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Este documento aborda os princípios básicos da inspeção em aeronáutica, incluindo as inspeções programadas, os tempos de voo e de serviço, e os métodos de inspeção utilizados, como inspeções diárias, por líquidos penetrantes, magnéticas, e ultrassónicas. Além disso, são discutidos os tipos de publicações aeronáuticas, como catálogos e boletins, e suas funções na manutenção de aeronaves.
Tipologia: Resumos
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Também chamada de inspeções periódicas ou programada, são procedimentos executados em determinados intervalos de tempo ou horas de funcionamento durante os quais um item pode operar seguramente. As aeronaves podem ser inspecionadas segundo inspeções programadas por calendários ou horas de vôo. As aeronaves operando sob o sistema de inspeção por horas voadas são inspecionadas quando um especificado número de horas é acumulado.
O tempo de voo de uma aeronave é o tempo contado a partir do momento em que a mesma passa a mover-se por meios próprios até o momento que estacione no seguinte pouso ou (calço a calço).
É o tempo contado a partir do momento que a aeronave deixa a superfície do solo (decola), até o momento do toque no próximo pouso. As inspeções podem ser realizadas de 03 métodos:
As publicações aeronáuticas são as fontes de informação para orientar os mecânicos na operação de manutenção das aeronaves. Essas publicações incluem:
**1. Boletins
O item que tem seu TBO controlado por horas de voo possui um numero de horas totais acumulativas chamadas horas totais ou “ TSN ”. O TBO e o TLV de um item definido pelo fabricante e só pode por ele ser alterado. A cor da etiqueta vai identificar o estado do item obedecendo ao seguinte código observado pela (OACI). Etiqueta amarela – item em bom estado pronto para o uso; Etiqueta vermelha – item condenado; Etiqueta branca – item novo recebido do fabricante; Etiqueta verde – item precisando de reparo. Obs .: em todas as etiquetas devem constar PN , SN , TSN e TSO. PN – para substituição de um item na aviação é necessário reconhecer um part number em alguns casos o serial number, o PN de um item é formado por um conjunto de letras e algarismos ou somente letras ou algarismos que identifica peças iguais. Para se obter o PN de um item aeronáutico deve se consultar um manual apropriado chamado Catálogo Ilustrado de Peças (IPC). SN – o serial number de um item é formado pelo numero de letras ou algarismo que identifica uma só peça. O serial number é obtido na própria peça e não pode existir duas ou mais peça com o mesmo SN ou TSN. Outro controle da aeronave que deve ser feito é o de seus ciclos. Os ciclos são os eventos a que a aeronave e seus componentes são submetidos e sofrem os maiores esforços. O ciclo engloba todas as fases do voo (partida dos motores, táxi, decolagem, subida, cruzeiro, descida, pouso, reverso, táxi, estacionamento e corte dos motores). O ciclo do motor engloba as partidas dos motores e o regime de potência máxima.
Há dois tipos de manutenção:
Essa especificação criou um padrão de dados técnicos para fabricantes de aeronave, acessórios e componentes e seus respectivos produtos. A especificação da ATA-100 dividiu a aeronave em sistemas. A numeração de cada sistema principal permite uma subdivisão em vários sistemas. O sistema ATA-100 engloba generalidades, sistemas, equipamentos e propulsão.
A presente unidade para o técnico conhecimento sobre a finalidade, histórico, emprego, vantagens e desvantagens dos ensaios não destrutivos. Os ensaios não destrutivos envolvem todos os métodos para medição e detenção de propriedades e capacidades do desempenho dos materiais metálicos, partes e peças de equipamentos e estrutura por meio de energias físicas que não lhe dão aos mesmos. Classificação dos ensaios não destrutivos
**1. visual
Sua finalidade utilizando-se uma agulha imantada e detectar continuidades de peças metálicas. Esse método de inspeção é através de partículas magnéticas e permite examiná-las sem destruí-las sem a fim de revelar a existência de vendas ocultas defeitos de solta etc. Corpos ferro magnéticos São os corpos que são fortemente atraídos pelo imã. Ex: ferro, aço e cobalto. Corpos para-magnéticos São corpos que são fracamente atraídos pelo imã. Ex: alumínio, magnésio e estanho. Corpos diamagnéticos São corpos que são fracamente repelidos pelo imã. Ex: zinco, mercúrio e cobre. Os termos comumente usados para uma inspeção por partículas magnéticas são: Permeabilidade – é a facilidade que o material pode ser magnetizado; Saturação – é o grau de magnetização de um material em que as forças magnéticas estão sendo aplicadas. Magnetização residual – é o grau de atividade magnética retida em um material em que a força magnética tenha sido aplicada Retensidade – é a propriedade de o material reter grande ou pequeno grau de certa quantidade de magnetismo residual. O princípio do método de inspeção magnaflux é através de pólos magnéticos opostos.
A inspeção magnaglo é semelhante à de partículas magnéticas sendo que é utilizada uma solução de partículas magnéticas florescente e a inspeção é feita sob luz negra. A eficiência da inspeção é aprimorado pelo brilho néon dos defeitos de indicadores de pequenas falhas que podem ser recebidas mais rapidamente.
A inspeção por ultrasom é a mais eficiente inspeção na destrutiva. Baseia- se em propagação de ondas que sofrem solução de continuidade quando uma fratura e detectada.
O ensaio não destrutivo com raio-x é a única inspeção que prejudica a saúde humana. Para ser aplicação é necessário equipamento especial e em alguns casos há necessidade de ser realizar em circuito fechado. Para de revelar um filme de raio-x a luz tem que ser tênue (fraca) para não interferir no resultado radiográfico, pois o ponto mais importante desse tipo de teste é a interpretação do filme.
A analise eletromagnética é um termo no qual descrevem os métodos deste teste eletrônico envolvendo a interseção dos campos magnéticos e correntes circulatórias. A técnica mais utilizada para esse tipo é a de eddy courrent que são compostas por elétrons livres que passam através do metal sob a influência de um campo magnético.