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Projeto Elétrico Industrial, Manuais, Projetos, Pesquisas de Automação

Descreve sobre projeto de instalação Elétrica Industrial

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2011

Compartilhado em 28/09/2011

sergio-p-silva-6
sergio-p-silva-6 🇧🇷

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Projeto Elétrico Industrial
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letra: indica as características de aterramento das massas
T – massas diretamente aterradas independente do eventual aterramento da alimentação;
N – massas ligadas diretamente ao ponto de alimentação aterrado, geralmente o neutro.
3.2.1 - Esquema T T
Existe um ponto da alimentação diretamente aterrado, estando as massas da instalação
ligadas a um eletrodo de aterramento independente do eletrodo de aterramento da alimentação.
Trata-se de um esquema concebido de forma que o percurso da corrente proveniente de uma
falta fase-massa inclua a terra e que a elevada impedância desse percurso limite o valor daquela
corrente. Porém pode trazer perigo para as pessoas que toquem numa massa acidentalmente
energizada.
3.2.2 - Esquema T N
Existe um ponto de alimentação diretamente aterrado, sendo as massas da instalação
ligadas a esse ponto através de condutores de proteção. O esquema é concebido de modo que
o percurso de uma corrente de falha fase-massa seja constituído exclusivamente por elementos
condutores e, portanto, possua baixíssima impedância.
3.2.3 - Esquema I T
Não existe nenhum ponto da alimentação diretamente aterrado; ela é totalmente
isolada da terra ou aterrada através de uma impedância de valor elevado. As massas são ligadas
à terra por meio de eletrodos de aterramento próprios. Nesse esquema, a corrente resultante de
uma falta fase-massa não possuirá intensidade suficiente para trazer perigo para as pessoas que
toquem na massa energizada, devido às capacitâncias da linha em relação à terra e a eventual
impedância existente entre a alimentação e a terra.
4 – Cálculos da demanda
4.1 – Motores
Dm – demanda dos motores, em kVA
Pm – potência nominal, em cv
Fu – fator de utilização
Fp – fator de potência
Fs – fator de simultaneidade
η - rendimento
N – quantidade de motores de mesma potência
(a) Fator de simultaneidade:
É a relação entre a demanda máxima do grupo de aparelhos e a soma das demandas
individuais dos aparelhos do mesmo grupo, num intervalo de tempo considerado. O fator de
simultaneidade é sempre inferior que a unidade. A Tabela 1 fornece os fatores de
simultaneidade para diferentes potências de motores em agrupamento e outros aparelhos.
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2 ° letra : indica as características de aterramento das massas T – massas diretamente aterradas independente do eventual aterramento da alimentação; N – massas ligadas diretamente ao ponto de alimentação aterrado, geralmente o neutro. 3.2.1 - Esquema T T Existe um ponto da alimentação diretamente aterrado, estando as massas da instalação ligadas a um eletrodo de aterramento independente do eletrodo de aterramento da alimentação. Trata-se de um esquema concebido de forma que o percurso da corrente proveniente de uma falta fase-massa inclua a terra e que a elevada impedância desse percurso limite o valor daquela corrente. Porém pode trazer perigo para as pessoas que toquem numa massa acidentalmente energizada. 3.2.2 - Esquema T N Existe um ponto de alimentação diretamente aterrado, sendo as massas da instalação ligadas a esse ponto através de condutores de proteção. O esquema é concebido de modo que o percurso de uma corrente de falha fase-massa seja constituído exclusivamente por elementos condutores e, portanto, possua baixíssima impedância. 3.2.3 - Esquema I T Não existe nenhum ponto da alimentação diretamente aterrado; ela é totalmente isolada da terra ou aterrada através de uma impedância de valor elevado. As massas são ligadas à terra por meio de eletrodos de aterramento próprios. Nesse esquema, a corrente resultante de uma falta fase-massa não possuirá intensidade suficiente para trazer perigo para as pessoas que toquem na massa energizada, devido às capacitâncias da linha em relação à terra e a eventual impedância existente entre a alimentação e a terra.

4 – Cálculos da demanda

4 .1 – Motores

Dm – demanda dos motores, em kVA Pm – potência nominal, em cv Fu – fator de utilização Fp – fator de potência Fs – fator de simultaneidade η - rendimento N – quantidade de motores de mesma potência (a) Fator de simultaneidade: É a relação entre a demanda máxima do grupo de aparelhos e a soma das demandas individuais dos aparelhos do mesmo grupo, num intervalo de tempo considerado. O fator de simultaneidade é sempre inferior que a unidade. A Tabela 1 fornece os fatores de simultaneidade para diferentes potências de motores em agrupamento e outros aparelhos.

(b) Fator de utilização: É o fator pelo qual deve ser multiplicada a potência nominal do aparelho para se obter a potência média absorvida pelo mesmo, nas condições de utilização. A Tabela 2 fornece os fatores de utilização dos principais equipamentos utilizados nas instalações elétricas industriais. (c) Rendimento: É a relação entre a potência fornecida ao eixo e a potência elétrica de entrada, ou seja, (Veja Tabela 3): (d) Fator de potência: Relação entre a potência ativa e a potência aparente do motor. Veja Tabela 3.

4 .2 – Dimensionamento do ramal de ligação aéreo

4.3 – Dimensionamento do ramal de entrada subterrâneo

4. 4 – Elos Fusíveis para proteção de transformadores

5 – Critérios para dimensionamento da seção mínima do

condutor fase

A seção mínima dos condutores elétricos deve satisfazer, simultaneamente, aos três critérios seguintes: (i) seção mínima; (ii) capacidade de condução de corrente; (iii) limite de queda de tensão; (iv) sobrecarga; (v) capacidade de condução da corrente de curto-circuito por tempo ilimitado; (vi) contatos indiretos. Durante a elaboração de um projeto, os condutores são inicialmente dimensionados pelos três primeiros critérios. Assim, quando o dimensionamento das proteções é baseado,

entre outros parâmetros, nas intensidades das correntes de falta, é necessário confrontarmos valores destas e os respectivos tempos de duração com os valores máximos admitidos pelo isolamento dos condutores utilizados, cujos gráficos estão mostrados na Figuras 9 e 10, respectivamente para isolações de PVC 70°C e XLPE 90°C. Figura 9 – Corrente máxima de curto circuito para fios e cabos isolados com PVC

(i) circuito trifásico: , onde U é a tensão entre fase-fase; (ii) Circuito monofásico: , onde U é a tensão entre fase-neutro ou fase-fase. S - Potência aparente I n - Corrente nominal (b) Corrente admissível: FCT → Fator de correção de temperatura (ver Tabela 7) FCA → Fator de correção de agrupamento I ADM = Corrente admissível

5.2 – Critérios da queda de tensão

(a) Circuito monofásico equivalente de corrente alternada para cargas trifásicas equilibradas: Para dimensionar as seções dos condutores pela máxima queda de tensão utilizamos o circuito elétrico equivalente e temos que levar em consideração as quedas de tensões nas

resistências e reatâncias indutivas dos fios e cabos. Os diversos valores de queda de tensão, para diferentes seções transversais e nos mais diversos arranjos, encontram-se nas tabelas dos fabricantes. Quando estes valores não são encontrados, podemos calculá-las utilizando a fórmula abaixo. Os valores da resistência e da reatância estão tabelados na Tabela 8. Diagrama unifilar do circuito Circuito elétrico monofásico equivalente (a) Para circuito monofásico: (b) para circuito trifásico: L → Comprimento do circuito (km) r → Resistência do fio por unidade comprimento (Ω/km) xL → Reatância indutiva do fio por unidade de comprimento (Ω/km) θ → Ângulo do fator de potência da carga I → Corrente monofásica equivalente V → Tensão entre fase e neutro