total de argu- mentos.

Questões Mais Comuns em Testes (Scripts):

Questão Comum Resposta Esperada Explicação (Porquê) Fontes

  1. Validação de Argu- mento: Escreva um tre- cho de script que verifi- ca se o número de ar- gumentos ($#) é maior que zero. if [ $# -gt 0 ]; then echo "Argumentos recebi- dos."; fi O comando $# armaze- na o número de argu- mentos. O operador -gt significa "greater than" (maior que), e o if/then/fi é a estrutura de tomada de decisão.
  2. Comando cut: Como extrair apenas o nome de utilizador (userna- me), que é o primeiro campo, do arquivo /etc/passwd? cut -d: -f 1 /etc/passwd -d: define o delimitador como os dois pontos, que separam os cam- pos no arquivo de utili- zadores. -f 1 seleciona o primeiro campo (field).
  3. Comando tr: Como remover todos os dois pontos (:) de uma string (ex: "user:name")? echo "user:name" | tr -d ":" O comando tr é usado para traduzir ou remo- ver caracteres. O pipe () envia a saída do echo- para a entrada dotr. A opção -d significa "de- lete" (apagar).
  4. Condicional if/else: Dada a variável O bloco de código após o then. O operador -lt significa "less than" (menor que).

Questão Comum Resposta Esperada Explicação (Porquê) Fontes VAR=80, qual bloco de código será executado se o teste for if [ $VAR -lt 100 ]; then...? Como 80 é menor que 100, a condição é Ver- dadeira, executando o bloco then.

2.  Samba (Partilhas) – Foco na Conectividade (1 Questão)

Comando / Conceito Explicação Detalhada e Uso Samba Função: Permite que sistemas Linux partilhem fi- cheiros com máquinas que usam o protocolo Win- dows (SMB/CIFS). É a ponte para integrar redes mistas. mount -t cifs Função: Montar (ligar/aceder) uma partilha de re- de (CIFS/SMB) no sistema de ficheiros local. Uso: mount -t cifs //IP/share /mnt/local -o userna- me=u,rw. O caminho de rede é //IP/share.

Questões Mais Comuns em Testes (Samba):

Questão Comum Resposta Esperada Explicação (Porquê) Fontes

  1. Montagem de Parti- lha: O que representam os parâmetros -t cifs e //IP/username no co- mando de montagem do Samba? -t cifs define o tipo de sistema de ficheiros como CIFS/SMB. //IP/username é o cami- nho da partilha na re- de. É crucial entender que, ao montar, -t cifs é ne- cessário para usar o protocolo de rede do Windows, e o formato do caminho de rede é único.

3.  Análise de Falhas e Erros (Troubleshooting) (4 Questões)

Este é o processo do SysAdmin para resolver problemas. A chave é a

verificação dos Logs (registos).

Comando / Conceito Explicação Detalhada e Uso Processo de Troubleshooting Etapas: 1. Identificar o Serviço a falhar. 2. Verifi- car os Logs (ferramenta fundamental). 3. Investi- gar/Pesquisar o erro. 4. Implementar a solução e testar. Logs (syslog/journalctl) Função: Contêm as informações detalhadas sobre o que aconteceu, quando e porquê. Localização: Ficheiros em /var/log/ ou o sistema de registo mo- derno journalctl. tail -f Função: Mostra as últimas linhas de um ficheiro (tail) e, com a opção -f (follow), acompanha o que está a ser escrito no ficheiro em tempo real. Uso:

Comando / Conceito Explicação Detalhada e Uso Tipos (Total/Incremental/Diferencial) Total: Copia tudo. Incremental: Copia só o que mudou desde o último backup (Full ou Incremen- tal). Diferencial: Copia só o que mudou desde o último Total. tar Função: Cria um único ficheiro de arquivo (tarball) a partir de vários ficheiros, facilitando o armazena- mento. rsync Função: Sincroniza ficheiros localmente ou pela rede, copiando apenas as partes que mudaram. Muito eficiente para atualizações. Restore Função: Recuperação de dados a partir da cópia. Regra de Ouro: Se não conseguir fazer o restore, o backup não é válido. Snapshot Função: Imagem instantânea do sistema no mes- mo disco. Limitação: Não é seguro para DR, pois a falha do disco original perde o snapshot.

Questões Mais Comuns em Testes (Backup e Restore):

Questão Comum Resposta Esperada Explicação (Porquê) Fontes

  1. Tipos de Backup (Risco): Qual tipo de backup tem o processo de restore mais demo- rado e arriscado, e porquê? Incremental. Para res- taurar, é necessário o último Total mais todos os Incrementais feitos a seguir. Se um Incre- mental falhar, a cadeia de restauração é que- brada. O Incremental é rápido de fazer, mas complexo de restaurar. O Diferen- cial é mais rápido de restaurar, pois só preci- sa do Total + o último Diferencial.
  2. Comando tar (Compressão): Qual comando tar comprime (gzip), cria um arquivo e lista os ficheiros (/data) para bkp.tgz? tar -czvf bkp.tgz /data As flags corretas são: -c (create), -z (gzip com- pression), -v (verbo- se/listar), -f (file/nome do arquivo).
  3. Comando rsync (Vantagem): Qual é o diferencial técnico do rsync que o torna supe- rior ao tar ou cp para transferências incre- mentais entre servido- res? O rsync só copia os pe- daços (blocos) dos fi- cheiros que foram alte- rados, minimizando o tráfego de rede e a quantidade de dados copiados.
  4. Restore (Priorida- de): O que é mais críti- co: o procedimento de Backup ou o procedi- mento de Restore? O procedimento de Restore. O backup só cumpre o seu propósito se os da- dos puderem ser recu- perados. É a prova de fogo; se o restore fa- lhar, o backup é inútil.

Questão Comum Resposta Esperada Explicação (Porquê) Fontes

  1. Recuperação de Desastres: Explique por que um Snapshot de volume no disco A não cumpre os requisi- tos de DR se o objetivo é proteger contra a fa- lha do disco A. Um snapshot é armaze- nado no mesmo disco A. Se o disco A falhar fi- sicamente, tanto os da- dos originais quanto o snapshot serão perdi- dos. Um backup seguro deve ser desacoplado (armazenado noutro dispositivo/máquina).

5.   Backup em Ambiente de DevOps (1 Questão)

Questão Comum Resposta Esperada Explicação (Porquê) Fontes

  1. DevOps: Qual prin- cípio do DevOps garan- te a consistência e a ve- rificação automática dos backups? Infraestrutura como Código (IaC) e Auto- mação. Em DevOps, o backup é definido em ficheiros de código (IaC), permi- tindo que seja automa- tizado, versionado e testado de forma repe- tível (parte do pipeline CI/CD). Isso elimina a dependência de proces- sos manuais, que são a principal fonte de erros.