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As normas para a elaboração de projetos de graduação em engenharia mecânica na universidade federal do rio de janeiro (ufrj). Detalha as exigências acadêmicas, a preenchimento da ficha de acompanhamento de projeto final, a defesa do projeto e a divulgação. Além disso, fornece orientações sobre a apresentação gráfica, o formato do texto e as referências.
Tipologia: Notas de estudo
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Não perca as partes importantes!







Departamento de Engenharia Mecânica DEM/POLI/UFRJ
O trabalho de final de curso ou Projeto de Graduação é o último requisito para a obtenção de grau de Engenheiro Mecânico. É também uma prova acadêmica, onde será avaliada a capacidade do aluno para exercer a profissão, via sua aptidão para a elaboração de trabalhos relacionados às atividades do engenheiro mecânico atendendo os requisitos impostos pela tradição de excelência da Escola Politécnica da UFRJ.
O tema deverá envolver uma ou mais das seguintes atividades exercidas pelo Engenheiro Mecânico dentre as quais se destacam:
No 8º período o aluno deverá se inscrever na disciplina EEK X01 - Projeto de Graduação em Engenharia Mecânica. Esta disciplina é um Requisito de Crédito Suplementar (RCS), sendo cada inscrição válida por 3 (três) períodos. O aluno que neste prazo não concluir o seu projeto deverá se reinscrever na disciplina, sendo lhe atribuído grau zero relativo à inscrição anterior.
O projeto de graduação é um trabalho INDIVIDUAL.
No primeiro mês após o início das aulas do período da inscrição na disciplina EEK X o aluno deve obrigatoriamente preencher e anexar a Ficha de Acompanhamento de Projeto Final (ANEXO I) assinada pelo orientador do projeto e entregá-la a um dos professores membros da Comissão de Projeto Final. Nesta ficha constam os seguintes itens:
Para o preenchimento o aluno deverá procurar dentre os professores do Curso^1 de Engenharia Mecânica aquele que ofereça um tema de seu interesse. Nesta procura o aluno poderá ser auxiliado por seu orientador acadêmico ou por um dos professores da Comissão de Projeto Final. A necessidade de co-orientação será discutida com o professor orientador sendo desejável que este seja um professor do Centro de Tecnologia ou do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza.
O aluno deverá realizar um cronograma detalhado e realístico para o trabalho de fim de curso, ouvindo as ponderações do seu orientador quanto ao tempo necessário para a elaboração do tema do projeto final.
Os alunos que não apresentarem esta documentação só poderão efetivar sua inscrição com autorização do Coordenador de Curso.
3. ATRIBUIÇÕES DO ORIENTADOR DO TRABALHO
São atribuições do orientador:
A banca examinadora será sugerida à Comissão de Projeto Final pelo orientador do trabalho, sendo constituída por um mínimo de três membros. O orientador do projeto presidirá a banca e os outros dois componentes da banca serão necessariamente, professores em regime de dedicação exclusiva (DE) do Departamento de Engenharia Mecânica.
(^1) Observe que poderão ser orientadores, professores do Curso de Engenharia Mecânica, um conjunto mais amplo do que o dos professores do Departamento de Engenharia Mecânica incluindo-se aqueles que não tenham ministrado disciplinas para o aluno.
DIGITAL. Estas versões deverão ser indexadas e arquivadas na Biblioteca do DEM e com o Orientador do projeto, respectivamente.
6.2. ELABORAÇÃO GRÁFICA DOS TRABALHOS
Os projetos deverão ser aprovados quanto ao formato pelos professores da comissão de projeto final do DEM e quanto à apresentação gráfica pelo orientador, de acordo com a presente regulamentação. Serão recusados os originais dos projetos que não estiverem de acordo com as normas aqui descritas.
O texto do projeto deve ser escrito em língua portuguesa, com margens esquerda e direita de 3 cm e inferior e superior de 2.5 cm, em formato A-4 (210 mm x 297 mm), com espaçamento de 1,5 ou 2, letra de tamanho equivalente a Times New Roman 12 ou Arial 11 e justificado (alinhado) nas margens direita e esquerda. A impressão deve ser feita em papel (branco), de boa qualidade e com nitidez adequada, exclusivamente em tinta preta, exceto em casos excepcionais descritos posteriormente. Não é permitido o uso de papel timbrado ou couchê.
A versão final do projeto deve ser encadernada em modo BINDER e deverá conter as seguintes partes principais (1) preliminares, (2) corpo principal ou texto, (3) elementos complementares e (4) figuras e tabelas.
6.2.1. Preliminares
Cada um desses itens deve iniciar-se em uma página própria e a ordenação deve ser feita por letras romanas minúsculas: i, ii, iii, ... e etc.
6.2.2. Corpo Principal
O corpo principal deverá conter uma introdução, uma descrição do estado da arte relativo ao tema do projeto, o seu desenvolvimento e as conclusões obtidas. As referências bibliográficas citadas deverão ser listadas conforme descrito no item 3.1. Os capítulos existentes devem ser numerados em algarismos romanos ou arábicos. As páginas deverão ser numeradas seqüencialmente em algarismos arábicos. Todas as páginas (com exceção da folha de rosto) deverão ser numeradas.
6.2.3. Elementos Complementares
6.2.3.1. Referências bibliográficas
São permitidas DUAS FORMAS de representação baseadas na norma NB-66 e NB- da ABNT e consagradas internacionalmente. Na primeira, na lista de referências no final do projeto, elas estarão numeradas segundo a ordem de aparecimento no texto. Na segunda estarão em ordem alfabética. Uma única forma de representação deve ser utilizada em todo o projeto final. A escolha entre as alternativas é da competência do autor em função do usual em sua área de trabalho. O ANEXO IV apresenta formas normalizadas de referências bibliográficas para livros, artigos em revistas, periódicos, anais de congressos, relatórios técnicos e etc..
6.2.3.2 - Apêndices
As citações muito longas, deduções e demonstrações auxiliares, listagens de programas, estatísticas devem ser colocadas em apêndices.
6.2.3.3 - Índice alfabético remissivo
É facultativo e consiste na enumeração alfabética dos tópicos contidos no trabalho, posicionado ao final do projeto.
6.2.4 - Figuras e Tabelas Gráficos, figuras, fotografias e tabelas devem ser inseridas no mesmo gabarito das folhas do texto, podendo, em casos especiais, quando houver impossibilidade de redução, ser utilizado o tamanho A-3 (420 x 297 mm) ou maior, com dobra para o tamanho padrão A-4.
Os gráficos e as figuras devem ser elaborados na própria folha do texto, com qualidade gráfica equivalente ou superior à do resto do texto. Não serão aceitos desenhos feitos a lápis ou caneta esferográfica, fotocópias, bem como títulos escritos com máquina de escrever sobre o papel vegetal. A impressão de gráficos e figuras também deve ser feita exclusivamente na cor preta. O emprego de cores será admitido excepcionalmente apenas quando for essencial à compreensão da ilustração.
Figuras e tabelas devem ser obrigatoriamente numeradas e citadas no texto. As tabelas devem ser precedidas do seu título. As legendas das figuras devem ser posicionadas imediatamente abaixo das mesmas.
6.2.5. Desenho Técnico
Os desenhos técnicos devem ser encadernados junto com o projeto, sendo propriamente dobrados quando necessário. Devem ser elaborados utilizando qualquer software especializado disponível (AutoCad, SolidWorks e etc.) ou manualmente, desde que de acordo com as normas técnicas vigentes no país, abaixo relacionadas.
NBR10067 - Princípios gerais de representação em desenho técnico NBR10068 - Folha de desenho - Leiaute e dimensões NBR10126 - Cotagem em desenho técnico
Departamento de Engenharia Mecânica DEM/POLI/UFRJ
Nome DRE
Período de admissão na UFRJ Período atual
Título ou tema do projeto
Orientador
Co-orientador
Data prevista para a defesa
____ / ___ / 20___
Assinatura
Departamento de Engenharia Mecânica DEM/POLI/UFRJ
Nome Completo do Aluno
Aprovado por:
Prof. Nome do Professor Orientador
Prof. Nome do Membro da Banca 2
Prof. Nome do Membro da Banca 3
Prof. Nome do Membro da Banca Opcional
Referências numeradas: as citações dos trabalhos devem ser indicadas no texto pelo(s) sobrenome(s) do(s) autor(es) seguido(s) pelo número da referência entre colchetes, quando o(s) sobrenome(s) fizer(em) parte da frase. Caso contrário, apenas pelo número entre colchetes. Exemplos: “... IESAN [2] determinou que ...” ou “... foi determinado [2] que ...” “... ABRAHAM et al. [1] calcularam ...” ou “... foi calculado [1] ...” “... o problema de radiação térmica foi tratado [8,9] de acordo com ...”
Referências em ordem alfabética: as citações são indicadas, quando o(s) sobrenome(s) do(s) autor(es) fizer(em) parte da frase, pelo(s) sobrenome(s), seguido(s) do ano da publicação entre parênteses. No caso em que o(s) sobrenome(s) não faz(em) parte da frase, deve(m) constar, em letras maiúsculas, juntamente com o ano da publicação, entre parênteses, a separação sendo feita por vírgulas. No caso de ser citada mais de uma referência com a mesma autoria e ano de publicação, a distinção será feita por letras minúsculas após o ano (1995a e 1995b). Exemplos: “... IESAN (1996) determinou ...” ou “... foi determinado (IESAN, 1996) ...” “... ABRAHAM et al. (1988) calcularam ...” ou “... foi calculado (ABRAHAM et al ., 1988) ...” “... o problema de radiação térmica foi tratado (EDWARDS, 1976, TUNTOMO, 1990) de acordo com ...”
A lista de referências, ao final do projeto final, deve fornecer ao leitor as informações precisas para facilitar qualquer consulta. Quando a referência tiver até três autores, mencionam-se todos, na ordem em que aparecerem na publicação. Caso haja mais de três autores, mencionam-se até os três primeiros seguidos da expressão " et al .". Nas citações no corpo do texto, a expressão " et al. " é utilizada para todos os trabalhos com mais de dois autores.
Diversas informações devem ser dadas de acordo com o tipo de publicação, como veremos a seguir, sendo que algumas delas devem ser grifadas. No que se segue, entenda-se por grifado como sendo em itálico, sublinhado ou em negrito, devendo uma única opção de grifo ser adotada para todas as referências. Além do(s) sobrenome(s) do(s) autor(es), as informações que devem figurar são:
Para livros:
► título (grifado), edição ( 1
a , 2
a , etc. ), local, editora e ano da publicação. Ex.: ABRAHAM, R., MARSDEN, J.E., RATIU, T., 1988, Manifolds, Tensor Analysis, and Applications. 2 ed. New York, Springer-Verlag. ou [1] ABRAHAM, R., MARSDEN, J.E., RATIU, T., Manifolds, Tensor Analysis, and Applications. 2 ed. New York, Springer-Verlag, 1988.
Para artigos em periódicos: ► título do artigo, entre aspas, nome do periódico (grifado), volume, número, páginas inicial e final do artigo, após a abreviatura pp. e ano da publicação. Ex. IESAN, D., 1996, "Existence Theorems in the Theory of Mixtures", Journal of Elasticity, v. 42, n. 2 (Feb), pp. 145-163. ou
[2] IESAN, D. "Existence Theorems in the Theory of Mixtures", Journal of Elasticity v. 42, n. 2, pp. 145-163, Feb. 1996.
Para relatórios de pesquisa: ► título (grifado), In: identificação da procedência do relatório (só use “In” quando o relatório tiver mais de um trabalho), ano da publicação. Ex.: GARRET, D. A., 1977, The Microscopic Detection of Corrosion in Aluminum Aircraft Structures with Thermal Neutron Beams and Film Imaging Methods. In: Report NBSIR 78-1434, National Bureau of Standards, Washington, D. C. MAESTRELLO, L., 1976, Two-Point Correlations of Sound Pressure in the Far Field of a Jet: Experiment, NASA TM X-72835. ou [3] GARRET, D. A., The Microscopic Detection of Corrosion in Aluminum Aircraft Structures with Thermal Neutron Beams and Film Imaging Methods. In: Report NBSIR 78-1434, National Bureau of Standards, Washington, D.C., 1977. [4] MAESTRELLO, L. Two-Point Correlations of Sound Pressure in the Far Field of a Jet: Experiment, NASA TM X-72835, 1976.
Para artigo em anais: ► título do artigo, entre aspas, In: anais do congresso ... (grifado),volume, páginas inicial e final do artigo, após a abreviatura pp., local, mês e ano da publicação Ex.: GURTIN, M. E., 1977, "On the nonlinear theory of elasticity". In: Proceedings of the International Symposium on Continuum Mechanics and Partial Differential Equations: Contemporary Developments in Continuum Mechanics and Partial Differential Equations, pp. 237-253, Rio de Janeiro, Aug. ou [5] GURTIN, M. E. "On the nonlinear theory of elasticity". In: Proceedings of the International Symposium on Continuum Mechanics and Partial Differential Equations: Contemporary Developments in Continuum Mechanics and Partial Differential Equations, pp. 237-253, Rio de Janeiro, Aug. 1977.
Para artigo em congresso sem publicação em anais: ►título do artigo, entre aspas, nome do congresso (grifado), número do artigo, local, mês e ano da publicação. Ex.: BERNUSSI, A. A., IIKAWA, F., MOTISUKE, P., et al., 1990, "Photoreflectance characterization of δ-doped p-GaAs". International Conference on Modulation Spectroscopy, 1286-32, San Diego, California, USA, 19-21 March. ou [6] BERNUSSI, A. A., IIKAWA, F., MOTISUKE, P., et al., "Photoreflectance characterization of δ-doped p-GaAs". International Conference on Modulation Spectroscopy, 1286-32, San Diego, California, USA, 19-21 March 1990.
Para artigo em livro (série): ►título do artigo, entre aspas, In: título do livro (grifado), volume, título da série (grifado), editora, páginas inicial e final do artigo, após a abreviatura pp., ano da publicação Ex.: COWIN, S. C., 1987, "Adaptive Anisotropy: An Example in Living Bone". In: Non- Classical Continuum Mechanics, v. 122, London Mathematical Society Lecture Note Series, Cambridge University Press, pp. 174-186.