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Projecto executivo de veios, Resumos de Máquinas

Como um Engenheiro Mecânico pode projectar veios.

Tipologia: Resumos

2026

À venda por 27/03/2026

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INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E
COMUNICAÇÕES
Licenciatura em Engenharia Mecânica e de Transportes
Órgãos de Máquinas II
Projecto Mecânico
Turma: M31
Tarefa Técnica I
Discente: Alcídio Armando Bila
Docente: Ph.D. Engº. Pedro A. Shenga
Maputo, Novembro de 2018
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INSTITUTO SUPERIOR DE TRANSPORTES E

COMUNICAÇÕES

Licenciatura em Engenharia Mecânica e de Transportes Órgãos de Máquinas II Projecto Mecânico

Turma: M

Tarefa Técnica I

Discente : Alcídio Armando Bila

Docente: Ph.D. Engº. Pedro A. Shenga

Maputo, Novembro de 2018

Índice

  • I. Lista de Simbolos
  • II. Introdução.................................................................................................................
    • Informações gerais
    • Objectivos gerais
    • Enunciado da Tarefa Técnica
  • tambor motor do transportador por correia III. 2 - Determinação da potência, frequência de rotação e dimensões principais do
    • 2.1 – Determinação do torque no eixo do tambor, em kNm:
    • 2.2 – Determinação da força tangencial que movimenta a correia, em kN:
    • 2.3 – Determinação da frequência de rotação do eixo do tambor, em rpm:
    • 2.4 – Determinação da potência no veio do tambor motor do transportador, emkW:.....
  • IV. Recomendações para a escolha do motor eléctrico
    • 2.3.1 – Determinação do rendimento geral de accionamento..........................................
    • (23): 2.3.2 – Determina-se a potência requerida do motor eléctrico, empregando a fórmula
    • 2.3.3 – Escolha dos parâmetros do motor eléctrico
    • Tabela 2: Característica dos motores eléctricos
  • V. Relação de transmissão geral e sua partição pelos escalões de redução
    • 3.1 - Relação de transmissão geral do accionamento
    • 4.1 – Veio do motor eléctrico:
    • 4.2 – Veio movido da transmissão por correia (ou veio motor do redutor):
    • 4.3 - Veio intermédio do redutor:
    • 4.4 – Veio de saida do redutor:
    • 5.1 – Veio do motor eléctrico:
    • 5.2 – Veio movido da transmissão por correia (ou veio motor do redutor):
    • 5.3 – Veio intermédio do redutor:
    • 5.4 – Veio de saida do redutor:
    • 6 – Determinação do torque sobre todos os veios da transmissão...................................
  • VI. Sequência de Cálculo da Correia Plana....................................................................
  • VII. Cálculo de Transmissões por Engrenagens
    • Cálculo de Engrenagens Cónicas de dentes rectos
  • VIII. Cálculo de Engrenagens Cilíndricas com dentes helicoidais
  • IX. Cálculo projectivo dos veios
    • Generalidades
    • Carregamento dos veios do Redutor
    • Determinação das forças nos engrenamentos das transmissões do redutor
    • Determinação das forças em consola...............................................................................
    • Esquema de carregamento dos veios do redutor
    • Escolha dos materiais do veio
    • Escolha das tensões admissíveis à torção
  • X. Determinação dos parâmetros geométricos dos escalões dos veios
    • Cálculo do veio da polia motora
    • Cálculo do veio de entrada do redutor
    • Cálculo do veio Intermédio do redutor
    • Cálculo do veio de saída do redutor
  • XI. Cálculo e escolha de rolamentos
    • No veio de entrada do redutor:
    • No veio intermédio
    • No veio de saída
  • XII. Construção do corpo e da tampa do redutor
  • XIII. Cálculo e escolha de chavetas
  • XIV. Escolha do sistema de lubrificação das engrenagens e dos rolamentos
    • Lubrificação das engrenagens
    • Lubrificação dos rolamentos
  • XV. Escolha e cálculo testador das uniões de veios
  • XVI. Conclusão
  • XVII. Bibliográfia
  • Tabela 1: Dados da variante Índice de Tabelas e Figuras
  • Figura 1: Esquema de Accionamento..................................................................................
  • Tabela 2:
  • Tabela 3: Relações de transmissão particionadas
  • Tabela 4: Relações de transmissão particionadas
  • Tabela 5: Resultados do cálculo cinemático do accionamento
  • Figura 4: Esquema de Cálculo da EcoDR
  • Tabela 6:
  • Figura 5: Esquema de Cálculo da ECDH
  • Tabela 7: Materiais das rodas dentadas
  • Tabela
  • Tabela
  • Figura 1:
  • Figura 2: Diagrama de Carregamento
  • Figura 4:
  • Figura 5:
  • Figura
  • Figura7
  • Figura
  • Figura
  • Figura
  • Figura
  • Figura

I. Lista de Simbolos

[ζFC] - tensão admissível à fadiga dos dentes por flexão, em MPa ;

[ζHC] - tensão admissível à fadiga dos dentes por contacto, em MPa ; [ζt] - tensão útil admissível para o cál cuo da correia, em MPa ; A - área da secção transvelsal da correia, em m^2 ;

aw - distâncial interaxial, em mm ;

B - largura da polia, em mm ;

bw - largura da roda dentada, em mm ;

C - coeficiente igual a 0,2;

C 0 - é o coeficiente que considera o método de tensionamento da correia e o ângulo de inclinação de linha de centro da transmissão relativamente ao plano horizontal;

Cr - é o coeficiente do regime de carregamento, que considera o efeito das variações periódicas da carga na longevidade da correia;

Cv - é o coeficiente que tem em conta a velocidade real da correia;

Cα - é o coeficiente o ângulo de abraçamento da polia menor;

da - diâmetro exterior das rodas dentadas, em mm ;

dae - diâmetro externo da cabeça do dente, em mm ;

de - diâmetro divisor exterior da roda dentada, em mm ;

df - diâmetro interior da roda dentada, em mm ;

dm - diâmetro divisor médio, em mm ;

Dt - diâmetro do tambor, em mm ;

dw - diâmetro do círculo divisor (primitivo) das rodas dentadas, em mm ;

F 0 - força de tensão inicial em cada correia, em N ;

Fa - força axial, em N ;

Fr - força radial, em N ;

Ft - força tangencial, em N ;

g 0 - é o coeficiente que leva em conta a influência da variação dos passos circulares no engrenamento do pinhão e da roda dentada movida;

hae - altura externa da cabeça do dente, em mm ;

HB - dureza das superfícies de trabalho, em MPa ;

he - altura externa do dente, em mm ;

mp - massa das peças, em Kg ;

mpt - massa total das peças, em Kg ;

mte - módulo tangencial externo, em mm ;

mtm - módulo tangencial médio, em mm ;

n - frequência de rotações dos veios, em rpm ;

nci - é o número de ciclos de variação das tensões que corresponde á duração do torque;

NFE - número equivalente de ciclos de variação das tensões;

NFO - número básico de ciclos de variação das tensões;

NHE - número equivalente de ciclos de variação das tensões;

NHO - número básico de ciclos de variação das tensões;

NS - é o número total de ciclos de variação das tensões

P - potência sobre os veios, em kW ;

Pn - passo normal, em mm ;

Pt - passo tangencial, em mm ;

Re - distância divisora cónica externa, em mm ;

Se - Espessura externa do dente;

SF - coeficiente de segurança;

SH - coeficiente de segurança;

SF' - é o coeficiente que caracteriza a instabilidade das propriedades do material e a responsabilidade da transmissão por engrenagens;

SF" - é o coeficiente que leva em conta o método de obtenção da peça bruta para a fabricação da peça calculada;

t - tempo de funcionamento da transmissão, em horas ;

T - torque nos veios, em Nm ou Kgfm ;

U - frequência de passagens da correia;

Ua - relação de transmissão para o escalão cónico;

Ub - relação de transmissão para o escalão cilindrico;

Ucor - relação de transmissão da correia

Ug - relação de transmissão geral;

Ured - relação de transmissão do redutor;

YF - é o factor de forma do dente;

YR - é o coeficiente que leva em conta a rugosidade da superfície de transição dos pés dos dentes; YS - é o coeficiente que leva em conta o gradiente das tensões e a sensibilidade do material à concentração das tensões;

Yβ - é o coeficiente que leva em conta a inclinação dos dentes;

Yε - é o coeficiente que leva em conta a sobreposição dos dentes;

Z - é o número de dentes da roda dentada;

ZH - coeficiente que leva em conta a forma das superfícies dos dentes conjugados;

ZM - coeficiente que leva em conta as propriedades mecânicas do material das engrenagens conjugadas; ZR - coeficiente que leva em conta a rugosidade das superfícies dos dentes conjugados;

ZV - é o número virtual de dentes;

ZV - coeficiente que leva em conta a velocidade circular ou tangencial;

Zε - coeficiente que considera o comprimento total das linhas de contacto dos dentes;

β - ângulo de inclinação dos dentes;

δF - é um coeficiente que leva em conta a influência do tipo de engrenagem e a modificação do perfil dos dentes;

δH - - é um coeficiente que leva em conta a influência do tipo de engrenagem e a modificação do perfil dos dentes;

εα - é o coeficiente de sobreposição (ou relação de contacto) frontal (ou tangencial ou de face);

εβ - é o coeficiente de sobreposição axial (também conhecido por grau de recobrimento);

ηcor - rendimento da correia;

ηg - rendimento global;

ηred - rendimento do redutor;

ηrol - rendimento do redutor;

ηuv - rendimento da união de veio;

μ - coeficiente de atrito;

ν - é o coeficiente de Poisson;

II. Introdução

Informações gerais

Os accionamentos das máquinas, em geral, consistem de motor eléctrico etransmissões mecânicas. Só muito raramente se pode ligar directamente o veio do motoreléctrico ao da máquina pois geralmente as frequências de rotação destes veios nãocoincidem. As transmissões mecânicas dos accionamentos destinam-se, vulgarmente, a reduzir avelocidade desde a do motor eléctrico à(s) do(s) órgão(s) executivo(s) da máquina.

Para fazer o cálculo cinemático do accionamento de uma máquina o estudante deve, previamente, conhecer a construção da máquina para a qual se destina o accionamento. O cálculo cinemático é uma fase muito importante da projecção e, portanto, dacorrecção da sua realização dependem a qualidade e a segurança da máquina em geral, a minimização das dimensões exteriores e da massa das transmissões mecânicas doaccionamento, a optimização do seu rendimento mecânico, etc.

O cálculo cinemático do accionamento comporta o cálculo da potência efectivamente desenvolvida pelo motor eléctrico, a escolha do motor eléctrico, a determinação da relação de transmissão geral do accionamento e sua partição pelos diversos escalões de redução e a determinação das potências e torques sobre todos os veios do accionamento.

Objectivos gerais

O presente cálculo cinemático de dimensionar e auxiliar na escolha de um motor eléctrico, para o accionamento de um transportador que se encontra uma instalação de automóveis, evidenciando sua importância na aplicação práctica nas indústrias de processos produtivos.

Enunciado da Tarefa Técnica 1

Uma instalação de montagem de automóveis usa um transportador cuja tela desliza sobre a chapa de aço. O accionamento é feito segundo os dados abaixo. μ = 0,3 a 0,4 para correia de material sintético deslizando sobre chapa de aço. Desenhar o esquema cinemático equivalente e projectar o accionamento para seguintes dados:

Tabela 1: Dados da variante

Var Tipo de Redutor

Peças por hora

Massa (Kg)*

Massa da tela (Kg)

Ltransp (m)**

Diâmetro do tambor (mm)

Veloc. (m/min)

Kdia Kano Vida Útil Anos

Kd Diag.

6 Bi- Escalonar, EcoDR, ECDH

Figura 1: Esquema de Accionamento

A transmissão funcionará 8 horas consecutivas por dia, durante 5 dias laborais da semana, com excessão dos ferados e finais de semana. Portanto, a transmissão trabalhará 260 dias por ano.

2.3 – Determinação da frequência de rotação do eixo do tambor, em rpm:

rpm x

x s

m

xD

n vx t

^60  

2.4 – Determinação da potência no veio do tambor motor do transportador, emkW:

P Ks xFtxv x x 1518 , 54 W 1 , 518 kW 60

Ks - é o coeficiente de segurança da potência:Ks = 1.0...1.

IV. Recomendações para a escolha do motor eléctrico

Os motores eléctricos trifásicos assíncronos têm construçãosimples, preço baixo e são largamente utilizados na indústria. Nestes motores distinguem-sea frequência de rotação síncrona do rotor (nsinc) e a frequência de rotação para cargasnominais (n). A escolha do tipo de motor eléctrico faz-se segundo a potência desenvolvida no veiomotor do accionamento Pcalcem kW, que se determina com base na potência do veio motor da máquina para a qual se calcula o accionamento, contando com o rendimento globaldo accionamento.

2.3.1 – Determinação do rendimento geral de accionamento

O rendimento mecânico global do accionamento para uma ligação em série de n componentes é: ηg = η 1 xη 2 xη 3 x.... ηn

Pela fórmula (25) e utilizando os dados da tabela 10 faz-se o cálculo do rendimento global do accionamento:

ηg = ηor x η^2 red x ηuv x η^4 rol = 0,96x0,97^2 x0,99x0,995^4 = 0, Sendo: ηcor = 0,96; ηred = 0,97; ηuv = 0,99; ηrol= 0,

Onde:

ηcor – rendimento mecânico da transmissão por correia;

ηred – rendimento mecânico das transmissões do redutor;

ηuv – rendimento mecânico da união de veios;

ηrol– rendimento mecânico dos mancais de rolamento;

2.3.2 – Determina-se a potência requerida do motor eléctrico, empregando a fórmula (23):

P P kW g

cal (^) 0 , 877 1 ,^731

 ^1 ,^518 

Assim sendo toma-se o valor de um motor com a potência normalizada, imediatamente superior: Pcal = 2,2kW

2.3.3 – Escolha dos parâmetros do motor eléctrico

Tabela 2: Característica dos motores eléctricos

Variante Designação do Motor

Potência Nominal (kW)

Frequência de rotação (rpm) Síncrona ηsic Assíncrona ηassinc 1 4A80B2Y3 2,2 3000 2850 2 4A90L4Y3 2,2 1500 1415 3 4A100L6Y3 2,2 1000 935 4 4A112MA8Y3 2,2 750 700

V. Relação de transmissão geral e sua partição pelos escalões de redução

3.1 - Relação de transmissão geral do accionamento

A relação de transmissão geral do accionamento determina-se como relação entre a frequência de rotação assíncrona do veio do motor eléctrico e a do veio motor do dispositivo accionador (transportador), pela fórmula 26:

Ug = n/nsai

onde:

n - é a frequência de rotações assíncronas do veio do motor eléctrico, em rpm;

nsaida - é o frequência de rotações do veio executivo do accionamento da máquina;

Ug =700/11,823=59,

Ug =935/11,823=79,

Ug =1500/11,82 3 =126,

Ug =2850/11,82 3 =246,

4

3

2

1

A selecção definitiva do motor a empregar, é feita após a ponderação de alguns factores como:

_ O preço total da instalação: nas duas tentativas os motores com rotoções mais elevadas, são mais baratos sendo este um pré-requisito para se voltar maior atenção as variantes 1 e 2 das duas tentativas;

_ A velocidade da correia é, provavelmente, mais alta para o motor da variante 1 nas duas tentativas, pois o emprego de uma correia com maior relação de transmissão aponta logo para a opção pelo motor eléctrico mais rápido. Portanto isto permite transmitir maior potência por unidade de área da secção transversal da correia, mas com o incoveniente da vida útil da transmissão por correia pode ser menos longa (por causa do excesso de ciclos de flexão);

A melhor escolha provavelmente seja a segunda da tentativa II pelo facto da transmissão por correia possuir boa relação de transmissão, apontando a um motor eléctrico rápido e barato, evitando também a redução da vida útil da própria correia.

Pode ocorrer que depois do dimensionamento das transmissões se conclua que Ucor é alto ou que seria melhor mudar algum parâmetro das transmissões.

Os parâmetros escolhidos são:

P=2,2kW; nassinc =1415 rpm; nsinc = 1500 rpm; Dv = 22mm

min (^)  1 , 6 ; max  2 , 4 ;  2 , 1 nom

arr nom nom T

T

T

T

T

T

4 – Determinação da frequência de rotação de cada veio do accionamento:

4.1 – Veio do motor eléctrico:

n 1 = nme = 1415 [rpm]

4.2 – Veio movido da transmissão por correia (ou veio motor do redutor):

n 2 = n 1 /Ucor = 1415/7,929 = 178,459 [rpm]

4.3 - Veio intermédio do redutor:

n 3 = n 2 /Ua =178,459 /4 = 44,615 [rpm]

4.4 – Veio de saida do redutor:

n 4 = n 3 /Ub = 44,615 /4 = 11,154 [rpm]

5 – Determinação da potência em cada veio desde o motor eléctrico ao veio de saída:

5.1 – Veio do motor eléctrico:

P 1 = Pme =1,731 [kW]

5.2 – Veio movido da transmissão por correia (ou veio motor do redutor):

P 2 = P 1 x ηcor = 1,731 x 0,96 = 1,662 [kW]

5.3 – Veio intermédio do redutor:

P 3 = P 2 x ηrol x ηred = 1,662 x 0,97 x 0,995= 1,604 [kW]

5.4 – Veio de saida do redutor:

P 4 = P 3 x ηrol x ηred =1,604 x 0,97 x 0,995 = 1,548[kW] O valor da potência útil no veio de saida do accionamento é ligeiramente menor que a potência calculada no mesmo veio, porque parte da potência que entra nos veios usa-se para asperdas por atrito nos apoios e o resto é que desenvolve trabalho útil. A potência útil seria,então:P = P 4 x ηrol = 1,548 x 0,995= 1,540 [kW]

6 – Determinação do torque sobre todos os veios da transmissão

x Nm n

P

T x

x Nm n

P

T x

x Nm n

P

T x

x Nm n

P

T x

9550 9550 1 ,^548

9550 9550 1 ,^662

4

4 4

3

3 3

2

2 2

1

1 1

O resultado do T 4 é relativamente maior que o torque útil, porque há perdas por atrito nos apoios.

  1. O diâmetro aproximado da polia movida é:

d 2 = Ucor x d 1 = 7,929 x 125 = 991,25 mm; o valor normalizado escolhido é

d 2 = 900 mm (tabela A3)

  1. O valor corrigido da relação de transmissão, sem considerar o deslizamento, é:

1

d

d Ucor

Como a diferença é menor que 4% do valor dado, não é preciso adoptar nenhuma medida correctiva.

  1. Como se deve garantir uma dimensão reduzida, a distância interaxial calculada por: As distâncias interaxiais podem ser menores que as indicadas. Também se usam as recomendações: a ≥ (1,5 ... 2)x(d2 + d1)

a ≥ (1,5 ... 2) x (100 + 1400) = 1537,5...2050 mm

é adoptada como a = 1600 mm.

  1. O ângulo de abraçamento da polia menor é:

 180 º  57 2 ^1  180 º 57 x^900 ^125  a

 xd d

  1. O comprimento da correia é:

  ^ ^   ^ ^  mmx

x x x xa

l xa x xd d d d 4903 , 934 41600

2 2    1  2 ^2 ^1       

  1. A frequência de passagens é:

 ^10 ,^372  sl

U v

  1. A tensão útil admissível [ζt] é dada por:

 (^) t    1  0 xCxCvxCrxC 0

Como se recomenda d/δ ≥ 30 escolhe-se: δ ≤ d 1 /30 = 125/30 = 4,167 ou seja δ = 4,5mm

Assim: d 1 /δ=125/4,5=27,778 toma-se d 1 /δ ≈ 30

[ζt] 0 = 2,1 [MPa] - para tela cauchutada;

Das recomendações:

C  1  0 , 003 x  180 º   1  0 , 003 x  180 º 152 , 39 º  0 , 92

Cv  1 , 04  0 , 0004 xV^2  1 , 04  0 , 0004 x 10 , 3722  0 , 997

Cr = 0,85 - regime com vebrações moderadas;

C 0 = 1,

Então:

 t   2 , 1 x 0 , 92 xx 0 , 997 x 0 , 85 x 1 , 0  1 , 637  MPa 

  1. Para determinar a área da secção transversal, calcula-se o valor da força tangencial:

x  N 

V

F P

t (^) 10 , 372 166 ,^892

 ^1 ,^731103 

A F^166 ,^892 mm t

t^  

b A 22 , 656  mm 

 ^101 ,^95 

O valor normalizado mais próximo é b = 30 mm A área real é: bnorm x δnorm = 30 x 4,5 = 135 mm^2 A largura da polia é B = 40mm (Tabela A3) e o abaulamento recomendado é de 1 mm.

  1. Calcula-se a força que actua sobre os veios (sem ter em conta os pesos das polias e da correia): Por isso, a tensão inicial da correia é limitada (até 1,5 MPa para correia trapezoidais e 1, MPa para correias planas).

ζ 0 = 1,8 [MPa]

F 0  0 xA  1 , 8 x 101 , 95  183 , 51  N 

E a força sobre os veios é:

Fr xFx x x ) 356 , 418  N 

2 183 , 51 cos(^180 º^152 ,^39 º 2

 2 0 cos   