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Projeto de integração de bancadas festo usando redes industriais-Profibus
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
Oferta por tempo limitado
Compartilhado em 31/05/2011
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Fernando sobrinho
Luan Dias Endlich
Luciano Martins da silva
A minha familia,por todos estes anos por apoio incondicional. A minha mãe que de certa forma me ajudou com orações e palavras de conforto e a minha esposa Cristina que sempre confiou e confia em minha vitória.
Thelmo Tonini
Projeto final apresentado à disciplina Mecatrônica e sistema Supervisório, do curso Técnico em Instrumentação Industrial, turma CTIN36, do Centro Ensino Técnico Arivaldo Fontes - SENAI.
Professor orientador: Everton Santana e George Componentes: Fernando Sobrinho, Luan Dias Endlich, Luciano M. da Silva, Thelmo Tonini.
1.1 Objetivos do projeto: Controlar e executar as funções da Estação de distribuição, através de conhecimentos adquiridos em PLC Básico, PLC Avançado, Sistema Supervisório e Mecatrônica transmitida pelos docente Alfeu (PLC básico), Giuliano (PLC avançado), Everton (Sistemas supervisórios) e mecatrônica (Giuliano e Everton). Além de:
1.2 Descrição: A célula de manufatura didática, denominada MPS, é composta de cinco estações (ou módulos) de trabalho. A célula simula uma linha de produção em que peças brutas são alimentadas no primeiro módulo; testadas quanto à cor, material e espessura no segundo; furadas e testadas no terceiro; manipuladas, separadas e armazenadas no quarto; transportadas pelo Robô da ABB do quarto para o quinto módulo e, por fim, novamente, manipuladas, separadas e armazenadas no quinto. Cada uma das estações executa uma série de atividades, de forma que a ação conjunta de todas as tarefas conduza ao produto final. Segue abaixo o fluxograma da bancada MPS:
Figura 2: Estação de distribuição
Figura 1: Estação de teste
Figura 3: Estação de manipulação
Figura 4: Estação de processamento
Figura 6: Braço ABB
Figura 5: Estação de separação
2.1.5 Comunicação Além dos diversos módulos de comunicação que podem ser agregados a configuração, toda CPU da série S7-300 traz integrada a si uma porta de comunicação MPI. Através desta porta a CPU é programada e parametrizada. Com a porta MPI é possível ainda implementar uma rede de pequeno porte com equipamentos SIEMENS, tais como:
Além de interface MPI, alguns modelos de CPU possuem uma segunda interface de comunicação integrada, Profibus-DP ou Serial Ponto-a-Ponto.
2.1.6 Aplicações SIMATIC S7-300 oferece soluções para as mais diversas tarefas de automação, nas seguintes áreas:
Para aplicações especiais, estão disponíveis produtos adicionais dedicados que complementam a linha SIMATIC S7-300:
2.1.7 Composição do Sistema Com exceção de sistemas de pequeno porte, onde podemos utilizar apenas uma fonte e uma CPU Compacta, um sistema de controle baseado no CLP SIMATIC S7-300 geralmente é composto por:
Chamamos de Rack Central (CR) o trilho que acomoda a CPU, podemos acoplar a este trilho até oito módulos de expansão. Caso haja a necessidade de mais módulos de expansão, dependendo do modelo de CPU, a configuração pode ser ampliada através de Módulos de Interface (IM) num total de até três Racks de Expansão (ER) cada qual com mais oito Módulos de Expansão, totalizando 32 módulos para uma configuração centralizada.
Caso a aplicação exija um número maior de módulos ou mesmo uma distância maior entre o Rack Central (CR) e os Racks de Expansão (ER) a configuração pode ser expandida através de uma rede Profibus-DP e estações de I/O remoto ET 200. Tal expansão pode ser implementada através da interface Profibus-DP já integrada a algumas CPUs ou através de um Módulo de Comunicação.
Figura 8: Imagem de capa do STEP
A IHM está normalmente instalada em uma estação de trabalho, traduzindo os sinais vindos do CLP para sinais gráficos, de fácil entendimento. Porém, quem faz o controle da planta é o CLP, de acordo com a programação feita e com os comandos do operador. O CLP envia as mensagens para a IHM através de Tags, ou seja, mensagens digitais que levam conseguem informações como o endereço dentro do CLP, para o caso de retorno da informação, e o tipo de tag.
Todo Supervisório possui várias caixas de ferramentas para auxiliar a configuração:
Figura 10: Sistemas supervisórios Intouch
3.1 Funções da estação: A estação de distribuição (figura 11) armazena e transporta as peças para a estação seguinte. O compartimento de armazenamento tem capacidade para ate oito peças. A presença de peça e monitorada por meio de um sensor ótico. Um cilindro dupla ação retira as peças individualmente. O modulo de transferência prende e retira a peça usando uma ventosa. Um sensor de vácuo verifica se a peça esta presa. O braço da unidade de transferência, que e dirigida por uma movimentação giratória, transfere a peça para a estação seguinte.
Figura 11 : Estação de distribuição
3.4 Descrições de sensores e atuadores Segue tabelas de I/O’s e descrição dos sensores e atuadores
3.5 Desenho-Vista superior
Figura 12 : vista superior
3.6 Diagrama eletro pneumático
Figura 13: Diagrama eletro pneumático
3.7 Diagrama elétrico
Tabela 1: Diagrama elétrico 1
3.8.2Magazine- Empilhamento módulo revista O modulo de empilhamento revista magazine (figura 15) separa peças de uma revista. Um cilindro de dupla ação empurra a peça do fundo para fora. A posição do cilindro e detectada por sensores indutivos.
3.8.3 módulo changer O módulo changer (figura 16) é um pneumático de manipulação. A ventosa é utilizada para pegar peças e realocar-las para as posições de 0° a 180° usando uma unidade semi-rotativa. Sensores assumir a detecção da posição final.
3.8.4 Interruptor de vácuo Interruptor de vácuo (figura 17) com ajuste, ponto de comutação e chaveamento com indicador de estado (LED)
Figura 15: Magazine
Figura 16: Módulo changer
Figura 17: Interruptor de vácuo
3.8.5 Terminal da vávula AS-interface Válvulas duas vias, tipo N, E conexão. Opções para quatro sensores (figura 18).
3.8.6 Pinça de sucção A pinça de sucção pega a peça através do vácuo. O vácuo e gerado por meio do principio de Venturi e é controlada por um interruptor de pressão (figura 19).
3.8.7 Atuador semi-rotativo A estação de distribuição utiliza vários atuadores que são de uso industrial. O atuador rotativo do braço giratório pode ser ajustado para vários ângulos entre 90° e 270°. As posições finais são captadas por meio de micro interruptoras (figura 20).
Figura 18: Válvula duas vias
Figura 19: Pinça de sucção
Figura 20: Atuador semi-rotativo