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Avaliação de Riscos no Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais - PGR, Esquemas de Análise de Riscos

Este ebook aborda como é realizada uma avaliação de riscos no novo programa de gerenciamento de riscos ocupacionais (pgr), que entrou em vigor em janeiro de 2022, substituindo o antigo ppra. O pgr possui uma estrutura diferente do ppra e exige a especificação do nível de cada risco ocupacional através de critérios definidos. A avaliação de riscos é um processo crucial para compor o inventário de riscos de maneira adequada no pgr, combinando a probabilidade e severidade de cada risco.

Tipologia: Esquemas

2017

Compartilhado em 11/10/2022

luisgustavo1962
luisgustavo1962 🇧🇷

4.9

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Baixe Avaliação de Riscos no Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais - PGR e outras Esquemas em PDF para Análise de Riscos, somente na Docsity!

Neste eBook abordamos sobre como é feita uma avaliação de riscos para o PGR

  • Programa de Gerenciamento de Riscos , que entrou em vigor juntamente com a nova NR-1 em Janeiro de 2022, substuindo o ango PPRA.

Já está preparado para ulizar as tabelas de gradações, matriz e outros critérios de risco para a nova vigência da Norma?

Veja a seguir!

O Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR

Avaliação dos Riscos Ocupacionais

Definindo os critérios de riscos para o PGR

Gradações de Probabilidade e Severidade

Matriz de Risco

Métodos de Controle e Ação

Avaliação de Riscos Ocupacionais

A seguir, veja sobre os critérios de risco.

A avaliação de riscos é um dos primeiros passos para que, posteriormente, seja monta- do o inventário de riscos. O movo de se dar tanta importância neste processo é que com a nova NR-1 e o PGR, os riscos precisam ser reavaliados para que tenham os seus respecvos níveis definidos dentro da matriz de risco. É possível aproveitar informa- ções do PPRA atual, inclusive sobre os riscos, porém é necessário que seja traçado um nível de risco para cada risco ocupacional , de acordo com a matriz desenvolvida.

Na avaliação dos riscos ocupacionais devem ser avaliados todos os perigos levantados nas avidades, para que se chegue a um risco definivo. A matriz de risco é basicamen- te uma tabela onde se traça dois valores: probabilidade e severidade. O resultado representa o nível do risco. Estes valores podem ser qualitavos e/ou quantavos.

ATENÇÃO: não confuda risco com nível de risco. Risco é basicamente a exposição ao perigo, onde o perigo é uma situação com probabilidade de causar dano. Quando se avalia a severidade do dano que essa situação pode gerar, é possível idenficar o nível do risco através da associação entre probabilidade e severidade. O risco é a situação em si, enquanto o nível do risco representa se este risco é baixo, moderado ou extremo. Esta informação deve constar no inventário de riscos.

EXEMPLO: A exposição ao ruído é um risco ocupacional. Porém, como saber o nível desse risco? Veja bem, não estamos nos referindo aos decibéis do ruído, mas sim ao nível do risco ocupacional em si. Os decibéis do ruído coletados nas medições regis- tram, quantavamente, os valores do ruído e não o nível do risco. Para se chegar ao nível do risco , seria necessário saber se a exposição a esse ruído seria prejudicial à saúde do trabalhador (severidade).

Caso ocorra alguma doença originária deste ruído, seria essa uma doença reversível? De acordo com a exposição, qual seria a probabilidade de esse dano acontecer? O resultado dessas duas perguntas, em conjunto, irão determinar o nível do risco.

Mas como saber se algo tem alta ou baixa probabilidade? E com a severidade, como fica? Para isso é necessário traçar valores e critérios para a avaliação de riscos. Só é possível saber se algo tem alta ou baixa probabilidade se antes for definido quais os critérios de risco para a avaliação.

Para definir os critérios para a avaliação de riscos, precisamos compreender a probabi- lidade e a severidade de cada risco ocupacional. A probabilidade está implícita no perigo, que nada mais é do que o fator de risco. Quando se inclui a severidade nessa análise, conseguimos então chegar a uma conclusão do risco.

Para que se chegue a algum resultado, precisamos definir o que representa uma alta ou baixa probabilidade e severidade. Por exemplo, um risco de acidente onde o trabalha- dor sofre risco de queda, o que definiria a severidade e probabilidade nessa situação? Como dizer se a severidade é alta ou baixa? Quais os critérios? O primeiro passo é chegar a estas respostas.

Pode parecer um tanto trabalhoso chegar a tantas conclusões sobre probabilidade e severidade, já que os riscos ocupacionais são muitos dentro de uma empresa, ainda mais agora que os riscos ergonômicos e de acidentes deverão estar inclusos no inven- tário do PGR. Porém, uma vez que se define uma tabela de gradação , tudo fica mais simples.

No Sistema ESO temos já as tabelas de gradações e matriz sugeridas, que o profissional pode ulizar, facilitando o mapeamento de riscos e desenvolvimento do PGR dentro das premissas do GRO da NR-1. Caso queira conhecer, clique aqui.

Gradações de Probabilidade e Severidade

Matriz de Risco

Métodos de Controle e Ação

Definindo os Critérios de Avaliação de Riscos

pgr

Definindo os Critérios de Avaliação de Riscos

Veja uma tabela de gradação de probabilidade:

Nesta tabela de gradação de probabilidade da AIHA os níveis de exposição são categoriza- dos de acordo com a porcentagem baseada no LEO - Limite de Exposição Ocupacional. Exposições > 50% e < 100% do LEO são classificadas como nível 3 (moderadas), por exemplo.

Esse nível de exposição pode ser tanto para ruído ou qualquer outro risco que tenha sua medição baseada no LEO (sem considerar o EPI). Este é um dos critérios de probabilidade que pode ser adotado para a avaliação de riscos.

A seguir, veja sobre matriz de risco.

Veja a seguir uma tabela de gradação de probabilidade baseada no nível de controle existente:

De acordo com esta tabela, riscos que tenham um controle excelente representam probabilidade muito baixa , com categoria de nível 1.

Definindo os Critérios de Avaliação de Riscos

MATRIZ DE RISCO

Uma vez adotados os critérios de gradação de probabilidade e severidade, agora é preci- so desenvolver uma matriz de risco. A matriz mostra o resultado entre probabilidade e severidade, classificando o nível do risco ocupacional.

Existem diversas possibilidades de matriz de risco, como 3x5, 3x3, 5x5, dentre outras. Note que ambas as tabelas de gradação possuem 5 níveis de categoria, o que implica em uma matriz 5x5 , neste caso. A matriz de risco portanto surge depois que foram definidas as gradações de severidade e probabilidade.

Veja a seguir o modelo que ulizamos no Sistema ESO.

A Matriz de Risco ulizada em nosso PGR é uma matriz no formato 5x5 , baseada nas esmavas de gradações de Severidade e Probabilidade da AIHA - American Industrial Hygiene Associaon e European Comission (recomendadas pela Fundacentro). Esta matriz funciona para avaliações qualitavas e quantavas, pois as tabelas de gradações sugeridas possuem as esmavas adequadas para ambos as pos de avaliações.

Os níveis de risco presentes na matriz são 5 (cinco): Trivial Tolerável Moderado; ; ;Subs- tancial e Intolerável. Cada nível de risco possui o seu método de controle sugerido, baseado na esmava (grau de certeza) da avaliação, onde os riscos de níveis mais altos têm prioridade de ação. O Sistema ESO gera automacamente essa classificação, baseado nos valores de probabilidade e severidade.

A seguir, veja sobre os métodos de controle e ação.

Concluindo

Após definir os critérios para a avaliação de riscos ocupacionais, inicia-se então o proces- so de avaliação de riscos. Agora é só aplicar estes critérios em todos os riscos ocupaciona- is idenficados: riscos sicos, químicos, biológicos, mecânicos e ergonômicos.

A nova NR-1 especifica que o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) deve ser implementado por estabelecimento. O PGR , que é o documento que concreza o GRO, pode ser implementado por unidade operacional, setor ou avidade.

1.5.3.1. A organização deve implementar, por estabelecimento, o gerenciamento de riscos ocupacionais em suas avidades.

1.5.3.1.1 O gerenciamento de riscos ocupacionais deve constuir um Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR.

1.5.3.1.1.1 A critério da organização, o PGR pode ser implementado por unidade operacional, setor ou avidade.”

Portanto, a avaliação de riscos deve ser feita baseada no setor, avidade (cargo) ou unidade operacional.

A avaliação de riscos no PGR começa primeiro pela definição dos critérios de avaliação, para então prosseguir para a avaliação de fato. Sem critérios definidos, a avaliação fica extremamente compromeda, sem contar que se torna improduva.

Na documentação do PGR deve estar descrito os critérios de avaliação de riscos adotados, logo no início do documento já após a introdução. A avaliação bem executada possibilita a boa elaboração do inventário de riscos, que é complementado pelo plano de ação, completando o Programa de Gerenciamento de Riscos.

Esperamos que tenha gostado deste eBook! Comparlhe com os profissionais de saúde e segurança do trabalho.

O Sistema ESO agradece a atenção!

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Utilizamos uma matriz de risco adequada e inteligente

O Sistema ESO é uma ferramenta online criada para ajudar na gestão da segurança e medicina do trabalho de clínicas e assessorias em SST.

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