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Processos de eletrização., Notas de aula de Engenharia Elétrica

Estudos sobre os processos de eletrização, quais tipos, de que forma são feitos.

Tipologia: Notas de aula

2020

Compartilhado em 19/03/2020

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Professor: Me. Rosemberg Fortes
Aula prática - 02
PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO
1. OBJETIVOS
Estudar os processos de eletrização por atrito, indução e contato.
2. MATERIAL UTILIZADO
a) Gerador de Van de Graaf (de correia) com um bastão de teste;
3. FUNDAMENTOS TEÓRICOS
A primeira observação da eletrização
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de objetos por atrito perdeu-se na antiguidade; todavia,
é experiência comum que ao se atritar um pente de ebonite com um pedaço de lã, a ebonite (pente)
adquire a capacidade de levantar pequenos pedaços de papel. Como resultado de esfregar os dois
objetos, a ebonite e a lã, adquirem uma nova propriedade: ambas ficarão eletrizadas. No entanto, a
carga não é criada durante este processo. A carga total, ou a soma das cargas nos dois corpos, é
ainda a mesma que antes, o que ocorre é a transferência de carga de um corpo para outro, deixando
um positivamente carregado e o outro negativamente carregado, mas ambos com mesma quantidade
de carga. Quando dizemos que um objeto está carregado, queremos dizer que ele tem um excesso de
cargas, um excesso de elétrons (negativo) ou uma falta de elétrons (positivo).
No final do século XVIII, as técnicas experimentais alcançaram tal sofisticação que
permitiram que fossem realizadas observações rigorosas das forças entre cargas elétricas. Os
resultados dessas observações, que foram extremamente polêmicas na época, podem ser resumidos
em três afirmativas:
Existem duas e somente duas espécies de carga elétrica, hoje, conhecidas como positivas
e negativas;
Duas cargas pontuais exercem, entre si, forças que atuam ao longo da linha que as une
e que são inversamente proporcionais ao quadrado da distância entre elas;
Estas forças são também proporcionais ao produto das cargas, são repulsivas para
cargas de mesmo sinal e atrativas para cargas de sinais opostos.
As duas últimas afirmativas acima são conhecidas por lei de Coulomb, em homenagem a
Charles Augustin de Coulomb (1736-1806), que foi um dos principais estudiosos da eletricidade
no século dezoito.
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A ciência da eletricidade teve sua origem na observação, já do conhecimento de Tales de Mileto no ano 600 a.C., de que um
pedaço âmbar, quando atritado, atraía pequenos fragmentos de palha.
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Aula prática - 02

PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

1. OBJETIVOS

  • Estudar os processos de eletrização por atrito, indução e contato. 2. MATERIAL UTILIZADO a) Gerador de Van de Graaf (de correia) com um bastão de teste; 3. FUNDAMENTOS TEÓRICOS A primeira observação da eletrização^1 de objetos por atrito perdeu-se na antiguidade; todavia, é experiência comum que ao se atritar um pente de ebonite com um pedaço de lã, a ebonite (pente) adquire a capacidade de levantar pequenos pedaços de papel. Como resultado de esfregar os dois objetos, a ebonite e a lã, adquirem uma nova propriedade: ambas ficarão eletrizadas. No entanto, a carga não é criada durante este processo. A carga total, ou a soma das cargas nos dois corpos, é ainda a mesma que antes, o que ocorre é a transferência de carga de um corpo para outro, deixando um positivamente carregado e o outro negativamente carregado, mas ambos com mesma quantidade de carga. Quando dizemos que um objeto está carregado, queremos dizer que ele tem um excesso de cargas, um excesso de elétrons (negativo) ou uma falta de elétrons (positivo). No final do século XVIII, as técnicas experimentais alcançaram tal sofisticação que permitiram que fossem realizadas observações rigorosas das forças entre cargas elétricas. Os resultados dessas observações, que foram extremamente polêmicas na época, podem ser resumidos em três afirmativas: ❑ Existem duas e somente duas espécies de carga elétrica, hoje, conhecidas como positivas e negativas;Duas cargas pontuais exercem, entre si, forças que atuam ao longo da linha que as une e que são inversamente proporcionais ao quadrado da distância entre elas;Estas forças são também proporcionais ao produto das cargas, são repulsivas para cargas de mesmo sinal e atrativas para cargas de sinais opostos. As duas últimas afirmativas acima são conhecidas por lei de Coulomb , em homenagem a Charles Augustin de Coulomb (1736-1806), que foi um dos principais estudiosos da eletricidade no século dezoito. (^1) A ciência da eletricidade teve sua origem na observação, já do conhecimento de Tales de Mileto no ano 600 a.C., de que um pedaço âmbar, quando atritado, atraía pequenos fragmentos de palha.

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PROCESSOS DE ELETRIZAÇÃO

4. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL

FIGURA 1. Gerador de Van der Graaff. a) Ligue o aparelho por alguns instantes e aproxime o bastão de teste da esfera; b) Em seguida, aproxime uma das extremidades da lâmpada de gás da esfera do gerador.

5. QUESTÕES a) Quais são os processos de eletrização? Explique. b) Por que as experiências eletrostáticas não funcionam bem em dias úmidos? c) Uma barra carregada atrai fragmentos de cortiça seca os quais, assim que tocam, são violentamente repelidos. Explique. d) Andando-se vigorosamente sobre um tapete, frequentemente experimenta-se uma descarga elétrica ao tocar-se uma maçaneta de uma porta. Qual é a causa disso? Como evitá-lo? e) Uma forte descarga elétrica atinge um carro e sai através do pneu, isolante, o motorista, por isso escapa ileso. Justifique o fenômeno.