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Um esquema de pesquisa sobre a relação entre a expansão de rodovias federais e a degradação ambiental. O trabalho busca identificar as consequências ambientais provocadas pela construção de rodovias federais, justificando-se pela importância desse tema para estudantes de engenharia civil. A pesquisa utiliza artigos selecionados da universidade de brasília e da universidade católica de salvador, analisando as palavras-chave 'setor rodoviário', 'impactos ambientais' e 'construção de rodovias'.
Tipologia: Notas de estudo
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TIPO DE PESQUISA: Bibliográfica CURSO: Engenharia Civil DISCIPLINA: Práticas Investigativas I PERÍODO: 1º TURMA: N02 PROFESSOR: Marilene B. da Cruz Nascimento EQUIPE DE TRABALHO:
Edivânio Bispo de Oliveira Vagner Dias Ramos
Sistema de Transporte
Rodovias Federais e Degradação Ambiental
A Expansão das Rodovias Federais e a Degradação Ambiental: breve estudo.
Até que ponto a expansão das rodovias federias tem relação com a degradação ambiental?
Identificar as consequências ambientais provocados pela construção de rodovias federais. JUSTIFICATIVA: Justifica-se esse trabalho pela importância que a expansão das rodovias federais (BRs) tem demonstrado ultimamente. Alem disso esses estudos fez uma abordagem acerca das Rodovias Federais, BRs, relevante para estudantes do Curso de Engenharia Civil investigar as possíveis conseqüências ambientais geradas e a presente pesquisa
procurará a inter-relação existente entre a expansão da malha rodoviária federal com os impactos ambientais. E com isso mostrar a relevância que a preocupação ambiental merece no planejamento das construções das rodovias federais.
A metodologia desta pesquisa teórica baseou-se na busca na(s) base(s) de dados da Universidade de Brasília –UnB,Universidade Católica de Salvador ( bases utilizadas: REPOSITORIO.BCE.UNB, Capes Periódicos.), utilizando-se as seguintes palavras- chave: setor rodoviário, impactos ambientais,construção de rodovias. Foram selecionados dois artigos e analisado uma monografia.
REVISÃO DE LITERATURA:
A criação ou expansão de uma rodovia federal envolve uma gama de variáveis, sejam elas relacionadas com a mudança da paisagem natural, o aumento do volume do trânsito, a demanda por matéria prima e por profissionais do setor da construção civil, a interligação de lugares, o interesse do governo e das construtoras, entre outras. E sabendo que o aumento do desenvolvimento econômico de uma nação precisa de um sistema de transporte eficiente no deslocamento de pessoas, matéria-prima e mercadorias. Historicamente, no Brasil, como ressalta Rocha (2006) houve um empenho da política governamental em priorizar a criação de rodovias devido à pressão da indústria automobilística. O transporte sempre foi um dos setores que o estado brasileiro utilizou para viabilizar a integração nacional. Não obstante às tentativas de implementação da navegação interior (hidrovia) e da ferrovia, o rodoviarismo, enquanto modal de transporte, iniciou no final da década de 30. A partir da criação do PNV- Plano Nacional Viário de 1937 foi impulsionado pelas iniciativas do planejamento como o plano SALTE aprovado em 1951. (Rocha, 2006. p. 7). A analise da criação e expansão das rodovias federais para o debate da sustentabilidade ambiental percebe-se o atrelamento delas com a geração de impactos ambientais. Brito e Sampaio (2009, apud Resolução CONAMA 01/1986, Brasil, 1986) em seu artigo destaca-os como: Qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que direta ou indiretamente, afetam: I - a saúde, a segurança e o bem estar da população; II - as atividades sociais e econômicas; III - a biota; IV - as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; e V – a qualidade dos recursos ambientais. (Brito e Sampaio, 2009.p. 2). A classificação destes impactos está relacionada com a sua área de influência, podendo abranger o meio físico, o socioeconômico ou o biótico. Na intervenção do
que evitarão multas e todas as demais formas de penalidades, contribuirão para a redução de custos, para a melhoria da imagem da empresa perante a sociedade e principalmente para minimizar os impactos ambientais causados pela construção de rodovias. (BRITO; SAMPAIO, 2009. p. 16). O investimento financeiro nas estradas com fatores corretivos e preventivos diante do passivo ambiental devera ter melhor qualidade através de empresas privadas adquirem concessão de uso na manutenção e cobrança de trafego, para esta possa arca com os custos envolvidos nos projetos de construção e reflorestamento de áreas, faunodutos, matéria prima reciclada viabilizando as estradas ecológicas.
Com a elaboração desta pesquisa bibliográfica chega-se a conclusão de que a expansão e construção de rodovias federais implicam em sérias consequências ambientais, no entanto estas podem ser minimizadas com a adoção de medidas preventivas ou de compensação. Os dois textos científicos analisados possuem extrema relevância, pois foram feitos com abordagens e seriedade a respeito do tema abordado. Interessante seria se fossem realizados estudos similares na reforma da BR 101, no trecho sergipano, que atualmente está sendo duplicada. Nesse cenário, a engenharia civil juntamente com a engenharia ambiental passa a terem a responsabilidade e obrigação sociais de promover e aplicar os princípios ambientais em ações que visem à promoção do desenvolvimento sustentável, independentemente das circunstâncias políticas e dos custos envolvidos na concepção do empreendimento.
Gestão Ambiental Geografia. IN: REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL DA UNB, 2006. DISPONIVEL EM <HTTP://REPOSITORIO.BCE.UNB.BR/BITSTREAM/ 10482/3439/1/VANESSA%20JOS%C3%89%20DA%20ROCHA.PDF> ACESSO EM 25 outubro.
(IMPACTOS AMBIENTAIS CAUSADOS PELA CONSTRUÇÃO DE RODOVIAS) IN: Universidade Católica do Salvador Disponível em <http://info.ucsal.br/banmon/ Arquivos/Mono3_0047.pdf> Acesso em 20 outubro. 2011.
Aracaju, 04 de novembro de 2011.