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Apostila utilizada para aprendizado de como realizar um processo de analise de falha de forma eficaz
Tipologia: Trabalhos
Oferta por tempo limitado
Compartilhado em 09/12/2020
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Não perca as partes importantes!























































Em oferta
Este treinamento foi dividido em cinco (05) módulos, e ao término deste, o participante estará apto a analisar os tipos de falhas.
Introdução e Princípios
MÓDULO 01: Introdução à Análise de Falhas
MÓDULO 02: Gerenciamento da Análise de Falhas
MÓDULO 03: Princípios de Exame Visual
MÓDULO 04: Princípios Análise de Desgastes
MÓDULO 05: Princípios de Análise de Fraturas
Ao término do curso os participantes estarão aptos a:
Descrever os oito passos do gerenciamento de uma análise de falhas. Identificar as características dos sete tipos de desgastes. Identificar as características dos três tipos de fraturas. Realizar uma análise de falha identificando a causa raiz mais provável.
INTRODUÇÃO À ANÁLISE DE FALHAS
Neste módulo serão abordados: Os propósitos do curso, visão geral dos demais tópicos, ações tomadas antes e durante a análise, as responsabilidades do cliente, revendedor e fábrica, indicadores de problemas, objetivos e desafios, conceito de causa raiz, comunicação entre as partes responsáveis e as etapas da análise de falha.
Após as apresentações o participante estará apto a:
INTRODUÇÃO À ANÁLISE DE FALHAS
Este curso cobrirá o processo de organização da análise de falha, distinção entre causa e resultado, lidar com tensão na obtenção dos fatos, pensar logicamente com os fatos, comunicar os resultados aos outros.
Análise de falha é excitante e prazerosa quando o analista descobre o que causou o problema e recomenda a melhor ação corretiva. Entretanto, pode não ser tão prazerosa quando o analista não consegue encontrar a causa de um problema e é obrigado a encarar um cliente insatisfeito.
Clientes ficam insatisfeitos quando técnicos de serviço fixam sintomas e resultados ao invés da causa raiz da falha.
Clientes também ficam insatisfeitos quando eles são cobrados por horas de serviço de reparo prematuramente e não entendem por que a falha foi sua responsabilidade.
INTRODUÇÃO À ANÁLISE DE FALHAS
QUAIS SÃO OS NOSSOS DESAFIOS?
Revisão completa de todos os fatos que levem à identificação da causa raiz de uma determinada falha.
INTRODUÇÃO À ANÁLISE DE FALHAS
É a PRIMEIRA condição anormal que deu origem ao problema.
GERENCIAMENTO DA ANÁLISE DE FALHAS
Neste módulo serão abordados: As oito etapas da análise de falha, o conceito de causa e resultado, quando, onde e quem deve fazer a análise de falha, tipos de informações, definições de fatos e eventos, organização de fatos e eventos, formas de comunicação e como aplicar as oito etapas da análise de falhas.
Após as apresentações, os participantes estarão aptos a:
GERENCIAMENTO DA ANÁLISE DE FALHAS
O analista deve estar convencido que uma pesquisa ordenada facilitará no processo de análise de falha, objetivando encontrar a causa raiz. Para tanto, foram divididos em 8 passos.
OS OITO PASSOS DA ANÁLISE DE FALHA
Deve-se iniciar o processo com:
A - Reclamação do cliente O que o cliente viu. O que o cliente ouviu. O que o cliente sentiu.
B - A área específica ou componente falhado.
A área específica do componente que não está operando a contento. Questionamentos minuciosos podem auxiliar na identificação de componentes que não estão funcionando corretamente.
2. ORGANIZE-SE PARA A COLETA DE FATOS
Pense. Onde encontrar mais informações para identificar fatos que iniciaram a falha.
Escreva. Uma boa revisão de todos os recursos e dados adquiridos, assim como referências literárias.
Faça. Pesquisas e análises
GERENCIAMENTO DA ANÁLISE DE FALHAS
4. PENSE LOGICAMENTE COM OS FATOS
Quando todos os possíveis fatos são obtidos, o analista deve olhar para cada fato registrado e perguntar “O que esse fato quer dizer?” alguma coisa aconteceu antes de produzir o fato. Esses são os eventos. Eventos são dinâmicos, ação e movimento que ocorreram anteriormente. Eventos são tipos de ação tais como fazer ruído, fumaça, e emissão de calor.
O analista deve transformar os fatos obtidos em eventos.
Após transformar os fatos em eventos, o analista deverá escrever cada um em um pedação de papel alto colante e dispor os eventos na linha do tempo. Use um evento no centro da linha do tempo. Após o primeiro evento, os demais devem ser dispostos antes ou depois do primeiro evento.
Esse evento ocorreu antes ou depois?
Faça esse processo até que todos os eventos listados estejam dispostos cronologicamente sobre a linha do tempo.
A palavra “MAIS PROVÁVEL” é usada porque alguns fatos geralmente são perdidos e os eventos na linha do tempo são de interpretação pessoal do que os fatos significam. Se mais fatos vierem a ser disponíveis, os eventos na linha do tempo podem mudar. Então é apropriado dizer: “CAUSA RAIZ MAIS PROVÁVEL”.
O analista deve começar olhando os eventos na linha do tempo feita no passo 4.
Esses eventos respondem frequentemente “o que aconteceu” na sequência do tempo. Às vezes os eventos não respondem “como aconteceu” e “quem é o responsável”.
Nesse caso o analista deve ir mais além.
A causa raiz deve responder as seguintes perguntas:
O analista deve observar o primeiro evento na linha do tempo e determinar se o evento é parte da causa raiz ou resultado.
Linha do Tempo
Linha do Tempo
Linha do Tempo
Linha do Tempo
Linha
do
GERENCIAMENTO DA ANÁLISE DE FALHAS
Causa ou resultado?
Se o primeiro evento se trata de um resultado, o analista deve reavaliar, discutir e até mesmo debater sobre sua lista de eventos que possam ter ocorridos anteriormente. Então procure mais fatos em áreas onde os eventos ocorreram. Por exemplo, se o desgaste abrasivo foi o primeiro evento, deve-se listar os possíveis eventos anteriores que possam ter causado entrada de contaminante e/ou detritos que possam ter causado o desgaste.
Se for resultado, relacione as possíveis causas no diagrama de ISHIKAWA (Causa e Efeito)
GERENCIAMENTO DA ANÁLISE DE FALHAS
Boas análises de falha são concluídas quando toda a equipe envolvida trabalha como um time acompanhando os 8 passos da análise de falha aplicada.
O gerente de serviços do revendedor local é o líder do time, com responsabilidade para organizar, gerenciar durante todo o processo da análise de falha e ações corretivas.
PRINCÍPIO DE EXAME VISUAL
PRINCÍPIO DE EXAME VISUAL
Neste módulo será discutido uma abordagem organizada para o Exame Visual e como ele nos ajuda a cumprir a etapa 3: Observe e registre os fatos.
OBJETIVO
O exame visual nos ajuda a colher fatos registrados nas peças falhadas, tais como:
Um bom Exame Visual das peças relacionadas com a falha é a chave para determinar a causa raiz.
Há várias fontes de obtenção de históricos como: operadores, técnicos de serviço, registros de manutenção, SIS, TMI, SIMS.
O analista deve procurar em áreas importantes e sempre fazer perguntas qualitativas e quantitativas. Evite perguntas onde a resposta possa ser um simples “sim” ou “não”.
Quando as informações são obtidas, o analista precisa constantemente se perguntar “são esses os fatos que foram obtidos? ” Fatos de históricos anteriores junto com a análise de fatos das peças, ajudará a identificar a causa raiz.
PRINCÍPIO DE EXAME VISUAL OBTER, IDENTIFICAR E PROTEGER AS PEÇAS
OBTER AS PEÇAS
Obter, identificar e proteger todas as peças envolvidas na falha. Peças envolvidas com a falha vão além de “peças falhadas”.
Por exemplo: A foto abaixo mostra um conjunto de pistão e biela falhados. É impossível determinar o que gerou o problema de fratura, analisando somente o conjunto falhado. É de fundamental importância analisar todas as peças, inclusive as não afetadas.
As peças devem ser identificadas e/ou etiquetadas no ato da desmontagem. O técnico deve numerar as peças, indicar posição (ordem, lado direito, esquerdo, frente, traz etc.). Identificação pode ser feita com marcadores industriais, fita adesiva, pincel, caneta ou por um pequeno arranhão na superfície da peça.
Marcas de identificação indicam onde e quando as peças foram instaladas, e auxiliam o analista a compreender o ambiente operacional.
Sempre marque as peças em locais onde não destruam os fatos.
A foto abaixo dá alguns exemplos de locais onde as peças devem ser marcadas.
As peças devem ser protegidas durante a desmontagem para evitar danos de manuseio, armazenagem ou embarque. Danos nas peças após a desmontagem pode gerar perda dos fatos usados para determinar locais de inicialização de trincas, tipos de desgaste, inicialização de fraturas etc.
As peças, principalmente as envolvidas na falha, devem estar protegidas umas das outras para evitar o contato entre elas.